Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 9 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



EZEQUIEL 9 by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/9

A imagem aqui apresentada é repetida em Apocalipse 9:4, onde Deus instrui os gafanhotos a não ferirem aqueles que receberam o selo em suas testas. Assim como no livro de Ezequiel, este selamento ou marcação do povo de Deus indica a proteção especial de Deus sobre os justos enquanto eles sobrevivem aos tempos difíceis antes da vinda de Cristo.

Estamos verdadeiramente vivendo nos últimos dias antes da volta de Cristo. Esse dia será um dia terrível para aqueles que rejeitaram o Salvador e receberam a marca da besta. A pergunta de Ezequiel sobre se um remanescente sobreviverá ou não ao julgamento de Deus é séria. Alguém conseguirá sobreviver? A resposta é um sim retumbante! Deus tem um remanescente. Os justos terão em suas testas a marca do próprio Deus, que é um selo de Sua propriedade. Essa marca garante a fidelidade a Deus por parte dos selados e a manifestação do caráter de Cristo neles, algo operado pelo Espírito Santo de Deus em seus corações.

Eric Bates
Diretor do Ministério da Família
Associação da Carolina, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1057
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2020, 0:50
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1144 palavras

1-10 A fase investigativa (inquérito) do juízo terminou. O professo povo de Deus é separado em dois grupos: o remanescente fiel, que recebe uma marca na testa, e aqueles que aderiram à falsa adoração. Deus deixa o lugar santíssimo e anuncia a fase investigativa do juízo. O cumprimento histórico desta passagem nos dias de Ezequiel representa tipologicamente o cumprimento final do livro de Apocalipse, que retrata o juízo investigativo (inquérito) antes da segunda vinda (Ap 14:7), o selamento do povo fiel a Deus antes do fechamento da porta da graça para o mundo (Ap 7:2, 3; 14:1) e o juízo executivo sobre os ímpios (Ap 14:17-20). Bíblia de Estudo Andrews.

1 Que gritava. A pessoa que fala é a mesma que falou durante todo o cap. 8. Sua identidade é mostrada pela maneira como o profeta se dirige a Ele, no v. 8: “Ah! SENHOR Deus!”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 662.

2 Seis homens. Estes executores da vingança são retratados em forma humana. Numa aplicação primária representam os babilônios, que deviam executar a sentença divina sobre a cidade. Numa aplicação secundária, indicam os agentes de juízo que, no final dos tempos, executarão a sentença; primeiro sobre os que professavam ser guardiões espirituais do povo e, depois, sobre os ímpios. CBASD, vol. 4, p. 662.

Entre eles, certo homem. Este era um dos seis que tinham as armas destruidoras, e não um sétimo, como alguns intérpretes afirmam (ver T3, 266, 267). CBASD, vol. 4, p. 662.

3 A glória. Isto é, a glória descrita em Ezequiel 8:4, que foi uma reaparição da glória descrita no cap. 1. CBASD, vol. 4, p. 663.

Até a entrada. O deslocamento da glória provavelmente pretendia indicar que a ordem para a execução do juízo procederia do próprio templo que os judeus consideravam como a garantia de sua segurança. CBASD, vol. 4, p. 663.

Sinal. Em hebraico, a palavra tav, última letra do alfabeto hebraico; nos dias de Ezequiel, tinha o formato de uma cruz [ou X]. Era um símbolo dos últimos ou restantes, o remanescente fiel a Deus que iria suspirar e gemer pelas abominações realizadas em Jerusalém. É paralelo ao “selo de Deus”, marcado na testa (mente ou caráter) de seu remanescente do tempo do fim (Ap 7:14). Bíblia de Estudo Andrews.

Na visão, a marca era literal, mas o significado tinha que ver com o caráter. … A referência primária da visão era à destruição de Jerusalém por Nabucodonosor, mas ela terá outro cumprimento durante as cenas finais da história. ela apresenta um estreito paralelo com as visões de Apocalipse 7, 15 e 16. No Apocalipse, o sinal distintivo é : o selo de Deus”e, como o sinal de Ezequiel, está baseado nas qualificações de caráter. Deus coloca Sua marca de aprovação sobre os que, pelo poder do Espírito Santo, refletem a imagem de Cristo (ver PJ, 67). A estampa de aprovação se assemelha à marca de propriedade de Deus, como se Deus inscrevesse Seu nome e endereço sobre os que estão qualificados para cidadãos de Seu reino: “Deus, Nova Jerusalém”.

O sinal exterior e visível da conclusão da obra da graça na vida de uma pessoa será a observância do verdadeiro sábado bíblico (ver T8, 117). Isso será efetuado da seguinte forma: o sábado sempre foi o dia de descanso designado por Deus. Estabelecido na criação (Gn 2:1-3), devia ser uma obrigação perpétua. A ordem para observá-lo foi incorporada como parte da lei moral (Êx 20:8-11). Nem Cristo nem os apóstolos aboliram o sábado. A grande apostasia que surgiu após a morte dos apóstolos pretendeu substituí-lo por outro dia de repouso, o primeiro dia da semana. No entanto, a Palavra de Deus prediz uma grande obra de reforma que precederia a segunda vinda de Cristo e diria respeito ao dia de descanso (Is 56:1, 2, 6-8; 58:12, 13; Ap 14:6-12; ver GC, 451-460). Prediz também que, simultaneamente, Satanás, o líder apóstata, exaltará seu próprio sistema falsificado de religião, apresentando, como dia de adoração, um falso dia de descanso, o domingo (Ap 13; 14:9-12; cf. Dn 7:25). Ele terá êxito a ponto de conseguir unir o mundo todo num grande movimento de reforma religiosa, do qual uma das principais características será a exaltação do domingo (Ap 13:8; 14:8; 16:14; 18:3; ver GC, cap. 35-40). Como resultados dos esforços para esse propósito, o mundo todo estará dividido em dois grupos: os que serão fiéias a Deus e guardarão Seu dia de repouso e os que se unirão ao movimento universal de contrafação religiosa para honrar o falso dia de repouso. Assim, a observância do sábado se tornará a marca distintiva do verdadeiro adorador de Deus.

Contudo, não é a observância exterior do sábado que constitui a marca. O selo representa a qualificação de caráter necessária aos que forem considerados dignos de serem cidadãos do reino da glória que em breve há de ser estabelecido. Somente os que se purificaram continuarão guardando o sábado naquele terrível tempo de angústia que precede a volta de Jesus. Os observadores do sábado que não forem sinceros abandonarão as fileiras do povo de Deus e se unirão a Satanás contra o Céu, participando da batalha contra o governo do universo (TM, 465). Assim, apenas os que forem genuínos e verdadeiros permanecerão como os únicos defensores do santo sábado de Deus. A eles se unirão outros verdadeiros filhos de Deus que, até então, estiveram espalhados nas diversas denominações cristãs, mas que, sob a luz crescente do alto clamor, abraçarão o sábado e se unirão ao povo remanescente de Deus (ver GC, 611, 612).

A marca é colocada sobre aqueles “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem”. … Os que estão na outra classe procuram encobrir os males existentes e desculpar a grande iniquidade que prevalece por toda parte. CBASD, vol. 4, p. 663, 664.

6 Começai pelo Meu santuário.Onde os pecados se concentraram, entre os anciãos de Judá (cap. 8). Comparar com o eco em 1Pe 4:17: o Senhor começará o juízo do tempo do fim “pela casa de Deus” Bíblia de Estudo Andrews.

Deus havia esgotado os recursos de que dispunha para apelar ao rebelde Israel. Seu poder repressor seria removido dos invasores caldeus. Sem misericórdia, os exércitos deles executariam a sentença: “Matai a velhos, a moços.” Começariam pelo santuário, onde se haviam concentrado os ofensivos pecados do povo.

Essas cenas se repetirão nos últimos dias. naquele tempo, também o juízo começa “pela casa de Deus” (1Pe 4:17), por aqueles a quem Deus deu grande luz e que estavam como guardiões dos interesses espirituais do povo, mas que traíram a confiança deste (ver T5, 211). Esses pastores infiéis recebem primeiro o insulto que será acumulado sobre eles por parte dos que foram enganados por suas mentiras (PE, 282). Posteriormente, perecerão na destruição geral que precede e acompanha a segunda vinda de Cristo (ver Ap 15-19). CBASD, vol. 4, p. 664.

7 Contaminai a casa. Os judeus esperavam que Deus poupasse Sua casa da contaminação. Nisto foram desapontados. Em parte, a contaminação foi efetuada pelos corpos ensanguentados dos adoradores idólatras. CBASD, vol. 4, p. 664.

8 O restante de Israel. Ezequiel suplica pelos remanescentes que ficaram, mas a natureza e a magnitude do pecado justificavam o juízo. CBASD, vol. 4, p. 664.

 

Texto completo do comentário de hoje:

Depois da visão de Ezequiel das crescentes cenas de abominação no capítulo anterior, seis anjos foram encarregados de executar o julgamento de Deus. Um deles, que estava vestido com a roupa sacerdotal comum, foi instruído a colocar uma marca na testa daqueles que se afligem por causa das abominações que estavam sendo cometidas em Judá. Todos aqueles que não tivessem a marca, a começar pelas autoridades do templo deveriam ser destruídos. Os que tivessem a marca, porém, deveriam ser poupados. Este julgamento teria efeitos tão amplos que Ezequiel temeu que nem mesmo um remanescente fosse poupado da destruição (v. 8).

Esta cena se repete em Apocalipse 9:4, onde Deus, ao descrever as pragas, instrui os gafanhotos a não prejudicarem aqueles que receberam o selo em suas testas. Tanto no livro de Ezequiel quanto no Apocalipse, este selamento ou marcação do povo de Deus indica a proteção especial de Deus sobre os justos nos tempos de angústia pouco antes do retorno de Jesus.

Estamos verdadeiramente vivendo nos últimos dias antes da volta de Cristo. Esse dia será um dia terrível para aqueles que rejeitaram seu Salvador e receberam a marca da besta.

A pergunta de Ezequiel sobre se um remanescente sobreviverá ao julgamento de Deus é muito séria. Será que alguém será capaz de sobreviver?

A resposta é um sonoro “Sim!” Deus tem um remanescente! Os justos terão em suas testas a própria marca de Deus, que é um selo de Sua propriedade. O próprio selo de aprovação de Deus estará em suas testas. Esta marca garante a fidelidade do usuário a Deus e a manifestação do caráter de Cristo neles, não por causa de qualquer coisa que eles tenham feito, mas por causa do gracioso trabalho de Deus através de Seu Espírito Santo em seus corações.

Muitos adventistas interpretam o selo como a observância do sábado, que é uma indicação externa de amor e submissão a Cristo. No entanto, a guarda do sábado é simplesmente uma demonstração externa do trabalho de selagem do Espírito Santo no coração. A marca não é a guarda do sábado, mas ela representa o desenvolvimento do caráter dos corações dos justos.

Na visão, Ezequiel viu uma nação de pessoas que presume que Deus é misericordioso demais para trazer julgamento e acham que suas ações não são vistas por Deus ou apresentam desculpas para o seu pecado. Eles são orgulhosos e egoístas.

Por outro lado, Deus preservou um remanescente que é diferente da maioria. Quando Deus descreve aqueles que são selados, a principal característica que identifica o remanescente é o seu profundo pesar sobre as abominações que ocorrem em sua própria terra e entre seu próprio povo.

O remanescente é um povo que reconhece sua necessidade. Eles são um povo submisso que busca o Senhor com todo o coração. Ao se renderem e se humilharem perante o Senhor, Ele lhes provê a graça para que seu caráter reflita o Seu. O Senhor é Quem graciosamente muda o nosso caráter e nos torna semelhantes a Ele. Essa é uma notícia maravilhosa! Amém.

Pr. Eric Bates, EUA, publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/06/



EZEQUIEL 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
31 de dezembro de 2020, 0:45
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“[E] lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (v.4).

Assim foi apresentado a Ezequiel o juízo divino. Seres celestiais, agentes do juízo, tomaram posição no cumprimento de seu dever. Detentores das armas da justiça de Deus, e acompanhados de um escrivão com a ordem de selar “a testa dos homens” (v.4) que se entristeciam por todas as abominações cometidas no meio de seu povo, um cenário foi apresentado não somente para aquele tempo, mas como uma prefiguração do juízo final. O sinal na testa representa uma escolha consciente de temer a Deus e de se desviar do mal. Contudo, aos demais que haviam se corrompido e se recusado a dar ouvidos ao Senhor, seu destino foi a morte, a começar pelo santuário, ou seja, pelos líderes espirituais da nação (v.6).

Quão terrível foi o sentimento experimentado pelo profeta ao perceber que só havia ficado ele “de resto” (v.8)! Um sinal também foi exigido dos filhos de Israel quando do derramamento da última praga no Egito. O sangue de um cordeiro nos umbrais da porta era uma marca demasiado significativa, um sinal da aliança de cada família com “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29). Uma grande tensão tomou conta de cada casa, mas tão logo o anjo destruidor passava sem molestar os que obedeceram às ordens de Deus, seus corações eram tomados de profunda gratidão. O sangue de Cristo, este símbolo sagrado de nossa preciosa redenção, continua sendo um símbolo de purificação na vida de quem escolhe não se contaminar com as finas iguarias do príncipe deste século (Dn.1:8).

Está escrito sobre os salvos: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Havemos de passar por um selamento definitivo e um tempo de grande angústia. Ouso afirmar que já começamos a experimentar o princípio deste tempo. E muitos têm sido guardados pelo Senhor no descanso da morte. Mas um derradeiro grupo, os que ficarem “de resto”, terão de passar pelo tempo sombrio. Nossa mente, porém, não deve estar concentrada no futuro desafiador, mas nas presentes oportunidades que temos de estar preparados e preparando outros para o glorioso retorno do nosso Redentor.

Embora a nossa luta seja grande e constante mediante um inimigo derrotado que tenta nos roubar a paz, que a bendita esperança que encheu o meu coração de fé através das palavras a seguir, também preencha o seu coração na certeza de que o Senhor já nos garantiu a vitória:

Não fiqueis desalentados”, diz a irmã White, “não desfaleçais. Embora tenhais tentações; embora sejais assediados pelo astuto inimigo, se o temor de Deus estiver diante de vós, anjos valorosos em poder serão enviados em vosso auxílio e podereis estar à altura de enfrentar os poderes das trevas. Jesus vive. Ele morreu para prover um meio de escape à raça caída; e vive hoje para fazer intercessão por nós, a fim de que sejamos exaltados à Sua destra. Tende confiança em Deus. O mundo anda no caminho largo; e ao andar no caminho estreito e ter de lutar com principados e potestades, e enfrentar a oposição de inimigos, lembrai-vos de que foram tomadas providências a vosso favor. A ajuda está a cargo de Alguém que é poderoso; e, por meio dEle, podeis vencer” (E Recebereis Poder, p.373).

Como Lutero e os demais reformadores tiveram de enfrentar a rejeição e perseguição daqueles que se diziam representantes de Deus, o remanescente fiel enfrentará a dura perseguição daqueles que antes erguiam o mesmo estandarte. Maior aflição, porém, advém de um coração que clama qual Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da Tua presença, nem me retires o Teu Santo Espírito” (Sl.51:10-11). Consciente de seus pecados, Davi clamou pelo perdão e pela misericórdia divina. “De igual modo, todos quantos desejem seja seu nome conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel” (EGW, O Grande Conflito, p.493).

Examinemos o nosso coração e o preparemos para o selamento final dos santos (Ap.7:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 9 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de dezembro de 2020, 0:40
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EZEQUIEL 9 – Proteção e segurança real frente às ameaças naturais ou bélicas só existem sob os cuidados do Deus verdadeiro. Ele não perderá nenhum dos que Lhe pertencem.

Abra tua Bíblia no capítulo em pauta, e acompanhe estes pontos com oração:
• Deus ordena que se coloque uma marca na testa de todos os que sofrem e lamentam profundamente por causa das práticas religiosas sincréticas dos judeus (vs. 1-4).
• Um homem começa a marcar e outros seis recebem ordens para mata aos que estão sem a marca (vs. 5-6);
• Deus pede que o juízo comece pelo Seu Templo, com os anciãos que deveriam ser luz ao povo, mas preferiam as trevas da perversidade e corrupção religiosa (vs. 6-7);
• A intercessão do profeta não coincide com a vontade de Deus, pois, embora revele misericórdia, Ele não releva o pecado que visa arruinar o plano de salvação do mundo (vs. 8-10);
• O homem incumbido de marcar os fieis e piedosos concluiu sua missão (v. 11).

Deus marca para proteger; foi assim foi desde que Caim pensou que devido ao que fez seria alvo de morte de qualquer indivíduo que o encontrasse (Gênesis 4:8-16). Ninguém sabe exatamente que marca Caim recebeu, mas o texto deixa claro seu objetivo: Proteção de Deus.

Deus manda marcar, em Ezequiel 9, aos que são fieis, para protegê-los de uma destruição iminente. Nenhum fiel se perderia, ou seria ignorado por não ter sido notado. Quando Deus coloca uma marca, Ele visa proteger ao marcado.

Deus quer marcar aos que Lhe pertencem antes das terríveis catástrofes mundiais, ao quais antecederão ao retorno de Cristo. Tal marca será o próprio selo do Deus vivo e verdadeiro na fronte dos fieis, para serem protegidos das aflições mundiais (Apocalipse 7:1-3).

DEUS…
• …preza por aqueles que desprezam a corrupção moral, social e religiosa;
• …tem como Seus aqueles que abominam ao pecado em todas as suas formas;
• …protege àqueles que protegem sua mente das influências seculares, mundanas;
• …salva aos que não suportam injustiças, malandragens e obscenidades de uma sociedade que se diz cristã, mas vive como pagã;
• …preserva a vida dos que choram pela situação decadente dos crentes e da liderança eclesiástica.

A marca não é colocada ao léu, tem a ver com nossa atitude frente ao pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 8 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



EZEQUIEL 8 by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/8

As visões de Ezequiel não deixam ninguém de fora. As visões de idolatria incluíram a todos: homens e mulheres, líderes e deuses ídolos de toda a região. A idolatria se espalhou por toda Jerusalém e até mesmo para dentro do Templo. É importante notar que nessas visões acerca da idolatria de Judá, esses adoradores de ídolos nunca alegaram que Deus não existia. Na verdade, eles reconheciam a Sua existência, mas o povo de Judá e seus líderes negavam a Sua relevância na vida deles.

Acho que, às vezes, o mesmo pode ser dito a nosso respeito. Quando enfrentamos doenças graves, dificuldades financeiras devido ao corte de horas de trabalho, desemprego ou dificuldades em nossos relacionamentos, raramente questionamos a existência de Deus. No entanto, embora não duvidemos de Sua existência, nosso estresse, ansiedade e preocupação questionam claramente Sua relevância. Quando procuramos remediar nossa ansiedade e inquietação buscando nossos ídolos de entretenimento, posses ou imoralidade, comunicamos a Deus que Ele não é capaz de nos ajudar ou não quer nos abençoar. Mas há uma excelente notícia – Ele quer nos abençoar e é plenamente capaz de fazê-lo. Você e eu podemos confiar nEle acima de tudo.

Eric Bates
Diretor do Ministério da Família
Associação da Carolina, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1056
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2020, 0:50
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675 palavras

1 Sexto ano. Isto é, do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2), 592/591 a.C. … Uma nova série de profecias começa aqui e se estende até o final do cap. 19. A data mostra que a série começa pouco mais de uma ano após o chamado de Ezequiel para o ofício profético (ver Ez 1:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 658.

Anciãos. Talvez representassem certo grau de organização civil preservada durante o cativeiro e não proibida pelos babilônios. … O fato dos anciãos consultarem ao Senhor sobre a situação em que se encontravam (ver Ez 14:1; 33:31) deixa claro que Ezequiel já era um respeitado profeta entre os cativos. CBASD, vol. 4, p. 658, 659.

3 O Espírito me levantou. Não se deve supor que Ezequiel foi literalmente transportado em corpo. Os deslocamentos ocorreram, sem dúvida, em visão (ver com. [CBASD] de Dn 8:2). Mas, como Paulo, Ezequiel não era capaz de dizer se estava no corpo ou fora dele (ver com. [CBASD] de 2Co 12:3). CBASD, vol. 4, p. 659.

Imagem. Há várias conjecturas quanto a quem esta imagem representava: Baal, Moloque ou Astarote. No entanto, talvez a “imagem dos ciúmes” não represente o nome de qualquer divindade pagã em particular, mas apenas descreva uma imagem que provocasse os ciúmes do Senhor. A colocação de um deus rival no local dedicado à adoração de Yahweh produziria tal efeito. … Acaz colocou um altar idólatra dentro do próprio templo, mudando o altar de bronze para o norte, a fim de abrir espaço para o mesmo (ver. com [CBASD] de 2Rs 16:10-16). Mais tarde, Manassés “edificou altares na Casa do SENHOR” (2Rs 21:4). Com exceção de Josias, os subsequentes reis de Judá foram ímpios. É totalmente possível que tenham usado a área do templo para o culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 659.

6 Maiores abominações. O profeta é conduzido como que através dos sucessivos estágios de uma trama de idolatria. CBASD, vol. 4, p. 659.

8 Cavei.isto foi feito em visão. O objetivo desta parte da visão era, sem dúvida, enfatizar o sigilo envolvido nas atividades que o profeta veria. CBASD, vol. 4, p. 660.

10 Pintados. Ou, esculpidos em relevo. Alguns comentaristas identificam esses ritos idólatras como se fossem de origem egípcia; outros, como se fossem de origem babilônica. … É provável que as figuras não tivessem uma origem única, mas que representassem ritos de origens diversas. CBASD, vol. 4, p. 660.

11 Seu incensário. Para culminar, os 70 anciãos estavam todos agindo como sacerdotes e oferecendo s seus ídolos pintados o incenso que ninguém tinha o direito de usar, a não ser os filhos de Arão (2Cr 26:16-18), e que devia ser oferecido unicamente ao Deus verdadeiro. CBASD, vol. 4, p. 660.

12 O SENHOR não nos vê. Eles não negavam a existência de Deus nem Sua providência, mas pareciam pensar em Yahweh como uma divindade local a que haviam renunciado. CBASD, vol. 4, p. 660.

14 Tamuz. Um deus adorado pelos babilônios sob o nome de Du’uzu, e designado de várias formas: como irmão, filho, marido ou amante da deusa Ishtar [ver Comentários Selecionados sobre Jeremias 44:17]. Tamuz era o deus da vegetação e dos pastos e patrono dos rebanhos. De acordo com a tradição antiga, ele morria anualmente e descia ao mundo subterrâneo.. Seu falecimento era marcado pela seca das colheitas, dos pastos e dos veios d’água durante o calor do verão. Sua morte era comemorada por festividades públicas de lamentação e pelo entoar dos cantos fúnebres no quarto mês do ano semítico (duzu ou tamuz, que começava em junho ou julho; ver vol. 2, p. 100). Cria-se, também, que anualmente, Ishtar descia ao mundo subterrâneo para despertar o deus morto, e que o despertamento e a volta de Tamuz faziam com que a vegetação florescesse novamente. Os gregos preservaram uma história semelhante em seu mito de Demétrio e Perséfone. CBASD, vol. 4, p. 660.

16 Vinte e cinco … adoravam o sol. A adoração ao Sol, Shamash, era praticada desde muito cedo pelos cananeus e foi introduzida na adoração dos reis e do povo de Judá (2Rs 23:5, 11; cf. Dt 4:19; 17:3; Jó 31:26). … Se eles eram os guardiões especiais da verdadeira religião, seu pecado constituía um flagrante insulto a Deus. Assim, foi assinalado como a maior das abominações (ver 2Cr 36:14). CBASD, vol. 4, p. 661.

 

Texto completo do comentário de hoje:

Neste capítulo, Ezequiel, que se encontrava exilado na Babilônia, vê abominações sendo cometidas em Jerusalém, cada uma pior que a anterior. Na primeira visão (v. 1-6), Ezequiel viu um ídolo sendo adorado publicamente no portão norte de Jerusalém. O norte era a direção típica de onde os inimigos de Judá se aproximavam. Em vez de colocar a sua esperança e confiança em Deus, eles confiavam nesse ídolo para sua proteção.

A situação piora. Na segunda visão (v. 7-13), Ezequiel é levado para um local mais privado, a entrada para o pátio do Templo. Ali Ezequiel vê 70 líderes adorando ídolos semelhantes aos ídolos egípcios, desenhados em uma parede. Você pode imaginar Ezequiel vendo os líderes de Judá adorando ídolos egípcios e declarando que o Senhor não os vê e os abandonou (v. 12)? Isso é terrível, mas tamanha perversidade fica ainda pior na próxima visão.

Ezequiel vê mulheres que praticam um ritual babilônico, chorando para o deus Tamuz. O ritual tinha como objetivo apressar a ressurreição dentre os mortos do deus Dumuzu (o nome babilônico para Tamuz). Esse ritual marcava o fim do inverno e simbolizava fertilidade e vida nova. Essas mulheres estão de luto pelo deus do inverno que estava morto, em vez de adorarem ao Deus vivo.

A visão final do capítulo oito é a mais abominável. Esta visão tem lugar no próprio Templo. Ezequiel vê 25 homens de costas para o templo, olhando para o oriente, adorando o sol. Eles dão as costas para o Criador e adoram a Sua criação.

Estas visões não deixam ninguém de fora. As visões de idolatria incluíam a todos – homens e mulheres, povo e líderes, ídolos e deuses de todas as regiões. A idolatria se espalhara por toda a Jerusalém e até mesmo para o interior do Templo.

É importante notar que nessas visões da idolatria de Judá, esses adoradores de ídolos nunca diziam que Deus não existia. Na verdade, o povo de Judá e seus líderes reconheciam a sua existência, mas negavam sua relevância em suas vidas.

O mesmo pode ser dito de nós, às vezes. Professamos, nominalmente, nossa fé e raramente questionamos a existência de Deus ou Seu cuidado por nós. No entanto, quando enfrentamos problemas – uma doença grave, dificuldades financeiras devido a cortes nas horas de trabalho, desemprego ou problemas em nossos relacionamentos -, nosso comportamento, muitas vezes, nega o que professamos. Agimos como aqueles que não esperam no Senhor.

Mas aqui estão as boas notícias: Deus quer nos ajudar e tem todo o poder no céu e na terra para fazer isso! Você e eu podemos confiar nele acima de tudo. Amém.

Pr Eric Bates, EUA, publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/05/



EZEQUIEL 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de dezembro de 2020, 0:45
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“Disse-me ainda: Filho do homem, vês o que eles estão fazendo? As grandes abominações que a casa de Israel faz aqui, para que Me afaste do Meu santuário? Pois verás ainda maiores abominações” (v.6).

Em um tempo sobremodo escuro, Deus levantou homens e mulheres que pela firmeza de caráter e fé viva sacudiram a Europa. Dentre eles estava Lutero, um sincero sacerdote da igreja papal que comoveu-se com grande reverência ao descobrir que a Palavra de Deus era muito mais do que as poucas palavras em latim proferidas nos cultos públicos. Acendeu-se em seu coração a chama do amor pela verdade. Verdade esta que defendeu e pregou pondo em risco a própria vida. Em seus primeiros anos escolásticos aprendeu a reverenciar e ansiar estar em Roma, a qual considerava ser uma cidade santa e de atmosfera celestial. Mas eis a decepcionante surpresa do inocente clérigo:

Na providência de Deus [Lutero] foi levado a visitar Roma. Seguiu viagem a pé, hospedando-se nos mosteiros, pelo caminho. Em um convento na Itália, encheu-se de admiração ante a riqueza, magnificência e luxo que testemunhou… Com dolorosos pressentimentos Lutero contrastou esta cena com a renúncia e rigores de sua própria vida… Afinal, contemplou a distância a cidade das sete colinas. Com profunda emoção prostrou-se ao solo, exclamando: ‘Santa Roma, eu te saúdo’… Por toda parte via cenas que o enchiam de espanto e horror. Observava a iniquidade que existia entre todas as classes do clero. Ouviu gracejos imorais dos prelados, e horrorizou-se com sua espantosa profanidade, mesmo durante a missa… ‘Ninguém pode imaginar’, escreveu ele, ‘que pecados e ações infames se cometem em Roma; precisam ser vistos e ouvidos para serem cridos. Por isso costumam dizer: ‘Se há inferno, Roma está construída sobre ele: é um abismo donde procede toda espécie de pecado’“ (EGW, O Grande Conflito, p.122).

A descrição de Lutero parece estar apoiada nas palavras dadas ao profeta Ezequiel no capítulo de hoje. O lugar de adoração, a morada de Deus, a Casa de oração para todos os povos havia se tornado em um antro de abominações. As visões apontam para pecados abertos e pecados ocultos, em uma escala crescente e cada vez pior. A “imagem dos ciúmes” (v.5), os ídolos “pintados na parede em todo o redor” (v.10), as “mulheres assentadas chorando a Tamuz” (v.14), os “vinte e cinco homens, de costas para o templo” adorando o sol (v.16), compunham as terríveis abominações praticadas na cidade “santa” dos judeus.

A apostasia de Jerusalém e a corrupção de Roma assemelham-se à condição espiritual da última igreja: “Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da Minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:16-17). Enquanto os judeus se orgulhavam de Jerusalém e os clérigos apontavam para Roma como um lugar sagrado, há uma igreja atual orgulhosa de seu status. O convite divino, contudo, revela uma igreja cujo Deus permanece do lado de fora: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20).

No relato de um homem desonesto, infeliz e desprezado por Seu povo, encontramos um exemplo prático de quando alguém aceita o convite do Senhor. Zaqueu ouvira de Jesus e de Seus milagres. Ouvira de como Ele andava com os desprezados e como pregava e curava sem cobrar nada. Zaqueu sentiu o contraste da vida de Cristo com a sua e um sentimento de vergonha e desprezo próprio tomou conta de seu coração. Ele precisava ver e ouvir Aquele Homem tão simples, mas cujo ministério era tão grandioso. Sua pequena estatura parecia-lhe um empecilho, mas foi a forma mais significativa e singela de Jesus lhe dizer: “Zaqueu, desce depressa”. Desce depressa do teu orgulho. Desce depressa da tua presunção. E continuou: “pois Me convém ficar hoje em tua casa” (Lc.19:5).

A resposta de Zaqueu deve ser a resposta de todos nós: “Ele desceu a toda a pressa e O recebeu com alegria” (Lc.19:6). E Jesus mesmo promete que o resultado da visita divina será o mesmo: “Hoje, houve salvação nesta casa” (Lc.19:9). Mediante um reavivamento genuíno (ouvindo e aceitando as palavras do Senhor) e uma reforma completa de seu caráter e obras, Zaqueu é um antítipo daqueles que atenderão ao chamado divino nos últimos dias. Mediante todas as abominações que têm sido cometidas sobre a Terra e até mesmo no meio do professo povo de Deus, temos uma escolha a fazer, uma decisão firme a tomar.

Diante da indecisão de Israel, Josué declarou: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais”, e manifestou a sua firme decisão: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Elias instigou a indecisão de seu povo: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o” (1Rs.18:21). Logo estaremos todos “no vale da Decisão” (Jl.3:14), não como num lugar específico, mas como um símbolo de cada decisão pessoal, que estará selada para a vida ou para a morte. A questão é: Jesus continua do lado de fora batendo para entrar ou estamos nos banqueteando diariamente de Sua presença?

Oh, meus irmãos, não incorramos nas abominações que muitos “fazem nas trevas” (v.12) e que impedem o Senhor de ouvi-los (v.18)! Mas, como Ezequiel, sentados em nossa casa, ali a mão do Senhor caia sobre nós (v.1) e nos conceda um vislumbre diário de Sua Palavra em nossos momentos de comunhão. Eu não sei você, mas eu prefiro que o Senhor me puxe pelos cabelos “da cabeça”(v.3) do que estar em oposição à Sua vontade (v.17). Compremos de Jesus o ouro de Sua fé e de Seu amor, as vestiduras brancas de Sua justiça e o colírio de Seu Espírito. Então, muito em breve, sentaremos com o Senhor em Seu trono (Ap.3:18 e 21). Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente fiel!

* Oremos pela constante presença de Jesus em nossa vida e em nossa casa.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de dezembro de 2020, 0:40
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EZEQUIEL 8 – A idolatria manifesta-se de inúmeras formas. Qualquer delas será um afronta direta a Deus. Ezequiel deixa isso muito claro!

“Catorze meses após o seu chamado para o cargo profético, Ezequiel teve uma nova série de visões […]. O povo furtava abertamente, cometia homicídios e praticava imoralidade e a idolatria, conquanto ainda alegasse adorar ao Yahweh no Seu Templo […]. Ezequiel viu a extrema depravação dos dirigentes nacionais e do povo. O Senhor lhe revelou o vergonhoso fato de que o Templo, a casa do Deus verdadeiro, estava sendo usado como templo pagão!” (Frank Holbook).

“Ezequiel recebeu uma visão em Babilônia na qual Deus lhe mostrou o que estava acontecendo no templo de Jerusalém: havia idolatria (Ez 8:1-4), ciúmes (v. 5, 6), adoração de animais (v. 7-13), choro por Tamuz (deus babilônico da vegetação, como a mãe terra em outras culturas; v. 14, 15) e adoração ao Sol (v. 16-18). Isso era sincretismo em sua pior forma, bem no meio de Jerusalém, no centro de adoração a Yahewh, e a visão revelou os pecados secretos que levaram os judeus ao exílio” (Imre Tokics).

• Pecados secretos são mais prejudiciais ao cristão do que o pecado escancarado, visível e perceptível aos demais.
• Pecados ocultos e acariciados são justificados e preservados, portanto, dificilmente serão confessados e abandonados.
• Contudo, Deus vê tudo, inclusive os secretos da alma, portanto julga inclusive às intenções do coração.

“Ezequiel não viu jovens, que desconheciam a sua herança espiritual, sendo seduzidos por um culto estranho; e, sim, ‘setenta homens dos anciãos da casa de Israel’, os quais, quarenta anos antes, participaram do reavivamento espiritual do Rei Josias […]. No ocaso da vida, esses dirigentes haviam abandonado secretamente o culto do Deus verdadeiro, a fim de mover os seus incensários diante de invisíveis relevos esculpidos e prestar homenagem a formas artísticas de animais imundos. Sua mente obnubilada pelo pecado levou-os a exclamar insensatamente: ‘O Senhor não nos vê, o Senhor abandonou a Terra’. Ezeq. 8:12” (Holbrook).

• Rituais desprovidos das exclusivas orientações de Deus é perversão da religião.
• Práticas religiosas reveladas por Deus misturadas com paganismo é sincretismo repugnante para Deus.

Deus quer uma religião pura e verdadeira para que os pecadores não se percam no caminho da salvação!

“Senhor, confesso meus pecados a Ti!” – Heber Toth Armí.




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