Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 1, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de novembro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“… Vai, toma uma mulher de prostituições e terás filhos de prostituição, porque a terra se prostituiu, desviando-se do SENHOR” (v.2).


Amor incondicional é a expressão que melhor define este livro. A ordem inusitada dada a Oseias declarava a infidelidade de Israel e, ao mesmo tempo, o desejo de Deus de redimir o Seu povo. Através do casamento entre o profeta e Gômer, o Senhor ilustrou o contraste entre o amor e as baixas paixões.

Os três filhos gerados deste casamento receberam nomes incomuns. O primogênito, Jezreel, significa “Deus dispersará”, e declarava o futuro de Israel mediante suas próprias ações. Depois, Oseias teve uma filha, que recebeu o nome de Lo-Ruama, “Desfavorecida” (v.6). Aqui, Deus faz uma divisão entre os reinos do Norte e do Sul. Israel não mais seria digno de compaixão, mas a “casa de Judá” (v.7) receberia o Seu favor. Já o terceiro filho declarava a mensagem mais dura a Israel. Lo-Ami, “Não-Meu-Povo” (v.9), foi uma mensagem de exclusão. Deus estava dizendo: “A partir de agora, vocês não são mais o Meu povo, e Eu não serei mais o Deus de vocês”.

Contudo, a partir do verso dez, o Senhor começa a declarar o Seu amor incondicional. O fim da dinastia dos reis de Israel não significava a destruição do povo, mas a perpetuidade da dinastia do Rei dos reis. Espalhados entre as nações, Deus voltaria a reunir os Seus filhos que constituiriam “sobre si uma só cabeça” (v.11).

De modo muito claro, percebemos a distinção entre a fidelidade de Deus e a infidelidade do Seu povo. A prostituição na Bíblia indica a idolatria. Israel se envolveu com deuses pagãos esquecendo-se “do Deus vivo” (v.10). Esta metáfora não é uma mensagem ultrapassada, mas tão atual quanto o noticiário de hoje. Quando partimos da premissa de que quem casa espera que haja exclusividade, entendemos melhor o que Deus espera de nós: a entrega total, a integridade do ser.

Creio que uma das piores situações na vida do ser humano seja a falta de compromisso. Um relacionamento, por exemplo, onde não há compromisso, está fadado ao fracasso. O casamento representa a união entre um homem e uma mulher onde ambos assumem votos que devem ser cumpridos. Não é diferente quando assumimos um compromisso com Cristo. Quando entendemos que Ele é  “o cabeça” (Ef 5:23) da relação, passamos a nos submeter aos Seus cuidados e a respeitar os Seus desígnios, não como uma forma de conquistar o Seu amor, mas de aceitar o amor que nos ama incondicionalmente.

O que o Senhor espera como resultado do estudo deste livro, é que façamos uma análise de nossa condição espiritual. Realmente estamos sendo fiéis ao compromisso que fizemos com Ele? Realmente fizemos um compromisso com Ele, ou nosso coração está dividido? O amor de Deus é incondicional, mas também requer compromisso de nossa parte. Se temos “adulterado”, da mesma forma que, um dia, Jesus fez calar uma turba acusadora, Ele nos diz hoje que também não nos condena, mas conclui com uma ordem: “Vai, e não peques mais” (Jo 8:11). Em ser fiéis a esta ordem, há verdadeira felicidade.

Bom dia, “filhos do Deus vivo” (v.10)!

Desafio do dia 4/21: Oremos para que sejamos fiéis ao Senhor em qualquer circunstância.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Oseias1
#RPSP


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