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SALMO 22 – Amigos, vamos meditar? Antes, porém, ore a Deus; depois leia o salmo inteiro. Agora, serenamente, reflita:
1. Você já sentiu a dor do abandono?
2. Você carrega marcas de momentos desesperadores?
3. Você já pensou que Deus te deixou?
Neste Salmo, Davi esteve no caminho do desespero; porém, em meio às trevas da alma, ele encontrou a rota para a fé e a confiança, o que não só resultou em triunfo, mas deixou-nos um magnífico legado.
1. Se até Davi se sentiu desamparado por Deus, por que não podemos sentir também? (vs. 1-2);
2. Se em meio à aflição e angústia, Davi desviou seu olhar de si mesmo e das circunstâncias que o assolavam para fixar em Deus, adorá-lO e louvá-lO; por que não fazer o mesmo? (v. 3);
3. Se Davi relembrou os atos de Deus oriundos da oração de Seu povo, por que não consultar a história sagrada para encontrar conforto no poder divino? (vs. 4-5);
4. Se Davi amadureceu (mesmo oscilando entre fé e queixa) ao levantar a cabeça e orar confiando em Deus, por que ficar de cabeça baixa reclamando e murmurando no vácuo? (vs. 6-21);
5. Se Davi superou pela fé a angústia do sofrimento ao orar para obter esperança a ponto de louvar, por que não ser cheio de esperança hoje quando entendemos melhor que Davi a intervenção divina através de Jesus, O qual deu Sua vida para dar-nos a salvação? (vs. 22-31).
Neste mundo, os justos sofrem. Há pessoas cruéis em nossa sociedade. Suas ações são:
1. Ressentimento contra os fieis (v. 7);
2. Compulsão da mentalidade coletiva (vs. 12-16);
3. Discernimento deturpado das coisas (v. 17);
4. Ambição inclusive por objetos comuns (v. 18).
Se Davi, que era pecador tentando viver os princípios divinos, viu a orquestração do inferno contra ele, o que Jesus poderia esperar?
Mesmo sabendo que Sua aflição seria ainda mais profunda, Jesus decidiu entrar neste mundo cruel, lutar e vencer por nós, oferecendo esperança aos fies que enfrentam opressão ainda hoje.
Assim, quem…
• …clama a Deus, revigora a alma e canta durante as tormentas da vida.
• …experimenta vigor espiritual conclama mais pessoas para adorar ao Salvador como Davi.
Amigos, vamos clamar para recobrar ânimo, e então louvar/adorar ao Senhor? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (v.1).
Você sabia que este clamor de Cristo já estava escrito? Ele venceu no deserto com a Palavra (Mt.4) e venceu na cruz com a mesma espada (Mt.27:46; Ef.6:17).
Além de um Salmo messiânico e profético, o Salmo 22 também é, sem dúvida, uma das maiores declarações de amor de Deus para a humanidade: O Amor único, verdadeiro e altruísta, que escolheu dar a Sua vida até por aqueles que O desprezavam. O Amor que trocou o louvor dos anjos por zombaria (v.7-8). O Amor que deixou a paz do Céu para sentir-Se abandonado numa cruz (v.1). O Amor que é maior do que o Universo, mas que carregou um coração de carne dentro de Si (v.14). Um amor que, no princípio, utilizou as mãos para criar (v.31), que veio aqui e as usou para curar. Que não poupou os pés de andar pelas estradas poeirentas deste mundo em busca de quem salvar. Mãos e pés que foram cravados, sem piedade, em um madeiro (v.16). E até as vestes que curaram (Mt.9:21), foram objeto de escárnio (v.18). Tudo estava escrito.
Mas daí surge a pergunta: Como os judeus, tão orgulhosos pelo conhecimento das Escrituras não perceberam o cumprimento de todas as coisas em Cristo? Jesus mesmo afirmou que eles estudavam as Escrituras porque julgavam ter nelas a vida eterna. Só que eles esqueceram da parte mais importante: as Escrituras testificam, dão testemunho de Cristo (Jo.5:39). Se eles tivessem tirado tempo para conhecer o Senhor das Escrituras, como teria sido diferente o destino da nação escolhida! Israel não foi eleita por Deus para ser a única a ser salva, mas aquela da qual sairia a Salvação para todas as nações, a fim de que por meio deste povo, todos tivessem a oportunidade de se converter ao Senhor: “Lembrar-se-ão do Senhor e a Ele se converterão os confins da terra; perante Ele se prostrarão todas as famílias das nações” (v.27). Israel tomou o cetro em suas próprias mãos e se esqueceu de que somente “do Senhor é o reino”, de que “é Ele Quem governa as nações” (v.28).
Amados, hoje temos nas mãos a missão de proclamar o evangelho eterno a todas as nações (Mt.28:19; Ap.14:6). O mundo é o alvo do amor de Deus. Mas só receberá a salvação em Cristo “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). “Como, porém, invocarão Aquele em quem não creram? E como crerão nAquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (Rm.10:14).
Temos em mãos a obra que o antigo Israel rejeitou: Falar “do Senhor à geração vindoura” (v.30). Anunciar a Sua justiça e ensinar aos nossos filhos Quem é o nosso Criador (v.31). Não estamos estudando a Palavra de Deus apenas com o objetivo de conhecê-la, mas para conhecer a Cristo, de Quem toda a Bíblia testifica. Se este não for o nosso foco, não herdaremos a vida eterna, pois Jesus mesmo declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Não há como apresentar ao mundo Alguém que você não conhece. Estude a Bíblia para conhecer o Seu Autor, então, o Seu sacrifício de amor o motivará a falar dEle para outros e, certamente, o conduzirá à vida eterna. Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos do Amor eterno!
* Amanhã estudaremos o Salmo mais lido em todo o mundo. Não perca a oportunidade de compartilhar o Salmo de hoje convidando seus amigos a estudarem com você o Salmo 23.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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944 palavras
Este é um salmo profético e messiânico. Alguma vezes é chamado de “Salmo da cruz”, devido a referências por parte de escritores do NT ao descreverem os sofrimentos do Filo de Deus sem pecado durante Seu sofrimento, quando, apesar de Sua confiança em Deus, parecia que o Pai O abandonara. … Embora o salmista pareça estar falando de sua própria experiência, frequentes referências a este salmo no NT atestam seu caráter messiânico (Mt 27:35, 39, 43, 46; Mc 15:24, 34; Lc 23:34; Jo 19:24, 28; sobre o princípio de aplicação mista e dupla, ver o com. de Dt 18:15; ainda sobre as características messiânicas deste salmo, ver DTN, 741-757). … O salmo tem duas partes. Os primeiros 21 versículos que consistem das queixas e oração do sofredor, e os últimos dez (22-31), de gratidão após o livramento. … As palavras do hino “Oh! Fronte Ensanguentada!”, nº 65 do Hinário Adventista do Sétimo Dia, se ajustam notavelmente ao sentido do Salmo 22. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 768.
1 Deus meu. Do heb. ‘Eli [El = “Deus” + i = “meu”]. … “Meu” parece acrescentar um toque de fé ao aparente sentimento de desespero do restante do versículo. A fé luta contra o temor. CBASD, vol 3, p. 768.
por que … ? O clamor de um filho desesperado que não consegue entender por que o pai o abandonou. CBASD, vol 3, p. 768.
desamparaste. Do heb ‘azabtani. A forma sabachtani é a transliteração grega do aramaico, idioma no qual Jesus pronunciou Seu clamor (ver Mt 27:46; Mc 15:34). CBASD, vol 3, p. 768.
bramido. Do heb she’agah, usado para descrever o rugido de um leão (Jó 4:10; Is 5:29; Ez 19:7; Zc 11:3). Quando se emprega com relação ao ser humano, deve ser compreendido como um clamor intendo (ver Sl 32:3; ver DTN, 753). CBASD, vol 3, p. 768.
2 não tenho sossego. Deus ouviu o clamor, mas Cristo não teve evidências de resposta (ver DTN, 753). CBASD, vol 3, p. 768.
5 não foram confundidos (ARA; NVI: “não se decepcionaram”). Em vez disso, “não envergonhados”. Quando se confia e essa confiança é traída, a pessoa se sente envergonhada, como se tivesse sido tola em confiar (ver Jr 14:3). Deus, porém, sempre provou ser digno de confiança. CBASD, vol 3, p. 768, 769.
8 Confiou. Isto é, se entregou (ver Sl 37:5; Pv 16:3). Este insulto foi de fato proferido pelos escribas e anciãos que assistiram à crucifixão e humilhação de Cristo na cruz (ver Mt 27:43). CBASD, vol 3, p. 769.
9 Tu és quem me fez nascer. Ele tem confiado em Deus desde quando consegue se lembrar. CBASD, vol 3, p. 769.
12 touros. Uma figura para descrever pessoas violentas decididas a destruí-lo. CBASD, vol 3, p. 769.
Basã. Região ao leste do Jordão, famosa por seus excelentes campos de pastoreio e seu gado grande e forte (ver Dt 32:14; Ez 39:18; Am 4:1). CBASD, vol 3, p. 769.
13 Contra mim abrem a boca. Como um animal selvagem prestes a atacar e despedaçar sua presa. CBASD, vol 3, p. 769.
O leão que despedaça e ruge. Como se não bastasse a voracidade dos touros, o salmista, para destacar mais o conceito, introduz a figura de um leão que ruge com furor, ávido por sua presa. CBASD, vol 3, p. 769.
14 Derramei-me como água. Comparar com Js 7:5. A figura parece indicar perda de força (2Sm 14:14). CBASD, vol 3, p. 769.
15 a língua se me apega ao céu da boca. Provavelmente de tanta sede. CBASD, vol 3, p. 769.
16 Cães. Homens que pareciam cães ferozes o cercaram para lhe tirar a vida. Nas cidades do antigo Oriente Médio era comum cães famintos comerem os corpos insepultos dos mortos (ver 1Rs 14:11; cf Sl 59:6, 14, 15). O salmista destaca ainda mais a ferocidade da circunstância adicionando cães aos touros de Basã e ao leão (ver com. dos v. 12, 13). CBASD, vol 3, p. 769.
Uma súcia de malfeitores me rodeia (ARA; NVI: “Um bando de homens maus me cercou”).
18 sobre a minha túnica deitam sortes. Ver o cumprimento desta previsão em Mt 27:35; Lc 23:34; Jo 19:23, 24. CBASD, vol 3, p. 770.
21 Salva-me das fauces do leão e dos chifres dos búfalos (ARA; NVI: “Salva-me da boca dos leões e dos chifres dos bois selvagens”). Este versículo deu origem ao leão e ao unicórnio do escudo da Inglaterra. CBASD, vol 3, p. 770.
Tu me respondes. Embora cercado de “cães”, “leões”, “touros”, “bois selvagens”, o sofredor sabe que não está abandonado. O desespero e a tristeza dão lugar à confiança, paz e ao louvor alegre. … A súplica do salmista termina com uma sensação de completo alívio. Ele sabe que o Senhor está perto para ajudar. CBASD, vol 3, p. 770.
22 – 31 Os v. 22 a 31 são um louvor triunfal. No arranjo de Felix Mendelssohn do Salmo 22, há, nesta parte da composição, uma mudança dramática repentina de tom, de modo menor para o maior, retratando a completa mudança de sentimentos. … Esta mudança repentina de sentimento no meio do versículo é típica de vários salmos (ver Sl 3; 6; 12; 28; etc.). Talvez este seja o exemplo mais notável do Saltério desta característica exclusiva do monólogo dramático hebreu. CBASD, vol 3, p. 770.
23 louvai-O. Todo o povo de Deus é chamado a se unir nesta expressão de louvor. CBASD, vol 3, p. 770.
25 De Ti. Deus dá o desejo e a capacidade de louvar, bem como o livramento, que é a razão para o louvor. CBASD, vol 3, p. 770.
26 comer. O ofertante comia uma parte do sacrifício (ver Lv 7:16). Em Israel, as refeições, como expressão de gratidão, faziam parte da adoração. Os humildes deviam participar delas, e, ao comerem juntos, se sentiam mais unidos. CBASD, vol 3, p. 770.
27 os confins da terra. A perspectiva estende-se àqueles que temem ao Senhor e à “descendência de Jacó” e à posteridade de Israel” (v. 23), incluindo todas as nações (ver a promessa de Deus a Abraão, em Gn 12:3). CBASD, vol 3, p. 770.
29 até aquele que não pode preservar a própria vida. Isto pode ser compreendido como uma ampliação das nações fracas. CBASD, vol 3, p. 770.
31 anunciar a justiça dEle. Comparar com Rm 3:21-26. CBASD, vol 3, p. 771.
que foi Ele quem o fez. Neste salmo, declara-se que Deus cumpriu tudo isso. CBASD, vol 3, p. 771.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/21
Este salmo completa o ciclo de súplica e obtenção, pedido e resposta iniciado no Salmo 20. Ele era utilizado após a vitória solicitada no Salmo 20 ter sido obtida. A vontade de Deus tinha sido seguida, as orações por vitória haviam sido oferecidas, a conquista tinha acontecido. Agora o povo de Deus fielmente retorna a Deus e Lhe oferece louvor e ações de graças pelo sucesso alcançado.
É instrutivo para o crente saber que o trabalho não está completo após as orações pela vitória terem sido oferecidas e a batalha ter sido vencida. A vitória, o sucesso e suas ramificações, é mais do que apenas lutar e vencer. Há mais a fazer: o deliberado e espontâneo reconhecimento, agradecimento e louvor a Deus.
Dar toda a glória a Deus não é fácil, porque queremos a glória para nós mesmos. Deus deve receber a glória, porque Ele é a origem de todas as coisas boas e dignas de nota.
Delbert Baker
Vice Reitor da Universidade Adventista da África – Nairobi, Kenia
Ex Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=745
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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SALMO 21 – A Bíblia de Jerusalém explica que este Salmo tem “duas partes seguidas de antífonas corais (v. 8 e 14), tem acento messiânico e escatológico, fazendo com que fosse aplicado ao Cristo Rei”.
Neste Salmo “prevê-se a glória majestosa de Cristo” (vs. 1-7), comenta Merril Frederick Unger, “e celebra-se Sua vitória sobre Seus inimigos, 8-12. Então o Israel redimido cantará o hino [do versículo] 13”.
Este Salmo, “evidentemente, é o companheiro adequado do salmo 20, e está em sua posição apropriada ao lado dele. O salmo 20 antecipa o que esse vê como já realizado”, analisa Charles H. Spurgeon; e, então, faz as seguintes aplicações: “Se oramos hoje por um benefício e o recebemos, nós precisamos, antes que o Sol se ponha, louvar a Deus por essa misericórdia, ou então, caso contrário, mereceremos ser negados da próxima vez. O Salmo já foi chamado de ‘o canto triunfal de Davi’, e podemos lembrar-nos dele como sendo a Triunfante Ode Real. ‘O rei’ se sobressai nele todo, e nós o leremos com proveito verdadeiro se for doce a nossa meditação no Senhor enquanto o fazemos. Devemos coroá-lo com a glória da nossa salvação; cantando sobre Seu amor, e louvando Seu poder”.
Medite:
• Este Salmo é uma resposta ao Salmo anterior, o qual nos mostra que orar diante de uma situação desafiadora resultará em corações motivados a agradecer a Deus por Suas ações redentoras (vs. 1-7);
• Na sequência, o Salmo mostra que aqueles que experimentam as portentosas ações divinas meditam na subjugação dos inimigos de Deus e de Seu povo no fim dos tempos (vs. 8-12);
• Finalmente, o povo exalta e celebra efusivamente a força e o poder do Salvador (v. 13).
O grande conflito não será eterno, mas eterna será a vitória divina sobre todo poder maligno. O armagedom será o ápice dessa batalha cósmica e, no fim do milênio se fará execução final sobre todo o império do mal. Então, todo o universo e todos os salvos empreenderão um louvor universal ao Soberano que exterminou completamente tudo o que era mal (ver Malaquias 4:1; Apocalipse 7:7-12; 19:1-3; 20:14-15).
O plano divino está em andamento, cabe a cada pessoa a decisão de não ficar de fora dele. Confie, entrega-te a Deus! Ore e celebrarás!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Satisfizeste-lhe o desejo do coração e não lhe negaste as súplicas dos seus lábios” (v.2).
O que era uma súplica tornou-se em ação de graças. Mas tem algo de muito curioso neste Salmo. Na verdade, o texto não diz que a guerra acabou, contudo, que Deus alcançará os inimigos do rei (v.8), apanhará os que o odeiam (v.8), ”os consumirá… os devorará” (v.9), e assim, o salmista descreveu uma sequência de ações de Deus, todas no futuro.
Agora percebam o que fez Davi compor este Salmo mesmo em face de iminentes guerras: “O rei confia no Senhor” (v.7). Compreendem, amados? A Bíblia não diz que o rei confiará quando ele sair vencedor da guerra, e sim que ele confia. Ele tinha a firme certeza de que sairia vitorioso. Não é sem propósito que a confiança em Deus faz parte integrante dos oito remédios naturais que Ele nos deixou.
Notem também que Davi iniciou dizendo que se alegrava na força de Deus e exultava em Sua salvação (v.1). “A misericórdia do Altíssimo” (v.7) era o fundamento da confiança de Davi. A motivação do rei não era de vencer a guerra, mas de ter vida: “Ele te pediu vida, e Tu lha deste” (v.4). Não esta vida que logo perece, mas a longevidade eterna: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo.10:10).
Por mais que se multiplicassem os inimigos, em momento algum o salmista revelou medo ou dúvida, pois confiava em Deus e em Sua misericórdia. Afinal de contas, os seus inimigos tornavam-se, automaticamente, inimigos de Deus (v.8). Todos os que odiavam a Davi, consequentemente, odiavam ao Senhor também, e dEle receberiam o devido juízo, pois “aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a Quem não vê” (1Jo.4:20).
Meus irmãos, precisamos exercitar a nossa confiança em Deus a cada dia. Conforme o salmo de hoje, confiar no Senhor:
1. Satisfaz o desejo do nosso coração (v.2);
2. Faz com que nossas orações sejam atendidas (v.2);
3. Supre a nossa vida “das bênçãos de bondade” (v.3);
4. Concede-nos a coroa da salvação (v.3; Leia Ap.2:10);
5. Preserva-nos para a vida eterna (v.4);
6. Transforma-nos em bênçãos eternas (v.6);
7. Enche a nossa vida de alegria (v.6).
É privilégio nosso confiar em Deus e desfrutar da sensação de paz “que excede todo o entendimento” (Fp.4:7). Como ouvi em um sermão anos atrás: “No final tudo dá certo na vida do cristão, se ainda não deu certo é porque ainda não chegou ao final”. Portanto, não permita que inimigos abalem a sua fé, mas que a sua fé, unida a um coração agradecido, lhe faça louvar o poder de Deus antes mesmo que ele se manifeste. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, homens e mulheres de fé!
Rosana Garcia Barros
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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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