Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 11, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de novembro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Quando Israel era menino, Eu o amei; e do Egito chamei o Meu filho” (v.1).


Creio que uma das piores situações na vida seja cultivar um amor não correspondido. Amar alguém que não nos ama é frustrante e chega a causar, inclusive, sérios problemas emocionais. Infelizmente, hoje em dia, muitos confundem amor com obsessão, fazendo loucuras na tentativa de conquistar a pessoa “amada” ou cometendo insanidades a fim de vingar-se de quem não lhe nutre o mesmo sentimento.

No capítulo de hoje encontramos um exemplo de amor não correspondido, mas que, ao contrário dos exemplos citados acima, demonstrou ser um amor incondicional, independentemente da reação do outro. Um amor que só a eternidade para explicar e que nem a eternidade poderá mensurar. O Deus que é amor (1Jo 4:8) Se manifestou como um Pai que Se compadece do filho que “é inclinado a desviar-se” (v.7) dEle, mas, que ainda assim, não o abandona e que o leva nos braços quando preciso (v.3).

E uma das sentenças que mais explicam este amor está no verso nove: “porque Eu sou Deus e não homem”. O amor de Deus excede toda a nossa limitada compreensão acerca do que é o amor. Israel havia perdido essa noção e, como um filho rebelde, recusava “converter-se” (v.5). A grande necessidade de Israel não estava em aprender a lei, nem em melhorar a sua liturgia de culto, nem tampouco reformar a estrutura do templo.  A grande necessidade de Israel estava em lembrar do que facilmente havia esquecido: de Deus. Como o povo reconheceria a voz do Deus que ele não mais conhecia?

Com laços de amor” (v.4), o Senhor usava Seus profetas para oferecer-lhe alimento sólido e eficaz, mas quanto mais Deus o chamava, mais se afastava de Sua presença (v.2). Então, o Céu envia o Seu melhor: o Filho obediente (Fp 2:8) em favor do filho desobediente. Enquanto Deus cumpria a promessa que os filhos de Israel tanto almejavam, eles não reconheceram em Jesus o cumprimento da promessa. Enquanto os joelhos eternos tocavam o enegrecido solo pecaminoso e a voz que criou todas as coisas (Jo 1:1-3) ecoava pelos montes em favor de um povo rebelde, este mesmo povo sonhava com a ilusão de uma liberdade terrena. Israel estava perdido na ilusão de estar adorando a um Deus que há muito esqueceram!

Tudo isto nos leva a uma conclusão: Deus nos ama independente de nós O amarmos ou não. As Suas misericórdias continuam acesas (v.8). E Ele nos convida a jamais esquecê-Lo. Como? Praticando a Sua Palavra através do amor altruísta. Em cada nu vestido, em cada enfermo visitado, em cada desabrigado acolhido, em cada aflito confortado, podemos ver a face dAquele que nos criou e que nos ama de forma ilimitada. Amar como Jesus amou, eis a única maneira de jamais nos esquecermos de Deus!

Nós carregamos uma verdade eterna que precisa ser proclamada com amor, à luz da Palavra. E essa verdade, essa mensagem de vida que é pura e divina, não condiz estar sendo pregada por quem não a ama e não a vive. Muitos professos cristãos que lançam olhos de condenação sobre aqueles que estão lá fora, muito em breve, terão de dar lugar a eles nas fileiras do Senhor. O tempo está acabando e o Espírito Santo tem conduzido uma igreja invisível que aceitará viver esse amor. Muitos virão, muitos retornarão e muitos hão de prevalecer.

Precisamos repensar a nossa vida. A cada dia dispor nas mãos do Senhor o nosso coração, para que seja purificado e santificado; confessar os nossos pecados e clamar que Deus nos preencha com a plenitude do amor para não sermos considerados culpados naquele Grande Dia. Deus não aceitará o mentiroso e o enganador (v.12) porque o Céu será um lugar onde reinará a verdade e o amor. Portanto, “se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a Quem não vê” (1Jo 4:20).

A Palavra de Deus é muito clara. Se professamos amar a Deus, mas falamos mal dos nossos líderes religiosos, ignoramos os mais humildes, criticamos a atitude de nossos irmãos, nos afastamos dos mais instáveis, estamos confessando em alto e bom som que não nos importamos com o nosso semelhante e, consequentemente, que não amamos a Deus. Impactante, não é mesmo? Mas é a verdade. Deus é amor, mas Deus também é justiça. Ele não permitirá que um mentiroso atravesse os portais de pérola (Ap 21:27).

Que a Bíblia e a sabedoria que ela traz do alto seja o nosso mapa para o Céu. E que aceitemos, todos os dias, o chamado de Cristo de buscá-Lo. E quem O busca O encontra, cumpre com Seus propósitos, e vive o amor.

Bom dia, filhos amados do Pai!

Jornada de oração, dia 14/21: Oremos para que o Espírito Santo derrame em nosso coração a Sua abundante chuva de amor.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Oseias11
#RPSP

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