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“… Santificai-vos, agora, e santificai a Casa do SENHOR, Deus de vossos pais; tirai do santuário a imundícia” (v. 5).
Que diferença do capítulo anterior! Que diferença de Ezequias para seu pai! Podemos perceber nestes dois capítulos que há sim diferença “entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Malaquias 3:18). A primeira tarefa do reinado de Ezequias foi de reabrir “as portas da Casa do SENHOR” (v. 3) e de santificá-la. E a oportunidade que Acaz desperdiçou, seu filho viveu: “Fez ele o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo quanto fizera Davi, seu pai” (v. 2). Ezequias reconheceu a enfermidade espiritual de todo o povo e agiu em prol da cura: SANTIFICAÇÃO. Mas o que significa santificação? Quando Jesus orou por nós, Ele proferiu também a seguinte declaração: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (João 17:17). Ao ordenar que se retire da Casa de Deus “a imundícia” (v. 5), Ezequias estava dizendo exatamente o que Cristo disse. Isto é, retirem do lugar sagrado tudo o que estiver em desacordo com a Palavra de Deus. Retirem tudo o que estiver em desacordo com a VERDADE.
Mas percebam a ordem do mandado de Ezequias: vocês precisam se santificar primeiro, depois vão e livrem-se do que não presta. A santificação inclui um processo de reavivamento, e, por consequência, um processo de reforma. Nós só conseguimos nos livrar e tirar de nossa vida o que desagrada a Deus, se antes Deus estiver habitando em nosso coração. Caso contrário, as mudanças externas serão temporárias e provavelmente retornaremos à antiga vida de uma forma ainda pior, como está escrito: “Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do SENHOR e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro” (II Pedro 2:20). Pedro chega a usar ditados populares da época: “O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal” (II Pedro 2:22). São palavras duras, mas verdadeiras e que nos fazem refletir:
— Eu tenho sido um ímpio com vestes de cristão, ou, como Ezequias, “estou resolvido” (v. 10) a buscar a santificação diária?
Ezequias usa de muito carinho e bom senso em suas palavras, apelando ao coração, principalmente dos líderes espirituais da época: “Filhos meus, não sejais negligentes, pois o SENHOR vos escolheu” (v. 11).
Creio que a negligência tem sido um dos piores fatores de apostasia em todos os tempos. Ficamos satisfeitos com nossas vidinhas de mediocridade espiritual e nos contentamos com migalhas da Palavra, migalhas de oração; e ainda batemos no peito e pensamos estar fazendo muito ao compartilhar migalhas com o nosso próximo. Prestem atenção, amados: quem vive de migalhas não tem como ofertar banquetes!
Antes de abrir as portas da Casa do SENHOR, Ezequias escancarou as portas do seu coração!
“Santificaram a Casa do SENHOR em oito dias” (v. 17), e por oito vezes o verbo santificar é conjugado neste capítulo.
Todo o povo foi reunido, e todos “santificaram-se” (v. 15).
A plenitude daquele momento pôde ser notada também na presença do número SETE na “oferta pelo pecado” (v. 21).
Tudo foi realizado segundo o mandado que “veio do SENHOR, por intermédio de Seus profetas” (v. 25).
Lembrete: “Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (II CRÔNICAS 20:20).
Então, “toda a congregação se prostrou, quando se entoava o cântico” (v. 28). Só há culto agradável a Deus quando a Sua presença é respeitada. Se não há a santificação por meio da Palavra e há negligência na comunhão, todo o resto é prejudicado, e o culto de adoração perde a sua essência dando lugar a apatia e sequidão espirituais.
Observem os momentos de louvor dos versos 27 a 30. Como tem sido os momentos de louvor na sua igreja? Ezequias e todo o povo o faziam com alegria, e se inclinavam e adoravam (v. 30). E a sua adoração, como tem sido?
Sabem, eu tenho um irmã em Cristo muito querida que hoje congrega na igreja em outro bairro. Ela me deixou lições preciosas de verdadeira adoração. Primeiro, ela tinha uma alegria imensa em louvar a Deus. E ela muitas vezes se inclinava, ou até mesmo se prostrava de joelhos enquanto louvava. Ela não se importava com os olhares de reprovação, mas com o olhar de aprovação do seu Salvador.
Não é a posição eclesiástica que define a excelência da santificação, mas a entrega dos “retos de coração” (v. 34).
É incrível como termina este capítulo. O ministério da Casa do SENHOR foi restabelecido (v. 35), “Ezequias e todo o povo se alegraram por causa daquilo que Deus fizera para o povo” (v. 36); e agora o versículo termina com algo fantástico: “subitamente, se fez esta obra” (v. 36).
O caminho da vitória é este:
Quando resolvemos (v. 10) nos santificar (v. 15), não com negligência (v. 11), mas por completo retirando de nossa vida toda a imundícia do pecado (v. 16), estando “diante do altar do SENHOR” (v. 19) nas primeiras horas da manhã (v. 20), de forma plena (v. 21), conforme o ASSIM DIZ O SENHOR (v. 25), erguendo louvores a Deus, nos prostrando e O adorando com alegria (v. 30), sendo gratos e tendo o “coração disposto” (v. 31), tudo isto para o SENHOR (v. 32), ajudando-nos mutuamente uns aos outros (v. 34), com retidão de coração (v. 34); então o culto verdadeiro ao SENHOR é restabelecido (v. 35), e “subitamente” Deus nos ergue do vômito e do lamaçal do pecado para a Sua maravilhosa luz! “ESTE É O CAMINHO, ANDAI POR ELE” (Isaías 30:21)!
Bom dia, santificados pela Palavra!
Desafio do dia: buscar ao SENHOR nas primeiras horas de cada manhã. (Lembrem-se: deve tornar-se um hábito!)
*Leiam #2Crônicas29
Rosana Garcia Barros
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"No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor;"
Dificuldades e aflições podem devastar pessoas. Ou podem estimular crescimento e maturidade. Para Acaz, grandes problemas levaram ao colapso espiritual. Nós não precisamos responder como Acaz. Quando enfrentarmos problemas ou tragédias devemos nos lembrar que tempos difíceis nos dão a chance de crescer (Tiago 1:2-4). Quando você estiver enfrentando dissabores, não se afaste de Deus – volte-se para Ele. Veja estes momentos como uma oportunidade para clamar pelo socorro de Deus. Life Application Bible Study Kingsway NIV.
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Comentário devocional:
No capítulo 28, Acaz assume o trono aos 20 anos de idade. Ele era jovem, cheio de energia e tinha tudo para ser um bom rei. Ele cresceu tendo uma boa educação e os melhores exemplos a seguir. O reino era rico, forte e a religião estava firmemente estabelecida. Mas, apesar disso, vemos já nos versos de abertura que o rei se corrompeu miseravelmente.
Acaz teve a chance de fazer um reinado de impacto, deixando um poderoso exemplo para séculos vindouros. Mas, ao invés isto, ele dirigiu a nação por um obscuro caminho idólatra e degradou a mente do povo de Deus. Ele abandonou o Templo do Senhor, sacrificou e queimou incenso nos montes, como se isso fosse colocá-lo mais perto do céu. Ele ainda fez ídolos e os adorou, sacrificando no fogo seus filhos a eles. Ele estava completamente e totalmente possuído pelo príncipe das trevas. Então, desde que Acaz abandonou a Deus e Sua proteção, o Senhor também o abandonou, deixando-o nas mãos de seus inimigos. Devido a isso, o povo sofreu e muito sangue foi derramado, famílias foram arruinadas e o país foi desolado.
Durante a leitura deste capítulo, várias lições se destacaram para mim: 1) bons pais e uma boa educação não garantem a salvação; 2) a decisão de um único líder em desobedecer a Deus pode levar milhares a se desviar e 3) quando alguém se coloca voluntariamente nas mãos do diabo, essa pessoa voluntariamente se afasta do plano de proteção de Deus.
A trágica história de Acaz é uma advertência solene de que, no final, é a graça de Deus que salva a alma, e não o meio ambiente, a educação ou até mesmo o exemplo de pais piedosos.
Grace Shim
Geração Juventude para Cristo
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/2ch/28 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/28
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/16/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: II Crônicas 28
Comentário em áudio Pr Valdeci
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1-27 O reino de Acaz foi um dos pontos mais baixos na história da dinastia de Davi. Este capítulo tem paralelo em 2Rs 16 (Andrews Study Bible).
3 Vale dos filhos de Hinom. Este vale ficava a sudoeste de Jerusalém (ver Js 15:8; 18:16). Foi palco de alguns dos ritos mais cruéis e revoltantes (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 304).
queimou a seus próprio filhos. Na história bíblica esta forma de sacrifício humano, o aspecto mais vil da decadência pagã, está ligada a Moloque, divindade amonita equivalente ao Baal dos fenícios, cujo culto foi introduzido em Israel por Jezabel, esposa de Acabe e filha do rei e sumo sacerdote dos sidônios (Bíblia Shedd).
6 abandonado o Senhor. Quando a proteção do Senhor é removida, o ser humano descobre, para sua tristeza, que o senhor escolhido pode ser terrivelmente cruel. Depois de perdas tão grandes, não havia nada que pudesse impedir a Síria e Israel de sitiarem Jerusalém. Contudo, não a tomaram (2Rs 16:5). O objetivo dos aliados era depor Acaz e estabelecer um novo governante de sua própria escolha (Is 7:6). O pânico de Acaz é vividamente descrito em Isaías 7:2) (CBASD, vol. 3, p. 304).
8 duzentos mil. Eram mulheres e crianças levadas como escravas (CBASD, vol. 3, p. 304).
O exército de Israel ganhou a vitória não pela superioridade das armas, mas como consequência do julgamento divino. Se o povo de Judá tivesse confiado nas promessas vindas de Deus pelo próprio profeta Isaías, nada teria acontecido, mas Acaz as recusou, Is 7.1-16 (Bíblia Shedd).
10-11 Deus irou-se porque Israel foi além da comissão que recebera, de punir a Judá praticando a crueldade e escravizando seus irmãos (Bíblia Shedd).
15 vestiram […] ungiram. Este ato de amor para com os inimigos é singular no antigo testamento. É um exemplo daquilo que Cristo ordena em Mt 5.44, e que ensina mediante a parábola do bom samaritano em Lc 10.25-37. É raro uma vitória bélica resultar em virtude, ou uma conquista resultar em consideração (Bíblia Shedd).
A bondade com que os captores do norte trataram seus prisioneiros de Judá, sobretudo conforme os pormenores registrados nos v. 14, 15, talvez seja o antecedente histórico para a a parábola do Bom Samaritano, contada por Jesus (Bíblia de Estudo NVI Vida).
16 Assíria. Durante o reinado de Acaz, Judá foi reduzido à condição de vassalo da Assíria (Andrews Study Bible).
No seu desespero, Acaz apelou para os reis pagãos, em vez de recorrer a Deus pela fé e pela oração (Bíblia Shedd).
17 Edomitas. Descendentes de Esaú que habitavam a sudeste do mar Morto (Andrews Study Bible).
20 em vez de fortalecê-la. O rei da Assíria não estava interessado no bem estar de Acaz ou do povo de Judá. Quando atacou a Filístia e a Síria, o que buscava era promover seus próprios interesses e os de sua nação. Os assírios estavam tão prontos a destruir a nação hebraica como a qualquer outra nação. E Acaz e Ezequias logo descobririam isso (CBASD, vol. 3, p. 305).
21 As pessoas do mundo agem sempre assim: exigem tudo quanto se lhes pode dar, retribuindo com angústias e dificuldades ao doador (Bíblia Shedd).
22 ainda maiores transgressões. Em vez de aprender lições de sua angústia, Acaz se tornou mais amargo e obstinado. Ele passou de um pecado para outro, conduzindo seu povo por um caminho descendente que só poderia terminar em ruína (CBASD, vol. 3, p. 305).
23 deuses de Damasco. Acaz chegou ao cúmulo de dar maior valor aos ídolos dos inimigos do seu povo do que ao próprio grande profeta nacional, Isaías, no decurso daquela crise (vide Is 7) (Bíblia Shedd).
Em vez de cair em si e perceber que a aflição se devia a ter abandonado o Senhor, Acaz se tornou mais enraivecido e amargo contra Deus, e seguiu um procedimento que atraiu juízos ainda mais severos sobre si e a nação. Quando Tiglate-Pileser conquistou Damasco, Acaz foi a essa cidade para prestar homenagem ao rei assírio. Enquanto estava lá, viu um altar do qual fez uma cópia e a colocou em frente ao templo de Jerusalém, tirando o altar de bronze de seu lugar (ver 2Rs 16:9-16) (CBASD, vol. 3, p. 305).
24 altares em todos os cantos. Um único grande altar de holocaustos era um método poderoso para impressionar a mente do povo com a doutrina de um único Deus verdadeiro. Numerosos altares em todas as partes de Jerusalém mostravam inequivocamente o politeísmo que Acaz promovia (CBASD, vol. 3, p. 305 e 306).
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II CRÔNICAS 28 – A interpretação teológica é fundamental para entender corretamente os eventos históricos. Visando essa interpretação, o cronista fundamenta-se em II Reis 16 para fazer sua teologia inspirada.
Baseando-me no esboço de Richard Pratt Jr. apresento-lhes os pontos do capítulo em análise:
INÍCIO DO REINADO DE ACAZ (vs. 1-5)
I. Fidelidade de Israel do norte para com Deus (vs. 6-15)
1. Israel vitorioso toma despojos e prisioneiros (vs. 6-8)
a) Israel recebe repreensão profética (vs. 9-11)
b) Israel responde à repreensão profética (vs. 12-13)
2. Israel vitorioso devolve os despojos e os prisioneiros (vs. 14-15)
II. Infidelidade de Acaz para com Deus (vs. 16-25)
1. Acaz falha em receber ajuda da Assíria (vs. 16-21)
a) Apelo inicial de Acaz à Assíria (v. 16)
• Acaz busca ajuda dos assírios (v. 16)
[EXPLICAÇÃO DOS ATOS DE ACAZ (vs. 17-19)]
• Acaz recebe resposta negativa (v. 20)
2. Acaz apela novamente à Assíria (v. 21)
a) Acaz busca intensamente a ajuda dos assírios (v. 21)
b) Acaz recebe resposta negativa novamente (v. 21)
3. Acaz fracasse em receber ajuda dos deuses siros (v. 22-25)
a) O aumento da infidelidade de Acaz (v. 22)
• Acaz adora os deuses siros (v. 23)
[A RUÍNA DE ACAZ É EXPLICADA (v. 23)]
• Mais adoração de outros deuses por Acaz (vs. 24-25)
b) Juízo sobre Acaz (v. 25)
FIM DO REINADO DE ACAZ (vs. 26-27)
O cronista faz teologia da história sagrada. Nenhuma liderança é significativa se Deus for desconsiderado.
• O líder político que não tem Deus como seu Líder não conseguirá fazer o melhor por sua nação.
A humilhação que Deus permitiu Judá passar foi para despertar a humildade em Acaz; contudo, Deus não obteve sucesso – humildade é uma questão pessoal. Tudo o que Deus faz (ou permite) visa nossa salvação; porém, a decisão de aceitar ou não é de cada indivíduo.
Crônicas é uma recapitulação teológica da história do povo de Deus, um processo inverso de Deuteronômio, o qual refletia olhando para o futuro. Deuteronômio alerta ao povo que adentrava na Terra Prometida a fim de que não a perdesse; Crônicas explica aos que retornaram recentemente do cativeiro a razão de Israel passar por tantas adversidades.
• Reflita: O que você acha que Deus diria se Ele recapitulasse tua história?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores transgressões contra o SENHOR; ele mesmo, o rei Acaz” (v. 22).
Sai Jotão, um rei sóbrio, e entra um rei ébrio. Se o povo já estava corrompido, ficou pior ainda, pois Acaz “permitira que Judá caísse em dissolução” (v. 19). Acaz “andou no caminho dos reis de Israel” (v. 2) e em nenhum momento recorreu ao SENHOR, mas cometeu grandes abominações, como a terrível prática pagã de queimar “a seus próprios filhos” (v. 3).
Além dos siros, Deus também entregou Judá à ira de seus próprios irmãos israelitas. Mas o SENHOR, o mesmo Deus que o povo havia rejeitado, lhe enviou um mensageiro para que agisse em sua defesa. Odede, usado pelo poder de Deus, foi ao encontro de alguém do exército num cantinho e lhe falou a mensagem. Foi assim? Ah, não? Muito bem, isto mostra que vocês estão examinando as Escrituras. Na verdade, Odede foi ao encontro do exército; ele se colocou diante de um exército mau, sanguinário e tomado pela raiva. Quem seria o homem que em sã consciência se colocaria em frente a um exército terrorista, por exemplo, para dizer que voltassem atrás no que estavam fazendo porque tinham despertado a ira divina? Somente pela confiança no poder divino Odede se colocou a frente daquele exército de homens irados. Mas ele foi e disse o ASSIM DIZ O SENHOR, mais ou menos assim, numa linguagem atual:
— Aonde vocês pensam que vão com estes Meus filhinhos? É certo que eles estão colhendo o que plantaram, mas vocês fizeram algo muito pior castigando-os com tamanha raiva. Vocês fizeram isso com tanta raiva que todo o Céu se comoveu. Como assim vocês irão fazer de seus irmãos seus próprios escravos? Acaso pensam que também não têm culpa diante de Mim? Eu ordeno que libertem agora o Meu povo e o leve de volta para casa, antes que vocês também colham a raiva que plantaram.
Vocês compreenderam? A ira divina não tem nada a ver com a raiva humana. Porque a raiva humana age como um animal, de forma impensada. Já a ira do SENHOR é repleta de misericórdia, é instrumento de correção para vida, e não de punição para morte. Israel acatou às palavras do profeta de Deus e reconheceu a sua culpa (v. 13), cuidou do povo cativo e o fez retornar para casa em segurança (v. 15). E vocês pensam que depois deste episódio da grande misericórdia divina, Acaz se arrependeu de Seus maus caminhos? Pelo contrário, ao invés de se voltar para Deus, foi pedir ajuda “aos reis da Assíria” (v. 16), e “de todo, se entregou à transgressão contra o SENHOR” (v. 19). E a ajuda que esperava não chegou (v. 21), pelo contrário, foi colocado em mais aperto ainda (v. 20). Contudo, “no tempo da sua angústia” (v. 22), resolveu buscar ao SENHOR, certo? Errado. “Cometeu ainda maiores transgressões contra o SENHOR, ele mesmo” (v. 22). Opa! Chegamos num ponto delicado. A Bíblia deixa bem claro que ELE MESMO escolheu agir desta forma. Até ali o SENHOR o havia chamado de todas as formas, mas ele escolheu não somente fechar “as portas da Casa do SENHOR” (v. 24), mas as portas de seu coração. “Ele mesmo”, causou “a sua ruína e de todo o Israel” (v. 23). Observem que o capítulo não inicia dizendo que Acaz fez o que era mau, mas que “não fez o que era reto perante o SENHOR, como Davi, seu pai” (v. 1). Ou seja, as oportunidades que Deus lhe deu não eram para que ele se tornasse como Jotão, seu pai, mas como Davi. Acaz inverteu a sua vida. Ao invés de estar escrito que na sua angústia foi pior ainda em seus pecados, poderia estar escrito: “Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do Seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos” (Salmo 18:6). Davi dirigiu a Deus este salmo quando Ele o livrou dos seus inimigos e da perseguição de Saul. Poderia também ter sido o louvor de Acaz, se ele não tivesse escolhido endurecer o coração. Ele fechou as portas do lugar que Deus disse que ouviria todo pecador arrependido!
Oh, amados, o que ainda tem nos impedido de sermos homens e mulheres segundo o coração de Deus, como foi Davi? O SENHOR nos convida HOJE a enxergarmos em cada circunstância de nossa vida oportunidades de salvação. Nunca houve tempo tão oportuno para que busquemos ao SENHOR de todo no nosso coração, de todo o nosso entendimento e com todas as nossas forças. O Espírito Santo tem feito uma santa convocação e só ouvirá o Seu chamado quem já estava ouvindo a Sua voz através da comunhão diária.
Confiar a nossa salvação a seres humanos falhos como nós só nos levará a quedas piores, mas aceitar ao convite incansável de Cristo: “Vinde a Mim” (Mateus 11:28), eis o que nos tornará, muito em breve, à perfeita imagem edênica: “à imagem de Deus” (Gênesis 1:27).
Bom dia, futuras perfeitas imagens do Criador!
OBS: A cada dia estarei lançando o “Desafio do dia” para cada um de nós. Não é algo somente para aquele dia, mas para que faça parte integrante de nosso estilo de vida cristão. Aceitam o desafio?
Desafio do dia: tratar nossos semelhantes como gostaríamos de ser tratados.
*Leiam #2Crônicas28
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Quando Jotão subiu ao trono com a idade de 25 anos, ele provavelmente ainda estava de luto pela morte de seu pai Uzias. Em suas últimas semanas e meses, Uzias, atormentado pelos efeitos debilitantes da lepra, tornou-se uma mera sombra do que fora anteriormente. Ele estava tão fraco que o jovem Jotão assumiu a gestão da família e presidiu os assuntos da nação.
Como rei, Jotão “fez o que o SENHOR aprova, tal como seu pai, mas, ao contrário deste, não entrou no templo do Senhor” (verso 2, NVI).
A pequena palavra “mas” marca a linha de distinção entre Uzias e Jotão. O primeiro se rendeu ao orgulho; o último foi humilde o suficiente para obedecer totalmente ao seu Deus. O primeiro foi presunçoso a ponto de desafiar as ordens claras de Deus sobre o ministério do santuário; o último foi sábio o suficiente para aprender com os erros de seu pai.
Que possamos também aprender com as vidas daqueles que vieram antes de nós e não repetir os seus erros. Fomos chamados para uma vida de vitória!
Thando Malambo
Geração Juventude para Cristo
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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/27
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/05/15/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: II Crônicas 27
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/41-42 e https://credeemseusprofetas.org/
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1-9 Em contraste com os registros desde Joás até Uzias, onde cada reinado é um equilíbrio de obediência e desobediência (22.10-24.27), a avaliação do autor sobre Jotão é inteiramente positiva. Isso é seguido por um tratamento negativo acerca de Acaz (cap. 28). Crônicas destaca que a fidelidade a Deus é o caminho para o sucesso, nos projetos de construção e nos conflitos militares (Bíblia de Genebra).
Jotão. Seu nome significa “O Senhor é perfeito” (Bíblia Shedd).
2 não entrou mais no templo do Senhor. Jotão não violou regulamentos sacerdotais, conforme Uzias fizera (26.18) (Bíblia de Genebra).
continuava na prática do mal. O escritor de Reis amplia essa informação ao declarar que “o povo ainda sacrificava e queimava incenso nos altos” (2Rs15:35). Os pronunciamentos dos profetas desse período dão evidências de que existia uma corrupção moral profundamente arraigada que estava minando a força da nação (Is 1:4;21-24; Os 4:1,2; Mq 3:10-12) (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 302).
Jotão foi, em termos gerais, um bom rei (v. 6) mas seu povo se tornou corrupto. Nem sempre aqueles a quem você lidera seguirão o seu exemplo mas isto não deveria afetar o modo como você vive para Deus. A situação pecaminosa do reino de Jotão é retratada vividamente em Isaías 1-5 (Life Application Study Bible Kinsgway NIV).
4 castelos. Isto é, fortalezas. Tanto Uzias quanto Jotão demonstraram ansiedade incomum para fortificar o país (ver 2Cr 26:9-15). Os profetas da época denunciaram a confiança popular depositada em fortificações e no poder humano (Is 2:15; Os 8:14; cf. Is 17:3,4) (CBASD, vol. 3, p. 302).
6 Dirigia seus caminhos. De forma característica, o autor de Crônicas salienta a causa da prosperidade: consagração ao Senhor (CBASD, vol. 3, p. 302).
Para fazer a vontade de Deus precisamos coordenar os nossos caminhos com os caminhos de Deus, revelados na Sua Palavra (Sl 1.1,2) (Bíblia Shedd).
9 Apesar de não ter feito grandes reformas religiosas, como os reis Joás, Ezequias e Josias, o reinado de Jotão foi destacado pela retidão (Bíblia Shedd).
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II CRÔNICAS 27 – Nossa vida, família, cidade, nação e mundo seriam bem melhores se houvesse mais busca pela vontade de Deus!
Jotão “foi um rei bom e próspero”; ele “reinou de c. 750 a c. 732” a.C. escreveu Merril F. Unger. “Sua força residia no fato de considerar Deus em tudo o que fazia” (William MacDonald). “Sua vitória sobre os amonitas foi atribuída ao favor de Deus para com ele” (Kenneth A. Mathews).
O relato de Jotão encontra paralelo em II Reis 15:32-38, contudo “de forma característica, o autor de Crônicas salienta a causa da prosperidade: consagração ao Senhor” (Francis D. Nichol), conquanto “o povo continuava na prática do mal” (v. 2). Pela falta de reparo espiritual, as coisas não permaneceriam avançando bem. “Os pronunciamentos dos profetas desse período dão evidências de que existia uma corrupção moral profundamente arraigada que estava minando a força da nação (Is. 1:4; 21-24; Os 4:1, 2; Mq 3:10-12)” (Nichol).
“A descrição do reino de Jotão é uma das mais breves em Crônicas. O ponto principal que o autor quer assinalar é que, diferente de seu pai, Jotão não foi dominado pelo orgulho como resultado do poder. A comparação é clara: ‘Havendo-se já fortalecido, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína’ (26:16), mas Jotão ‘se foi tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do Senhor, seu Deus (27:6). Uma pessoa pode tornar-se poderosa e continuar verdadeira para com Deus” (Nupanga Weanzana).
“Jotão viria a ser considerado um bom rei, apesar de seu filho, Acaz, ter sido um rei perverso. Na verdade, desde Jotão, décimo primeiro rei de Judá, até Zedequias, o vigésimo e último rei de Judá, somente Jotão, Ezequias e Josias foram chamados de reis bons – três dentre dez. O Senhor manteve a lâmpada de Davi acesa em Jerusalém todos esses anos, mas chegou um momento em que precisou deportar a nação para Babilônia e castigar o povo por seus pecados […]. No entanto, apesar dos pecados e das fraquezas de seu povo, o Senhor guardou um remanescente piedoso em sua nação, e seria desse remanescente que um dia viria o Messias” (Warren W. Wiersbe).
Deixe Deus dirigir teus caminhos, então verás quão bom será. Deixe-O ser teu Deus e serás recompensado! – Heber Toth Armí.
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“Assim, Jotão se foi tornando mais poderoso, porque dirigia os seus caminhos segundo a vontade do SENHOR, seu Deus” (v. 6).
Jotão foi um rei que a Bíblia não relata muita coisa a seu respeito. Tanto no relato de Crônicas, quanto no livro de I Reis, no capítulo quinze, poucos são os versos que contam a história de Jotão. Foram dezesseis anos de reinado resumidos em exatamente dezesseis versículos bíblicos. Podem ter a certeza de uma coisa, tudo o que precisávamos saber sobre Jotão Deus nos deixou escrito. E o versículo seis nos oferece um resumo da vida deste rei: um excelente motorista. Como é que é? Isso mesmo. Leia novamente o versículo seis e confira a minha afirmação.
Nas estradas da vida Jotão era plenamente habilitado para trafegar com segurança, porque o seu Condutor era o SENHOR. E esta sua escolha foi o que o tornou mais poderoso. Porém, uma coisa faltou a Jotão: conduzir o povo para esta mesma via segura. Pois “o povo continuava na prática do mal” (v. 2). Ele teve a chance, desperdiçada por seu pai, de reaproximar o povo de Deus. Mas a sua história se resumiu a “guerras e empreendimentos” (v. 7). Não temos como saber se ele realmente foi negligente ou não. Não temos como afirmar que ele foi omisso diante da idolatria de Judá, mas foi em seus dias que o SENHOR enviou contra Judá reis que lhe fizessem guerra (Vide II Reis 15:35, 37), com o fim de corrigi-lo, de reconduzi-lo ao caminho certo. Jotão não teve a ousadia de Josafá, no entanto, sua vida ilibada lhe rendeu uma biografia privilegiada em comparação com os tantos reis perversos de Israel e de Judá.
Nós estamos inseridos em um mundo mal. A prática do mal pode ser vista a todo instante, e, muitas vezes, até nos atinge sem que tenhamos feito nada para isso. Hoje eu soube de duas notícias tristes com dois irmãos em Cristo (Duas pessoas queridas, que desde já eu peço oração). E prosseguimos no “trânsito” deste mundo sem saber se seremos mais uma vítima de “motoristas” embriagados com o êxtase do pecado. Porém, uma coisa é certa, se escolhermos fazer como fez Jotão, a nossa jornada aqui pode até ser interrompida, mas descansaremos (v. 9) para sermos despertados para a jornada eterna (Vide I Tessalonicenses 4:13-18). Lembram? “Tomai posição” (II CRÔNICAS 20:17), com joelhos no chão e Jesus no coração. Então Ele cuidará de ser o nosso GPS conduzindo a nossa vida segundo a Sua vontade! Ore, persevere e sua biografia será eterna!
Bom dia, guiados por Deus!
*Leiam #2Crônicas27
Rosana Garcia Barros