Reavivados por Sua Palavra


DEZ DIAS DE ORAÇÃO ASSOCIAÇÃO GERAL – Dias 1, 2, 3 e 4 e links by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2021, 10:42
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Bom dia, queridos irmãos,

A Associação Geral da Igreja Adventista está promovendo nestes dias os DEZ DIAS DE ORAÇÃO, cujo material pode ser obtido na íntegra no link do programa: https://tendaysofprayer.org/

Este material foi também traduzido para o português e pode ser integralmente baixado no endereço:

https://cdn.ministerialassociation.org/docs/tendaysofprayer2021/Languages/10%20Dias%20de%20Ora%C3%A7%C3%A3o%202021%20(Portugu%C3%AAs).zip

Os devocionais dos dias 1, 2, 3 e 4 podem ser baixados, clicando em:

H Dia 1 Guia de Oracao 2021

I Dia 2 Guia de Oracao 2021

J Dia 3 Guia de Oracao 2021

K Dia 4 Guia de Oracao 2021

Boa leitura,

Equipe Reavivados/Jeferson Quimelli



EZEQUIEL 17 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2021, 4:00
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 17 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



EZEQUIEL 17 by Jobson Santos
8 de janeiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/17

O capítulo 17 é uma parábola no sentido que tem um significado espiritual, mas é também um enigma e deve ser explicado.

A interpretação da ilustração de Ezequiel dá ênfase especial à traição de Zedequias ao quebrar seu tratado com a Babilônia. Zedequias fez um juramento de fidelidade a Nabucodonosor em nome de Yahweh, mas ele quebrou esse juramento ao buscar ajuda do Egito. Como punição, ele foi levado cativo para a Babilônia. Ezequiel então mostra que Deus, e não uma águia, pegará um galho do topo da árvore de cedro. Ele o plantará no topo de uma montanha, onde crescerá e se tornará uma árvore enorme e magnífica, trazendo benefícios para pássaros e animais de todos os tipos.

Da linha davídica de reis, Deus tomará um, o Messias, e por meio dele estabelecerá um reino que trará bênçãos a todo o mundo. As árvores altas se tornarão baixas e as verdes secarão, mas a árvore de Deus florescerá. Nações como Babilônia e Egito perecerão, mas o reino de Deus será exaltado. Esta é a mensagem para nós hoje.

Mohanraj Israel
Universidade Adventista Spicer, Pune, Índia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1064
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2021, 0:50
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945 palavras

A terceira parábola é sobre duas águias e uma videira. Refere-se a uma situação política. Revela, de maneira especial a Zedequias, qual seria seu destino (e o de seu exército), caos ele não obedecesse a palavra de Deus (v. 16-21). A primeira grande águia representa o rei Nabucodonosor, que havia nomeado Zedequias (“muda”que se transforma em “videira”, v. 5, 6) rei de Jerusalém (simbolizada por “Líbano”, v. 3). O “cedro” aponta para a dinastia de Davi e “a ponta mais alta dos seus ramos”para Joaquim, a quem Nabucodonosor levou prisioneiro para “uma terra de negociantes”, identificada como babilônia (v. 12). Infelizmente, o último rei de Judá, Zedequias, rebelou-se e se aliou ao Egito, cujo faraó (Psamético II, 595-589 a.C., ou Hofra, 589-570 a.C.) é a segunda águia (v. 7). Bíblia de Estudo Andrews.

Estes fatos aconteceram enquanto Ezequiel, a quilômetros de distância, descrevia esses eventos. Jeremias, um profeta em Judá, também estava advertindo Zedequias a não formar esta aliança (Jr 2:36, 37). Apesar de estarem um a muitos quilômetros do outro, os profetas tinham a mesma mensagem porque ambos falavam por Deus. Deus ainda dirige seus porta-vozes escolhidos para falar a verdade em todo o mundo. Life Application Study Bible Kingsway.

Os v. 12 a 24 permitem fixar a data da profecia como sendo o tempo em que Zedequias procurava o auxílio do Egito contra Nabucodonosor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 696.

3 Uma grande águia. Literalmente, “a grande águia”. Segundo o v, 12, o símbolo representa o rei da babilônia (cf. Jr 48:40; 49:22). CBASD, vol. 4, p. 696.

2 Parábola. No Antigo Testamento, ninguém usava mais parábolas do que o profeta Ezequiel. Em método de ensino, Ezequiel era, portanto, um precursor de Jesus Cristo. Note-se que as parábolas de Ezequiel devem ser classificadas como alegorias, parabolas nas quais todas as minúcias representam algum objeto ou acontecimento real. Bíblia Shedd.

4 A ponta mais alta dos seus ramos. A referência é a Joaquim, que Nabucodonosor levou cativo para Babilônia (2Rs 24:12). CBASD, vol. 4, p. 696.

A “terra de negociantes”representa Babilônia (Ez 17:12). CBASD, vol. 4, p. 696.

5 Muda da terra. Isto se refere a Zedequias, que Nabucodonosor tornou rei em lugar de Joaquim. É possível que Joaquim tenha sido removido devido às tendências pró-Egito. Esperava-se que Zedequias, um vassalo de Babilônia, permanecesse fiel a seu senhor. CBASD, vol. 4, p. 696.

O propósito do rei Nabucodonosor, da Caldeia (ou seja, da babilônia), era transferir para sua capital os melhores elementos da cultura dos judeus, para tornar o seu império mais glorioso ainda (Dn 1.3-7). Um segundo propósito era privar Jerusalém da liderança dos que podiam liderar uma rebelião (2 Rs 24.10-17). Só depois de muita rebelião dos restantes, é que Nabucodonosor procedeu ao seu terceiro propósito, de destruir completamente a Jerusalém (2 Rs 25.8-22). As datas destas três etapas são 605 a.C., 597 a.C. e 587 a.C. Bíblia Shedd.

6 Videira mui larga. Foi permitido ao estado judaico, sob o governo de Zedequias, se tornar um reino frutífero e próspero, embora dependente. Zedequias havia jurado reconhecer a Nabucodonosor como suserano (2Cr 36:13). Nabucodonosor, sem dúvida, esperava que Israel, sendo um reino florescente, servisse como um tipo de para-choque entre ele e a nação do Egito, que tinha pretensões imperialistas. CBASD, vol. 4, p. 696.

7 Outra grande águia. O faraó Hofra, também chamado Ápries (v. 15; cf. Jr 44:30). CBASD, vol. 4, p. 696.

Para ela. Embora tivesse jurado lealdade a Babilônia (2Cr 36:13; cf. Ez 17:14), Zedequias buscou traiçoeiramente a ajuda do Egito. Jeremias se esforçou para dissuadir o rei de fazer essa aliança (Jr 37:7). CBASD, vol. 4, p. 696.

10 Vento oriental. Um símbolo apropriado dos babilônios, que habitavam ao leste da Palestina. O vento leste ou oriental é notório por seu efeito destruidor sobre as plantas (Jó 27:21; Ez 19:12; Os 13:15; Jn 4:8). CBASD, vol. 4, p. 696.

19 Meu juramento. O Senhor designa o juramento e a aliança feitos com Nabucodonosor como sendo Seus, sem dúvida porque foram feitos em Seu nome (2Cr 36:13). Além disso, sendo o Senhor o árbitro da história, era Seu plano que os judeus nesse momento se submetessem ao jugo da babilônia (Jr 27:12). CBASD, vol. 4, p. 697.

22, 23 o renovo mais tenro. Esta profecia é messiânica. De maneira completamente nova e inesperada, um renovo cresce da casa de Davi, estabelecendo um novo Rei e expandindo seu reino. O monte representa Jerusalém. A figura do rei davídico aponta, em última instância, para Jesus, o Messias (Is 11:1-5; Jr 23:5, 6; 33:25; Zc 3:8; 6:12). Bíblia de Estudo Andrews.

22 Também Eu tomarei. Uma promessa de restauração futura. … A predição se refere ao Messias. CBASD, vol. 4, p. 697.

23 Aves de toda espécie. Representando os vários habitantes da Terra (cf. Mt 13:32), pessoas de “cada nação, e tribo, e língua, e povo”. CBASD, vol. 4, p. 697.

24 Todas as árvores. Isto é, as nações vizinhas. Elas testemunhariam a restauração da nação de Israel e reconheceriam que o poder vem de Deus, que, de forma silenciosa e paciente, executa os propósitos de Sua vontade. Deus designa uma tarefa para cada nação e para todo indivíduo. A todos é permitido ocupar um lugar para cumprir o propósito divino (ver Ed, 178; PR, 535, 536). CBASD, vol. 4, p. 697.

A aplicação moral da parábola é que o ser humano fraco e inútil (o renovo mais tenro do v 22) pode se entregar nas mãos do Senhor, para Este o transformar, mdificar e exaltar, glorificando-o na eternidade. Mas quem se glorifica a si mesmo, não aceitando a condição de necessitado da graça de Deus, é um louco na terra (Dn 4.30-37) e louco perante o ju;izo eterno de Deus (Lc 12.20). Bíblia Shedd.

A profecia de julgamento de Ezequiel termina com esperança. Quando as pessoas colocam sua esperança em alianças estrangeiras, elas serão desapontadas. Somente Deus poderá lhes dar verdadeira esperança. Deus disse que ele plantaria um ramo novo [renovo], o Messias, cujo reino cresceria e se tornaria um abrigo a todos os que viessem a Ele (ver Is 11:1-5). Esta profecia foi cumprida com a vinda de Jesus Cristo. Life Application Study Bible Kingsway.

 

 

 



EZEQUIEL 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de janeiro de 2021, 0:45
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“Em boa terra, à borda de muitas águas, estava ela plantada, para produzir ramos, e dar frutos, e ser excelente videira” (v.8).

Certa vez, um grupo de pessoas se reuniu para plantar uma horta. Com a terra devidamente limpa, passaram uma tarde cavando as covas e plantando as sementes. A terra, porém, estava compacta e não havia sido devidamente preparada para o plantio. Contudo, eles imaginaram que logo veriam os frutos daquela trabalhosa, mas prazerosa tarde. Sem experiência alguma em agricultura, ficaram decepcionados ao perceber que o trabalho foi em vão, pois nada se desenvolveu naquele solo infértil. É vergonhoso admitir, mas eu fazia parte deste grupo. E, a partir de então, entendemos que é necessário cumprirmos uma série de etapas até que possamos colher algo naquele lugar.

Apesar de ter recebido tudo do Senhor para ser uma nação excelente, o reino de Judá ignorou os cuidados divinos a fim de apegar-se ao braço do Egito. Deposto de seu trono, o rei Joaquim, “a ponta mais alta” (v.4), foi levado ao exílio babilônico e, em seu lugar, Nabucodonosor estabeleceu uma “muda da terra” (v.5), Zedequias, o qual reinou em Jerusalém. Mas apesar dos inúmeros apelos dos profetas, advertindo-os acerca dos maus resultados, os líderes do povo insistiam em prosseguir no caminho que supunham ser o mais fácil e eficiente. Descobririam tarde demais que haviam abandonado o bom solo e as melhores condições pelo “vento oriental” de suas más escolhas, tornando-se em plantio seco desde a raiz (v.10).

Como supremo Agricultor, o Senhor olhava para o Seu povo em busca de uma parte em que a Sua aliança “pudesse subsistir” (v.14). O “renovo mais tenro”, plantado por Ele “sobre um monte alto e sublime” (v.22), é uma referência ao Messias, uma profecia que apontava para a fidelidade de Deus apesar da infidelidade de Seu povo. O orgulho de Judá seria abatido e Jesus, vindo em forma de servo, seria exaltado. “Não sabeis o que significam estas coisas?” (v.12). Deus cumpre as Suas promessas. O mundo pode até rejeitar o método divino, mas como “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9), precisamos ser a planta dileta do Senhor, permitindo que Ele opere em nós tudo o que é necessário “para produzir ramos e dar frutos” (v.8) para a Sua glória.

Fazer parte de uma igreja ou ser reconhecido como crente não faz de ninguém um verdadeiro cristão. Apenas o contato pessoal com a Fonte da vida pode gerar uma boa colheita. Sustentar uma aparência de piedade enquanto se é regido pelos ídolos do coração logo se revela como a pior mentira que existe. “Prosperará, escapará aquele que faz tais coisas? Violará a aliança e escapará?” (v.15). A profecia da primeira vinda de Cristo já se cumpriu e, às vésperas da Sua segunda vinda, quando o destino eterno de todos estará definido, não acham que deveríamos estar ainda mais vigilantes quanto ao nosso preparo e resgate daqueles que ainda jazem em trevas?

Que possamos estar diariamente firmados no solo fértil do Senhor, dEle recebendo o necessário para estarmos em pé no Dia de Cristo. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, excelente videira de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de janeiro de 2021, 0:40
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EZEQUIEL 17 – Os proclamadores das mensagens divinas são como cozinheiros que preparam saborosos alimentos para pessoas que perderam o apetite pelos alimentos saudáveis, que não os valorizam mais.

Contudo, Deus continua variando o cardápio, procurando despertar rebeldes da letargia espiritual. Acompanhe estes pontos com atenção e oração:

• Visando chamar a atenção, o profeta usa alegoria com objetivo retórico. Quem sabe por uma forma mais compreensível a sabedoria profética alcançaria o coração dos ouvintes (vs. 1-2).

• As imagens enigmáticas deveriam despertar prazer de ouvir e fixar o ensinamento na mente do povo relapso. Já no início, Deus é o lavrador que Se dedica a Sua vinha. Planta-a em boa terra, próximo a abundantes águas. Seu crescimento foi impressionante. Babilônia, retratada como uma exuberante águia, sob a supervisão divina, atrai a vinha. Contudo, uma segunda águia, prende a atenção da vinha, a qual rejeita as intenções do lavrador e foge ao Seu propósito disciplinador (vs. 3-10).

• A interpretação da alegoria é uma explicação da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, quando tomou a Joaquim e sua corte real em 597 a.C. (ver II Reis 24:6-17). Joaquim foi bem tratado. Babilônia colocou em seu lugar no trono de Judá a Matanias, cujo nome foi alterado para Zedequias (II Reis 24:17) (vs. 11-12).

• No início havia submissão da parte de Zedequias a Babilônia, depois rebelou-se contra Nabucodonosor e fez aliança com o Egito. Quando Zedequias precisou contar com a ajuda egípcia, teve resposta positiva, mas nada impediu a queda de Jerusalém. Zedequias selou seu destino e o destino dos fugitivos ao romper com Babilônia e aliar-se com o Egito, demonstrando rebelião contra Deus (vs. 13-21).

• Deus, identificando-Se com a primeira águia, tomará um terno renovo e o plantará em um alto monte. Deus reavivará a linhagem davídica, de onde viria o Messias (vs. 22-24).

Aplicações: Deus…

…tem a última palavra, não a rebeldia, a rebelião ou a indiferença humana.
…está no controle mesmo quando Seu povo se esforça para agir contrário a Sua vontade.
…aviva a esperança nos corações desesperados usando variados recursos retóricos para alcançar Seus propósitos.
…enviou o Messias, da tribo de Judá, da linhagem de Davi, mesmo contra a vontade de Seu povo (João 1:10-11).
…quer salvar-nos de nossa rebeldia.
…anseia por nosso coração!
…espera nossa resposta!

Daremos atenção a Deus? – Heber Toth Armí.




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