Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 13 by jquimelli
2 de dezembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Efraim, a mais influente das tribos do norte, induziu-as a adorar a Deus através de bezerros de ouro, contrariamente à vontade de Deus. O pecado de Israel do norte aumentou ainda mais após a introdução do culto a Baal por Acabe e Jezabel, . Não só os bezerros passaram a representar Baal, mas Jezabel deu início a uma contínua perseguição contra os que não dobravam seus joelhos a Baal (I Reis 19:18). Assim, Israel cometeu pecados cada vez maiores e morreu espiritualmente (13: 1).

No tempo do profeta Oseias o pecado da nação aumentou ainda mais (13:2). Deus, portanto, não permitiria que estes israelitas ficassem na terra, contaminando-a.

Deus livrou Israel da escravidão no Egito, e eles aceitaram o Deus vivo como o seu Deus. Nenhum outro poderia tê-los salvo (13:4). O Deus do céu mostrara o seu amor e cuidado para com eles no deserto e por 40 anos foram protegidos dos perigos (13:5). No entanto, quando Deus lhes deu prosperidade e comida suficiente, eles se afastaram dEle. Suas mentes se tornaram arrogantes e eles se esqueceram de Deus (13:6).

A única solução para melhorar a situação era permitir a deportação de Israel de Canaã para seu cativeiro (13:11). A rebelião espiritual deles foi a razão de perderem o seu país em Canaã e sua capital Samaria (13:16). Era necessário que Israel sentisse dor em um país estrangeiro (13:13). Este tipo de castigo era a única maneira de fazer o reino do norte de Israel perceber sua trágica situação e trazê-los à razão e a Deus (Os 11:11). E assim, à semelhança de Judá, sob a liderança de Ezequiel e Daniel, serem, mais tarde, restaurados em Canaã. Porém, mesmo o cativeiro não trouxe seus corações de volta a Deus e eles se tornaram “as tribos perdidas de Israel”.

Senhor,
que não precisemos da disciplina e da  dor para que tornemos a Ti!

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/13 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1121
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/08/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 13 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



OSEIAS 13 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de dezembro de 2017, 0:55
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OSEIAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
2 de dezembro de 2017, 0:45
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Ser escolhido por Deus não é garantia de salvação. Saul foi escolhido por Deus, e se perdeu. Do mesmo modo, o povo de Israel, caso não perseverasse no caminho do Senhor, estaria irremediavelmente perdido.

O mesmo pode ser dito dos cristãos: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 24:13). “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, fortalecei-vos” (I Coríntios 16:13). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (I Coríntios 10:12).

Israel foi o povo escolhido por Deus. Entretanto, não perseverou nos caminhos do Senhor. Sua condição não era das melhores. Talvez muitos de nós estejamos exatamente assim.

• Pelos acontecimentos descritos em 1 Reis 11:1-40, Israel do Norte se sobressaia como nação (v. 1). Como quase sempre acontece, a prosperidade prepara a humanidade para a pecaminosidade; assim, o povo de Deus estava em queda livre por causa da atração pela idolatria (vs. 2-3). E ainda está.

• A religião adaptada ao gosto do freguês e não ao gosto de Deus, a igreja que “fabrica deuses”, e os profissionais da religião que promovem seus próprios produtos visando cada vez mais lucros, dão ao povo uma religião vazia e oca, uma espiritualidade desprovida de conteúdo sólido, deixando as pessoas áridas na fé. Mas Deus continua revelando Seu terno e eterno amor desejando salvar pelo menos alguns dos pecadores que fingem conhecê-lO (vs. 4-6).

• Deus é rejeitado; e, Seu amor, desprezado pelos pecadores condenados. Que miséria! Quanta insensatez! Tamanha loucura não tem igual! Ficamos horrorizados com Israel, mas não somos tão diferentes. É possível que muitos de nós estejamos tão iludidos espiritualmente quanto o antigo povo de Deus. O aviso divino através de profetas é uma forma de despertar corações iludidos para um reavivamento e uma reforma (vs. 7-15).

• Quando a solução ofertada por Deus é rejeitada, não resta outra coisa senão deixar que cada um colha o tipo de sementes que plantou. O juízo é o momento de acertos de contas com quem não tem juízo. Nesse dia, os que foram loucos não serão poucos (vs. 15-16).

No dia do julgamento divino as pessoas ficarão com raiva de si mesmas por todas as atitudes negligentes que tiveram (Apocalipse 6:12-17).

Portanto, permaneça firme, não na rebelião, mas no caminho da salvação. Não seja teimoso, mas fiel e piedoso.

“Senhor, renova-nos, fortaleça-nos!”– Heber Toth Armí.



OSEIAS 13, comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de dezembro de 2017, 0:30
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“A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de Mim, o teu socorro” (v.9).

O verso acima apresenta a diferença entre os resultados da obra humana e os da obra divina. O pecado frequente de Israel o levou a esquecer-se de Deus e envolver-se em uma idolatria sem precedentes. Ignoravam as palavras do Senhor enquanto beijavam a “obra de artífices” (v.2). E apesar das inúmeras manifestações das misericórdias divinas, rebelavam-se “mais e mais” (v.2) contra a aliança do Senhor.
 
Desde o Egito, os filhos de Israel receberam provas suficientes do amor e do cuidado de um Deus misericordioso, o Único capaz de salvar (v.4). No deserto lhes sobreveio abundância de milagres; em Canaã, fartura e segurança. Bem pouco compreendido é o objetivo do deserto e a maioria deixa de receber as benesses “em terra muito seca” (v.5).
 
Há um certo equívoco quanto à vida cristã que tem custado o distanciamento de muitos do caminho eterno. Quando Cristo foi batizado, logo após Ele foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt 4:1). Tomando posse do trio espiritual – jejum, oração e Bíblia – Jesus venceu o diabo e foi servido pelos anjos. Da mesma forma, cada ser humano que decide entregar a sua vida a Deus, torna-se objeto da ira do inimigo e alvo de seus “dardos inflamados” (Ef 6:16). Mas, da maneira que Jesus venceu, podemos ser vitoriosos com Ele.
 
Observem a sequência: Israel saiu do deserto para entrar em uma terra que manava leite e mel. Jesus venceu no deserto e foi servido pelos anjos. Os salvos dos últimos dias sairão “da grande tribulação” (Ap 7:14) para um lugar onde “jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum” (Ap 7:16).
 
Não podemos permitir que a fartura do “pasto” (v.6) deste mundo torne soberbo o nosso coração a ponto de nos esquecermos do Senhor. Uma vida destituída de oração e do estudo das Escrituras está fadada não somente ao fracasso, mas à morte espiritual e ao castigo definitivo. Infelizmente, nem todos compreendem isso e, provados no deserto das tentações e angústias, julgam demasiado pesado o fardo que não souberam depositar aos cuidados dAquele que prometeu: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt 11:28).
 
As “dores de parturiente” (v.13) estão aumentando e enquanto isso multidões têm rejeitado o último chamado de Deus. “O último inimigo a ser destruído é a morte” (1Co 15:26), e, a respeito disto, a promessa foi garantida: “Eu os remirei do poder do inferno e os resgatarei da morte” (v.14). Apeguemo-nos, pois, a tão maravilhosa promessa e os desertos de nossa vida não serão o fim, mas o caminho que nos provará e conduzirá ao banquete da eternidade.
 
Feliz sábado, provados para a eternidade!
 
Jornada de oração, dia 16/21: Oremos consagrando nossa família ao Senhor e firmando uma aliança para a realização do culto familiar, pela manhã e ao findar do dia.
 
Rosana Garcia Barros
 
#PrimeiroDeus
#Oseias13
#RPSP
 
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OSEIAS 13 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
2 de dezembro de 2017, 0:25
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OSEIAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de dezembro de 2017, 0:20
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1 Culpado. Isto, evidentemente, refere-se ao culto de Baal (para o qual, sem dúvida, a adoração do bezerro havia preparado o caminho), que havia sido introduzido em Israel por Acabe, por influência da rainha Jezabel (ver IRs 16:29-33). Graças aos esforços de Elias (IRs 18) e do rei Jeú (2Rs 9, 10) esse mal recebeu um revés, mas não foi erradicado e irrompeu novamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1025.

Morreu. A idolatria de Efraim resultou em degradação nacional e morte política. 0 reino perdeu a posição alta e exaltada, e sua honra foi lançada ao pó. Efraim se tornou espiritualmente morto, pronto para o enterro que viria em breve (ver Ef 2:1). Abandonar o Senhor e se divertir com o pecado sempre traz um resultado certo: a morte (ver Ez 33:10, 11;
Rm 6.23).CBASD, vol. 4, p. 1025.

O afastamento do reino do norte de Israel se deu desde a sua fundação, quando o primeiro rei, Jeroboão I, desobedeceu a Deus e cometeu três pecados: (1) impedir que o povo do norte fosse a Jerusalém adorar, construindo bezerros de ouro como alternativa para adorar a Deus; (2) a expulsão dos levitas do país e a nomeação de não levitas para o sacerdócio; e (3) a nomeação de um novo dia festivo, sem a aprovação de Deus (1Rs 12:25-33). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/08/.

2. Agora. A palavra marca significativamente a transição a partir da introdução do culto a Baal (ver com. do v. 1) às condições dos dias de Oseias. Era uma coisa abominável fazer e adorar uma imagem de escultura como uma representação material do verdadeiro Deus, como fez Jeroboão I (ver 1Rs 12:25-33), violando assim o segundo mandamento e negligenciando a instrução solene de que a adoração a Deus deve ser espiritual, não material (ver Ex 20:4-6; Jo 4:24). Mas foi duplamente hediondo introduzir outros deuses, como o fenício Baal, em violação direta ao primeiro mandamento, que requer a adoração exclusiva ao Senhor (ver Ex 20:3). E, então, nos dias de Oseias, todas as formas de idolatria continuavam “mais e mais”, até que a nação ficou infestada com essas falsas religiões. CBASD, vol. 4, p. 1025.

Beijam bezerros. Era costume dos adoradores de ídolos beijar o objeto de adoração (ver IRs 19:18). Se não fosse possível se aproximar da imagem (como a Lua), o sinal era enviado pelo adorador, beijando sua própria mão (ver com. de Jó 31:27). CBASD, vol. 4, p. 1025.

3. Como nuvem de manhã. A prosperidade de Efraim seria de curta duração (ver Sl 37:35, 36). A apostasia traria sobre ele a punição certa e rápida. Estas quatro figuras: a nuvem da manhã, o orvalho da madrugada, a palha e a fumaça muito expressivamente denotam a natureza transitória da existência nacional de Israel. A Bíblia está cheia de figuras que representam a transitoriedade da vida humana (ver Is 40:6-8; Tg 4:14, etc). CBASD, vol. 4, p. 1026.

4. Não há salvador. Oseias aqui se refere ao Senhor como o único Deus verdadeiro, ao passo que todos os outros deuses eram fraudes (ver Is 43:10-12; Is 45:20, 21). A libertação de Israel do Egito foi uma prova incontestável do poder de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1026.

6. Eles se fartaram. Nas ricas pastagens do amor e da bondade de Deus, o Seu povo se fartou. Efraim é como um animal de trabalho doméstico (ver com. de Os 10:11) que, em um pasto demasiadamente luxuriante, torna-se teimoso e incontrolável. CBASD, vol. 4, p. 1026.

Ensoberbeceu-se-lhes o coração. Literalmente, “o invólucro do seu coração”, isto é, o pericárdio, a membrana que envolve o coração. Israel havia fechado seu coração a Deus. O castigo divino é retratado como o rasgar do coração fechado, por um leão. O profeta apresenta um impressionante paralelo com o dia do juízo, quando os corações serão abertos diante de Deus (ver Hb 4:13; 10:30, 31). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Esqueceram. Em vez de se lembrar de Deus com gratidão e moldar a vida de acordo com Sua graça abundante, o povo se encheu de orgulho e se esqueceu do Criador. Quanto mais os bens deste mundo são procurados e valorizados, mais Deus, o grande doador de todos os bens, é esquecido. Este foi o grave pecado de Israel para o qual o profeta tantas vezes chama a atenção da nação (ver Os 2-5; 4:7; 10:1). CBASD, vol. 4, p. 1026.

7. Como leão. Uma figura que apropriadamente descreve a destruição que inevitavelmente se segue ao pecado de Israel. As bestas vorazes mencionadas aqui, o leão com sua ferocidade e o leopardo com a sua agilidade, simbolizam a breve invasão dos assírios, que traria fim ao reino do norte (ver 2Rs 17:1-6). CBASD, vol. 4, p. 1026.

8. Como ursa. Poucos animais são mais ferozes do que a ursa quando roubada de seus filhotes ou quando está faminta. A LXX, para esta frase de abertura traz: “Vou encontrá-los pelo caminho da Assíria, como uma ursa feroz.” As três feras mencionadas: o leão, o leopardo e o urso adequadamente exibem o poder de Deus e o furor de Sua ira. Se o pecador escapar do leão, o leopardo o alcança; se ele fugir do leopardo, a ursa selvagem o encontra. Parece que Oseias está se esforçando para demonstrar ao povo a realidade do que significa a visitação da ira divina. O profeta aqui emprega as mesmas figuras aterradoras do mundo animal que, muitas vezes, são utilizadas em outras passagens para simbolizar as nações que Satanás emprega para se opor e devorar o povo de Deus (ver Jr 4:7; 50:17, 44; Ez 32:2; Dn 7:4-7). CBASD, vol. 4, p. 1026.

9. A tua ruína. Israel se destruiu com as armas do orgulho, idolatria, sensualidade e anarquia. O pecado é sempre suicida (Pv 8:36; Ez 18:20; 33:10, 11; T5, 120). CBASD, vol. 4, p. 1026.

Teu socorro. A crise extrema de Israel poderia ser, se o povo quisesse, a oportunidade de Deus (ver Is 49:14-16; Hb 13:5). 0 versículo é ao mesmo tempo um fim trágico e um começo confortador, uma garantia de que por um lado, se a ruína de Israel foi causada por suas decisões, por outro, ainda estava aberta para eles uma oportunidade de voltar ao Senhor. Enquanto por toda a história humana ira e ruína são o deserto do pecador, a bondade e a misericórdia são a dispensação de um Deus amoroso e justo. CBASD, vol. 4, p. 1027.

10. 0 teu rei. As perguntas, neste versículo, mostram claramente que os reis da própria escolha de Israel (ver com. de Os 8:4) não poderiam ajudar a nação. A razão pela qual os israelitas pediram um rei era para que ele pudesse julgá-los e sair diante deles para lutar suas batalhas (ISm 8:19, 20). Seu medo do que as nações hostis poderiam fazer-lhes provocou uma crise que, como julgavam, apenas um rei poderia resolver adequadamente. Na crise que estava diante deles — frente à ] ameaça da invasão assíria — o Senhor pergunta: “Onde está agora o rei que vai levá-los para defender todas as suas cidades e as suas fortalezas, e dar-lhes a vitória? Onde estão os juizes e os príncipes que os livrarão do perigo?” Naturalmente, a resposta é que auxiliares tão poderosos não podem ser encontrados. CBASD, vol. 4, p. 1027.

11. Dei-te um rei. Este rei, sem dúvida, é Saul (ver ISm 8:4-7; 9:22-10:1). … E um pensamento sóbrio afirmar que Deus pode punir as pessoas, concedendo-lhes o que desejam. CBASD, vol. 4, p. 1027.

12. Atadas juntas. Como um homem, segundo o costume, guarda o dinheiro em um saco e deposita em algum lugar secreto a fim de que possa ser preservado, do mesmo modo, Deus havia guardado cuidadosamente os pecados de Efraim (ver Dt 32:34, 35; Jó 14:17). O dia do acerto de contas de Efraim havia chegado. CBASD, vol. 4, p. 1027.

14. Meus olhos não vêem em Mim arrependimento algum. O que de fato Ele faz é chamar a morte e o sheol para fazer o trabalho deles, e, nesse momento, a compaixão vai estar ausente enquanto faz o que é para Ele uma “obra estranha” (Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 1028.

15. Aquele que ele viceja. Trata-se um jogo de palavras. O nome de Efraim, por derivação comum, é derivado de um radical que significa “ser frutífero” (ver Gn 49:22). CBASD, vol. 4, p. 1028.

Vento leste. Ventos do leste na Palestina, vindos do deserto, tendem a ser quentes e escaldantes (ver com. de Jr 18:17). Os exércitos poderosos da Assíria são representados por esta imagem. CBASD, vol. 4, p. 1028.

Serão despedaçados. Sobre os costumes bárbaros nas guerras antigas ver com. de Jz 1:6; 2Rs 8:12, cf. 2Cr 25:12. CBASD, vol. 4, p. 1028.




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