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“O Espírito me levantou e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do SENHOR enchia o templo” (v.5).
Que emoção não deve ter enchido o coração do profeta ao ver a glória de Deus novamente naquele lugar e ao ouvir da boca do Senhor: “este é o lugar do Meu trono, e o lugar das plantas dos Meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre” (v.7). Os pecados e as abominações haviam retirado a glória do Eterno do santuário, mas, o Seu santo nome não seria mais contaminado. Ainda havia esperança!
Não foi a atitude do povo de Deus que fez com que a glória do Senhor voltasse a encher o santuário, e sim o zelo pelo Seu santo nome. A Sua bondade e misericórdia foram estendidas aos filhos de Israel para que, “envergonhando-se eles de tudo quanto praticaram” (v.11), tornassem a observar e a cumprir os estatutos de Deus. Notem a sequência:
- “A glória do SENHOR entrou no templo” (v.4);
- O povo deveria envergonhar-se de seus pecados (arrependimento) (v.10);
- Então, observar e cumprir toda “a lei do templo” (v.12).
A obediência à lei de Deus não é sinônimo de salvação, mas, certamente, é o resultado dela. Foi assim na vida de Noé, Abraão, José, dentre tantos outros homens e mulheres que permaneceram fiéis ao Senhor e à Sua Palavra. Foi assim na vida de Jesus, que nos deixou exemplo “tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fl 2:8). Foi assim na vida dos apóstolos que nos deixaram um legado de fé prática, e confiança plena no poder de Deus. Foi assim na vida dos reformadores e pioneiros que dedicaram a vida em resgate das verdades que haviam sido lançadas por terra (Dn 8:12).
Creio que a maior prova de que a observância da lei não salva está nos rituais de sacrifício. Se o cumprimento da lei fosse o suficiente, não precisaria haver “holocausto ao SENHOR” (v.24). A função principal da lei é a de revelar os nossos pecados e a necessidade que temos de um Salvador que faça “a purificação e a expiação” (v.20) das nossas iniquidades. Anule a lei, e, consequentemente, você estará afirmando que não há pecado. E, se não existe pecado, não precisamos da graça. E, sem a graça, para que um Salvador?
Muito em breve toda a Terra resplandecerá por causa da glória do Senhor (v.2), e os que insistiram na prática do pecado serão consumidos por Sua ira (v.8). Mas os que crerem em Jesus e seguirem os Seus passos, confiantes em Seus méritos, não farão parte da turba do desamor (Mt 24:12), mas irão amar como Ele amou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo 15:10).
Bom dia, amados do Senhor!
Jornada espiritual “Chuva Serôdia. Chegou a hora!“, 18° dia: “A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que viveram verdadeiramente o ministério de Cristo e exerceram grande influência em suas comunidades. Pesquise e encontre-as e depois anote as ideias e o que você aprendeu para colocar em prática” (Manassés Queiroz, Chuva Serôdia. Chegou a hora!, Pág. 105).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Ezequiel43
#RPSP
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A senhora diz: “ A obediência à lei de Deus não é sinônimo de salvação, mas, certamente, é o resultado dela.“ Ou seja: A obediência à lei de Deus é o resultado da salvação.
Comentário por MONICA CAMPELLO 21 de abril de 2020 @ 9:40Contudo, entendo que é o inverso: A obediência à lei de Deus não é o resultado da salvação; a salvação é que é o resultado da obediência. Concorda?
O problema da salvação pela obediência é que nunca cumpriremos perfeitamente os requisitos da lei (Rm 7:16-25). Este era o problema dos fariseus, no tempo de Jesus: buscavam a salvação pela obediência, mas sua obediência era apenas externa, como demonstrado pela falta de amor em seus relacionamentos. Somente os convertidos, que aceitaram a voz do Espírito Santo a lhes corrigir, converter e a aceitar dando-lhes a salvação de Jesus, receberão a salvação. Alcançamos a salvação não pelos méritos próprios da obediência, mas pelos méritos de Jesus, pela salvação por Ele conquistada e a nós atribuída/imputada quando cremos e aceitamos (Rm 8:1-16).
Comentário por Jeferson Quimelli 23 de abril de 2020 @ 11:16Graca e paz
Comentário por Rose 7 de maio de 2022 @ 21:11Estou fazendo a jornada, 18o dia exemplos da bíblia nessa semana li o livro de Tiago, meio irmão de Jesus
Ele escreveu o livro 49 Dc e fala para.nós na atualidade
As 12 tribos dispersas….fala sobre fé 2:17, amor ao próximo 2:8, sabedoria do alto 3:18, resistir às paixões 4:1, pacientes até a vinda do Senhor, sobre a chuva tempora e serôdia do Espírito Santo 5:7 , o Juiz está a porta 5:9, conversão e salvação se almas perdidas 5:20