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1 Ageu e […] Zacarias. Começando em 29 de agosto de 520 a.C. (Ag 1.1) e continuando até 18 de dezembro (Ag 2.1,10,20), o profeta Ageu entregou uma série de mensagens para despertar o povo à retomada das obras do templo. Dois meses depois do primeiro discurso de Ageu, Zacarias uniu-se a ele (Zc 1.1) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
A profecia não estava morta após o exílio. Deus continuou falando ao Seu povo. […] A avaliação de Ageu da comunidade revela que a interrupção da construção nao aconteceu apenas devido a pressões externas, mas também como resultado de prioridades erradas (Ag 1:4). O egoísmo torna as bênçãos de Deus impossíveis (Ag 1:6,9) (Andrews Study Bible).
1 Fora o desanimo do povo perante a oposição que permitiu a paralisação do trabalho. Com a exortação dos profetas Ageu e Zacarias, cujas palavras se registram nos seus Livros, a obra reiniciou-se em 520 a.C., depois de quinze anos de interrupção (desde 536-535 a.C.) (Bíblia Shedd).
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ESDRAS 5 – Se pessoas grandes ou pequenas, fortes ou fracas, influentes ou líderes políticos se opuserem a você, fique do lado de Deus e tudo dará certo. Se Deus estiver a seu favor e muitas pessoas se levantarem contra, espere por tua vitória e pela derrota de quem se alia ao inimigo do povo de Deus.
• Deus envia dois profetas para pregar aos judeus, com toda autoridade celestial, para motivar a obra parada mais de 15 anos. Empolgados, reavivados e dispostos a agir, nem mesmo a reiteração das ameaças dos oponentes lograram parar novamente os judeus. “Deus estava com os líderes dos judeus; por isso, a obra não foi interrompida até Dario ser informado e enviar resposta oficial” (vs. 1-5).
• O governador do território a oeste do Eufrates, Tatenai, enviou carta oficial ao rei Dario, pedindo-lhe que verificasse a construção. Embora bem formal, a missiva testemunhava de Deus a Dario. Remetentes e destinatários estavam sendo impactados pelo Deus verdadeiro (vs. 6-17).
No capítulo 3 foi dada a reconstrução do templo após o retorno do cativeiro babilônico. No capítulo 4, a reconstrução foi paralisada e a razão é a oposição dos vizinhos dos judeus. Agora, no capítulo 5, a reconstrução foi retomada e “está sendo executada com empenho e rapidez”.
O povo judeu, embora livre do exílio babilônico, nesse período estava sob o domínio persa, por isso precisava autorização legal. Contudo, Deus lida com burocracias e resolve os dilemas levantados pelos oponentes de Sua obra na terra; a qual, neste caso, avançou mediante:
• A própria supervisão do Deus da obra (v. 5);
• A pregação motivadora dos profetas enviados por Deus (vs. 1-2);
• A liderança ousada de Zorobabel e Jesua (v. 2).
A grandeza de um líder espiritual não é medida pelo sucesso em tudo o que faz, mas como reage nos momentos desafiadores. Zorobabel e Jesua aprenderam a lidar com a oposição. Ageu e Zacarias tiveram que ser intrépidos em relação aos fortes oponentes e diante da inanição dos judeus.
• Liderar certamente envolve assumir responsabilidades maiores que os desafios, ainda mais a liderança espiritual.
Os “participantes do remanescente [que retornaram à Jerusalém] não desfrutaram frequentemente de uma vida fácil, mas fruíram do favor de Deus” (Paul R. House).
Avancemos com Deus, apesar dos obstáculos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Nós somos servos do Deus dos céus e da terra e reedificamos a casa que há muitos anos fora construída, a qual um grande rei de Israel edificou e a terminou” (v. 11).
Que resposta dos líderes de Judá aos inquiridores! Numa linguagem contemporânea, o diálogo teria sido mais ou menos assim:
— Quem lhes deu autorização para realizar esta construção? E quem são os responsáveis por isto?
E a resposta foi:
“Nós somos servos do Deus dos céus e da terra“. Uau!
Só tem a ousadia de dar uma resposta como esta quem é habitação do Espírito do SENHOR. Na verdade, Zorobabel foi habilitado pelo próprio Deus para responder desta forma. Percebam que a primeira parte do capítulo fala sobre as mensagens dos profetas Ageu e Zacarias. E no livro do profeta Ageu encontramos a seguinte mensagem a respeito de Zorobabel: “Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, filho de Salatiel, servo Meu, diz o SENHOR, e te farei como um anel de selar, porque te escolhi, diz o SENHOR dos Exércitos” (Ageu 2:23).
Zorobabel e os demais que lideravam a construção haviam sido impedidos de dar continuidade, porém Deus enviou os Seus mensageiros para exortar o povo à reedificação do templo. Deus o adverte acerca de Sua casa estar em ruínas, “ao passo que cada um de vós corre por causa de sua própria casa” (Ageu 1:9). O chamado do SENHOR ao Seu povo, e principalmente a Zorobabel, governador Judá, era que confiassem nEle e prosseguissem na obra de reedificar o templo, pois Ele seria com eles: “… trabalhai, porque Eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos” (Ageu 2:4). Quando nos dispomos a fazer a vontade de Deus, Ele supre cada uma de nossas necessidades, conforme a promessa deixada por Cristo: “buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).
E se o templo construído por Salomão já tinha sido uma grande obra, Deus prometeu que “a glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos” (Ageu 2:9). Havia o grande desafio de construir apesar do aperto dos adversários. Mas as palavras dos profetas de Deus levaram ânimo e força para o povo, de forma que executaram a obra com ousadia e fé. Josué, o sacerdote, também teve que passar por duras provas, conforme disse o profeta Zacarias: “Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do SENHOR, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor” (Zacarias 3:1). Com certeza a reconstrução do templo significava muita coisa para o povo de Deus e Satanás sabia disto, e tentava a qualquer custo impedir que a obra se concretizasse. Porém, a maior obra que Deus queria realizar estava longe de ser uma construção de pedras, mas a manifestação da Sua glória: “Pois Eu lhe serei, diz o SENHOR, um muro de fogo em redor e Eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória” (Zacarias 2:5).
Jerusalém ainda estava a mercê dos povos vizinhos. Não havia mais muros, e uma cidade sem muros era uma cidade sem proteção alguma. No entanto, Deus estava dizendo ao povo que não eram muros que o protegia, mas Ele mesmo. Não seria a beleza da construção que estaria no meio de Jerusalém, mas a Sua glória. Somos a casa, o templo de Deus, e Ele mesmo deseja fazer grandiosa obra em nós. E tem sido uma das maiores estratégias de Satanás a de fazer com que nos ocupemos em correr em busca de coisas terrenas enquanto o que realmente importa deixemos de lado. De forma muito sutil, e ao mesmo tempo muito ardilosa, o inimigo tem bombardeado a nossa mente com tantas atividades, que a grandiosa obra que Deus deseja realizar em nós vai sendo adiada. Quando nos dispomos nas mãos de Deus e permitimos que Ele faça a Sua obra completa, as pessoas olham para nós e dizem: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zacarias 8:23). E assim, mediante a restauração do SENHOR em nossas vidas, outras vidas também vão sendo restauradas.
Não permitam, amados, que as distrações deste mundo sufoquem os planos de Deus para vocês. Não permitam que inimigos lhes façam pensar que a obra deve parar, pois esta obra só terá fim quando o Salvador, não mais em condição humilde, mas como Rei dos reis, não mais montado em jumento (Zacarias 9:9), mas sobre as nuvens, vier em glória para lhes resgatar e lhes conceder um corpo perfeito. Assim como a glória da segunda casa foi maior do que a da primeira, a manifestação da glória de Deus em nós será maior do que o foi no Éden. Oremos por esta obra!
Bom dia, criados para a glória de Deus!
Desafio do dia: separar um tempo especial do dia para orar mais (lembrem-se que deve tornar-se um hábito).
*Leiam #Esdras5
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Cada vez que Deus começa uma reforma entre o Seu povo, o inimigo se opõe à obra de Deus. Isso acontece tanto na vida das pessoas, individualmente, quanto no movimento espiritual de Deus como um todo. Quando Zorobabel e o povo de Deus iniciaram o trabalho de reconstrução do Templo de Deus, Reum, o comandante persa local, e Sinsai, o escriba persa, começaram a trabalhar contra o povo de Deus, escrevendo uma carta para Artaxerxes, rei da Pérsia, deturpando o que estava acontecendo.
Como neste episódio, às vezes o trabalho de oposição parece triunfar e derrotar os que estão do lado de Deus. Mas mesmo que na aparência pareça que o povo de Deus está sendo derrotado, quem escreverá o último capítulo é Deus! E neste capítulo está escrito que Seus servos e Sua vontade triunfarão! Ele fez isso com Daniel e os três rapazes hebreus em Daniel 3 e 6, na reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém e também fará conosco: “E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20).
Pardon Mwansa
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Ex Vice-Presidente Geral da Conferência Geral da IASD
Trad JAQ/GASQ/Cindy Tutsch
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/4 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/4
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/28/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Esdras 4
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/47-48 e https://credeemseusprofetas.org/
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Resumo do capítulo: Inimigos atrapalham o trabalho em Judá. O comandante Reum e o secretário Sinsai escrevem uma carta ao rei dizendo que Jerusalém é uma cidade rebelde. O rei Artaxerxes ordena a paralização da obra, que só recomeça no segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.
2 Estes inimigos afirmavam que adoravam o mesmo Deus que Zorobabel e os demais judeus. Em certo sentido, isto era verdade; ele adoravam a Deus, mas também adoravam outros deuses (ver 2Rs 17:27-29, 32-34, 41). Aos olhos de Deus, isto não é adoração – é pecado e rebelião. A verdadeira adoração envolve adoração somente a Deus (Êx 20:3-5). Para estes estrangeiros, Deus era apenas mais um “ídolo” a ser adicionado às suas coleções. Sua verdadeira intenção era perturbar o projeto do templo. Os crentes, hoje, devem se precaver com relação aos que afirmam ser cristãos, mas suas ações revelam claramente que eles estão usando o cristianismo para servir aos seus próprios interesses (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
4,5 O desencorajamento e o medo são dois dos maiores obstáculos para completar a obra de Deus.Muitas vezes eles aparecem aonde e quando você menos espera. O desencorajamento devora a sua motivação e o medo nos paralisa de modo que não conseguimos agir. Lembre-se que o povo de Deus em todas as épocas tem enfrentado estes problemas e Deus os tem ajudado a superá-los. Ao estar junto com outros crentes você pode superar o medo e o desencorajamento e completar a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
6-23 reinado de Assuero … acusação … Artaxerxes. Este material é uma seção separada que descreve a oposição à construção dos muros após Dario e durante os reinados de Xerxes (486-465 a.C.) e de Artaxerxes I (465-424 a.C.). A narrativa justifica chamar os povos circunvizinhos no v.1 de “adversários”. Mostra também que a oposição não foi um problema passageiro, mas uma antevisão de uma prolongada oposição ao povo de Deus na reconstrução da “casa” de Deus, o templo, e também da cidade e da nação (Bíblia de Genebra).
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ESDRAS 4 – Nem tudo é pacífico neste planeta. Desafios existem ao tentar alcançar qualquer alvo nobre. Ainda mais quando se quer fazer o que Deus quer que façamos; pois, fazer a vontade do diabo sempre parece mais fácil.
O comentário introdutório de Warren W. Wiersbe sobre este capítulo nos chama a atenção para uma triste constatação:
“Desde o princípio, o remanescente sofreu oposição de uma população mista que se encontrava na terra e que não queria que os judeus ocupassem Jerusalém e reconstruísse o templo. Com frequência, a oportunidade e a oposição andam juntas, e quanto maior a oportunidade, maior a oposição”.
Logo após, Wiersbe destaca os seguintes itens:
• A cooperação que leva à transigência (vs. 1-3);
• A acusação que leva ao medo (vs. 4, 5, 25);
• Mais oposição à obra de Deus (vs. 6-23).
Sempre que alguém se dispõe e liderar a obra de Deus, a promover um reavivamento, ou mesmo investir em um templo para Deus, haverá fortes oposições. Adversários críticos e diversos problemas surgem de onde ninguém imagina!
• Quando pessoas partem para a ação em relação ao plano de Deus neste planeta, é retirada a tranquilidade e a paz de Satanás, o qual fica irado!
• Satanás usa pessoas e estratégias variadas. Ele tem inúmeras fórmulas para intentar paralisar o desenvolvimento da obra de Deus.
• Sempre que pessoas despertam para a obra de Deus, antigos inimigos mostram suas garras com estratégias bem elaboradas e com ações aparentemente bem intencionadas.
No texto, Satanás usou…
• …estratégias samaritanas sob o governo de Ciro (vs. 1-5);
• …táticas samaritanas sob os governos de Xerxes e Artarxerxes (vs. 6-23).
Quem oferece ajuda com segundas intenções (vs. 1-2), e recebe um “não” como resposta (v. 3), intentará incomodar/perturbar e ameaçar visando impedir o avanço dos planos divinos (vs. 4-7). Inclusive cartas diplomáticas oficiais podem ser redigidas apresentando uma política perversa de quem pretende difamar (vs. 8-16). Às vezes, as estratégias diabólicas dão certo – Infelizmente!
Lamentavelmente Satanás consegue o que quer em suas investidas contra o povo de Deus: “Assim, a reconstrução do templo do Eterno em Jerusalém foi interrompida. Nada foi feito até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia” (v. 24, AM). Portanto, recorramos a Deus; mas jamais desfaleçamos!
Persista: Ore, jejue, avance! Nunca desista! – Heber Toth Armí.
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“Todavia, o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judá e inquietava-os no edificar.” (v. 4).
Quando os inimigos ouviram que o templo de Jerusalém estava sendo reedificado, logo colocaram em prática a primeira estratégia: uma falsa cooperação. Com astúcia, lançaram a seguinte proposta:
— Nós queremos ajudá-los.Também buscaremos a Deus e lembrem que há muito tempo já oferecemos sacrifícios a Ele (v. 2).
Diante do grande desafio de reerguer uma construção tão suntuosa quanto era o templo do SENHOR, uma ajuda até que cairia bem, vocês não acham? Afinal de contas, eles não chegaram fazendo guerra, mas oferecendo paz. Paz? Será que era mesmo paz? Aqueles líderes de Judá não estavam brincando quando decidiram servir a Deus e serem fiéis. Estavam firmados em uma fé genuína e pura. Não havia espaço para as contrafações das nações vizinhas, pois foi justamente por isso que o povo passou setenta anos no exílio; porque havia trocado o ASSIM DIZ O SENHOR pelos enganos dos povos pagãos. A resposta firme e corajosa dos líderes de Judá reflete fidelidade e sabedoria:
— Vocês não têm nada a ver com o nosso Deus e nem tampouco com a edificação de Sua Casa. Podem deixar que nós faremos, sozinhos, o que nos foi ordenado por Ciro (v. 3).
Sabem como isto se chama? Poder de Deus. Ninguém, em sã consciência, daria uma resposta dessas a um inimigo perigoso não fosse pelo poder de Deus. E qual foi o resultado? Aqueles inimigos não ficaram nem um pouco contentes com a reação dos filhos de Judá e fizeram de tudo para desanimá-los, inquietá-los (v. 4), frustrá-los (v. 5), acusá-los injustamente (v. 6), até finalmente forçá-los (v. 23) a cessar a obra (v. 24).
Agora me acompanhem em uma aplicação espiritual que nos levará a uma análise pessoal; onde, “sozinhos” (v. 3), refletiremos sobre como anda a edificação, HOJE, do santuário do Espírito Santo. Vimos ontem que o nosso corpo é templo do Espírito Santo, e como tal, precisa ser edificado. Só que a partir do momento em que decidimos fazer o que é reto perante o SENHOR com inteireza de coração, podem ter certeza de que inimigos aparecerão. E vocês acham que eles irão aparecer sob aparência de adversários? Não, amados. Virão sob disfarce amigável alegando servir ao mesmo Deus, quando, na verdade, só nos causarão desânimo, inquietação, frustração, até nos forçar a desistir. Ou vocês acham que Satanás aparece dizendo:
— Olá, eu sou o Diabo e vim aqui para destruir vocês?
Ele é astuto e estrategista, fazendo de tudo para que desistamos da obra que deve ter duração até a volta de Cristo. A nossa vida deve estar em constante crescimento e edificação espiritual. Não há como permanecer sem um esforço constante neste sentido. E Deus nos convida a assumir a mesma posição daqueles líderes de Judá, sabendo que inimigos virão, provações surgirão; porém não para nos forçar a desistir, e sim para nos dar forças para permanecer.
O inimigo das almas tem ceifado a vida de muitos através do mundo das ilusões. Situações aparentemente boas, ou com uma conotação de: “Ah, que bobagem!”, têm conduzido milhares a desviar-se dos reais propósitos e da “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2). Porque, se os cabeças das famílias de Judá tivessem pensado desta forma, aceitando aquela “ajuda”, provavelmente teriam evitado muita dor de cabeça com os inimigos. Mas quem foi que disse que ser cristão é ser conivente com o que Deus abomina em prol da “paz” (v. 17) e da conveniência? Quem está do lado do inimigo não enfrentará a sua ira final. A Bíblia diz que o dragão (Satanás) ficará irado com um grupo específico: “… os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17). O texto não diz que ele estaria irado contra os que guardam metade dos mandamentos, nem com aqueles que fingem guardá-los. Entendem? As Escrituras também dizem que: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (I Tessalonicenses 5:3). Daí eu pergunto: As “dores de parto” estão ou não aumentando? O “relógio do Apocalipse”, denominado assim pelos mais renomados cientistas do mundo, está ou não adiantado para o fim? (pesquise!)
A suma é, meus irmãos: não há mais tempo para se perder tempo. A nossa edificação espiritual não poderá ser cessada por inimigo algum se fielmente decidirmos permanecer no caminho estreito ainda que o caminho largo exale perfume de flores. Pois perto está o dia em que se dirá: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Apocalipse 22:11). E aí, amados, realmente haverá cessado a obra e só será salvo o templo que, mesmo em meio às trevas espirituais deste mundo, permaneceu sendo luz. Então receberemos não a falsa paz que este mundo oferece, mas a eterna paz de Cristo (Vide João 14:27)! Está sendo perseguido e oprimido por causa de Cristo? Parabéns, você é um bem-aventurado! Permaneça firme e alegre-se, “porque é grande o vosso galardão nos Céus” (Mateus 5:12)!
Bom dia, fiéis e perseverantes templos do Espírito Santo!
Desafio do dia: enviar uma mensagem ou ligar para alguém que você saiba estar passando por algum momento difícil. Dê-lhe uma palavra amiga e leia uma promessa bíblica para ele(a).
*Leiam #Esdras4
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
A primeira coisa que aqueles que retornaram a Jerusalém fizeram, mesmo antes de começarem a reconstruir a casa de Deus, foi construir um altar para Deus para oferecer holocaustos. Imediatamente após concluírem a construção do altar, começaram a queimar as ofertas da “manhã e à noite” (v. 3).
A primeira coisa fundamental entre os filhos de Deus, onde quer que estejam, é estabelecer uma vida regular de oração. A oração é o meio pelo qual os filhos de Deus se mantém em contato com Deus.
Quando foram lançados os alicerces do templo e as pessoas se reuniram para agradecer a Deus por isso, houve reações mistas (v. 10-13). Aqueles que tinham visto o templo de Salomão “choraram em alta voz”, enquanto que aqueles que não tinham visto gritaram de alegria quando da colocação desta fundação.
Diferentes gerações podem ver os eventos e responder a eles de forma diferente por conta de suas experiências e histórias.
É bom parar, agradecer e louvar a Deus por cada coisa que Ele nos ajuda a realizar. Após a conclusão da fundação, eles louvaram a Deus. Nós não temos que esperar até que todas as coisas sejam concluídas para louvarmos a Deus.
Pai Celestial, nos ajude a encontrá-lo no altar de oração todas as manhãs e todas as noites e todo o tempo.
Pardon Mwansa
Vice Reitor da Universidade de Rusangu
Ex Vice-Presidente da Conferência Geral da IASD
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/3
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/27/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Esdras 3
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Resumo do capítulo:
No sétimo mês eles celebram a festa das cabanas e começam a oferecer holocaustos ao Senhor. Quando os construtores lançaram os alicerces do templo, os sacerdotes e levitas cantaram louvores ao Senhor.
Nota-se neste terceiro capítulo que os israelitas aprenderam que a pedra fundamental de uma nação é a verdadeira religião, e assim, cuidaram primeiro de ter um altar que simboliza o (sacrifício e a oração) antes de falarem de Carta Magna, comércio, indústria, direitos civis, eleições, etc. Nada fica de pé a não ser aquilo que esteja firme no Senhor (Sl 127.1-2) (Bíblia Shedd).
2 Jesua […] Zorobabel. O sacerdote tem precedência sobre o líder civil, tendo em vista a natureza da ocasião (Bíblia de Estudo NVI Vida).
holocaustos. Os holocaustos eram a oferta básica (Lv 1), mas também havia outras ofertas (Lv 5). Os holocaustos eram a base contínua sobre a qual um povo pecaminoso podia viver na presença de um Deus santo (êx 29.42). Isso prenunciava o futuro sacrifício de Cristo como o sacrifício final que leva os pecadores à presença de Deus (Hb 10.19-20) (Bíblia de Genebra).
como está escrito. Sob a liderança de homens como Daniel e Ezequiel, os exilados decidiram, desde o início, começar a Adorar a Deus de acordo com a Sua vontade expressa e não cais outra vez nos pecados da indiferença e da idolatria devido aos quais sofreram tanto (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 365).
3 sob suas bases. Ou, “em seu lugar”, signficando que o altar foi erguido no lugar exato onde o antigo altar de holocaustos havia sido construído no templo de Salomão (CBASD, vol. 3, p. 365).
estavam sob o terror. Embora o povo houvesse retornado havia pouco tempo de Babilônia, já estavam conscientes da hostilidade dos povos vizinhos, descontentes pelo retorno dos judeus à sua terra. Os vizinhos devem ter ocupado algumas partes da Judeia durante o exílio e então lhes era ordenado que devolvessem as propriedades aos seus antigos donos. … Essa hostilidade deve ter sido expressa através de ameaças (CBASD, vol. 3, p. 365).
5 lua nova. O primeiro dia de cada mês (lunar) era uma festa religiosa (Nm 28-11-15; Cl 2.16) (Bíblia Shedd).
8 Porque o templo do Senhor foi reconstruído antes mesmo que os muros da cidade? O templo era utilizado para fins espirituais; o muro para fins militares e políticos. Deus tinha sido sempre o protetor da nação e os judeus sabiam que uma grande muralha de pedras não os protegeria se Deus não estivesse com eles. Eles sabiam que colocar sua vida espiritual em dia era mais importante que garantir a defesa nacional (Life Application Study Bible).
12 porém muitos … já idosos … choraram . Cinquenta anos após sua destruição, o templo estava sendo reconstruído (536 a.C.). Alguns dos mais idosos se lembraram do templo de Salomão e choraram porque o novo templo não era tão glorioso quanto o primeiro. Mas as belezas do edifício não eram, nem de perto, tão importantes quanto a atitude dos construtores e adoradores. Deus se importa mais com o que somos do que com o que nós fazemos. Nosso mundo está sempre mudando e grandes realizações desmoronam e desaparecem. Busque servir a Deus de todo o coração. Então você não precisará comparar o seu trabalho com o de ninguém (Life Application Study Bible).
Era um “dia dos humildes começos” (Zc 4:10), e o novo edifício, em comparação com o antigo, parecia ser “nada” (Ag 2:3). Salomão havia empregado os melhores artesãos de seu próprio país que alcançava a fronteira do egito ao Efrates, e também os construtores mais hábeis das terras vizinhas, como os de Tiro. Zorobabel dependia de seus próprios súditos, os poucos cidadãos da pequena província da Judéia (CBASD, vol. 3, p. 368).
As lágrimas dos membros mais idosos da comunidade não eram lágrimas de alegria, mas de desapontamento por causa do contraste entre este pequeno começo (cf Zc 4.10) e o esplendor do templo de Salomão. Desapontamentos similares seriam, posteriormente, repreendidos (Ag 2.1-5), mas pelo momento a alegria do Senhor era a força de muitos (Bíblia de Genebra).
“Nós vimos”, diziam os anciãos, “e os velhos tempos eram melhores do que estes.” “Nós veremos,” diziam os moços, “e faremos os dias futuros melhores que todos os que já existiram desde o princípio do mundo!” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F.B.Meyer).
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ESDRAS 3 – Existem livros bíblicos que não recebem o mesmo tratamento que outros. Assim, crentes deixam de receber nutrientes que Deus deixou em Sua Palavra para instruir-nos e fortalecer nossa fé.
Quem ouviu ou pregou sermões expositivos extraídos do livro de Esdras? Eis diante de nós um livro relevante, onde há um Deus aparentemente distante, mas atuante em meio às crises que desafiam nossa existência. Deus libertou da Babilônia e protegeu os libertos na caminhada de quase 1500 km até Jerusalém.
Este capítulo, intitulado “altar e templo” é assim sintetizado por Derek Kidner:
- Primeiro o primeiro (vs. 1-6a);
- Preparativos para o templo (vs. 6b-9);
- Clímax e anticlímax (vs. 10-13).
Apesar do perigo, desafios e supostas ameaças, o medo não deve determinar nenhuma decisão e atitude do povo de Deus. Contudo, não importa a situação, Deus deve ser sempre o primeiro. Devemos adorá-lO sempre.
As práticas eclesiásticas não são negligenciadas quando o medo é sufocado pela determinação de servir ao Senhor.
Apesar da escassez e crises econômicas, Deus nunca deve ser deixado em segundo plano – pior ainda é substituí-lo por coisas insignificantes ou apegar-se ao dinheiro como mais importante que Deus.
Quem idolatra dinheiro expulsa Deus de sua vida. Por outro lado, quem é liberto da escravidão do pecado é generoso em suas ofertas para a obra divina.
Quando Deus é levado a sério, Sua obra é feita sob o cuidado de supervisores. Para Deus, sempre o melhor!
Quando há sério investimento de tempo e recursos na obra de Deus, a satisfação, alegria e entusiasmo na adoração toma conta do coração dos crentes: há louvores, pulos de alegria, cânticos alegres e choros nostálgicos – consequentemente, “o barulho podia ser ouvido de longe”.
Choro e alegria? Sim! É assim que vive os extremos de duas gerações: Nostalgia dos velhos e alegria dos novos. Os jovens celebravam porque teriam novamente um templo. Os velhos choravam por lembrarem-se do Templo de Salomão.
• É perigoso ignorar o passado, mas também o é viver apenas do passado.
• É necessário aproveitar a experiência dos anos vividos com a força da juventude!
• É preciso existir harmonia entre a nova geração e a velha guarda – esta lição era importante no passado tanto quanto é no presente!
Reavivamento depende de tuas prioridades! – Heber Toth Armí.