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“Filho do homem, profetiza e dize: Assim diz o Senhor: A espada, a espada está afiada e polida” (v.9).
Os juízos de Deus nunca são derramados sem que antes as Suas misericórdias tenham sido abundantes. De forma persistente e amorável, o Senhor clama ao coração do homem para que se converta de seus maus caminhos e se arrependa de seus pecados: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Não era diferente com o povo da promessa. Israel havia se rendido às transgressões das nações vizinhas e corrompido até mesmo o seu lugar de adoração. A rebelião era constante e a sensação de tranquilidade lhes promovia uma falsa paz que contrastava com a amargura de coração na vida do profeta (v.6).
As “novas” (v.7) que Ezequiel levou aos filhos de Israel foram recebidas com desprezo e com gracejo diante da letargia que os envolvia. E enquanto Ezequiel profetizava: “A espada está… afiada para matança”, Israel dizia: “Alegremo-nos!” (v.9 e 10). Em tempo de gritos e gemidos (v.12), o povo se alegrava e se banqueteava. Isto não nos lembra outro episódio? Como a voz de Deus, o som que vinha das madeiras aparelhadas ecoava no mundo antigo, bem como a voz do pregador que com vigor e alto clamor, apelava: “Arrependam-se todos, pois eis que Deus derramará o Seu juízo em forma de dilúvio sobre toda a terra!” Era, porém, a mensagem de juízo de Noé de um lado, e a zombaria do mundo antediluviano do outro.
E para aqueles que não dão crédito ao relato do dilúvio, esquecem que o próprio Jesus o confirmou e ainda o utilizou como um prenúncio do tempo do fim: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem”, e continuou dizendo: “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37-39).
Enquanto Israel se alegrava em seu estado espiritualmente falido, a espada do Senhor estava “afiada para matar” (v.15). Deus estava prestes a “realizar a Sua obra, a Sua obra estranha” (Is.28:21). Da mesma forma, amados, “haverá uma prova” (v.13), uma prova final que se aproxima e que revelará os verdadeiros adoradores que suspiram “de coração quebrantado e com amargura” (v.6) e que sentem que o “tempo do castigo final” (v.29) se apressa para o seu cumprimento. Tempo em que “será exaltado o humilde e abatido o soberbo” (v.26).
Não podemos ignorar os constantes apelos do Espírito Santo e o fato irrefutável de que é o Senhor que fala e não o homem (v.32). Amados, ninguém que faz parte deste projeto espiritual ganha algum benefício financeiro para que você receba estas mensagens. O Reavivados por Sua Palavra é um ministério voluntário e um ministério de amor. A nossa maior alegria é que vocês encontrem a verdadeira felicidade no estudo da Bíblia e na comunhão com Deus. E que, juntos, recebamos o preparo do Céu para o grande Dia do Senhor. Portanto, não ignoremos as advertências das Escrituras, pois elas são tão valiosas quanto as palavras de conforto, e possuem, em sua essência, a máxima do evangelho de que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Peça, agora, ao Senhor a humildade para reconhecer isso e persevere em estudar a Sua Palavra, pois é ela que prepara e santifica o povo do advento (Jo.17:17). Vigiemos e oremos!
Bom dia, santificados pela Palavra!
* Oremos uns pelos outros, suplicando a Deus que nos encha do Seu Espírito.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 21 – A misericórdia de Deus pela humanidade miserável foi a razão de Israel ter sido preservado, como se percebe no capítulo anterior. Entretanto, imoralidades, promiscuidades, perversidades e todo tipo de iniquidade não passam despercebidos ao Juiz do Universo. Neste capítulo, 16 vezes a espada é citada. Deus julga!
• Ezequiel geme como um homem sentindo uma tristeza imensurável e uma grande dor. Se alguém perguntasse sobre essa nova dramatização, deveria dizer que se referia à destruição total de Jerusalém – até então destruída parcialmente (vs. 1-7).
• Além de gritar e gemer numa nova encenação, agora Ezequiel deveria dar pancadas nas coxas e bater palmas. Assim chamaria a atenção para a real situação e previsões proféticas para o futuro em breve, em que Babilônia despedaçaria Judá e Deus bateria palmas quando o juízo sobre o pecado estivesse em andamento (vs. 8-17).
• Deus estava no controle dos judeus e dos babilônios – inclusive quando tudo parecia fora de controle, um pandemônio horrível. O pecado do povo havia provocado o caos político, econômico e social; contudo, Deus estava agindo para reverter o efeito do pecado. O rei Zedequias sofreria tudo o que arrogantemente plantara de errado (vs. 18-26).
• A solução para os judeus e o restante do mundo estava na vinda do Messias. Assim, diante das trevas morais, da necessidade de líderes piedosos, e fieis mergulhados num desespero sem igual, Deus ainda despertava a esperança no coração deles (v. 27).
• A imoralidade e corrupção não ficam sem punição em lugar algum. Deus não está apenas observando Seu povo, Ele percebe o pecado em todas as suas formas em todos os lugares. Os amonitas também colheriam os resultados de suas rebeldias como exemplo do que o restante do mundo enfrentará se não abrir mão do pecado (vs. 28-32).
Deus demorou para punir Israel devido à Sua misericórdia. Hoje também somos alvos dessa misericórdia.
• O que seria de nosso país se Deus agisse conosco como agiu com Israel no passado?
• O que diria Deus se Ele apresentasse o diagnóstico da igreja hoje?
• E se o diagnóstico fosse de nossa vida, como seria?
Jesus é a solução para nossa situação; Ele tem capacidade de salvar-nos de nossa condição pecaminosa. Mas, quem preferir ao pecado antes que a Cristo colherá as consequências de suas escolhas.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 20 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/20
Ezequiel 20 começa com a vinda dos anciãos de Judá a Ezequiel a fim de consultar a Deus. Em vez de responder a pergunta dos anciãos, Deus deixou-lhes uma tocante mensagem nos versos 5 a 44.
A primeira parte da resposta divina é uma revisão da história de Israel a partir do período egípcio até a sua estadia na Terra Prometida. A mensagem destaca os hábitos rebeldes de Israel e a fidelidade e a bondade de Deus para com a nação (vv. 5-31).
A segunda parte da mensagem fala da apostasia de Israel no tempo de Ezequiel, e inclui purificação e restauração (vv. 30-44). Após o período de castigo e purificação, Deus trará os israelitas de volta dos vários países para onde foram espalhados para uma terra restaurada, onde a verdadeira adoração será restabelecida e ídolos não serão mais adorados (vv. 40-44).
A longanimidade e a paciência de Deus para com os seres humanos é vista claramente em Seu trato com o rebelde povo de Israel. Ele não lida conosco como merecemos, pelo contrário, trata-nos com amor, porque esta é a Sua natureza.
Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer, Pune, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1068
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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2286 palavras
Este capítulo-chave (o ano é 590 a.C.) recorda a bondade e a fidelidade de Deus em meio à rebelião de Israel e estabelece a base para o juízo divino. A ênfase está na notória devoção do povo à idolatria, em vez da consagração ao Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.
A ênfase está nas tentativas de Deus de trazer a nação de volta para si e na misericórdia de Deus por seu povo constantemente rebelde e desobediente. Ezequiel transmite a mensagem de que as pessoas sozinhas são responsáveis pelos problemas e julgamentos que experimentaram. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Sétimo ano. Do cativeiro de Joaquim [aprox. quatro anos antes da queda de Jerusalém, ocorrida em 587/586 a.C.] (ver com. [CBASD] de Ez 1:2, isto é, 591/590 a.C. (ver p. [CBASD] 620). Esta nova data se aplica a Ezequiel 20:1 a 23:49) (ver Ez 24:1). A unidade da nova série de mensagens é mostrada pela tripla repetição da expressão “porventura tu os julgarias … ?” ou “porventura julgarás … ?”(cf. Ez 20:4; 22:2; 23:36). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 707.
Para consultar. A natureza da consulta não é revelada. Sem dúvida, eles desejavam
saber que mensagem o Senhor tinha para lhes dar na presente crise. CBASD, vol. 4, p. 707, 708.
3 Vós não Me consultareis. Deus nunca retém a luz do inquiridor honesto; mas, se este se recusa a andar na luz revelada, é presunção pedir mais luz. As pessoas frequentemente buscam mais luz na esperança de evitar algum dever desagradável que Deus manda que realizem (ver 2Ts 2:10, 11). CBASD, vol. 4, p. 708.
4 Faze-lhes saber. O profeta é orientado a contar novamente a história passada de Israel. Este capítulo se compara a Neemias 1, ao Salmo 78 e ao discurso de Estêvão, em Atos 7. CBASD, vol. 4, p. 708.
5 Assim diz o Senhor. Os v. 5 a 9 são uma discussão sobre o período egípcio da história de Israel. CBASD, vol. 4, p. 708.
8 Rebelaram-se contra Mim. A história não menciona diretamente essa revolta no Egito. Contudo, a propensão do povo para os costumes idólatras do Egito confirma isso (ver Js 24:14; cf. PP, 259). Quando chegou a oportunidade para sair do Egito, muitos relutaram em fazê-lo (PP, 260). CBASD, vol. 4, p. 708.
10 Para o deserto. Os v. 10 a 22 recapitulam o segundo período da história de Israel, isto é, a vida no deserto. CBASD, vol. 4, p. 708.
11 Viverá por eles. Cf. Gl 3:12. Não se deve concluir, a partir de Ezequiel 20:11, que tudo o que era requerido era uma observância externa, técnica e superficial de certos preceitos. Deus esperava que a obediência fosse motivada pelo amor e por uma apreciação inteligente do caráter divino. Contudo, devido à falta de discernimento espiritual, Israel não conseguiu, a princípio, entrar nesse relacionamento mais elevado. Porém, Deus planejava guiar o povo para essa experiência o mais cedo possível. CBASD, vol. 4, p. 708.
12 Também lhes dei os Meus sábados. Isto não significa que o sábado foi instituído no Sinai, pois existia desde a criação (Gn 2:1-3); mas foi ali ordenado novamente. A palavra “lembra-te”, no quarto mandamento, aponta para a existência anterior do sábado (ver Êx 16:22-28; PP, 258). … As pessoas podem arrazoar que os propósitos salutares do sábado poderiam ser alcançados em qualquer outro dia. Contudo, Deus especificou um dia determinado e ordenou que fosse santificado e conservado livre de empreendimentos mundanos e prazeres pessoais (Is 58:13). Ninguém pode se excluir impunemente dessa obrigação. CBASD, vol. 4, p. 708.
As profecias de Apocalipse 12 a 14 deixam claro que o sábado é o ponto especialmente controvertido no período que precede a segunda vinda de Cristo (ver GC, 605). O remanescente de Deus será distinguido pela observância dos mandamentos divinos (Ap 12:17; 14:12), incluindo o mandamento do sábado. Ao mesmo tempo, os podres religiosos apóstatas exaltarão um falso dia de repouso e exigirão sua observância. Os seres humanos serão chamados a decidir entre o dia de repouso do Senhor e o falso dia de repouso, o primeiro dia da semana.
Assim, a guarda do sábado se tornará novamente um teste distintivo e se constituirá num sinal (chamado selo, em Ap 7) dos verdadeiros adoradores (ver GC, 640). CBASD, vol. 4, p. 709.
14 Por amor do Meu nome. Por causa de Seu nome, Deus não destruiu completamente o povo, mas simplesmente excluiu aquela geração da posse de Canaã (Nm 14:29-33). O motivo foi a idolatria durante as vagueações no deserto (ver Am 5:2, 26; At 7:42, 43). CBASD, vol. 4, p. 709.
18 A seus filhos. Os v. 18 a 26 recapitulam a terceira parte da história de Israel: a geração que cresceu no deserto sob a influência da legislação e das instituições dadas no Sinai. O povo foi claramente advertido a evitar os pecados dos pais. Os discursos de Deuteronômio são dirigidos a essa geração. CBASD, vol. 4, p. 709.
20 Santificai os Meus sábados. Ver com. [CBASD] do v. 12. … O sábado, por ocorrer regularmente a cada sétimo dia, devia conservar Deus sempre na lembrança (ver PR, 182). Se o sábado tivesse sido guardado como Deus planejou, os pensamentos e as afeições do ser humano teriam sido levados ao Criador como objeto de reverência e adoração, e nunca teria havido um idólatra ou ateu (ver PP, 336; para mais exemplos da forma plural “sábados”, ver Êx 31:13; Lv 23:38). CBASD, vol. 4, p. 709.
21 Os filhos se rebelaram. Os filhos seguiram o exemplo de seus pais. Há evidências históricas disso (ver Nm 15-17). CBASD, vol. 4, p. 709.
23 Espalhá-los. Esta ameaça deve ser entendida à luz das advertências de Levítico 26:33; e Deuteronômio 4:27; e 28:64. O exílio predito não sobreveio àquela geração. Muitos séculos se passaram antes que a penalidade fosse infligida em sua totalidade. Na época da profecia de Ezequiel, ela já havia se cumprido em parte e estava para se cumprir completamente. CBASD, vol. 4, p. 709.
25 Estatutos que não eram bons. Estes não são os “estatutos … os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles”(v. 11). Não são parte da lei mosaica. Isto fica evidente pela referência, feita no v. 26, ao sacrifício dos filhos a Moloque. Os estatutos que o povo havia adotado, que não eram bons, vinham dos pagãos que os rodeavam. Mas, como pode ser dito que Deus deu esses estatutos a eles? No pensamento bíblico, alguns atos são atribuídos a Deus, não porque Ele de fato os realiza, mas porque, em Sua onipotência e onisciência, Ele não os impede. Uma compreensão deste princípio ajuda a explicar declarações aparentemente contraditórias, as quais parecem se opor ao ensino bíblico de que o caráter de Deus é puro e santo (ver Is 63:17; 2Ts 2:11, 12). CBASD, vol. 4, p. 709.
Por que Deus daria a eles leis que não eram boas? Isso não está falando sobre nenhum aspecto da Lei mosaica – Ezequiel reforça essa lei (20:11, 13, 21). Evidentemente, os judeus haviam adotado Êxodo 13:12 e 22:29, a dedicação dos animais primogênitos das crianças, como justificativa para o sacrifício de crianças ao deus cananeu Moloque. Deus os estava entregando a essa ilusão para fazê-los reconhecê-lo, abalar suas consciências e revitalizar sua fé (20:26). Life Application Study Bible Kingsway.
26 Permiti que eles se contaminassem. A frase deve ser entendida em harmonia com o v. 25. Deus, na verdade, não contaminou o povo; apenas permitiu que sofresse as consequências da própria conduta. CBASD, vol. 4, p. 710.
tudo o que abre a madre. Todos os primogênitos pertenciam ao Senhor, mas os filhos não deveriam ser sacrificados. Bíblia de Genebra.
27 Nisto me blasfemaram. Os v. 27 a 29 recapitulam o quarto período da história de Israel, o mais longo de todos, que começa com a entrada em Canaã e se estende até os dias do profeta. CBASD, vol. 4, p. 710.
32 Como as nações. Israel desejava ser “como as nações”ao redor (ver 1Sm 8:5, 20). O profeta desvenda as aspirações secretas dos que o consultam e diz categoricamente que suas ambições não serão alcançadas. É possível que enganassem a si mesmos com o pensamento de que se pudessem ser liberados da responsabilidade espiritual como povo escolhido de Yahweh, escapariam das severas punições que os profetas anunciavam. Talvez acreditassem que, se eles estivessem na mesma condição dos pagãos, tendo responsabilidade menores, Yahweh os deixaria em paz. … A resposta é que isso não aconteceria, pois Israel se encontrava numa relação bem diferente daquela dos pagãos. Deus lida com as pessoas segundo a luz e os privilégios que receberam. Ele não retira esses privilégios nem abandona facilmente aqueles para quem planejou um elevado destino. O que Ele planeja e executa é para o bem dos envolvidos, como eles próprios, por fim, vão admitir. CBASD, vol. 4, p. 710.
35 Deserto dos povos. É pouco provável que a referência seja a qualquer deserto literal, como o da Arábia ou Síria. A expressão “deserto dos povos”é vaga. … Historicamente o plano que Ezequiel menciona aqui nunca se cumpriu, pelo menos não em grau significativo. A regeneração espiritual que Deus estava buscando efetuar entre os cativos não se materializou. Se esses propósitos houvessem se concretizado, e se os exilados que retornaram sob o comando de Zorobabel tivessem sido pessoas espiritualmente reavivadas, a história subsequente de Israel teria sido bem diferente. CBASD, vol. 4, p. 711.
37 Passar debaixo do meu cajado. Uma figura que representa o pastor que conta e separa seu rebanho (Lv 27:32; Jr 33:13). Como em Mateus 25:33, o pastor separa as ovelhas dos bodes. A terra do Israel restaurado deverá ser uma terra de justiça, e os rebeldes não entrarão nela. CBASD, vol. 4, p. 711.
Esta frase alude à prática de contar os animais para efeito do pagamento de dízimos (Lv 27.32-33); ela sugere que uma décima parte seria deixada (cf. Is 6.13). Bíblia de Genebra.
39 Cada um sirva. Ver Js 24:15. Se, depois de advertidas, as pessoas ainda se recusam a obedecer, não há mais nada que Deus possa fazer. A coerção é contrária ao caráter divino. Portanto, Ele não as impede de servir aos ídolos. A linguagem é semelhante à de Apocalipse 22:11, que diz, literalmente: “Que o injusto ainda faça injustiça, e que a pessoa imunda continue a se contaminar.” CBASD, vol. 4, p. 711.
Os israelitas estavam adorando ídolos e dando presentes do Deus ao mesmo tempo! Eles não acreditavam em seu Deus como o único Deus verdadeiro; em vez disso, eles o adoraram junto com os outros deuses da terra. Talvez eles gostassem dos prazeres imorais da adoração de ídolos; ou talvez não quisessem perder os benefícios que os ídolos poderiam lhes dar. Frequentemente, as pessoas acreditam em Deus e lhe dão presentes de frequentar a igreja ou serviço, enquanto ainda se apegam a seus ídolos ou dinheiro, poder ou prazer. Eles não querem perder nenhum dos benefícios possíveis. Mas Deus quer todas as nossas vidas e toda a nossa devoção; ele não as irá compartilhar porque devoção a qualquer outra coisa é idolatria. Life Application Study Bible Kingsway.
40 No Meu santo monte. Isto é, o monte Sião [monte do templo, em Jerusalém], também chamado o “monte alto de Israel”(ver Ez 17:13′; Sl 2:6; Is 2:2-4; Mq 4:1-3). CBASD, vol. 4, p. 711.
Requererei as vossas ofertas. A lei ritual ainda estaria em vigor após a restauração, e, portanto, a referência não é primariamente à era cristã. É uma das promessas condicionais de glória futura que nunca se cumpriu porque Israel não abandonou seus pecados. Se as condições tivessem sido satisfeitas, o mundo inteiro poderia ter sido preparado para a vinda do Messias, e nem diferente teria sido o desfecho da história … ! [ver vol. 4, p. 15-17]. CBASD, vol. 4, p. 711.
43 Tereis nojo de vós mesmos. Este é o sinal de que a pessoa está verdadeiramente arrependida. Os que procuram desculpar os próprios pecados ainda não deram o primeiro passo em direção ao verdadeiro arrependimento. … A aversão pelos próprios pecados é um dos antídotos mais eficientes contra uma posterior repetição deles. A razão pela qual se recorre tão repetidamente aos mesmos erros é que não se tem tristeza pelos pecados. CBASD, vol. 4, p. 711.
44 Não segundo. A salvação é e sempre será uma dádiva imerecida. A conduta ímpia só merece a morte. Não há nenhuma quantidade de “obras”que o pecador possa acumular para, no fim, torná-lo digno do Céu. CBASD, vol. 4, p. 712.
45 Veio a mim. Na Bíblia hebraica, os v. 45 a 49 formam a abertura do cap. 21. … As palavras “volve o rosto”(v. 46) parecem ligar esta seção ao cap. 21, pois a mesma frase ocorre em 21:2. CBASD, vol. 4, p. 712.
46 Para o Sul. A expressão designa a terra de Judá, que, embora estivesse quase a oeste da Babilônia, só poderia ser alcançada se os babilônios chegassem pelo norte (ver com. de Jr 1:13). CBASD, vol. 4, p. 712.
47 Toda árvore verde. Isto é, pessoas de todas as classes, toda a população. Se a distinção está baseada na moralidade (ver Ez 21:4), deve-se lembrar que numa catástrofe nacional sofrem todos os que fazem parte da nação, bons ou maus. A calamidade não representa necessariamente a perdição eterna do indivíduo. As pessoas têm o privilégio da salvação individual. CBASD, vol. 4, p. 712.
48 Não se apagará. O fogo seria tão feroz que ninguém poderia extingui-lo. Portanto, arderia até completar sua obra de destruição. então se apagaria espontaneamente. Esta mesma expressão, aplicada aos fogos do inferno (Mc 9:43, 45), é considerada por alguns como se o fogo do inferno continuasse por toda a eternidade. Outro texto mostra que tal interpretação é errônea, pois o fogo em Jerusalém que foi aceso pelos caldeus seria inextinguível (Jr 17:27), embora tenha se apagado logo que a obra de devastação foi realizada. CBASD, vol. 4, p. 712.
49 Não é ele proferidor de parábolas? O povo desejava evitar a aplicação da profecia a si mesmo, rotulando-a como obscura. Fingiam não compreendê-la. CBASD, vol. 4, p. 712.
O ridículo e a zombaria eram, com frequência, dirigidos contra os profetas (2Cr 36.16; Mt 20.19; 27.29). Bíblia de Genebra.
Ezequiel estava exasperado e desanimado. Muitos israelitas reclamaram que ele falava apenas em enigmas (“parábolas”), então eles se recusaram a ouvir. Não importa quão importante seja nosso trabalho ou quão significativo seja nosso ministério, teremos momentos de desencorajamento. Aparentemente, Deus não respondeu ao apelo de Ezequiel; em vez disso, ele deu outra mensagem para proclamar. O que tem te desanimado? Você já sentiu vontade de desistir? Em vez disso, continue fazendo o que Deus lhe disse para fazer. Ele promete recompensar os fiéis (Marcos 13:13). A cura de Deus para o desânimo pode ser outra tarefa. Ao servir aos outros, podemos encontrar a renovação de que precisamos. Life Application Study Bible Kingsway.
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“Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica” (v.12).
O maior Salmo e também o maior capítulo das Escrituras é dedicado a detalhar a expressão do caráter de Deus. Ali, encontramos, dentre outros termos, que os mandamentos do Senhor são bons (Sl.119:39), verdadeiros (Idem, v.86), ilimitados (Idem, v. 96), “a própria verdade” (Idem, v.142) e eternos (Idem, v.160). Mediante tamanho conhecimento, entendemos porque Jesus foi o cumprimento exato e perfeito da lei que Ele mesmo sancionou com tinta que não se apaga (Fp.2:8).
Mas quando vamos ao texto de Êxodo 20, percebemos que há um mandamento específico sobre o qual Deus Se revela de um modo muito especial. De todos os mandamentos, o único que aparece no relato da criação, antes do pecado, é o quarto mandamento do Decálogo: “E abençoou Deus o sétimo dia e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gn.2:3). O descanso sabático foi criado para o benefício do ser humano e difere dos sábados cerimoniais que tinham uma finalidade de apontar para o plano da redenção. Mas o sábado do sétimo dia “é o sábado do Senhor” (Êx.20:10).
Ao contrário do que se pensa, o quarto mandamento não se trata de uma desculpa para o ócio, mas de um incentivo ao labor: “seis dias trabalharás” (Êx.20:9). O sábado é, portanto, um “carregador de baterias” e refrigério sagrado, onde Deus deseja ter um encontro especial com Seus filhos. Em um mundo secularizado e domesticado pelo sistema capitalista, parar enquanto todos correm requer fé e amor. Israel havia perdido esta relação íntima com o Criador ao andar “após os seus ídolos” (v.16). Isto não nos deixa bem claro que o afastamento dos mandamentos do Senhor tem tudo a ver com a diversidade dos “ídolos” modernos que o homem tem erguido no coração?
A primeira mensagem angélica possui três características que devem ser seriamente consideradas: é “um evangelho ETERNO”, mundial e que deve ser pregado “em grande voz”. Agora perceba a segunda parte da mensagem: “adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:6-7). É um chamado à adoração ao Criador. E qual é o único mandamento que aponta o Senhor como o Criador? “Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou” (Êx.20:11). A profanação do sábado não é apenas uma quebra de mandamento, mas é a criatura declarando que não precisa do Criador. É o barro dando as costas ao Oleiro. O filho ignorando o Pai.
Israel havia quebrado a aliança do Senhor, mas Ele não permitiria que o Seu nome fosse “profanado diante das nações” (v.22). O sábado, além de um sinal de identificação, é uma revelação do Deus EU SOU (v.20). Perante as demais nações, as bênçãos sabáticas deveriam ser uma evidência inquestionável de que Israel era governada pelo cetro do Eterno. No entanto, o povo que foi chamado para ser luz, dizia em seu coração: “Seremos como as nações, como as outras gerações da terra” (v.32).
Biblicamente, podemos afirmar que o Senhor não está com a maioria, mas com aqueles que O amam como Ele deseja ser amado. Foi por isso que Ele salvou Noé e sua casa, porque “Noé andava com Deus” (Gn.6:9). E este andar o levou a fazer “consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” (Gn.7:22). Certa vez, ouvi uma frase que me marcou e que revela uma grande verdade a respeito da observância dos dez mandamentos: “Se fossem dez sugestões, poderíamos nos sentir livres para honrar a Deus quando quiséssemos” (Filme “Como tudo começou“). Mas Ele mesmo escolheu este dia santo como um presente à humanidade. Dia este que foi cumprido por Jesus na vida, quando, no sábado, congregava nas sinagogas e fazia o bem (Lc.4:16; Mt.12:12), e na morte, quando repousou no sábado fazendo do memorial da criação também o memorial da redenção.
A guarda do sábado, bem como a observância dos mandamentos de Deus, nunca foi e nunca será a causa de nossa salvação, mas a consequência dela. O maior dos mandamentos está revelado na primeira tábua da lei divina “e o segundo, semelhante a este” (Mt.22:39), na segunda tábua. Você, de fato, ama a Deus? Então, saiba que “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Não permita que o seu coração seja envolvido pelo grande mal das multidões dos últimos dias, em que “o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12), mas comungue da “perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Pois aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Eis o sinal de Deus sobre o Seu remanescente. Vigiemos e oremos!
Bom dia, santos perseverantes!
Rosana Garcia Barros
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A mensagem de Ezequiel 20:
1. Uma análise nas motivações de Deus diante dos execráveis erros de Israel revela Seu interesse em salvar o mundo.
2. Uma observação na recapitulação histórica desde a saída de Israel do Egito até o cativeiro em Babilônia irá nos mostrar o agir missionário de Deus.
3. Uma análise à teologia da história evidencia o interesse missionário de Deus.
I. DEUS RESGATA IDÓLATRAS DA ESCRAVIDÃO POR AMOR AO MUNDO – EZEQUIEL 20:1-9
Líderes de Israel em cativeiro procuraram ao profeta Ezequiel no ano 591 a.C. com objetivos errados. Deus só cumpriu o juramento que fizera de tirar o povo de Israel do Egito para que Seu nome não fosse profanado aos olhos das nações que sabiam de Sua promessa de libertação aos israelitas.
Deus retém Sua ira com Seu amor.
II. DEUS PRESERVA A VIDA DE SEU POVO REBELDE POR AMOR AO MUNDO – EZEQUIEL 20:10-17
Mesmo não merecendo Deus tirou Israel da escravidão egípcia e o levou para instruir no deserto. No Monte Sinal fez compromisso com os israelitas e deu condições para viverem; mas eles reagiram negativamente, rejeitaram a lei de Deus, profanando especialmente o sábado, sinal externo da aliança espiritual.
Deus só não destruiu Seus filhos insurgentes e desprezíveis no Sinai por amor de Seu nome, evitando que Seu nome fosse profanado aos olhos das nações.
A ira de Deus tem mais limites que Sua compaixão!
III. DEUS SE COMPADECE DE SEUS FILHOS PERVERSOS POR AMOR AO MUNDO – Ezequiel 20:18-26
Devido à teimosia, dureza de coração e rebeldia do povo que recebia total atenção do Céu, Deus o levou a peregrinar no deserto como amorosa disciplina corretiva, mas, a segunda geração, os filhos dos rebeldes, respondeu se rebelando contra Deus descuidando das Leis de Deus, desobedecendo-a, voltando-se aos ídolos dos pais.
Deus só não acabou com a nação de Israel no deserto por amor de Seu nome, evitando que Seu nome fosse profanado aos olhos das nações.
A ira de Deus cede à Sua bondade!
IV. DEUS SÓ NÃO TOMA DE VOLTA O PRESENTE DADO A ISRAEL PORQUE ELE AMA AO MUNDO – Ezequiel 20:27-29
A Terra Prometida era a melhor e mais linda de todas da região, Deus a deu a Israel; porém eles não só deram as costas a Ele, mas provocaram Sua ira adorando os ídolos da terra, chegando a fazer sacrifícios humanos.
Deus não expulsou fatalmente a Israel da Terra Prometida só porque desejava que as nações soubessem que Ele é o Senhor.
O amor de Deus suplanta Sua ira!
V. DEUS AGIRÁ PARA QUE TODOS SAIBAM QUEM ELE É – Ezequiel 20:30-44
Deus tinha motivos de sobra para destruir Israel, mas em vez disso, apenas permitiu seu cativeiro nas terras estrangeiras. Dus mostrou aos anciãos que foram a Ezequiel questionar a Deus pelas condições humilhantes em que viviam, que o tratamento que recebiam era consequência das suas escolhas e seus atos.
Após castigo e disciplina, Deus resgataria Israel do cativeiro babilônico com mão poderosa e braço forte objetivando revelar Seu poder e santidade a Israel e ao mundo.
O amor de Deus é incrível, imensurável e sublime!
CONCLUSÃO:
1. Deus quer impactar o mundo, não com Sua ira, mas com Seu amor, fidelidade e compaixão.
2. Deus quer tornar-Se conhecido por Suas qualidades exclusivas, incomparáveis e sublimes: Fidelidade, misericórdia, graça e bondade.
3. Deus quer alcançar toda nação com Seus estratégicos atos missionários, a despeito dos erros e defeitos de Seu povo.
APELO:
1. Deixe Deus te alcançar com Seu amor e graça.
2. Deixe Deus te impactar com Sua fidelidade e misericórdia.
3. Deixe Deus te transformar e te salvar.
Pr. Heber Toth Armí
Veja texto completo em:
http://portal-biblico.blogspot.com.br/2016/05/acao-missionaria-de-deus-na-historia-e.html
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 19 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/19
Ezequiel 19 é um lamento sobre a queda dos monarcas de Judá e a desolação e cativeiro de Judá. É escrito em forma poética e apresentado em duas partes.
A primeira parte (vv. 1-9) fala do fim trágico de dois dos últimos reis de Judá. Judá é retratado como uma leoa criando seus filhotes (v. 2). O primeiro filhote – Jeoacaz assumiu o trono após a morte de seu pai, Josias. O segundo filhote foi ou Joaquim, que após um breve reinado de três meses, foi levado para a Babilônia em 597 (2 Reis 24: 8-15), ou Zedequias, que teve seus olhos removidos e foi levado para a Babilônia amarrado com algemas de bronze em 586 aC ( 2 Reis 24: 18-25: 7). A segunda parte deste capítulo (vv. 10-14) lamenta o destino de Judá como nação.
Se Zedequias tivesse aprendido com os erros de seus predecessores e dado ouvidos à palavra de Deus, a cidade de Jerusalém e o Templo não teriam sido destruídos (Jeremias 38:17). Mas sua resistência obstinada resultou na queda de Judá e no fim da monarquia. Nunca vale a pena persistir no pecado porque o fim é sempre a destruição.
Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer, Pune, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1067
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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423 palavras
2 Tua mãe. A mãe representa Jerusalém [A Bíblia de estudo Andrews a interpreta como sendo a rainha-mãe Hamutai] (ver Gl 4:26) ou talvez, toda a comunidade nacional (sobre a figura do leão, ver Gn 49:9; Nm 23:24; 24:9). Israel, personificado como uma leoa, se deitou entre os leõezinhos, isto é, os outros reinos do mundo, as nações gentias; assumiu seu lugar na família das nações. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 704.
3 Um dos seus filhotinhos. Jeoacaz, o filho [um dos] de Josias, também conhecido como Salum (1Cr 3:15; Jr 22:11; ver com. [CBASD] de 2Rs 23:30, 32), que foi levado cativo para o Egito (ver v. 4). CBASD, vol. 4, p. 704.
Devorou homens. Jeoacaz voltou as costas às reformas de seu pai Josias (2Rs 23:1-5), e fez o que era mau perante o Senhor (2Rs 23:32; sobre a figura de “devorar homens”, ver Ez 22:25, 27). CBASD, vol. 4, p. 704.
4 Ganchos. Do heb. chachim, “espinhos”ou “ganchos”, como os que eram colocados no nariz dos cativos ou dos animais. A estes eram presas cordas com o propósito de guiar as vítimas (ver 2Rs 19:28; Is 37:29; Ez 38:4). CBASD, vol. 4, p. 704.
5 Outro dos seus filhotes. Identificado pelos detalhes do v. 9 como Joaquim. O reinado intermediário de Jeoaquim (2Rs 23:34 a 24:6) é passado por alto. CBASD, vol. 4, p. 704.
9 Ao rei da Babilônia. Joaquim havia reinado cerca de três meses quando Jerusalém foi conquistada por Nabucodonosor, que o levou cativo para Babilônia e o colocou na prisão (2Rs 24:8-17). Ele estava lá no tempo em que foi dada esta profecia. Anos mais tarde, foi libertado (2Rs 25:27-30). CBASD, vol. 4, p. 704, 705.
10 Videira. É introduzida uma nova alegoria, na qual Israel é comparado a uma florescente videira. CBASD, vol. 4, p. 705.
11, 12 Nem mesmo o poder político e militar dos reis de Judá poderia salvar a nação. Como ramos de um vinho, eles seriam cortados e arrancados pelo “vento leste” – o poderoso exército babilônico. Life Application Study Bible Kingsway.
12 Arrancada. Isto se refere ao cativeiro e à deportação de Joaquim e de parte do povo (2Rs 24:10-16). CBASD, vol. 4, p. 705.
13 Terra seca e ardente. Isto é, Babilônia. A figura é de uma videira removida de solo rico e transplantada para solo seco e estéril. CBASD, vol. 4, p. 705.
14 Saiu fogo. O ato de Zedequias se revoltar contra Nabucodonosor fez com que aquele monarca entrasse com seu exército na Judeia, tomasse Jerusalém e levasse os judeus cativos para Babilônia (2Rs 25:1-17; ver com. [CBASD] de Ez 17:11-21). Desta forma foi posto um fim à videira e a seus ramos. CBASD, vol. 4, p. 705.
Esta é uma lamentação. A assolação era somente parcial. A destruição completa seria motivo para mais lamento. CBASD, vol. 4, p. 705.