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“Porque assim diz o SENHOR Deus: Eis que Eu mesmo procurarei as Minhas ovelhas e as buscarei” (v.11).
Preocupados com o próprio bem-estar, os pastores de Israel receberam séria advertência quanto à sua infidelidade. Negligenciando o cuidado com as ovelhas de Deus, levaram Israel à dispersão e apostasia. A obra de apascentar requer o mesmo zelo que tinha Davi pelo rebanho de seu pai, a ponto de arriscar a própria vida enfrentando “as feras do campo” (v.5; 1Sm 17:34-35), coisa que os pastores não estavam dispostos a viver. Davi salvara as ovelhinhas da boca das feras; Deus salvaria Suas ovelhas da boca dos pastores omissos (v.10).
A responsabilidade de um pastor é sobremodo grande e sagrada. É um privilégio dado a homens que demanda uma vida de íntima comunhão com Deus e dedicação altruísta. O sucesso deste ministério está em fixar os olhos no ministério maior. Jesus, aqui chamado de Davi (v.23), devido à linhagem de onde veio como Messias, buscou as ovelhas perdidas, trouxe de volta as desgarradas, ligou as quebradas e sarou as enfermas, deixando exemplo de bom Pastor que “dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10:11). Mas também pregou com autoridade, corrigiu as rebeldes e advertiu as hipócritas. Ele não omitiu o dever de fazer diferença entre o bem e o mal.
Da mesma forma, Deus fez distinção entre “ovelhas gordas e ovelhas magras” (v.20). Além do ministério falido dos líderes de Israel, o povo se voltava contra o próprio povo e injustiças eram cometidas. Perante o Senhor, as ovelhas do Seu rebanho não eram somente as mais fortes e robustas, mas “a perdida… a desgarrada… a quebrada… e a enferma” (v.16). Injustiçadas e feridas, receberam do grande Pastor a promessa de Seu cuidado e proteção: “Eu livrarei as Minhas ovelhas… e julgarei entre ovelhas e ovelhas” (v.22).
A obra de reunir as últimas ovelhas do Seu pasto já está sendo feita. E mediante a ação do Espírito Santo, Deus fará “descer a chuva a seu tempo, serão chuvas de bênçãos” (v.26). Munidos das provisões celestiais, o remanescente do Senhor estará seguro ainda que no “vale da sombra da morte” (Sl 23:4). “Quando a tempestade da perseguição realmente irromper sobre nós, as verdadeiras ovelhas ouvirão a voz do verdadeiro Pastor. Serão envidados esforços abnegados para salvar os perdidos, e muitos que se afastaram do aprisco voltarão para seguir o grande Pastor” (6T, p. 401). Então, “habitarão seguramente, e ninguém haverá que as espante” (v.28).
Eis a maior necessidade dos pastores e das ovelhas:
“A necessidade vital – a maior necessidade da igreja remanescente – não é a de mais membros, mais pregadores, mais dinheiro ou mais facilidades. A maior necessidade hoje em dia é a de homens e mulheres repletos do Espírito Santo”.
“Quem atenderá sem reservas ao veemente repto desta hora culminante da história terrestre?” (B. E. Wagner, Preparação para a Chuva Serôdia, CPB, p. 45).
Bom dia, ovelhas do grande Pastor!
Jornada Espiritual “Chuva Serôdia. Chegou a hora!”, 9° dia: Em seu grupo de amigos de oração, sugira a ideia de se reunirem para estudar a Bíblia juntos. Pode ser um encontro semanal, quinzenal ou mensal. Fica a critério da possibilidade de cada um
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Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Ezequiel34
#RPSP
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2 Comentários so far
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Saudações em nome de Cristo Jesus.
Comentário por Domingos de Jesus 24 de outubro de 2017 @ 16:59Façam me compreender por favor a seguinte nota contida no comentário do capítulo 34.
(6T, p. 401).
Olá amigo!
Comentário por Ivan Barros 24 de outubro de 2017 @ 17:10Refere-se ao livro “Testemunhos para a igreja, volume 6”
Capítulo 49 – Nossa atitude para com as autoridades
Página 401.