Reavivados por Sua Palavra


NEEMIAS 4 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
31 de agosto de 2016, 0:30
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“Grande e extensa é a obra, e nós estamos no muro mui separados, longe uns dos outros” (v. 19).

A obra seguia o seu curso e avançava em seu objetivo. E isto causou indignação aos adversários de Judá. A reconstrução dos muros era uma tarefa demasiadamente difícil e desafiadora, e Sambalate e sua trupe aproveitaram-se destas dificuldades para desmotivar os que eles chamaram de “fracos judeus” (v. 2). As palavras adversárias realmente faziam sentido, haja vista a grandiosidade daquele projeto. Só que a obra que iniciou com oração, permanecia a utilizar esta fórmula produtora de ânimo. Pois “o povo tinha ânimo para trabalhar” (v. 6), avançando na edificação dos muros, apesar da perseguição sofrida.
Pergunto: a oração de Neemias os livrou dos inimigos? Ao contrário, eles se ajuntaram “para virem atacar Jerusalém e suscitar confusão ali” (v. 8 ). E agora? O que fazer? A Bíblia nos responde: “Porém, nós oramos ao nosso Deus” (v. 9). A oração não é garantia para uma vida sem problemas, mas ela nos fortalece frente às provações. E podem acreditar, por experiência própria posso afirmar: uma vida de oração nos prepara para enfrentar situações antes mesmo que elas aconteçam (v. 13). Enquanto os inimigos pensavam estar fazendo tudo às escuras, Deus já estava preparando o Seu povo para que pudesse se defender “por famílias” (v. 13). A liderança de Neemias teve um papel fundamental neste período. Ele conduziu o povo a ter uma vida de oração, a confiar em Deus, a trabalhar em família e pela família (v. 14) e a realizar a obra sem temer as represálias. “Cada um com uma das mãos fazia a obra e com a outra segurava a arma” (v. 17). Estavam todos distribuídos por toda a extensão dos muros, realizando a sua parte, mas também vigilantes. Apesar de separados, Neemias proveu um meio de vez por outra reunir todo o povo como um só homem para que pudessem orar juntos, e Deus pelejaria por eles (v. 20).

Meus irmãos, “Grande e extensa é a obra e nós estamos no muro mui separados, longe uns dos outros” (v. 19). O SENHOR nos chama para que sejamos reparadores de brechas (v. 7), POVO DE ORAÇÃO. A advertência dada por Cristo, “Vigiai e orai” (Mateus 26:41), a mais de dois mil anos, nunca fez tanto sentido como HOJE. Quando ouvia o som da trombeta, todo o povo acorria para o mesmo lugar (v. 20). “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mateus 25:13) em que soará a trombeta de Deus (Vide I Tessalonicenses 4:16) e Ele reunirá dos quatro cantos deste mundo os Seus eleitos (Vide Isaías 43:6).

Falta pouco, amados. Falta muito pouco para que ouçamos o som do último ajuntamento. A convocação tem sido feita, assim como um dia Deus convocou os judeus e os tornou novamente um só povo. Um remanescente ressurgirá de toda língua, tribo, povo e nação. Não haverá distinção entre eles, pois todos atenderão ao chamado de um mesmo SENHOR. As trevas darão lugar ao intenso brilho das tochas acesas pelo Espírito Santo e os lugares mais ermos e impossíveis de serem alcançados pelo homem natural, serão iluminados por elas. Não haverá mais desculpas para o comodismo e Deus não mais suportará a falta de zelo pela Sua causa e a falta de amor pelo próximo. Deus não mais suportará tamanho descaso daqueles que se chamam pelo Seu nome, pelos pequeninos que foram comprados a custo tão alto.

Chegou a hora de erguer o baluarte da verdade e balançar em todas as direções, buscando a reunião de todos os santos do Altíssimo (Vide Apocalipse 14:12). Jesus tem pressa! Ele tem saudades de nós! Como nos dias de Noé, o mundo jaz nas mais terríveis trevas e, quando Deus fechar a porta da graça a Terra gritará de dor, seus gemidos penetrarão os Céus e o próprio exército de anjos entenderá que chegou a hora de brilhar não apenas como uma estrela no firmamento, de erguer um cântico não apenas aos pastores no campo; mas chegada é a hora de toda a humanidade contemplar a Majestade dos Céus e a uma só voz exclamar: Só o SENHOR é Deus! E a glória do Unigênito do Pai refletirá na face de um só povo, assim como refletiu na face de Moisés (Vide Êxodo 34:29), pois ambos têm algo em comum nas mãos e no coração: a santa Lei de Deus. Portanto, OREMOS, amados, e empunhemos a única arma que nos levará para o grande ajuntamento do SENHOR: “A ESPADA DO ESPÍRITO, QUE É A PALAVRA DE DEUS” (Efésios 6:17).

Bom dia, obreiros de oração!

Desafio do dia: O povo trabalhava “por famílias” (v. 13). Separe um tempo especial hoje para orar junto com sua família e torne este momento um hábito diário. Não há maior sermão do que uma família nas mãos de Deus!

*Leiam #Neemias4

Rosana Garcia Barros
 


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