Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 44 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
3 de novembro de 2017, 0:20
Filed under: Sem categoria

o homem me fez voltar. Isto é, do átrio interior (ver Ez 43:5). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 802.

entrou por ela. Ver Ez 43:4. Por ter sido santificada pela presença divina, esta porta não seria usada para o propósito comum de entrada do povo. CBASD, vol. 4, p. 802.
Hoje a porta do leste (chamada porta Dourada) da área sagrada muçulmana (Haram Sharif) em Jerusalém fica lacrada em consequência de uma tradição posterior, mas possivelmente correlata. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Nota: Os muçulmanos, quando no domínio de Jerusalém, trancaram a porta Dourada e estabeleceram um cemitério na colina que desce dela até o vale do Cedrom, contaminando esta entrada ritualmente, para que o “príncipe” judeu por ali não entrasse, tendo em vista que muitos judeus ainda esperam o cumprimento desta profecia].

Cemitério islâmico – Porta leste Templo Jerusalém. Fonte : http://4.bp.blogspot.com/_tHwAl2-zdoY/TTDOx8oxRbI/AAAAAAAAAJM/CMK0sT8zqHs/s320/IMG_5974.JPG    [Foto com continuação da foto, à esquerda, mostrando o restante do monte Moriá (do templo), o Domo da Rocha (islâmico) e as construções atrás das quais está o Muro das Lamentações (única parte que ainda resta do segundo templo, em: http://2.bp.blogspot.com/_tHwAl2-zdoY/TTDIBuNTIqI/AAAAAAAAAIk/JLjEXGar0us/s320/IMG_5971.JPG.]

ao príncipe. Isto é, ao governante civil do futuro reino. Os rabis atribuiam esta passagem ao messias, mas Jesus Cristo não podia ser o príncipe aqui mencionado. O príncipe traria uma oferta pelo pecado em seu próprio favor (Ez 45:22), teria filhos (Ez 46:16) e prestaria adoração oferecendo sacrifício (Ez 46:2). CBASD, vol. 4, p. 802.
5 O segredo do templo é que define cabalmente quem pertence ao povo do Deus, e quem com o Senhor não pode ter comunhão. Exige-se a cobnversão do íntimo (7) e uma vida de acordo com a Palavra de Deus (8). A idolatria é o pecado que exclui a pessoa do templo (12). Bíblia Shedd.
7 incircuncisos no coração. Espiritualmente indignos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
não cumpriste as prescrições. Em vez de cumprirem as prescrições do templo como haviam sido instruídos, os levitas contrataram servos dentre os estrangeiros e permitiram que estes entrassem no átrio do templo, quer fossem adoradores de Deus ou não (Js 9:27; Ed 8:20; cf. Nm 16:40; Zc 14:21). CBASD, vol. 4, p. 802.
9 nenhum estrangeiro incircunciso […] entrará no meu santuário. Neemias fez valer essa restrição quando demitiu Tobias (ne 13:8), um amonita (Ne 2:10; v. Dt 23:3). Mesmo assim, os estrangeiros podiam vir e fazer parte de Israel (v 47.22). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 os levitas. Os v. 10 a 14 descrevem os deveres dos levitas na nova economia. Por causa da apostasia e da idolatria, os levitas seriam rebaixados e perderiam seu exaltado privilégio de ministrar no altar. CBASD, vol. 4, p. 802.
18 turbantes. Ezequiel também usava um (24.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
 
a ponto de lhes vir suor. A proibição é contra as roupas que causam suor, isto é, contra lã (17). Bíblia Shedd.
19 despirão as vestes. Os sacerdotes deviam usar as vestes sacerdotais apenas quando empenhados no serviço do templo. Foram feitos edifício especiais (diagrama, T, T) perto do templo para eles trocarem a roupa antes e depois de ministrar no altar (Ez 42:13, 14).  CBASD, vol. 4, p. 802.
20 não raparão a cabeça. Ver Lv 21:1-5; Dt 14:1. Era prática dos pagãos egípcios rapar a cabeça. Esta foi, provavelmente, uma das razões pelas quais foi feita essa proibição para os sacerdotes do Senhor. Eles não deviam deixar o cabelo comprido, como os estrangeiros, mas deviam cortá-lo e mantê-lo em ordem. Só lhes era permitido deixar o cabelo crescer enquanto estavam sob o voto de nazireu (Nm 6:5; cf Lv 10:6; 21:10). CBASD, vol. 4, p. 802, 803.
23 a Meu povo ensinarão. Com as regras acima (15-22), os sacerdotes dão uma demonstração física, visível e simbólia da separação do mundanismo, o que faz parte da santificação. Este também é o sentido dos vv 25-27. Além disso, há, todavia, o dever mais profundo de ensinar-se os preceitos morais da palavra de Deus, e aplicá-los a casos específicos (24). Bíblia Shedd.
Os sacerdotes deviam ser os ensinadores do povo para que este conhecesse a verdade e se preservasse da apostasia. A instrução é essencial para o crescimento espiritual. Não pode haver verdadeiro crescimento a menos que haja contínuo avanço no conhecimento. Israel fora “destruído, porque lhe falta[va] o conhecimento” (Os 4:6). Isto não devia se repetir no novo sistema. O cristão recebe individualmente essas instruções por meio do estudo da Palavra e de pessoas que ensinam a Palavra. Cada dia ele deve acrescentar conhecimento espiritual a seu fundo de reserva e praticar a nova luz. Uma mudança de coração é acompanhada por clara convicção do dever espiritual. CBASD, vol. 4, p. 803.
A tarefa importante de declarar a vontade de Deus nas questões dos alimentos puros e impuros, da condição apropriada dos animais sacrificiais, e da pureza ritual, ou tinha sido realizada só mediante pagamento (v. Mq 3.11), ou tinha sido totalmente negligenciada (v. Jr 2.8; Ez 22.26). V. em Ag 2.10-13 um exemplo positivo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 os sacerdotes servirão como juízes. Uma das suas funções desde os dias mais antigos (v. 2Cr 19.8-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 o cadáver de alguém. O contato com algum morto tornava a pessoa ritualmente impura (Lv 21.1-3; Ag 2:13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Eu sou a sua herança. O sentido real desta expressão é que os sacerdotes, não tendo uma herança tribal, sua fonte de renda seriam vária ofertas do templo, prescritas pela lei (29-30). Além disso, o fato é que quem está plenamente dedicado à sua vocação de crente goza da plenitude da comunhão com Deus aqui na terra, como antegozo da vida eterna nos céus. Tal pessoa goza preza somente o louvor que vem de Deus, e não dos homens (At 4:19; Rm 2:29). Bíblia Shedd.
31 uma herança. Os sacerdotes do novo templo tinham um local de residência na “porção santa da terra” (Ez 45:1-5). CBASD, vol. 4, p. 803.

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