Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 12 by jquimelli
1 de dezembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Em vez de se arrepender e voltar para Deus, Israel aumentou suas mentiras, roubo e pilhagem (12:1). Deus tinha também uma queixa contra Judá. Ele julgaria Judá, segundo os seus caminhos e obras (12:2).

Nos próximos dois versos (vv. 3,4), Deus aconselha Israel a voltar à condição espiritual de Jacó, quando ele se arrependeu de enganar seu irmão mais velho Esaú. Isto aconteceu quando Jacó implorou fortemente a Deus por proteção (Gn 32:9-11). Ele perseverou e o anjo o abençoou e mudou seu nome de “Jacó” para “Israel”. Através de nossas próprias experiências “Betel” nas quais ao passarmos por crises prometemos ser fiéis a Deus, Ele também fala conosco e nos abençoa.

Oséias explica a relação de Israel com Deus. Jeová (“Ele existe”) é o Deus dos Exércitos. Ellen White identifica a palavra “exércitos” com os hebreus de tal forma que “o Deus dos Exércitos” significa “o Deus das doze tribos”, incluindo as tribos do norte de Israel (12:5). Porque o Deus dos exércitos é amoroso e perseverante, Ele continua insistindo com Israel: “Volte para o seu Deus, pratique a misericórdia e a justiça, e espere em seu Deus continuamente” (12:6).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/12 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1120
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/07/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 12 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



OSEIAS 12 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
1 de dezembro de 2017, 0:55
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OSEIAS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
1 de dezembro de 2017, 0:45
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Enquanto a natureza de Deus é inclinada a procurar pelo pecador, a nossa natureza é inclinada a se afastar de Deus. É por isso que precisamos da educação, repreensão e correção divina desde a infância. O pior, é que a maioria nunca aprende.
 
Perversão religiosa, ignorância espiritual e corrupção moral não ficarão sem punição. Deus quer livrar a humanidade de Sua ira contra o pecado, por isso Seu amor é revelado intensamente intentando alertar e atrair ao pecador. Caso o homem não queira seguir os planos divinos, terá de seguir o destino estipulado pelo pecado.
 
• Deuses de fantoches ou religião “fake fazem as pessoas brincarem de adoração como se fosse consagração verdadeira. Assim vivia Efraim, e assim vivem muitos crentes do século 21. Entretanto, Deus, almejando salvar ao pecador, reportou à história do início de Israel (vs. 1-6) quando Jacó, no ventre materno, lutou com seu irmão (Gênesis 25:26). Depois, já adulto, lutou com Deus (Gênesis 32:24-28); e, em Betel, se humilhou, chorou e orou, e então, encontrou-se com Deus. Houve, então, reavivamento e reforma (Gênesis 28:12-22; 35:1-15). A mesma atitude deveria ter manifestado Efraim e cada um de nós caso precisamos manifestar caso queiramos ser abençoados e salvos.
 
• Conquistas mundanas, sucesso material, fama secular e grandeza financeira não significam bênçãos nem segurança reais; o escândalo religioso, a moralidade em decadência, espiritualidade tola e lixo místico levam a sociedade à decadência, e muitos pensam que ela está se aperfeiçoando. Apesar dos pecadores não enxergarem a triste realidade, Deus desperta Seus agentes para revelar a podridão da alma e alertar do juízo vindouro contra o mal (vs. 7-11).
 
• Fraudulentos, hipócritas, traiçoeiros, trapaceiros, inconsequentes e perversos como Jacó podem se converter, se humilhar e se entregar ao Salvador antes que venha a desgraça por causa da rejeição aberta ao plano divino. Esperar pelo arrependimento é especialidade de Deus ligada ao perdão e Seu poder de reverter o quatro fatídico resultante do pecado (vs. 12-14; II Pedro 2:1-3; 3:7-13).
 
A prosperidade material cria paz e seguranças ilusórias nos indivíduos que “vegetam” neste mundo incerto, injusto, idólatra e imoral. A teologia da prosperidade prepara a humanidade para ir à perdição com tranquilidade (I Tessalonicenses 5:3).
 
O evangelho da prosperidade é perversão da verdade bíblica; portanto, devemos conhecer pessoalmente a Cristo e o evangelho descrito na Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


OSEIAS 12, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de dezembro de 2017, 0:30
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“Converte-te a Deus, guarda o amor e o juízo e no teu Deus espera sempre” (v.6).


Sem dúvida alguma, Jacó não é o melhor exemplo a ser seguido. Desde o ventre  já demonstrava uma índole desvirtuada do que deveria ser. Na fase adulta, usou da mentira para conquistar algo que Deus já havia prometido conceder. Ou seja, Jacó gostava de dar o seu “jeitinho” para acelerar o processo que só cabia a Deus resolver.

A angústia de Jacó em sua luta com Deus revelou um homem transformado: daquele que dava uma “mãozinha” no destino, para aquele cujas mãos não largavam o Único que poderia verdadeiramente conceder-lhe um destino eterno e feliz. Em meio às lágrimas e profunda aflição, “ali falou Deus conosco” (v.4), ali falou Emanuel com Jacó que, pela primeira vez, demonstrou uma verdadeira entrega de sua vida abrindo o coração e agarrando-se Aquele que sabia exatamente por onde conduzi-lo.

A condição espiritual de Israel indicava um Jacó antes da experiência de Betel. Com “balança enganosa” (v.7) e espírito opressor, fazia as vezes de Laodiceia do Antigo Testamento. Tendo “enriquecido e adquirido grandes bens” (v.8), julgava-se sem pecado, desprezando, assim, a necessidade da graça divina. Mas o “SENHOR, o Deus dos Exércitos” (v.5), não desistia de Seus filhos enviando-lhes muitos profetas e multiplicando “as visões” (v.10).

Estamos vivendo o tempo da oportunidade. Tempo este que requer de nós a mesma atitude que teve Jacó “no vigor da sua idade” (v.3). Jacó deixou de lutar contra Deus para lutar por meio de Deus. Em meio a uma experiência surreal, entendeu o seu papel no plano da redenção: perseverar até o fim; agarrar-se nas vestes de justiça de Cristo e não deixá-Lo até receber a bênção. Jesus não nos prometeu uma vida desprovida de sofrimentos neste mundo. Muito pelo contrário, Ele foi bem claro ao dizer: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo 16:33).

Enquanto não há genuína conversão, o amor é fingido, o juízo é desprezado e a fé é equivalente a um “saquitel furado” (Ag 1:6). É fácil ser cristão da boca para fora. Basta parecer ser o que não é, fingir que se importa com as pessoas e falar meia dúzia de palavras bonitas. Enquanto Jacó apegou-se ao fato de ter sido escolhido por Deus, colocando o seu chamado acima do Deus que o chamou, teve de sofrer as consequências de sua insanidade. Mas quando, em humilhação, rasgou o seu coração cheio de medo e de angústia diante do Senhor, entrou na luta que lhe tornaria vitorioso.

A grande batalha na qual estamos inseridos não reclama a nossa vida miserável, mas reclamou a vida perfeita dAquele que veio ser “Deus conosco” (v.4). Lutar com Deus não significa usar nossas próprias forças, mas aceitar a força divina em nossa vida ainda que tenhamos que manquejar no caminho para Casa (Gn 32:31). Assim como, “por meio de um profeta“, o Senhor “fez subir a Israel do Egito” (v.13), Deus ergueu a Sua mensageira para fazer com que a Sua igreja derradeira seja guardada para subir a Canaã. E, inspirada por Deus, ela escreveu:

A experiência de Jacó durante aquela noite de luta e angústia, representa a prova pela qual o povo de Deus deverá passar precisamente antes da segunda vinda de Cristo… Quando Cristo cessar a Sua obra como mediador em prol do homem, então começará este tempo de angústia… Assim como Jacó foi ameaçado de morte por seu irmão irado, o povo de Deus estará em perigo por parte dos ímpios, que procurarão destruí-los. E assim como o patriarca lutou toda a noite para conseguir livramento da mão de Esaú, clamarão os justos a Deus dia e noite por livramento dos inimigos que os cercam” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 137).

Jesus não está vindo buscar um povo “rico e abastado” (Ap 3:17), mas ao “aflito e abatido de espírito e que treme da [Sua] palavra” (Is 66:2). Perseveremos em lutar com Deus, revistamo-nos de Sua armadura e oremos uns pelos outros “em todo tempo no Espírito” (Ef 6:18). Eis a batalha da vitória!

Bom dia, exército de oração!

Jornada de oração, dia 15/21: Clamemos ao Senhor para que nos preserve em Seu caminho eterno.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Oseias12
#RPSP

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OSEIAS 12 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
1 de dezembro de 2017, 0:25
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OSEIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
1 de dezembro de 2017, 0:20
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1. O vento leste. Ver com. de Jr 18:17. Seguir o vento oriental é buscar vãs esperanças e planos impraticáveis. Em medida mais ampla, a alusão é feita ao poder destruidor do vento leste [do deserto], tornando-o figurativamente uma representação maior de algo que é vão e vazio. Ele representa o que é nocivo e destrutivo. O vento leste na Palestina, trazendo grandes extensões de resíduos de areia, é abrasador e destrutivo para a vegetação, opressivo para o homem, violento sobre o mar (ver Sl 48:7) e em terra (ver Jó 27:21; Jr 18:17). Portanto, seguir o vento leste significa destruição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 1019

2. Contenda. Jacó. Em um sentido particular, Jacó aqui representa o reino do norte, em contraste com Judá, mas num sentido mais amplo, o nome abrange tanto as dez tribos que compunham Israel, como as duas tribos  que formavam Judá. CBASD, vol.4, p. 1020.

3. Pegou do calcanhar. … lutou com Deus. A menção do nome de Jacó (v. 2) faz referência, no v. 3, a dois eventos importantes na vida do patriarca. Evidentemente o objetivo de Oseias é admoestar seu povo a imitar o comportamento de seu progenitor e lembrá-lo da distinção que Jacó tinha obtido, assim, como um incentivo para que o imitassem. … O fim de toda a luta com Deus não era para conquistá-Lo, mas para conquistar a si mesmo. O reconhecimento da fraqueza é o nosso poder, e aqueles que se aproximam de Cristo com a súplica: “Não Te deixarei ir se me não abençoares” (Gn 32:26), descobrirão que isso alcança o poder de Deus. CBASD, vol.4, p. 1020.

4. Lutou. A experiência de Jacó como um exemplo a ser seguido pelo povo de Deus é mais integralmente descrita e tratada neste versículo, a fim de estimular Israel a fazer o mesmo. Essa experiência traz algumas lições importantes: (1) A eficácia da oração fervorosa e persistente nessa luta (ver Ef :18; Fp 4:6; 1Ts 5:17). … (2) Somente com a ajuda de Deus podemos superar o problema do mal em nossa vida. CBASD, vol.4, p. 1020, 1021

10. Símiles. Trata-se de comparações semelhantes parábolas, símbolos que mostram o invisível por meio do visível. … A LXX, para esta oração, diz significativamente: “Eu fui representado por meio dos profetas.” As símiles tornaram as mensagens dos profetas mais cativantes, mais fáceis de entender e de serem lembradas. CBASD, vol.4, p. 1023.

11. Montões. Do heb. galim, “montes de pedras”, assim como os agricultores removiam as pedras do solo arável e as deixava empilhadas em montes inúteis para fácil remoção. Os altares idólatras, tanto de Gileade (que significa “montão da testemunha”; ver com. de Gn 31:47) quanto de Gilgal, deviam ser transformados em montes de pedra. CBASD, vol.4, p. 1023.

12. Jacó fugiu. A fuga de Jacó e a servidão a Labão (v. 12) são comparadas com a experiência de Israel no Egito (v. 13). CBASD, vol.4, p. 1024

13. Profeta. A alusão, aqui, é feita ao profeta Moisés (ver Êx 3:4-12; Sl 77:20; Is 63:11-14). Como o Israel antigo foi preservado pelo profeta Moisés, assim também o povo de Deus, hoje, é preservado por dar ouvidos aos mensageiros designados por Deus e por ordenar a vida em harmonia com os conselhos assim transmitidos (ver 2Pe 1:19). CBASD, vol.4, p. 1024

14. Ira. Por causa da falsidade de Efraim e de sua falta de devoção, ele provocou a ira amarga do Senhor. A culpa e a punição de Efraim não seriam eliminadas (ver com. de Jz 2:20; 2Rs 13:3). CBASD, vol.4, p. 1024

Sangue. Efraim havia derramado sangue em profusão (ver Os 4:2; 5:2). CBASD, vol.4, p. 1024

Opróbrio. A desonra que Efraim causou a Deus por meio da idolatria e da iniquidade retornou para ele. Aqueles que se rebelam contra Deus e trazem opróbrio ao Seu nome devem esperar a retribuição divina (ver 1Sm 2:30). CBASD, vol.4, p. 1024




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