Reavivados por Sua Palavra


SALMO 20 by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/20

Os Salmos 20 e 21 se complementam e são conhecidos como os Salmos de Guerra. O Salmo 20 era uma música de encorajamento cantada antes da batalha e o Salmo 21 era uma música de celebração cantada depois da batalha. O primeiro era apresentado em antecipação ao que o Senhor estava prestes a realizar e o Salmo 21 em celebração pelo que Deus já havia feito.
Se o povo estivesse vivendo no centro da vontade de Deus tinha a garantia de que podia contar com Deus para protegê-lo. Deus estava disposto e era capaz de entregar o resultado que o Seu povo precisava. Não havia dúvida ou hesitação, mas uma forte confiança que elevava o ânimo dos soldados na batalha.

Deus era o comandante-em-chefe acima do Rei, que era o general e líder dos soldados que saíam à luta. A beleza deste Salmo é o conceito da presença e da vitória de Deus, mesmo antes da batalha começar. Os ingredientes para a vitória naquela época são aplicáveis aos crentes de hoje. Diante da realidade da grande guerra entre o bem e o mal, devemos nos apegar às promessas de Deus encontradas em Sua Palavra e proclamar a nossa confiança num resultado positivo. Os tempos e a cultura são diferentes, mas os princípios para a vitória permanecem os mesmos.

Delbert Baker
Vice Reitor da Universidade Adventista da África – Nairobi, Kenia
Ex Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=744
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



SALMO 20 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de fevereiro de 2020, 0:55
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SALMO 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2020, 0:45
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SALMO 20 – Embora este Salmo seja uma prece ao rei, e aparentemente não tenha nada que ver com nossa cultura e com nossa realidade, precisamos atentar para a mensagem de Deus embutido nele para nós.

“O Senhor deseja que despertemos para nossa verdadeira condição espiritual; deseja que toda pessoa humilhe o coração e mente diante dEle. As palavras inspiradas que se acham nos Salmos 19 e 20 são apresentadas para nosso povo. É nosso privilégio aceitar essas preciosas promessas e crer nas advertências. Oro para que nosso coração esteja plenamente desperto para os perigos que cercam os indiferentes ao bem-estar eterno. Precisamos pesquisar as Escrituras como nunca antes. A Palavra de Deus deve ser nosso educador, nosso guia. Devemos compreender o que dizem as Escrituras” – adverte-nos Ellen G. White.

O comentário Bíblico Adventista diz que “o Salmo 20 sugere arranjo antifonal para o ritual de serviço: os v. 1 a 5 para serem cantados pela congregação, os v. 5 a 8 pelo rei ou talvez um levita, e o v. 9 pelo povo”.

Orando, reflita:

1. É claro que tanto o povo quanto qualquer político deve confiar igualmente em Deus para que o sucesso de uma nação seja realmente possível;
2. O nome de Deus está acima de todo nome, Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores – todos devem reverenciá-lO por isso, inclusive os grandes monarcas da Terra;
3. Toda vitória miraculosamente obtida se deve à onipotente atuação do Deus que tem Sua habitação no Santuário, de onde Ele administra todo o Universo;
4. O sucesso em qualquer situação por mais complexa que seja só acontece caso busquemos a Deus, que do Céu interfere com ações extraordinárias da vitoriosa força de Sua destra;
5. A ostentação do poderio militar e o arsenal bélico do inimigo não intimidam aos que são comprometidos com o verdadeiro Deus;
6. Quem se gloria no Senhor não teme a ninguém que se gloria em seus próprios recursos, por mais perigosos e imponentes que sejam;
7. O soberano Filho de Deus, o qual entrou em cena no palco terrestre do grande conflito, merece nossa atenção, pois Ele venceu para nos conceder Sua vitória.

Deus protege e concede vitória, Ele intervém em favor dos que O buscam. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de fevereiro de 2020, 0:30
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“Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (v.7).

O grande monarca de Israel havia assumido um dever sobremodo desafiador. Cercado de adversários, Davi trocou sua harpa e seu cajado pela coroa e pela espada; o cuidado das ovelhas pelo governo de uma multidão; a simplicidade do campo pelo requinte do palácio; a luta com animais pela guerra entre povos; as canções de sua harpa pela marcha dos exércitos de Israel. Mas, mesmo em meio a tantos contrastes, e munido de muitas vantagens terrenas, a confiança de Davi continuou sendo a mesma: “o Senhor salva o Seu ungido” (v.6).

Davi havia experimentado o cuidado de Deus como um simples pastor, e descobriu que podia usufruir do mesmo cuidado como um rei. Sua coroa não lhe conferiu privilégios que já não tivesse antes dela. Como Deus Se mostrou grande nas colinas e pastos de Belém, Sua atenção foi revelada nas vitórias bélicas e negócios do reino. Até mesmo nas repreensões, Davi enxergou o amor divino. A necessidade que Davi tinha do Senhor em sua lida pastoril, foi fortalecida quando como príncipe da nação eleita. Ele sabia e cria que estava sob os cuidados “do Deus de Jacó” (v.1).

A menção do nome de Jacó nos remete à angústia deste patriarca quando estava prestes a reencontrar Esaú. Naquela noite de grande tribulação, Jacó lutou com Deus (Gn.32:28). Com sua vida e de sua família em risco, a lembrança de seu pecado o fez cair em desespero. A maior luta travada na escuridão acontecia em sua mente atormentada pela culpa. Mesmo consciente do perdão divino através do sonho da gloriosa escada (Gn.28:12), seu coração era tentado a pesar sua vida em balança humana. Mas foi quando parecia que sua dor o consumiria, raiou o dia de sua vitória. E de Jacó a Israel, percebeu que sempre fora alvo da mesma medida do amor divino.

A nossa confiança deve estar depositada em um Deus que não faz “acepção de pessoas” (Rm.2:11). Que amou a Davi como rei na mesma medida em que o amou como um pastor. Que amou a Jacó muito antes de ser chamado de Israel. Que confere uns para tronos e outros para as singelas e necessárias ocupações da vida. Que conhece o coração de Seus filhos e concede a cada um a medida segura em Sua vasta obra.

“Do Seu santuário” (v.2), o Senhor cuida do Seu povo; “do Seu santo Céu”, Ele estende sobre nós “a vitoriosa força de Sua destra” (v.6). Como foi com Davi e como foi Jacó, Ele deseja ser o seu Deus. Abra, agora, o coração a este Deus pessoal que não olha para o que você tem, mas para o que você é. Porque os que confiam nas coisas perecíveis deste mundo “se encurvam e caem; nós, porém, nos levantamos e nos mantemos em pé” (v.8), pois sempre “nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (v.7), até que Ele volte. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, povo cujo Deus é o Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 20 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de fevereiro de 2020, 0:10
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SALMO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2020, 0:05
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607 palavras

1-5 Os v. 1 a 5 constituem a oração de intercessão pelo rei, ao este estar prestes a ir para a batalha. É provável que fossem cantados enquanto a fumaça do sacrifício subia aos céus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 764.

Ambos os salmos [20 e 21] eram, provavelmente, cantados antifonalmente (com partes responsivas se alternando). Andrews Study Bible.

nome. O nome de Deus é representado pelos caracteres hebraicos YHWH, que foram transliterados com vogais para se ler Yahweh (ver êx 6:3). … Com base no antigo uso fenicio [da palavra e de sua possível raiz, hayah, “ser” ou “tornar-se”], entende-se que Yahweh representa uma forma verbal que pode ser traduzida como “o que faz ser”, ou “o sustentador”. Portanto, o nome Yahweh designa Deus como a primeira causa de existência. Este nome representa todos os atributos de Deus (ver com do Sl 7:17). CBASD, vol. 3, p. 764.

2, 6 Do Seu santuário te envie socorro. Uma das muitas passagens da Escritura onde Deus responde do santuário celestial (ver, p. ex., Sl 18, o mesmo de 2Sm 22, onde este tema é desenvolvido em grandes detalhes). Andrews Study Bible.

holocaustos. Do heb. ‘olah, uma oferta na qual a vítima era queimada por completo (ver vol. 1, p. 752; ver com. de Lv 1:3). CBASD, vol. 3, p. 764.

todos os Teus desígnios. O povo ora para que todos os planos do rei tenham êxito e as medidas que ele tomar na guerra sejam bem-sucedidas. CBASD, vol. 3, p. 764.

hastearemos pendões (ARA; NVI: “ergueremos as nossas bandeiras”). Em reconhecimento da vitória concedida por Deus. Assim se encerra a petição geral do povo. CBASD, vol. 3, p. 764.

bandeiras. Provavelmente os estandartes das tropas, ao redor dos quais as unidades militares se congregavam. Bíblia de Genebra.

6-8 Israel alcançaria a vitória por causa da presença do Senhor. A confiança de Israel estava arraigada na promessa de Deus de que protegeria o Seu povo na guerra, quando fosse obediente a Sues mandamentos (Dt 7.20). Bíblia de Genebra.

Desde que exércitos e armas existem, as nações tem se vangloriado de seu poder, mas tal poder não é duradouro. Ao longo da história, impérios e reinos tem alcançado grande poder, somente para desaparecer na poeira. Davi, contudo, sabia que o verdadeiro poder de sua nação não estava em seus armamentos mas no louvor; não em sua capacidade de ataque mas no poder de Deus. Esteja certo de que sua confiança está estabelecida em Deus, que dá vitória eterna, porque somente Deus pode preservar uma nação ou indivíduo. Em quem você confia? Life Application Study Bible Kingsway.

Agora, sei. Os v. 6 a 8 constituem a resposta do rei ou talvez de um levita que o representava. CBASD, vol. 3, p. 764, 765.

ungido. Hebr. Messiah. Nota textual Bíblia de Genebra.

O rei davídico prenuncia o Filho de Deus que reina para sempre, Jesus Cristo, o Messias. Bíblia de Genebra.

carros. Carros de guerra, para o transporte de soldados para a batalha e para providenciar materiais para o combate. O faraó confiou nos carros (Êx 14:7) [Quanto aos siros, 1Cr 18:4; 19:18, Salomão, 1Rs 10:26-29]. … Nunca foi plano de Deus que Seu povo dependesse da força bruta para obter vitória (ver Dt 17:16). Esse versículo é uma confissão maravilhosa de fé no que é reto, em contraste com a confiança no poder material. CBASD, vol. 3, p. 765.

Eles se encurvam e caem. Os verbos deste versículo podem ser considerados como proféticos perfeitos, isto é, em antecipação o rei vê seus inimigos vencidos e descreve o evento como se já tivesse acontecido. Este versículo é um exemplo de paralelismo antitético. CBASD, vol. 3, p. 765.

Ó, SENHOR, dá vitória ao rei (ARA; NVI: “SENHOR, concede vitória ao rei!”). É provável que este versículo fosse cantado pela congregação em resposta ao solo dos v. 6 a 8. CBASD, vol. 3, p. 765.




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