Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de janeiro de 2021, 4:00
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 19 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)  

EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



EZEQUIEL 19 by Jobson Santos
10 de janeiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/19

Ezequiel 19 é um lamento sobre a queda dos monarcas de Judá e a desolação e cativeiro de Judá. É escrito em forma poética e apresentado em duas partes.

A primeira parte (vv. 1-9) fala do fim trágico de dois dos últimos reis de Judá. Judá é retratado como uma leoa criando seus filhotes (v. 2). O primeiro filhote – Jeoacaz assumiu o trono após a morte de seu pai, Josias. O segundo filhote foi ou Joaquim, que após um breve reinado de três meses, foi levado para a Babilônia em 597 (2 Reis 24: 8-15), ou Zedequias, que teve seus olhos removidos e foi levado para a Babilônia amarrado com algemas de bronze em 586 aC ( 2 Reis 24: 18-25: 7). A segunda parte deste capítulo (vv. 10-14) lamenta o destino de Judá como nação.

Se Zedequias tivesse aprendido com os erros de seus predecessores e dado ouvidos à palavra de Deus, a cidade de Jerusalém e o Templo não teriam sido destruídos (Jeremias 38:17). Mas sua resistência obstinada resultou na queda de Judá e no fim da monarquia. Nunca vale a pena persistir no pecado porque o fim é sempre a destruição.

Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer, Pune, Índia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1067
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de janeiro de 2021, 0:50
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423 palavras

2 Tua mãe. A mãe representa Jerusalém [A Bíblia de estudo Andrews a interpreta como sendo a rainha-mãe Hamutai] (ver Gl 4:26) ou talvez, toda a comunidade nacional (sobre a figura do leão, ver Gn 49:9; Nm 23:24; 24:9). Israel, personificado como uma leoa, se deitou entre os leõezinhos, isto é, os outros reinos do mundo, as nações gentias; assumiu seu lugar na família das nações. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 704.

3 Um dos seus filhotinhos. Jeoacaz, o filho [um dos] de Josias, também conhecido como Salum (1Cr 3:15; Jr 22:11; ver com. [CBASD] de 2Rs 23:30, 32), que foi levado cativo para o Egito (ver v. 4). CBASD, vol. 4, p. 704.

Devorou homens. Jeoacaz voltou as costas às reformas de seu pai Josias (2Rs 23:1-5), e fez o que era mau perante o Senhor (2Rs 23:32; sobre a figura de “devorar homens”, ver Ez 22:25, 27). CBASD, vol. 4, p. 704.

4 Ganchos. Do heb. chachim, “espinhos”ou “ganchos”, como os que eram colocados no nariz dos cativos ou dos animais. A estes eram presas cordas com o propósito de guiar as vítimas (ver 2Rs 19:28; Is 37:29; Ez 38:4). CBASD, vol. 4, p. 704.

5 Outro dos seus filhotes. Identificado pelos detalhes do v. 9 como Joaquim. O reinado intermediário de Jeoaquim (2Rs 23:34 a 24:6) é passado por alto. CBASD, vol. 4, p. 704.

9 Ao rei da Babilônia. Joaquim havia reinado cerca de três meses quando Jerusalém foi conquistada por Nabucodonosor, que o levou cativo para Babilônia e o colocou na prisão (2Rs 24:8-17). Ele estava lá no tempo em que foi dada esta profecia. Anos mais tarde, foi libertado (2Rs 25:27-30). CBASD, vol. 4, p. 704, 705.

10 Videira. É introduzida uma nova alegoria, na qual Israel é comparado a uma florescente videira. CBASD, vol. 4, p. 705.

11, 12 Nem mesmo o poder político e militar dos reis de Judá poderia salvar a nação. Como ramos de um vinho, eles seriam cortados e arrancados pelo “vento leste” – o poderoso exército babilônico. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Arrancada. Isto se refere ao cativeiro e à deportação de Joaquim e de parte do povo (2Rs 24:10-16). CBASD, vol. 4, p. 705.

13 Terra seca e ardente. Isto é, Babilônia. A figura é de uma videira removida de solo rico e transplantada para solo seco e estéril. CBASD, vol. 4, p. 705.

14 Saiu fogo. O ato de Zedequias se revoltar contra Nabucodonosor fez com que aquele monarca entrasse com seu exército na Judeia, tomasse Jerusalém e levasse os judeus cativos para Babilônia (2Rs 25:1-17; ver com. [CBASD] de Ez 17:11-21). Desta forma foi posto um fim à videira e a seus ramos. CBASD, vol. 4, p. 705.

Esta é uma lamentação. A assolação era somente parcial. A destruição completa seria motivo para mais lamento. CBASD, vol. 4, p. 705.



EZEQUIEL 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de janeiro de 2021, 0:45
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“E tu levanta uma lamentação sobre os príncipes de Israel” (v.1).

Após uma advertência ao povo quanto à responsabilidade pessoal, novamente o Senhor usou de parábolas a fim de dar um recado direcionado aos líderes civis da nação. Jeoacaz, “levado com ganchos para a terra do Egito” (v.4), reinou apenas três meses no lugar de seu pai, Josias, antes de ser levado cativo por Faraó Neco (2Rs.23:31-34). Com relação ao outro “leãozinho” (v.5), pode ser uma referência ao seu sucessor, ou algum outro depois dele, até mesmo Zedequias, já que este foi levado cativo à Babilônia. Já a videira arruinada simbolizava a ruína do reino de Judá e de seus governantes; ruína provocada pela necedade do próprio povo e de seus líderes.

Em forma de elegia, ou seja, de um cântico fúnebre, Ezequiel transmitiu as palavras do Senhor. Não era o “louvor especial” que eles esperavam, mas revelava o que eles precisavam ouvir. Através de parábolas, geralmente com figuras da natureza, Deus tem falado à humanidade. Em Seu ministério terrestre, Jesus proferiu muitas parábolas, mas até onde sabemos, nenhuma em forma de canção. Talvez Ezequiel já estivesse enfrentando forte resistência por parte da liderança e as parábolas cantadas tenham sido o método mais eficaz para que a mensagem de Deus pudesse ser dita. Afinal, a música era parte indispensável da adoração em Israel e tinha um papel fundamental para gravar na memória importantes ensinos.

Amados, vemos neste capítulo uma ameaça que tem colocado em risco o povo de Deus de todos os tempos: uma liderança ineficaz. Sob o governo de reis que não temiam a Deus, o povo de Judá definhou espiritualmente a ponto de apenas uns poucos permanecerem fiéis, tendo de sofrer os resultados do exílio. Denominados como “resto” ou “restante” de Israel, suas vidas contrastavam com a impiedade e idolatria que prevaleciam no meio do povo. De forma que tanto os profetas quanto estes padeciam de severas perseguições, principalmente por parte de seus próprios irmãos. Certamente, ser um fiel servidor de Deus naquele tempo era como estar constantemente como presa de leões.

Igualmente, há um príncipe neste mundo que ruge como leão “procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Sua ira, hoje, é contra o restante do Senhor, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Seus agentes estão espalhados pelo mundo, e sobre aqueles que muitos depositam a sua confiança, Satanás atua a fim de, pela influência destes entre os homens, cumprir a sua agenda maligna contra os que amam a Deus. Tanto a liderança civil como da igreja possui em maior grau a responsabilidade não só da administração, mas da sensibilidade de liderar visando atender as necessidades de um determinado grupo. Em nosso meio religioso, os pastores e os anciãos compõem essa função. Mas se estes não forem submissos a Cristo Jesus, o cabeça da igreja, nunca entenderão que a maior necessidade do povo de Deus hoje não é de bons oradores ou de novidades litúrgicas, mas de um reavivamento e reforma mediante a busca diária pelo Espírito Santo.

No desfecho do tempo do fim, o Senhor tem levantado homens e mulheres de todas as nações e povos, pessoas que têm pregado de uma forma simples e poderosa que Jesus Cristo logo voltará. Pessoas que entendem que a linguagem do evangelho eterno deve ser clara e compreensível “para que a possa ler” e ouvir “até quem passa correndo” (Hc.2:2). Logo o nosso Senhor virá! É também nossa responsabilidade declarar esta verdade ao mundo por preceito e por exemplo. Que Jesus não nos encontre em meio ao cântico fúnebre dos que perecerão como uma videira arruinada ou como um leãozinho condenado à morte. Mas que, lavados e purificados pelo sangue do Cordeiro, nossas vozes entoem a canção dos remidos: “Eis que Este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, restante de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de janeiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 19 – A realidade humana não limita a Deus. Do real desespero da humanidade Deus suscita esperança. Nada O impede de agir no mundo para beneficiar aos pecadores.
O capítulo em análise ensina-nos preciosas lições que valem nossa total atenção. Ele pode ser assim dividido para que obtenhamos uma visão geral de seu conteúdo:

1. Um lamento pelos líderes:
a) A leoa, símbolo de Judá (v. 2; ver Gênesis 49:9; I Reis 10:18-20).
b) Um leãozinho, levado ao Egito (vs. 1-4; ver Jeremias 22:10-12; II Reis 23:30-34)
c) Outro leãozinho, deportado para Babilônia (vs. 5-9; Jeremias 22:24-30; II Reis 24:8-16).

2. Um lamento pela terra prometida:
a) A videira, um retrato da nação dos judeus, o povo de Deus (v. 10; ver Isaías 5:1-7; Jeremias 2:21).
b) Os galhos fortes, símbolos do rei Zedequias (v. 11; ver Ezequiel 17:13).
c) O vento oriental que arrastou os galhos fortes representam as investidas de Nabucodonosor contra Jerusalém levando os príncipes judeus cativos para Babilônia (vs. 12-14; ver Jeremias 52:1-11).

Lamentos são expressões de aflições diante de uma realidade desesperadora. Motivadas pela angústia e amargura da alma, a infelicidade e a tristeza são expressas em palavras com tons fúnebres.
Com a realidade de uma nação despencando sem ninguém capaz de frear a apostasia… que, consequentemente, fora literalmente arrancada com furor e lançada por terra tornando-se deserta, tendo seus habitantes deportados para o exílio… realmente era lamentável!

Além disso, o rei “Joaquim foi seguido no trono por seu tio Zedequias, mas o reinado deste foi tão apagado que para todos os efeitos a dinastia terminou com Joaquim. Assim pensavam os judeus e mesmo Ezequiel, tanto assim que profecias são sempre datadas no início do cativeiro de Joaquim, sem referência alguma a Zedequias […]. No desastre final não restou nem mesmo uma vara da estirpe real que pudesse empunhar o cetro de Davi” (Siegfried J. Schwantes).

• Se era o fim da dinastia davídica, não havia grande razão para desesperar?
• Como viria o Messias se a promessa baseava-se na dinastia davídica?

Apesar dos pesares, o Leão da tribo de Judá se levantaria sobre a Terra, como de fato aconteceu; e, logo dominará para sempre todo o Universo (Miqueias 5:2; Apocalipse 5:5). Portanto, troque teu lamento por reavivamento!

Compartilhe esta esperança! – Heber Toth Armí.




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