Reavivados por Sua Palavra


OSÉIAS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2021, 3:00
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 8 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



OSÉIAS 8 by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/8

Oséias 8:1-3 descreve o pecado de Israel, ao norte, e a iminência da invasão estrangeira. Isto aconteceria porque eles romperam sua aliança com Deus e agiram contra os Seus ensinamentos (8:1). Portanto, Deus não iria mais protegê-los da invasão dos seus inimigos (8:3).

Houveram ainda alguns bons reis ao sul, no reino de Judá, mas ao norte não houve nenhum bom rei no reino de Israel, que andasse com Deus. Em vez disso, todos os reis de Israel apoiaram a adoração do bezerro de ouro. E também fizeram uma imagem de bezerro na capital Samaria (8:5, 6), em flagrante afronta à proibição à adoração de ídolos, escrita destacadamente por Deus em Sua Lei.

Deus proporcionara muitas instruções escritas para guiá-los, mas os ensinamentos de Deus eram estranhos para eles (8:12). Eles apreciavam suas ofertas de sacrifício porque amavam satisfazer nessas festas o seu apetite, comendo toda a carne que podiam. Deus desejava arrependimento e obediência a Seus ensinamentos, em vez de abundância de sacrifícios (8:13).

Por que Israel e Judá falharam em reconhecer a Deus como seu Criador e Sustentador? E nós, nos lembramos de Deus como nosso Criador, Salvador e Redentor todos os dias? Reconheçamos que Deus é quem nos sustenta e abençoa. Que nossas escolhas e ações se harmonizem com nossa profissão de fé.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1116
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2021, 0:50
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744 palavras

1. Emboca a trombeta. Como fiel sentinela (ver Ez 33:1-3; Am 3:6), Oseias aqui proclama, em tom de urgência, que o julgamento rapidamente virá sobre o povo de Deus. A trombeta devia dar o alarme da invasão iminente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1003.

Como a águia. Isso se refere ao rei da Assíria, Salmaneser V, que estava prestes a invadir a Síria e a Palestina (2Rs 18:9), descendo do norte em um voo rasante e assustador, como uma águia que arrebata sua presa (ver Dt 28:49). CBASD, vol. 4, p. 1003.

4. Eles estabeleceram reis. Uma referência aos ímpios usurpadores que assassinaram seus antecessores reais para abrir caminho e subir ao trono (ver com. de Os 7:7). CBASD, vol. 4, p. 1003.

5. O teu bezerro. … a referência é, provavelmente, ao bezerro de Betel, pois essa cidade parece ter sido o principal centro de adoração ao bezerro de Samaria (ver com. de Am 7:13). CBASD, vol. 4, p. 1004.

E rejeitado. Literalmente, “lançado fora”. … o pensamento de toda a passagem (v. 5-7) é bastante claro, pois mostra que a nação logo colheria os frutos da adoração ao bezerro instituída por Jeroboão I (lRs 12:28). A LXX diz: “Lançai fora o teu bezerro, ó Samaria”, exortando Samaria e todo o país a rejeitar a adoração ao bezerro, que trouxe sobre eles a ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1004.

6. Porque vem de Israel. Oseias aqui mostra a insensatez do comportamento de Israel. Este início da frase indica a origem dessa específica adoração de ídolos, a imagem do bezerro de ouro. Ela surgiu no reino do norte sob Jeroboão I (lRs 12:26-33) e continuou sob seus sucessores. CBASD, vol. 4, p. 1004.

E obra de artífice. E a maior loucura olhar para qualquer objeto que tenha sido planejado e moldado por nós como superiores a nós. A idolatria conduz os seres humanos contra o próprio princípio da razão. CBASD, vol. 4, p. 1004.

7. Semeiam ventos. Não importa o que se torna o ídolo ou o que rouba de Deus o Seu lugar de direito no coração, certamente voltará para nós em colheita de pesar e angústia. CBASD, vol. 4, p. 1004.

8. Israel foi devorado. Isso inclui não apenas os produtos do campo, mas as próprias pessoas. CBASD, vol. 4, p. 1004.

9. Jumento montês. Este animal, voluntarioso e ingovernável é aqui mencionado para retratar o comportamento e a disposição de Efraim ao se voltar para a Assíria e em participar das práticas pagãs e idolatras. CBASD, vol. 4, p. 1004.

11 Os altares que tinham o propósito de remover pecados na verdade aumentavam os seus pecados pelo seu mau uso na adoração a Baal. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Como coisa estranha. Embora as direções e as instruções de Deus fossem completas e adequadas, elas se tornaram estranhas diante das inclinações do povo escolhido. … Em vista do livre acesso que todos têm à Palavra de Deus hoje, em todas as terras e em todas as línguas, nós que vivemos em um mundo mais carente, problemático e hostil do que nos dias de Israel, descobriremos que não temos desculpa se não atentarmos às Sagradas Escrituras e à sua mensagem (ver Hb 2:1-3). CBASD, vol. 4, p. 1005.

Apesar das leis terem sido escritas para eles, os israelitas as consideravam “coisa estranha”, escrita para os outros. É fácil ouvir um sermão e pensar em todas as pessoas que o deveriam ouvir. Ou ler a Bíblia e pensar naqueles que deveriam estar implementar o que aquela passagem ensina. Os israelitas faziam isto constantemente, aplicando as leis de Deus sempre aos outros, nunca a sim mesmos. Esta é apenas outra maneira de desviar-se da vontade de Deus e evitar implementar mudanças requeridas. Quando você pensar nas pessoas que precisam aplicar aquilo que você está ouvindo ou lendo, verifique se esta aplicação se ajusta melhor pra você. Aplique as lições primeiramente para sua própria vida, porque frequentemente nossas faltas são exatamente as primeiras que vemos nos outros. Life Application Study Bible Kingsway.

13. E a comem. Os sacrifícios de Israel a Deus não eram aceitáveis a Ele, porque não eram apresentados no verdadeiro espírito de devoção (ver com. de Is 66:3). CBASD, vol. 4, p. 1005.

Eles voltarão para o Egito. A paciência de Deus atingiu seu limite por causa da plenitude da iniquidade. … O Deus que havia libertado Israel da escravidão do Egito iria enviar seus filhos a um destino semelhante ou pior do que o do Egito. CBASD, vol. 4, p. 1005.

14. Eu enviarei fogo. Esta previsão foi cumprida quando Senaqueribe tomou as cidades fortificadas de Judá (2Rs 18:13), e, mais tarde, quando Nabucodonosor tomou e incendiou Jerusalém (ver 2Rs 25:8, 9; 2Cr 36:19, SI 74:3-8; Jr 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1005.



OSEIAS 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de fevereiro de 2021, 0:45
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“Embora Eu lhe escreva Minha lei em dez mil preceitos, estes seriam tidos como coisa estranha” (v.12).

A trombeta era um instrumento muito utilizado, tanto em batalhas quanto em festas e assembleias solenes. Geralmente, servia como um sinal de alerta ou de convocação, mas também para comemorar a vitória em alguma batalha. No Antigo Testamento encontramos diversos relatos em que a trombeta é utilizada. No livro de Neemias, por exemplo, o próprio Neemias, devido a reconstrução dos muros de Jerusalém demandar dispersão, convocava o povo para orar ao “som da trombeta” (Ne.4:20).

O capítulo de hoje já inicia com um recado em tom de urgência: “Emboca a trombeta” (v.1), indicando que ela está prestes a ser tocada. Com o castigo às portas e avisado pelos profetas de Deus de que sua falsa religião precisava ser substituída pela “religião pura e sem mácula” (Tg.1:27), “Israel rejeitou o bem” (v.3) e teria de sofrer a dor das feridas que ele próprio causou (Pv.11:17). Apesar da aberta idolatria (v.6), o povo ainda enchia a boca para dizer: “Nosso Deus! Nós, Israel, Te conhecemos” (v.2), e, ao mesmo tempo, contaminavam a casa do Senhor com seus ídolos e práticas pagãs. Eram exatamente um tipo de Laodiceia, acomodando-se à condição de que, como nação eleita de Deus, já eram ricos e abastados e não precisavam de mais nada (Ap.3:17): “Porque Israel se esqueceu do seu Criador e edificou palácios” (v.14).

Conforme as profecias bíblicas, vivemos no tempo que antecede a sétima e última trombeta. Basta observar a condição atual do mundo para perceber que “o sétimo anjo” (Ap.11:15) já está com a trombeta na boca apenas aguardando a ordem divina. E adivinhem só o que João viu logo após o ressoar da última trombeta: “Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário…” (Ap.11:19). E o que era mantido dentro da arca da Aliança? Além da vara de Arão e da urna de ouro contendo uma porção do maná, estavam ali “as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êx.31:18).

Agora, vejamos o porquê o Senhor irou-Se contra o Seu povo: “porque transgrediram a Minha aliança e se rebelaram contra a Minha lei” (v.1). Transgredir significa passar dos limites. Israel passou dos limites confessando uma fé tão frágil quanto os deuses que construiu. Como uma revelação do verdadeiro caráter divino, a Lei do Senhor “é santa, e o mandamento, santo, e justo e bom” (Rm.7:12).

O Criador nos deixou dez preceitos com base nos quais um dia seremos julgados (Tg.2:12). A Lei de Deus expressa dez vezes que você e eu somos pecadores e precisamos de um Salvador que, nos deixando exemplo, foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). Ele não voltará para buscar os que “amam o sacrifício”, pois “o Senhor não os aceita” (v.13), mas virá segunda vez para levar Consigo “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12), como expressão do grande amor que os salvou.

Não podemos perder a inocência (v.5) que este mundo vil tem tirado até mesmo das crianças. Os mandamentos de Deus “não são penosos” (1Jo.5:3), e sim motivo de alegria daqueles que descobrem a bem-aventurança de seguir os passos de Jesus (1Pe.2:21). Que estejamos todos prontos para o ressoar da última trombeta, orando em todo o tempo: “Ensina-me, Senhor, o caminho dos Teus decretos, e os seguirei até ao fim” (Sl.119:33). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, bem-aventurados!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2021, 0:40
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A voz dos profetas se ergue do passado, escrita na Bíblia para nós. É a voz de Deus através de homens consagrados. É Deus tentando nos alertar. O povo do passado a rejeitou; e nós, a aceitaremos?

• A Lei de Deus é o reflexo de Seu imutável caráter, o qual é perfeito; assim, aqueles que desejam colocar sua vida em harmonia com a vontade de Deus jamais devem desprezar Seus mandamentos. O antigo povo de Deus transgrediu a aliança/compromisso agindo contra a Lei divina, apesar de ter uma profissão de fé aparentemente convicta (vs. 1-2).

• Ao rejeitar o que Deus considera bom, coisas ruins surgem para tirar-nos a paz. Inimigos perseguiriam a Israel. Como Israel rejeitou o que é bom? Fazendo escolhas sem consultar a Deus, confiando nas próprias riquezas, na própria ideia de religião, elaborando os próprios objetos de culto (vs. 3-5).

• O Deus verdadeiro é intolerante a deuses falsos. Ele quebraria o bezerro de Samaria deixando-o em cacos. Os que praticam a idolatria plantam ventos; portanto, certamente, colherão tempestades, resultando em falta de bênçãos e proteção de Deus (vs. 6-7).

• A religião verdadeira misturada com práticas da religião falsa se torna desprezível até aos pagãos, incrédulos e ateus. O sincretismo religioso é mais perigoso que as religiões contrárias ao cristianismo (vs. 8-10).

• Os preceitos de Deus revelados esboçam Seu plano para a felicidade humana. Contudo, por mais que Deus buscasse a Efraim, mais Efraim buscava o pecado; quanto mais Deus revelava Seu amor em orientações, mais Seu povo descambava para depravações; quanto mais Deus demostrava se importar, mais o povo desprezava a Deus buscando proteção e segurança nas forças e obras das mãos humanas (vs. 11-14).

Este capítulo revela como é adulterara a religião verdadeira. “A revelação é ignorada, e os mandamentos expressos de Deus são deixados de lado, para serem substituídos pelas noções dos homens. Hoje o povo também pode clamar: ‘Deus meu! Nós… te conhecemos!’ Mas, a menos que a ‘adoração’ esteja de acordo com a revelação bíblica, é pior do que algo sem sentido” (Richard O. Lawrence).

Para não sermos hipócritas, precisamos parar de servir a dois senhores (Mateus 6:24). Devemos viver a pura religião bíblica, sem mistura com práticas impuras.

Reavivemo-nos no estudo da Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.



OSÉIAS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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OSÉIAS 7 by Jobson Santos
27 de fevereiro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/7

Talvez você já tenha visto isso acontecer – insatisfação súbita com o cônjuge, esforços para provar a virilidade sendo infiel, começar a frequentar a festas desacompanhado e comportamento irresponsável. Esse estilo de vida é seguido pela destruição da família, da pessoa, dos relacionamentos saudáveis com os pares e por problemas na sociedade em geral. O que estou descrevendo é uma crise de meia-idade.

Não é uma invenção da “geração focada no eu” ou mesmo da sociedade moderna. O povo de Deus teve uma crise de meia-idade e Oséias registrou isso para nós. Ele escreve: “São todos adúlteros… No dia da festa de nosso rei, os líderes são inflamados pelo vinho, e o rei dá as mãos aos zombadores” Oséias 7:4,5.

Nos dias de Oséias, a letargia espiritual veio acompanhada do declínio da sociedade: “Estrangeiros sugam sua força, mas ele não o percebe. Seu cabelo vai ficando grisalho, mas ele nem repara nisso.” Oséias 7:9. Pobre Israel e Efraim; estão grisalhos, mas não percebem! Estão todos vestidos com um terno elegante para uma noite de orgia na cidade, sem nunca perceber o quão pecaminoso isso é, o quanto isso não tem nada de “legal”, até Oséias apresentar a sua mensagem, “Nunca ocorre a eles que eu me lembro de todos os seus pecados. Agora, suas ações os alcançaram.” Oséias 7:2

É hora de escutar atentamente o que Deus tem a nos dizer! É hora de reconhecer os nossos pecados e correr para Deus em busca de libertação!

Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da Igreja Adventista de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1115
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2021, 0:50
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1069 palavras

Expandindo a lista de pecados, a acusação de prostituição e adultério é repetida. Também são acrescentadas a autoindulgência com a ingestão de vinho e a ignorância das reais questões que minavam a existência da nação (v. 9). Não é de se espantar que Efraim seja comparado a uma pomba enganada no v. 11. A falta de discernimento fazia o povo procurar as soluções erradas. As pessoas dependiam do Egito e da Assíria, em vez de contar com o Senhor e esperar nele. Bíblia de Estudo Andrews.

1. Quando me disponho … a sarar a Israel. …a doença moral e espiritual de Israel tinha sido tão obstinada e crítica que prevaleceu contra o remédio que Deus poderia ter aplicado contra ela. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 998.

2. Não dizem. Haviam esquecido que todas as suas ações estavam sob o contínuo escrutínio do Senhor (ver Sl 33:13-15; 90:8; Jr 16:17; Hb 4:13). CBASD, vol. 4, p. 998.

3. Eles alegram o rei com suas impiedades (NVI). Alguns preferem outra interpretação deste versículo, com base na seguinte tradução alternativa: “Na sua maldade fazem o rei alegre.” Ou seja, a maldade das pessoas era seu plano maligno para matar a família real. Com isto em mente, o rei se alegra com vinho, e assim se tornava uma vítima fácil e confiante.A frequência com que reis de Israel foram assassinados durante os últimos anos da história do país empresta certo apoio a essa interpretação (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 4, p. 999.

4. Semelhantes ao forno aceso. Neste quadro, o forno pode representar o coração (ver v. 6); o fogo, os desejos impuros, apetites, paixões; e a massa, os maus propósitos ou planos concebidos pelos conspiradores maus. CBASD, vol. 4, p. 999.

Até que seja levedada. Isto, aparentemente, representa o período decorrido entre o início e a realização dos maus desígnios. Depois de acender o forno, o padeiro deixa que o fogo continue a queimar até que a massa sovada esteja totalmente levedada. Assim foi com Israel: um tempo lhe foi dado para o fermento da maldade fazer efeito. CBASD, vol. 4, p. 999.

5. No dia da festa do nosso rei. Esse “dia” pode significar um dia em que a celebração foi realizada para homenagear o rei. Seja como for, foi um dia de excesso, quando a embriaguez despertou o mal nos homens pela remoção do poder do domínio próprio. Há neste versículo um alerta implícito contra o uso de bebidas alcoólicas por causa de seu efeito nocivo sobre a natureza humana (ver Pv 23:29-32; 31:4, 5; Hc 2:15). CBASD, vol. 4, p. 999.

6. Prepararam o coração. Isto mostra por que as pessoas praticam tão abertamente sua maldade. Seu coração, como um forno, se aquece cada vez mais pelo fogo das más inclinações e dos desejos que se acumulam. Dorme. O tempo de espera é o período em que não há nenhuma demonstração aberta e ativa do mal. Mas, embora o fogo da iniquidade, às vezes, pareça estar depositado no coração humano de modo passivo, ainda é o fogo da iniquidade, pronto para irromper com o calor intensificado do pecado premeditado. CBASD, vol. 4, p. 999.

7. São quentes como um forno. Isto, evidentemente, indica o temperamento intenso da paixão e o feroz poder da destruição. … Os reis de Israel tinham influenciado o povo para o mal. Eles tinham aquecido e inflamado seus súditos com os fogos de pecado, até que todos, reis e súditos, foram apanhados nas chamas de uma destruição comum. CBASD, vol. 4, p. 999.

Todos os seus reis. Durante o período final da história de Israel, quatro dos cinco reis foram condenados à morte em 20 anos. … Dos 20 reis de Israel só Jeroboão 1, Baasa, Onri, Acazias, Jeú, Joacaz, Joás, Jeroboão II e Menaém morreram por causas naturais. CBASD, vol. 4, p. 1000.

8 Um pão. Do heb. ‘ugah, uma camada fina de massa em forma de pão circular, que era rapidamente assado sobre pedras quentes ou cinzas (ver lRs 19:6). … O ‘ugah precisava ser virado rapidamente para que o calor penetrasse nele por igual. Se não fosse assim, o pão ficaria queimado de um lado e cru, do outro. Esta é uma metáfora da inconsistência e inconstância espiritual do povo. Os israelitas eram declaradamente adoradores do Senhor, mas estavam engajados nas práticas idólatras dos pagãos. … praticando uma religião sincrética, por assim dizer. CBASD, vol. 4, p. 1000.

9. Estrangeiros lhe comem a força. Nações estrangeiras idolatras devoraram a força de Efraim. A Síria reduziu as forças armadas de Jeoacaz a um número desprezível (2Rs 13:3-7). Menaém teve de pagar tributo à Assíria (2Rs 15:17-20). No reinado de Peca, Tiglate-Pileser, rei da Assíria, invadiu o território israelita e levou o povo em cativeiro para a Assíria (2Rs 15:29; lCr 5:26). Tudo isso aconteceu antes que o reino terminasse, com a queda de Samaria (2Rs 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1000.

As cãs já se espalham (ARA; NVI: “Seu cabelo vai ficando grisalho”). Uma representação simbólica do declínio da força de Israel e da decadência de sua importância nacional. CBASD, vol. 4, p. 1000.

11. E uma pomba enganada. Nos tempos antigos, parece ter sido uma opinião generalizada que a pomba era uma ave simples e facilmente enganada. A estupidez dessa ave é o tema de um provérbio árabe, um provérbio cuja antiguidade é desconhecida. A simplicidade absoluta da pomba em voar direto para a rede do passarinheiro, sem suspeitar ou perceber o perigo (ver Pv 7:23), é efetivamente utilizada como uma ilustração da insensatez de Efraim. Ao pedir ajuda ao Egito e à Assíria, Israel não sabia que estava se colocando em uma posição de aguçar o apetite territorial desses poderes imperiais que buscavam controlar a Palestina. Assim, Israel perdeu sua soberania e independência nacional (p. 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1000.

12. E … os farei descer. O profeta continua a utilizar a metáfora das aves e do passarinheiro. Não importa quão alto ou rápido voem, as pessoas não podem escapar de Deus. Elas serão humilhadas na terra. CBASD, vol. 4, p. 1001.

13. Falam mentiras contra Mim. … a gravidade está em mentir a respeito do Senhor. … o profeta quer dizer que essas mentiras consistem em uma aproximação hipócrita de Deus, com os lábios, enquanto o coração está longe dEle (ver Is 29:13). CBASD, vol. 4, p. 1001.

14. Para o vinho se ajuntam. O quadro é de um grupo de ociosos que se reúnem com o objetivo principal de comer e beber. CBASD, vol. 4, p. 1001.

16. Como um arco enganoso. O declínio espiritual gradual de Israel, que o levou a perder o seu elevado destino, de fato se assemelha a um arco cujo cordão, perdendo sua elasticidade, é incapaz de disparar a flecha contra o objeto a que ela foi destinada (veja SI 78:55-57). CBASD, vol. 4, p. 1002.



OSEIAS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de fevereiro de 2021, 0:45
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“A soberba de Israel, abertamente, o acusa; todavia, não voltam para o Senhor, seu Deus, nem O buscam em tudo isto” (v.10).

A iniquidade dos regentes de Israel levou todo o povo à prática de abominações e descaso para com Deus e Sua Palavra. Disposto a mudar-lhes a sorte, o Senhor desejava restaurar os filhos do Seu povo e trazê-los de volta ao Seu aprisco. Contudo, rejeitaram o chamado do Altíssimo e dEle fugiram (v.13). A negativa partia do princípio de que ninguém havia que invocasse ao Senhor (v.7). Ninguém havia que O buscasse ou desejasse estar em Sua presença. A situação deles era cômoda e, em meio à apostasia, ocupavam o coração com as efêmeras alegrias deste mundo, enquanto se orgulhavam em fazer parte da nação eleita.

No capítulo vinte e três do livro de Mateus, Jesus proferiu severas advertências contra os líderes da época. E a primeira delas exemplifica bem a situação de Israel: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando!” (Mt.23:13). Ao invés de serem instrumentos de salvação, suas vidas tornaram-se uma barreira impedindo que muitos conhecessem, de fato, a Deus. A ostentação e o orgulho tornaram os líderes do povo uma espécie de padrão inalcançável. Colocando-se acima de tudo e de todos, abandonaram a essência da liderança: a humildade. E, tomados de um espírito soberbo, rejeitaram o único Mestre: “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos” (Mt.23:8).

A primeira vez que os discípulos de Jesus foram chamados de cristãos se deu em Antioquia, após a dispersão “por causa da tribulação que sobreveio a Estêvão” (At.11:19). Ali, e nas cidades circunvizinhas, o evangelho foi pregado com inteireza de coração, pois “a mão do Senhor estava com eles” (At.11:21). Era isso que Deus esperava do antigo Israel e é isso que Ele espera do Seu Israel atual. O Senhor não leva em conta a aparência de santidade, mas em sermos dEle “em espírito e em verdade” (Jo.4:24). Ele não deseja ouvir os “uivos” (v.14) de Esaú (Hb.12:17), mas o clamor de Jacó (Gn.32:26), de corações que reconhecem a sua real condição: inteiramente dependentes da graça de Jesus.

A verdade é esta, amados: diante de Deus, não há distinção entre líderes e subordinados. Somos todos irmãos e filhos do mesmo Pai (Mt.23:9). Todos carecemos da mesma graça, da mesma misericórdia e do mesmo Mediador, Jesus Cristo (1Tm.2:5). Ele mesmo nos deixou exemplo, quando, sendo Senhor, Se humilhou à condição de servo (Jo.13:14). Portanto, liderar não é mostrar serviço, mas servir para mostrar Jesus. E isso só acontece quando estamos sob a liderança do Espírito de Deus. Portanto, oremos com fervoroso esforço a fim de que o Espírito Santo lidere a minha e a sua vida. Então, sucederá que se cumprirá em nós a letra da canção: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 481). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, liderados pelo Espírito Santo!

* Dez Dias de Oração, 10° dia: Oremos para que esse movimento de oração não termine hoje, mas permaneça como uma constante busca pelo poder do Espírito Santo em nossa vida e em nossa casa. Oremos sem cessar por nossos familiares.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2021, 0:40
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Não compensa viver sem Deus! Quem teve grandes experiências com Ele, mas por alguma razão lógica (ou ilógica) se afastou, sabe que deve retornar.

É perigoso afastar-se de Deus ou manter relacionamento errado com Ele. Porém, quando afastamo-nos, Deus nos quer de volta!

Hernandes Dias Lopes tem uma maneira interessante de expor o capítulo em análise. Observe atentamente cada um dos seguintes pontos:

Introdução: O povo de Israel
1. Possuía um relacionamento errado com Deus (v. 1a);
2. Tinha relacionamento errado com os homens (v. 1b);
3. Havia perdido o temor e o pudor (vs. 2-4a).

Um forno aceso
1. Uma paixão ardente pela sensualidade (v. 4);
2. Um descontrole total pela bebedeira (v. 5);
3. Uma maquinação constante para o mal (v. 6);
4. Uma conspiração contínua para matar (v. 7);
5. Uma apostasia generalizada (v. 7b).

Um pão que não foi virado: Um povo…
1. …que é influenciado em vez de influenciar (v. 8);
2. …ignorante, que trabalha, mas não desfruta os frutos do seu labor (v. 9a);
3. …que envelhece, mas não amadurece (v. 9b);
4. …que se volta, mas para a direção errada (v. 10).

Uma pomba enganada: Um povo que…
1. …corre para um refúgio errado em vez de buscar a Deus (v. 11);
2. …recebe castigo em vez de bênção (v. 12);
3. …recebe destruição em vez de redenção (v. 13);
4. …corre atrás de coisas, mas não anseia por Deus (v. 14);
5. …responde ao cuidado divino com ingratidão, e não com obediência (v. 15).

Um arco enganoso: Porque…
1. …o povo não se voltou para Deus, tornou-se vulnerável nas mãos de seus inimigos (v. 16a);
2. …os príncipes não se arrependeram de seus pecados, foram mortos em seus pecados (v. 16b).

Simplificadamente, o capítulo revela que os erros que cometemos (vs. 1-7) resultam em nossa vergonha (vs. 8-16). Além disso, o relacionamento incorreto com Deus (v. 1) dá origem a…

• …péssimos relacionamentos interpessoais (vs. 2-4);
• …desequilíbrios comportamentais no aspecto pessoal, social e religioso (vs. 4-7);
• …instabilidade, medo e angústia que promovem apego a qualquer coisa (vs. 8-11);
• …religiosidades espúrias, deturpadas e vãs (vs. 12-15);
• …desejos pelo pecado, em vez do arrependimento do pecado (v. 16).

Coloquemos nossa vida em harmonia com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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