Reavivados por Sua Palavra


SALMO 1 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de fevereiro de 2020, 0:55
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SALMO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de fevereiro de 2020, 0:45
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SALMO 1 – Pensar é um dom dado pelo Criador. Segundo Victor Hugo, “a água que não corre forma um pântano; a mente que não pensa forma um tolo”.

Diz Aristótoles que “o ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete”. Comece a meditar e refletir sobre os Salmos, eles são inspiradores. Assimile cada verso de suas poesias à tua alma, deixe elevar-se e moldar-se por suas sublimes palavras e envolva-se com suas inspiradas mensagens.

O primeiro dos 150 Salmos serve de abertura ao Saltério. Sua mensagem prepara o leitor para os grandes temas que dominam os salmos. Warren W. Wiersbe observa que “o Salmo 1 é um salmo de sabedoria e trata da Palavra de Deus, das bênçãos de Deus sobre aqueles que meditam sobre essa Palavra e lhe obedecem e do julgamento final de Deus sobre os rebeldes”. Em seguida, acrescenta, que, “apesar de esse primeiro salmo retratar dois caminhos, na verdade descreve três pessoas diferentes e como se encontram relacionadas às bênçãos do Senhor”:

1. A pessoa que recebe uma bênção de Deus (vs. 1-2):
• Devemos ser dirigidos pela Palavra;
• Devemos ter prazer na Palavra.
2. A pessoa que é uma bênção (v. 3);
3. A pessoa que precisa de uma bênção (vs. 4-6).

O segredo da vida está em meditar e ter prazer na Lei do Senhor!

Após pesquisar, Maria do Carmo Rabello concluiu que meditar é “ter um encontro diário com Deus, com total privacidade, expondo a Ele as necessidades pessoais, dúvidas e suplicando por mais entendimento, ou seja, fazer uso de nossa inteligência espiritual. É sentir Seu abraço amigo e protetor, ter a sensação de Sua bondosa mão sobre nossa cabeça e ouvir Sua voz falando-nos através da mente. É deliciar-se em Sua presença, sentar-se a Seus pés, sentir a paz e fidelidade que tanto almejamos. É permanecer em Sua presença o tempo que desejamos, da mesma maneira que gostamos de estar com nossos familiares, amigos e irmãos em Cristo”.

Feliz quem não aparece “no Bar do Pecado” nem “frequenta a Escola dos Desbocados”, mas vibra com a Palavra de Deus, medita nas Escrituras dioturnamente, se fortalece espiritualmente e age contrariamente aos perversos…

Tristes, frouxos e amargurados são os que ignoram o que realmente satisfaz o coração humano.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SALMO 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de fevereiro de 2020, 0:30
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“Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (v.2)

Quem já não viu uma Bíblia em alguma casa ou estabelecimento comercial aberta no livro de Salmos? Creio que todos nós já vimos e já tivemos a curiosidade de saber o porquê da escolha deste livro. Na verdade, tal costume tornou-se uma espécie de amuleto. Apesar de ser o livro mais comprado no mundo, a Bíblia tem sido também o menos lido. A partir de hoje, vamos descobrir que o livro de Salmos têm muito mais a nos oferecer do que simplesmente sorte, como imaginam alguns.

Ao contrário do que muitos pensam, os Salmos não foram escritos apenas por Davi, mas há também outros autores, inclusive autores desconhecidos, como no Salmo de hoje. O salmista inicia falando de uma bem-aventurança. Parafraseando: “Verdadeiramente feliz é todo aquele que não dá ouvidos a maus conselhos, que quando percebe que está diante do perverso, se afasta, e que não se demora no meio daqueles que escarnecem do que seja puro e santo” (v.1). Então, o salmista descreve o prazer deste bem-aventurado e sobre o que ele pensa e pondera durante todo o dia: A lei do Senhor é a alegria e o aio dos justos. E, “no devido tempo”, surgem os frutos de justiça “e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (v.3).

Mas então, no verso quatro, o salmista também descreve o lado contrário: “Os ímpios não são assim”. O meditar do nosso coração diz muito sobre quem somos e para onde vamos. Sobre o que você tem considerado em teu coração? Qual tem sido o teu meditar? O livro mais lido e admirado na Bíblia inicia deixando bem claro que há sim diferença entre o justo e o ímpio, entre o obediente e o desobediente, entre o “conselho dos ímpios” (v.1) e a “lei do Senhor” (v.2). Esta foi uma das primeiras passagens bíblicas que ensinei meus filhos a recitar e a guardar no coração. Porque se eles entenderem a verdade ali contida, igualmente saberão qual é o caminho em que devem andar: “o caminho dos justos” (v.6).

Amados, percebam que o Salmo chama de ímpio e de perverso todos os que não têm prazer na Palavra do Senhor. Não é preciso cometer atrocidades para ser considerado um perverso diante de Deus, basta ignorar a Sua Lei e fazer pouco caso da Sua Palavra. Forte, não é mesmo? Mas é a verdade. Como está escrito: “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). Ou seja, o justo procura andar na “cartilha” de Deus e o ímpio não se sujeita à Sua vontade. Considere, por exemplo, as leis de um país. A desobediência a essas leis implica em sanções previstas na própria legislação. Como aqueles que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16), que a nossa vida aqui testemunhe que somos cidadãos da pátria superior.

Não foi sem razão que este livro iniciou com uma clara distinção. De que lado você está? O pecado por si só já faz um tremendo estrago nos separando do nosso Criador (Is.59:2). Não permita que esta separação seja eterna (v.5)! Mas que a nossa vida seja uma árvore frondosa que dê muito fruto (Leia Gl.5:22-23), sendo constantemente regada pela sabedoria e poder da Palavra de Deus, e Ele mesmo nos justificará. Vigiemos e oremos!

Bom dia, justos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

PrimeiroDeus #Salmo1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 1 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
3 de fevereiro de 2020, 0:10
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SALMO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de fevereiro de 2020, 0:05
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510 palavras

O Salmo 1 é um dos [salmos] didáticos, ou de sabedoria … Constitui (junto com o Salmo 2) uma introdução a todo o livro dos Salmos, e sobretudo ao livro Um do Saltério. Como tal, tem sido chamado de “Salmo da Soleira”.  … Pelo conteúdo, é apropriado que receba o título: “Os Dois Caminhos”. CBASD – Comentário Bíblico Devocional,  vol 3, p. 710.

1.1-3 A descrição do homem verdadeiramente feliz. Bíblia Shedd.

1.1 A descrição negativa daquilo que não faz. Nota-se o caminho do pecado, sempre piorando: anda, detém-se, assenta-se. Bíblia Shedd.

As três palavras retratam em ordem de intensidade crescente os passos sucessivos da vida do ímpio: (1) anda na direção dos que estão alheios a Deus, conformando-se com os costumes pagãos (ver T4, 597); (2) se detám para associar-se com os rebeldes sob a maldição do pecado e brinca com a tentação; (3) une-se em definitivo ao grupo de pecadores, desconsiderando a luz. CBASD,  vol 3, p. 710.

A expressão “bem-aventurado”, usada nas bem-aventuranças do Sermão do Nonte (Mt 5:3-11), é uma tradução da mesma palavra [gr. Makarios] usada na LXX para traduzir o “bem-aventurado” do Salmo 1. CBASD,  vol 3, p. 710.

Ímpios. Sugere violação premeditada e persistente dos mandamentos de Deus. CBASD,  vol 3, p. 710.

2 A descrição positiva daquilo que é. Seu deleite não está nos prazeres deste mundo, mas na Palavra de Deus. Bíblia Shedd.

O seu prazer. Seu estudo da palavra de Deus é habitual e regular; não é tedioso. CBASD,  vol 3, p. 710.

Lei. Do heb. Torah, significando basicamente “instrução” ou “preceito”; portanto, “mandamento” ou “lei”, no sentido comum da palavra. Em geral, torah se refere à revelação escrita da vontade de Deus. CBASD,  vol 3, p. 711.

Medita. Não há nada melhor para preencher as horas de uma noite sem sono do que meditar na Palavra de Deus (ver Sl 17:3; Sl 42:8; 119:55; etc.). CBASD,  vol 3, p. 711.

3 O resultado deste tipo de vida: a vitalidade, como a de uma árvore; a estabilidade, sendo  firmemente plantado; a produtividade, simbolizada pelo fruto da árvore; a prosperidade, em todos os seus atos. Bíblia Shedd.

plantado. Literalmente, “transplantado”. Descreve uma experiência presente, mas também um termo técnico para um translado/ressurreição à vida imortal do tempo do fim, como em outros lugares nos Salmos e em outras fontes antigas (e.g., Sl 92:13 e literatura ugarítica). Andrews Study Bible.

rios.  Literalmente, “canais de água artificiais”. Deus toma a iniciativa de poprover o ambiente para o ótimo crescimento. Andrews Study Bible.

4-6 A descrição do homem ímpio, que está longe de Deus. Bíblia Shedd.

4 Contrasta-se fortemente com o homem feliz. Os ímpios são todos aqueles que estão fora de Cristo. São como a moinha [palha] que não tem vida nem conteúdo nem valor, e que facilmente é levada pelo vento. Bíblia Shedd.

Em contraste com a árvore, a palha não tem raiz, não tem lugar fixo. Morta, seca e inútil, está à mercê de outros. Os ímpios estão fixados no nada; falta-lhes estabilidade e não podem permanecer. CBASD,  vol 3, p. 711.

5 O resultado da vida do ímpio: a punição eterna (cf Ap 20.11-15). Bíblia Shedd.

6 Existem apenas dois caminhos, com dois destinos diferentes; é nossa atitude  para com Cristo que determina nossa sorte eterna (cf 1 Jo 5.10-12; Jo 3.18). Bíblia Shedd.



O LIVRO DOS SALMOS – UMA INTRODUÇÃO by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2020, 21:29
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O Livro dos Salmos é o livro mais lido da Bíblia. Salmos são poemas com música que eram cantados durante o culto no templo ou nas festividades religiosas de Israel.

Os Salmos lidam com as emoções humanas, por isso são tão apreciados. Os outros livros da Bíblia focalizam as ações, os Salmos focalizam com os sentimentos, algo que envolve a todos nós. Os seus 150 capítulos expressam praticamente todas as emoções humanas.

Emoções de amor, alegria, tristeza, desespero, angústia, depressão, raiva, vingança, desespero, humildade e vitória, só para citar algumas, são abordadas no Livro de Salmos. Os compositores das letras e das músicas fizeram no passado exatamente o que os compositores de hoje fazem, transmitir a emoção por meio da letra, dos intrumentos e do canto.

Expressões verbais de louvor e ação de graças a Deus são encontrados em quase todos os Salmos. O louvor é algo eminentemente emocional.

A escrita do livro de Salmos se estendeu por aproximadamente 1.000 anos. Davi escreveu a maioria dos Salmos, mas ele não foi o único autor. Outros compositores foram Asafe, Hemã, Salomão, Moisés e Etã. Doze Salmos foram escrito pelos filhos de Coré. Os filhos de Coré eram os cantores do templo. 61 dos Salmos são anônimos.

O Livro dos Salmos é dividido em cinco hinários, mantendo assim uma correlação com a Torá, os cinco primeiros livros da Bíblia. Veja a seguir a distribuição dos Salmos por estes hinários:

  • Livro I – Salmos 1-41     [Gênesis]
  • Livro II – Salmos 42-72    [Êxodo]
  • Livro III – Salmos 73-89    [Levítico]
  • Livro IV – Salmos 90-106    [Números]
  • Livro V – Salmos 107-150    [Deuteronômio]

A maioria dos Salmos possui um título ou cabeçalho, o qual indica aos leitores um pouco acerca da pessoa que compos aquele Salmo em particular, em que ocasião deveria ser cantado e por quem.

Uma palavra que ocorre várias vezes ao longo do livro de Salmos é a palavra “Selah”. Esta palavra indica duas coisas: Para os que estavam cantando o Salmo, indica que deveriam fazer uma pausa na música. E para o leitor indica a hora de parar e pensar com calma sobre as palavras e o que elas significam.

Como Cristãos somos encorajados a utilizar os Salmos:

“Deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor” (Efésios 5:18-19, NVI).

Georgia Lund

Fonte: http://voices.yahoo.com/book-psalms-introduction-history-2281244.html



JÓ 42 by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2020, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/42

No capítulo 42 Jó sente-se confiante de que Deus está do seu lado, trabalhando a seu favor. Deus não está mais confrontando Jó e Jó não está mais chateado com Deus.

O Senhor volta a Sua atenção para os amigos de Jó e diz que eles não falaram corretamente, como Jó havia feito (v. 7). A solução para os amigos de Jó é o arrependimento e uma oferta de fé. Então Jó intercedeu em oração por seus amigos, e Deus aceitou as suas orações (v. 8) e favoreceu a Jó (v. 9). Os amigos de Jó poderiam ter trazido suas ofertas sem a presença de Jó e orado sozinhos, mas Deus nos incentiva a restaurar relacionamentos quebrados e curar corações feridos.

Jó viveu mais 140 anos, viu seus filhos e filhas e netos até a quarta geração. “E então morreu Jó, em idade muito avançada” (v. 17, NVI). Moisés alcançou o que havia planejado fazer na história de Jó.

Se você perder tudo na vida, há um Deus no Céu que tem você em Seu coração.

Querido Deus,
Chegamos ao final do livro de Jó e aprendemos mais sobre Ti do que sobre Jó. Passamos a ter uma melhor compreensão do grande conflito a que todos estamos sujeitos. Obrigado porque a história de Jó contribuiu para fortalecer a nossa fé em Ti e direcionou nossa fé para nosso Salvador. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=724
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 42 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda



JÓ 42 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Jeferson Quimelli
2 de fevereiro de 2020, 0:45
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JÓ 42 – Refletindo e estudando Jó, meu pai, Alier Armi de Oliveira, chegou à seguinte conclusão: “Precisamos de fé como Jó para que sejamos homens e mulheres de oração capazes de interceder por pecadores perante Deus”.

Meditando nos argumentos falhos e defeituosos de Jó e na repreensão de Deus, aprendemos que precisamos pensar e repensar baseando-se na revelação divina, não em nossa experiência ou suposta sabedoria. Após Jó ouvir a Deus e reagir com humildade, reconhecendo sua tremenda limitação, suas falhas e seus pecados, arrependendo-se profundamente de seus defeitos de caráter, Deus interagiu com ele (vs. 1-6). O resultado (cf. Francis I. Anderson) foi:

  1.  O veredito de Jeová (vs. 7-9);
  2. A restauração de Jó (vs. 10-17).

Chama-me a atenção o contraste da introdução com a conclusão do livro. Deus que havia dito duas vezes que Jó era “homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (1:8; 2:3; ver também 1:1), agora está diante de Deus, humildemente, reconhecendo que falou coisas ilícitas: “Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia” (42:3).

Além disso, Jó foi mais fundo e declarou para Deus: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v. 6).

Jó não era perfeito. Suas crenças e suas declarações não eram perfeitas. Ele era tão pecador quanto eu e você. Somente a justificação pela fé mediante a graça de Deus é que nos faz justos no tribunal divino. A única forma de sermos justificados e restaurados por Deus agora (e/ou no juízo) está em apegar a Deus sem titubear, assim como fez Jó.

Se Jó e seus amigos falaram o que não deviam, por que Deus só repreendeu os amigos e não Jó? Simplesmente porque eles foram orgulhosos demais, não permitiram que nenhuma verdade mudasse suas opiniões expressas com convicção. Eles se apegaram à mentira mesmo com provas contrárias. Contudo, a graça estendida a Jó também foi estendida a eles.

Como assim?

Deus os orientou a buscar em Jó um intercessor, então Deus aceitou-os mesmo que não tenham dito o que era reto (vs. 7-9). Entretanto, isso aconteceu somente depois de oferecerem os holocaustos, símbolos da graça de Cristo.

Humilhemo-nos, intercedamos e reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí #rpsp  #rbhw

Você que participou conosco, o que você tem a dizer-nos do livro de Jó?



JÓ 42 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de fevereiro de 2020, 0:30
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“Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (v.5).

A resposta de Jó ao Senhor revela uma profundidade espiritual que deveria comover-nos a cavar fundo nas Escrituras. Na verdade, não foi simplesmente uma resposta, foi uma confissão. Ciente de que havia falado “do que não entendia”, de “coisas maravilhosas” que “não conhecia” (v.3), seus olhos foram abertos para ver a beleza do caráter divino. Sentindo, então, a forte impressão de sua indignidade, concluiu: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v.6).

Ao compreender que a sua defesa pertencia ao Senhor, Jó foi contemplado com o fim de sua ignomínia. Primeiro, Elifaz, Bildade e Zofar, foram reprovados por Deus e por quatro vezes O ouviram falar, referindo-se a Jó: “o Meu servo Jó” (v.7,8). Depois, “quando este orava pelos seus amigos”, Deus mudou a sua sorte, lhe dando “o dobro de tudo o que antes possuíra” (v.10). Jó teve “outros sete filhos e três filhas” (v.13) e “abençoou o Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro” (v.12).

A reprovação de Deus e a intercessão de Jó não foram apenas instrumentos de humilhação, mas também instrumentos de misericórdia para Elifaz e seus companheiros. Mesmo que tenham agido e falado contrário à vontade de Deus, o Senhor revelou o Seu desejo em perdoá-los e redimi-los. Naquele momento, Jó foi eleito por Deus como uma espécie de sacerdote, a fim de receber as ofertas deles e por eles interceder. Um tipo que aponta para o ministério do Antítipo. “Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (Hb.9:24).

A menção à beleza incomparável das filhas de Jó é uma declaração de que o que o Senhor tem preparado para os que O amam excede tudo o que possamos pensar ou imaginar (1Co.2:9). Quando formos revestidos da glória de Deus em corpos perfeitos e sem pecado (1Co.15:53); quando Cristo declarar perante o Universo: “Também de nenhum modo Me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre” (Hb.10:17); quando Ele estender a Sua mão para enxugar as nossas últimas lágrimas, e contemplarmos a Sua terna face, então, iremos considerar como insignificante qualquer sofrimento que tenhamos passado aqui.

Amados, por mais que a nossa lida neste mundo pareça ultrapassar o limite de nossas forças, há um Deus no Céu que é vitorioso nas batalhas e que nos oferece o Seu galardão. A intercessão de Jó por seus amigos representa a intercessão de Cristo por nós. Ao nos aproximarmos de Jesus e experimentarmos a Sua graça, recebemos o poder do Espírito Santo para sermos Suas testemunhas e, como Jó foi para seus amigos, sermos instrumentos de salvação na vida de muitos.

“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” (Hb.4:14). Jó foi contemplado com a bênção do Senhor nesta terra, mas morreu “velho e farto de dias” (v.17) “sem ter obtido as promessas” (Hb.11:13). Jó aspirava “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Seu coração desfalecia de saudades de seu Redentor!

Oh, meus irmãos, que a nossa vida seja uma constante declaração de que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb.11:13)! Que quando Jesus encerrar o Seu ministério de intercessão, que seja dito a nosso respeito: “Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16). Perto está o dia em que a nossa sorte será mudada para sempre. Pois, “naquele tempo”, diz o Senhor, “Eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da terra, quando Eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o Senhor” (Sf.3:20). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, servos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó42 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100