Reavivados por Sua Palavra


JÓ 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de janeiro de 2020, 0:05
Filed under: Sem categoria

1019 palavras

23:1 – 24:25 O primeiro discurso de Jó no terceiro ciclo. Bíblia de Estudo de Andrews.

1-17 A resposta de Jó, neste capítulo, longe de nos apresentar um culpado que foge à justiça, nos mostra um homem intensamente honesto, buscando a justiça e a verdade. Nas suas expressões, encontramos uma palavra de consolação para todos os que estão passando por algum mal-entendido ou sofrimento, que se não pode relacionar diretamente com faltas cometidas no passado ou com qualquer culpa presente. Bíblia Shedd.

1-12 Os pensamentos de Jó vacilam. No cap. 9, ele duvida de que Deus o ouviria. No cap. 13, Jó está convicto de que seria ouvido e justificado. Em 17.1, está convencido de que somente a morte o aguardava, que também seus conselheiros não triunfariam e que ele seria justificado (17.10-16). Essa convicção atinge o seu ponto culminante em 19.25-27. Dali por diante, Jó não duvida mais, conforme provam estes versículos e, especialmente, o cap. 31. Bíblia de Genebra.

1-9 Jó ansiava se encontrar com Deus. Bíblia de Estudo de Andrews.

Respondeu, porém, Jó. Ele responde a Elifaz num discurso que ocupa dois capítulos (23 e 24). … Diferentemente das respostas anteriores de Jó, este discurso é em forma de monólogo, sem que ele se dirija diretamente aos amigos. Jó começa justificando a veemência de suas queixas. No cap. 24 ele recapitula seus argumentos, defendendo que os ímpios gozam prosperidade, e termina com um desafio para que seus oponentes provem que isso não é verdade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 630.

de um revoltado. Jó não se desculpa por suas queixas. Ele reconhece que, apesar de tudo o que seus oponentes disseram sobre seu direito de se queixar, mesmo assim ele se queixa amargamente. CBASD, vol. 3, p. 630.

3-7 Nestes versículos, Jó expressa o apaixonado desejo de encontrar-se com o Deus da graça. Esse Deus, justo e compreensivo para consigo, faria justiça à sua causa; não o paralisaria pelo terror, exercendo Seu terrível poder. Bíblia Shedd.

ao Seu tribunal. Literalmente, “Seu assento”. Jó é afligido pelo senso do afastamento e da inacessibilidade de Deus. Ele acha que precisa, de alguma forma, encontrar a Deus, e repete seu desejo de comparecer diretamente a Ele. CBASD, vol. 3, p. 630.

encheria a minha boca. Apresentaria o caso por completoBíblia de Estudo de Andrews.

que Ele me respondesse. Jó está cansado de argumentações humanas. O que ele está ansioso para conhecer é o ponto de vista de Deus. CBASD, vol. 3, p. 630.

me atenderia. Seria tratado com respeito. Bíblia de Estudo de Andrews.

o homem reto. A consciência de Jó testifica de sua integridade e retidão interiores. Ele acha que se puder fazer com que Deus o ouça, será vindicado de uma vez por todas. Sua queixa básica nos v. 1 a 7 é a de que ele não sabe como chegar a Deus. Jó parece achar que, se tão somente conseguir chegar até a presença de Deus, ele o tratará com bondade. CBASD, vol. 3, p. 630.

8-12 Jó sente-se frustrado nesta busca a Deus, pois seus esforços são infrutíferos, mas sabe que Ele conhece ao seu íntimo. Bíblia Shedd.

se me adianto. Começa aqui uma nova estrofe. Os v. 8 e 9 descrevem vividamente a busca fútil que Jó empreende para encontrar a Deus. Jó olha para todos os pontos cardeais à procura de Deus, mas em vão. Os antigos geógrafos orientais se orientavam voltados para o leste [nascer do sol], em vez de para o norte, como nós o fazemos. O oeste estava atrás deles, o sul à direita e o norte à esquerda. CBASD, vol. 3, p. 630.

10-12 Testemunho do caráter de Jó. Bíblia de Estudo de Andrews.

10 sabe o meu caminho. Deus sabe achar o homem e revelar-se a ele;não é o homem que descobre a Deus; Deus entende ao homem, mas o homem não pode entendê-lO, além daquilo revelado pelo Senhor. Bíblia Shedd.

sairia eu como o ouro. Este é um dos versos-chave do livro. Embora Jó pareça não encontrar a Deus, ele crê que o Senhor conhece seus caminhos e que tem um propósito na maneira em que lida com ele. Jó começa a compreender que está sendo provado. Ele não sabe do desafio feito por Satanás em relação a sua pessoa. Um dos degraus pela qual Jó ascendeu do desespero para a fé foi seu reconhecimento de que não estava sendo punido nem tratado injustamente, mas que foi provado para que saísse como ouro puro de uma fornalha. CBASD, vol. 3, p. 630, 631.

No capítulo 22, Elifaz tentou condenar Jó, identificando algum pecado secreto que ele poderia ter. Aqui Jó declara confiança na sua integridade e na justiça de Deus. Estamos sempre propensos a sentir que temos um pecado oculto em nossas vidas, pecado que nem sequer sabemos, pois os padrões de Deus são muito elevados e nosso desempenho é tão imperfeito. Se somos verdadeiros cristãos, no entanto, os nossos pecados são perdoados por causa do que Cristo fez na cruz em nosso favor (Romanos 5: 1, 8: 1). A Bíblia também ensina que, mesmo se o nosso coração nos acusar, Deus é maior que os nossos corações (1 João 3:20). Seu perdão e purificação são suficientes; eles ignoram nossas dúvidas persistentes. O Espírito Santo em nós é a prova de que somos perdoados aos olhos de Deus, embora possamos nos sentir culpados. Se nós, como Jó, estamos realmente buscando a Deus, poderemos nos sustentar diante da acusação de outros, bem como em relação às nossas dúvidas persistentes. Se Deus nos perdoou e nos aceitou, somos perdoados, de fato. Life Application Study Bible Kingsway.

11 Os meus pés seguiram as Suas pisadas. Eu O tenho seguido de perto. Andrews Study Bible.

15 Por isso, me perturbo diante Ele. O medo de Jó era provocado por seu sofrimento e por seu sofrimento incerto. Um dos grandes propósitos da mensagem de Deus a Jó (cap. 38 a 41) era dissipar esse temor e essa incerteza. Deus não deixa Seus filhos no medo. CBASD, vol. 3, p. 631.

16, 17 Jó diz que não é a tragédia propriamente dita que o enche de angústia, mas, sim, a consciência de que era Deus que a decretara. Bíblia Shedd.

17 trevas. O que esmagava Jó não era tanto o sofrimento, mas o pensamento de que o Deus que ele amava e servia é que lhe enviara o sofrimento. CBASD, vol. 3, p. 631.


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