Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
30 de novembro de 2017, 0:20
Filed under: Sem categoria

Laços de amor. Uma expressão significativa, mostrando que esses laços são muito diferentes dos utilizados para domesticar animais selvagens. … Deus não atrai as pessoas desse modo. … nos atrai de modo racional, cortejando a inteligência e apelando aos afetos (ver com. de ls 1:18). Deus nos chama de uma maneira adequada à dignidade de nossa natureza, conforme fomos criados à Sua imagem (Gn 1:26, 27). Ao trabalhar pelas pessoas, devemos sempre seguir esse método de amor (ver ICo 9:19-23; lTs 2:7, 8; 3:12;  Hb 5:2). Cristo nos atraiu com cordas humanas ao Se fazer homem, viver e Se sacrificar para o nosso bem (ver Jo 12:32; At 10:38). Uma das razões do Filho de Deus se fazer um de nós foi para nos atrair com as cordas de simpatia, ao partilhar uma natureza comum conosco. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1017.

como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas (ARA). NVI: “tirei do seu pescoço o jugo”.

5. Para a terra do Egito. Tendo sido tributário da Assíria desde os tempos de Menaém (2Rs 15:17-20), Israel se revoltou
e procurou a ajuda do Egito (2Rs 17:1-4). No entanto, nenhuma ajuda vinda do Egito seria permitida. Israel seria obrigado a se
submeter ao jugo da Assíria. O cativeiro assírio seria um castigo sobre eles por pecados dos quais não haviam se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 1017.

7. Meu povo. Quão expressivamente isso mostra que, apesar de toda a culpa de Israel em apostasia persistente, a nação ainda
era “Meu povo” para Deus! CBASD, vol. 4, p. 1017.

8. Como te deixaria, ó Efraim? O pensamento do v. 8 representa uma transição de previsões sombrias de castigo severo para promessas consoladoras de misericórdia. Com freqüência, nas profecias de Oseias, castigos e promessas se alternam e, às vezes, se misturam. Embora Efraim merecesse completa destruição por causa de suas iniquidades, o Senhor, por Sua misericórdia e Seu
amor duradouro, continuou a lutar pelo arrependimento e pela reforma da parte de Seu povo (ver Jr 31:20). CBASD, vol. 4, p. 1017.

Zeboim. Admá e Zeboim estavam entre as cidades da planície de Sodoma, que foram destruídas por Deus (Gn 14:8; Dt 29:23). Embora Israel fosse tão culpado e merecedor da ira como essas cidades (ver Mt 11:23, 24), Deus manifestou relutância em entregar o reino do norte nas mãos de seus inimigos ou destiná-lo à destruição. CBASD, vol. 4, p. 1017, 1018.

9. Não executarei. O profeta pinta um retrato glorioso da operação do amor divino. O Senhor não executaria o ardor da Sua ira,
nem destruiria a Efraim totalmente. Se o amor de Deus no início de seu interesse por Israel fora algo grande e exaltado (ver v. 1-4), tornou-se maior ainda, como a expressão máxima da compaixão (v. 8, 9), na qual o Senhor Se recusa a desistir de Seu povo,
totalmente indigno como se tornara, do amor que Ele lhe mostrou. CBASD, vol. 4, p. 1018.

Eu sou Deus. Esta é a razão básica para a misericórdia divina assim expressa. O caráter inerentemente santo de Deus não pode
deixar de honrar e cumprir sua aliança de amor eterno com Israel. Ele é Deus e por isso deve ser medido pelo padrão divino desse
amor (ver Rm 8:37-39; ljo 4:16), não pelo padrão vingativo do homem. CBASD, vol. 4, p. 1018.

O Santo. Isso explica por que Deus pune a iniquidade e ainda continua a mostrar misericórdia. A santidade que não pode
tolerar a culpa também é a santidade da verdade e da fidelidade. CBASD, vol. 4, p. 1018.

10. Bramará como leão. A voz majestosa e imponente do Senhor, embora cheia de amor (Rm 2:4), também é plena do solene poder de juízo para aqueles que praticam a iniqüidade. Deus chama os pecadores não apenas a correr para a Sua misericórdia, mas também para fugir da ira vindoura (ver Mt 3:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 1018.

12. Judá ainda domina com Deus. O profeta apresenta a idolatria aberta de Israel em contraste com a condição espiritual do reino do sul, de Judá, que era aparentemente fiel ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1018.


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