Reavivados por Sua Palavra


AMANHÃ COMEÇAREMOS A LER AMÓS! by Jeferson Quimelli
6 de dezembro de 2017, 15:18
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JOEL 3 by Jeferson Quimelli
6 de dezembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

O capítulo final do livro fornece um clímax apropriado à mensagem profética de Joel.

Em primeiro lugar, há a ênfase na proximidade do Dia do Senhor. Joel proclama: “Pois o dia do Senhor está próximo” (3:14).

Este tema tem um significado especial para os que aguardam a breve segunda vinda de Jesus, entre eles os adventistas do sétimo dia, cuja igreja surgiu como um movimento que pregava a breve volta de Jesus.

Um segundo tema enfatizado é a libertação que o Senhor efetua em favor Seu povo. Joel não estava afirmando que o povo de Deus não iria enfrentar nenhum perigo. De jeito nenhum! De fato, Deus advertiu que seus inimigos batalhariam contra eles (3:9-12). Mas no momento extremo, um livramento maravilhoso seria experimentado, porque “o Senhor será um refúgio para o seu povo, uma fortaleza para Israel” (3:16 NVI).

Finalmente há o foco na presença contínua do Senhor com o Seu povo. O livro se encerra com a magnífica frase: “O Senhor habita em Sião” (3:21 NVI). Isso não é nada mais, nada menos do que uma bela antecipação da promessa do último livro da Bíblia de que Deus habitará com o Seu povo para sempre quando Ele lhes restituir a Cidade Santa, a nova Jerusalém (Apoc 21).

Precisamos levar a sério a mensagem de Joel e renovar nossa vida espiritual como nunca antes, ao estarmos às portas do Reino de Deus.

Greg A. King, Ph. D.
Decano da Escola de Religião
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/joe/3 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1125
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/12/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JOEL 3 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de dezembro de 2017, 0:55
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JOEL 3 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
6 de dezembro de 2017, 0:55
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JOEL 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de dezembro de 2017, 0:45
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JOEL 3 – Deus age e vai intervir na história do mundo com juízo. Suas intenções visam eliminar o mal. Cada uma de Suas ações tem como objetivo combater a rebeldia e levar pecadores ao arrependimento, para que se salvem da condenação do pecado.

Conforme esboça Warren Wiersbe, o dia do juízo está sendo profetizado desde 2:28 e vai até 3:21. Do qual temos:

1. Antes do dia do Senhor: O Espírito será derramado (2:28-32);
2. Durante o dia do Senhor: O juízo será derramado (3:1-16);
3. Depois do dia do Senhor: Bênção será derramada (3:17-21).

“Uma vez que Joel provavelmente foi o primeiro profeta a registrar seus oráculos por escrito, seu livro oferece uma compreensão valiosa da história da profecia, especialmente pelo fato de fornecer uma estrutura para tratar do fim dos tempos, seguida à risca ao longo de toda a Escritura subsequente […]. Profetas posteriores, inclusive o Senhor Jesus, apenas desenvolveram o esboço, mas, como é característico da natureza divina da Escritura verdadeira, não consideraram necessário, em nenhum momento, se desviar dessa revelação inicial” (Montague S. Mills).

Antes da renovação, o juízo. Antes do juízo, o anúncio. Essa sequência de atos também se encontra no livro de Apocalipse. Além dessa aplicação geral, é possível destacar outras preciosas lições de vida, como por exemplo:

Deus…

• …quer chamar nossa atenção para a salvação, para isso Ele está disposto a tudo. No livro de Joel Ele aproveitou as crises visando despertar a consciência dos rebeldes de sua necessidade básica da dependência dEle.
• …anseia reavivar a chama da espiritualidade nos mortos espirituais ou apáticos à prática da fé; por isso, usa Seus mensageiros para despertar os indiferentes quanto à necessidade de renovação espiritual.
• …deseja que levemos a sério a malignidade do pecado, a necessidade do julgamento e a grandiosa importância do arrependimento por meio da oração e jejum, para experimentarmos a salvação através da graça divina.
• …almeja que Seus servos busquem Seu perdão, para que, justificados sejam cheios do Espírito Santo; e, assim, se beneficiem da restauração dos redimidos.

No fim, o bem vencerá o mal. “O livro termina com um tom de certeza por um motivo específico: Porque o Senhor habitará em Sião” (William MacDonald). Quem se posicionar ao lado de Deus, experimentará a vitória também! – Heber Toth Armí.

Conte-nos como estes três capítulos impactantes de Joel falaram ao teu coração durante estes três dias…



JOEL 3, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de dezembro de 2017, 0:30
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“Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o Dia do SENHOR está perto, no vale da Decisão” (v.14).

Um dos registros de milagres mais fantásticos do Antigo Testamento encontra-se no segundo livro de Crônicas, capítulo vinte. Josafá, rei de Judá, após ser liberto de uma cilada armada por Acabe, rei de Israel,  teve de enfrentar outra dura prova. Os reinos de Moabe e Amom reuniram seus exércitos para marchar contra o reino de Judá e, sob a forte ameaça destes reinos sobremodo intimidantes, “Josafá teve medo e se pôs a buscar ao SENHOR; e apregoou jejum em todo o Judá” (2Cr 20:3). A sua oração, registrada nos versos seguintes, declara a beleza de um coração contrito e que se humilha diante de Deus reconhecendo a sua incapacidade de vencer diante das batalhas da vida.

Muito mais do que uma guerra externa, Josafá e o povo enfrentaram uma tremenda guerra interna, abrindo mão de suas preferências, gostos e ideias humanas, para dar lugar à “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2). Todos, repito, todos estavam “em pé diante do SENHOR, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos” (2Cr 20:13). As famílias, percebem? Ninguém estaria imune de enfrentar a fúria dos exércitos inimigos, portanto, ninguém poderia estar indiferente num momento em que a decisão de cada um era caso de vida ou morte.

É interessante observar que a busca começou pelo líder do povo, partiu para Judá, e de Judá para “todas as cidades de Judá” (2Cr 20:4). Notaram a sequência? Sempre que um líder se empenha a buscar ao SENHOR “em espírito e em verdade” (Jo 4:24), e convoca os seus liderados a fazer o mesmo, algo de sobrenatural acontece e esta busca se expande para fora dos limites de uma igreja. O que foi que Josafá e o povo fizeram? Eles oraram. Simplesmente oraram. Todos, homens, mulheres e crianças unidos num mesmo propósito. E qual foi o resultado? “Veio o Espírito do SENHOR” (2Cr 20:14). Uau! Meus irmãos, até quando não entenderemos o papel da oração, principalmente nos momentos mais difíceis de nossa vida?

A resposta do Espírito Santo ao povo foi muito clara e objetiva: “Neste encontro, não tereis de pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará… Não temais, nem vos assusteis… porque o SENHOR é convosco” (2 Cr 20:17). Mil vezes uau! Entendem o porquê do profeta Joel citar esta batalha no capítulo de hoje? Ela é a ilustração mais assertiva quanto à batalha final em que já estamos inseridos. Enquanto muitos dizem que nós temos que fazer algo, Deus diz: “Fiquem parados”. Enquanto outros dizem que não precisamos fazer nada porque vivemos no tempo da graça, está escrito: “Crede no SENHOR, vosso Deus e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr 20:20). E nesta luta entre fazer e não fazer, o Espírito Santo clama ao coração humano na esperança de que alguém entenda que ficar parado não significa se entregar ao inimigo, mas confiar no Deus que já o venceu; e que deixar de lutar não significa não fazer nada, mas permitir que o Espírito Santo faça a Sua obra em nós.

O resultado da obediência de Judá aos reclamos divinos foi a vitória em uma guerra na qual eles não tiveram de levantar uma arma sequer, mas apenas as suas vozes. Eles simplesmente louvaram e um vale que seria o cenário de uma guerra cruel e sangrenta, tornou-se em “vale de Bênção” (2Cr 20:26). O chamado do Senhor, hoje, para cada homem, mulher e criança é: “Levantem-se as nações, e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar todas as nações em redor” (v.12). Ele não chama os corajosos e poderosos, mas transforma o medroso e humilde, em valente e cheio do poder do Espírito Santo.

Para os que se unirem ao exército do inimigo, o Dia do SENHOR será “dia de escuridade e densas trevas” (Jl 2:2), “mas o SENHOR será o refúgio do Seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel” (v.16). O vale da Decisão, amados, não é onde estamos hoje, mas para onde iremos amanhã. Ali, Deus dará o veredito de cada vida humana. E para que destino final estamos avançando? Para o alto de onde apenas veremos “o castigo dos ímpios” (Sl 91:8), ou para o lugar cheio de “corpos mortos” (2Cr 20:24)? Estas podem não ser mensagens muito agradáveis e pode acreditar que eu preferia estar escrevendo apenas sobre o quanto Deus é amor. Porém, quer você acredite ou não, as advertências dadas aos profetas menores são apelos divinos de amor e de misericórdia a um mundo que necessita ser alertado de que pouco tempo lhe resta para a decisão definitiva.

Assim como foi com Judá, o grande conflito em que estamos inseridos não envolve a luta de uns contra os outros, “porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6:12). Semelhante a Josafá, é normal sentirmos medo dos inimigos. Mas o Senhor nos chama a termos a mesma atitude daquele rei, buscando-O e confiando em Sua justiça infalível. Preencha o seu coração com orações e louvores, permitindo que o Espírito Santo venha sobre você, e confie que o Senhor mesmo cuidará dos seus inimigos. Que no vale da Decisão sejamos declarados inocentes pelo sangue do Cordeiro que nos levará para a eterna Sião!

Bom dia, expiados pelo sangue de Cristo!

Jornada de oração, dia 20/21: Oremos pedindo que o Senhor nos socorra em nossas lutas e nos batize com o Seu Espírito.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Joel3 #RPSP

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Joel 3:14 – Vale da Decisão – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
6 de dezembro de 2017, 0:25
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Aqui, “Decisão” … refere-se à decisão ou decreto judicial do Juiz Celestial. O vale é visto agora como lugar em que aquele decreto será executado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deve-se notar, … que a “decisão” aqui mencionada refere-se à de Yahweh como juiz [cf. vv. 2, 12] não dos povos que estão sendo julgados. Em outras palavras, seu destino já está decidido. Agora é “o Dia do Senhor” … A LXX traz vale da “punição”, ou “vingança”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1047.

“Multidões, multidões no Vale do Julgamento [Judgment. tb: Sentença, Juízo]! O dia do Senhor está próximo, quando Ele decidirá o destino das nações.” Joel 3:14 na versão Clear Word.

Joel 3:12: “Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar as nações em redor” (ARA).

Joel descreveu multidões esperando no “vale da decisão” (o vale do julgamento dos versículos 2 e 12). Milhares de pessoas viveram na Terra, e cada uma delas – morta, viva, e ainda que nascerá – vai enfrentar o julgamento. Olhe a sua volta. Veja seus amigos, aqueles com quem você trabalha e vive. Eles receberam o perdão de Deus? Eles foram avisados sobre as consequências do pecado? Se entendemos a severidade do julgamento final de Deus, desejaremos levar a oferta de Deus de esperança para aqueles que conhecemos. Life Application Study Bible Kigsway.



JOEL 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de dezembro de 2017, 0:20
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1. Mudarei a sorte.A descrição do retorno é em termos de como as promessas de Deus haveriam de ser
cumpridas se a nação de Israel tivesse cooperado com o Senhor (ver p. 14-17; ver com. de Ez 37:1). A prosperidade de Israel teria provocado a inimizade das nações, que aqui são representadas como reunidas por Deus no vale de Josafá. A previsão é um paralelo a Ezequiel 38, em que Gogue e seu exército são representados como opositores a Jerusalém, e ali são julgados (ver Zc 14:1-3). A aplicação desta profecia para o futuro deve ser feita de acordo com a revelação do NT (ver com. de Ez 38:1; ver p. 17). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1047.

2. Entrarei em juízo. O povo de Israel, reavivado espiritualmente, em cooperação com o plano de Deus, teria o favor e a proteção dos céus. As bênçãos prometidas na época do êxodo (Dt 28:1-14) teriam encontrado cumprimento tardio. A nação judaica teria se tornado uma maravilha de prosperidade e
teria convertido multidões ao verdadeiro Deus. A medida que os números aumentassem, Israel teria ampliado suas fronteiras até abraçar o mundo (ver MDC, 290). Naturalmente, tal programa acirraria a
ira das nações pagas. Sob a liderança de Satanás, essas nações se uniriam para acabar com o estado de prosperidade, e Deus interviria (ver p. 16, 17). Com o fracasso dos judeus, é preciso olhar para o cumprimento dessas previsões, em princípio, na igreja (ver com. de Ez 38:1). O conflito aqui descrito tomará a natureza de uma tentativa desesperada de Satanás, na última hora da Terra, de tentar destruir a verdadeira igreja de Deus. “Do mesmo modo que ele [Satanás] influenciou as nações pagas para destruírem Israel, no futuro próximo, ele agitará os ímpios poderes da Terra para destruir o povo de Deus” (T9, 231; cf. T5, 524; GC, 656; T6, 18, 19, 395). Mais uma vez Deus intervirá em favor do Seu povo, e na segunda vinda de Cristo destruirá os ímpios (Ap 19:19-21), e mil anos depois os aniquilará (Ap 20:9-15). CBASD, vol. 4, p. 1048.

4. Que tendes vós comigo. Literalmente, “o que vós sois para Mim?” Deus Se identifica com Seu povo (ver Mt 10:40; 25:40,45). CBASD, vol. 4, p. 1048.

5. Levastes a Minha prata. Deus considerava a riqueza de Israel como Sua. CBASD, vol. 4, p. 1048.

6. Vendestes. Os fenícios e os filisteus eram famosos negociantes de escravos (ver Ez 27:13). CBASD, vol. 4, p. 1048.

Para os apartar. Aqui se expressa o resultado. Devido ao tráfico de escravos efetuado pelos fenícios e filisteus, em primeiro lugar para obter lucro, os judeus haviam se dispersado amplamente como povo. CBASD, vol. 4, p. 1048.

8. Sabeus. Um povo que vivia a sudoeste da Arábia e era notável pelas atividades comerciais. CBASD, vol. 4, p. 1048.

9. Entre as nações. Os v. 9 a 17 retornam ao tema do v. 2. O assunto é expandido e graficamente retratado. Como observado nos comentários sobre o v. 2, a descrição de um conflito literal é em termos de como os eventos teriam evoluído se a nação de Israel tivesse cumprido a missão dada por Deus. A aplicação para os últimos dias deve ser feita em termos de informações dadas por escritores inspirados, depois que mostraram como os eventos que poderiam ter tido um cumprimento literal em Israel, se cumpririam com respeito ao Israel espiritual (ver com. do v. 2; ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1048, 1049.

Suscitai.Os ímpios serão suscitados outra vez no final do milênio, quando Satanás “faz do fraco forte, e a todos inspira com seu próprio espírito e energia” para atacar a nova Jerusalém (ver GC, 663; ver com. de Is 24:22). Comentaristas adventistas geralmente têm visto nesta profecia uma predição não só de eventos dramáticos associados com o grande Dia do Senhor, mas também de atividades militares internacionais nos dias finais da história. A retirada gradual do Espírito de Deus nestes últimos dias deixa o caminho aberto para um aumento correspondente de atividade satânica planejada para levar as pessoas a destruírem umas às outras. Esse processo atingirá seu clímax pouco antes da vinda do Filho do Homem sobre as nuvens do céu. CBASD, vol. 4, p. 1048.

10. Relhas de arado. As forças econômicas e industriais das nações serão empregadas para fins bélicos. CBASD, vol. 4, p. 1049.

13. Está madura a seara. Aparentemente, duas figuras são usadas para descrever o julgamento das nações: (1) a colheita da safra de grãos e (2) a reunião da colheita e a pisagem das uvas. CBASD, vol. 4, p. 1049.

Lagar. Do heb. yeqavim, “prensa das uvas”. CBASD, vol. 4, p. 1049.

14. Decisão. Deve-se notar … que “a decisão” aqui mencionada se refere à de Yahweh como juiz (ver com. dos v. 2, 12), e não a dos povos que estão sendo julgados. Em outras palavras, seu destino já está decidido. Agora é “o Dia do Senhor” (ver com. de Is 13:6). A LXX traz vale da “punição”, ou “vingança”. … A expressão “vale da decisão”, freqüentemente tem sido utilizada para descrever multidões da Terra, cujo destino está em jogo. Embora as palavras possam ser aplicadas desta forma, deve-se lembrar que esta não é a aplicação original do texto, o que pretendia a revelação divina. CBASD, vol. 4, p. 1049.

15. O sol e a lua se escurecem. Sobre os sinais físicos que acompanharão o Dia do Senhor, ver com. de Jl 2:10; cf. PE, 41. CBASD, vol. 4, p. 1049.

17. Não passarão mais por ela. Isto é, com maus desígnios. Estrangeiros que se uniram ao Senhor eram naturalmente bemvindos (Is 56:6). O desígnio de Deus era que “toda a carne” iria perante Ele regularmente para adorar (Is 66:23). A imagem é a de Jerusalém como poderia ter sido (ver com. de Is 65:17). Quando a nova Jerusalém descer do Céu (Ap 21:2), Satanás e o vasto exército aliado a ele procurarão invadir a cidade santa, mas eles serão destruídos nessa tentativa (Ap 20:9). CBASD, vol. 4, p. 1050.

18. E há de ser. Os v. 18 a 21 descrevem as condições que se seguiriam ao juízo contra os inimigos de Jerusalém se Israel tivesse sido fiel (a descrição é paralela à de Ez 40-48; Zc 14). Em última análise, ocorreria a renovação completa da Terra (ver com. de Is 65:17; Ez 38:1; 40:1; ver p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1050.

20. Para sempre. A residência anterior em Canaã, embora planejada para ser permanente, foi interrompida por causa da falha do povo em cooperar com o programa divino. O povo devia construir casas, porém os estrangeiros não habitariam nelas. Era-lhes oferecida outra vez a promessa de permanência (ver com. de Is 65:21). Se a disciplina do cativeiro tivesse alcançado seu objetivo, e os exilados que retornaram continuassem a cumprir o propósito divino, sua morada haveria sido permanente. CBASD, vol. 4, p. 1050.




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