Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
30 de maio de 2019, 0:05
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JUÍZES 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2019, 0:05
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1088 palavras

As semelhanças entre esta história e a narrativa de depravação de Sodoma (Gn 19) são muitas para ser apenas coincidência. O escritor deliberadamente enfoca essa história para comparar a depravação moral de Israel com aquela do povo de Sodoma. … É importante destacar que o narrador não julga as ações dos personagens. Não devemos assumir que hospedeiro do levita estava correto ao preferir estupro heterossexual em vez de estupro homossexual. Ele fez isso porque lhe pareceu bem aos seus próprios olhos. Da mesma forma, a falta de hospitalidade não é o verdadeiro problema aqui, como alguns comentaristas têm sugerido. A violência cometida por esses homens não decorre de falta de espírito hospitaleiro, mas, sim, é proveniente de corações maus e depravados. A narrativa deixa claro que o crime aqui é estupro e assassinato, perpetrado pelos homens de Gibeá. Tão horrível quanto esses atos tenham sido, a pior e mais chocante parte é que foram filhos de Israel quem os cometeram. Estupro e assassinato não eram menos comuns no antigo Oriente Próximo do que são hoje. Mas se pudessem ocorrer em outras nações, tais atrocidades não poderiam ter ocorrido entre o povo escolhido de Deus. Mesmo em uma época em que “não havia rei em Israel”, eles deveriam ter um padrão de viver mais elevado do que as nações vizinhas. A insistência do levita para ir a uma cidade israelita em vez de uma cidade estrangeira (19:12) só enfatiza este ponto: os israelitas deveriam ser pessoas melhores. Justo Morales, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/12/02/.

uma concubina Ela poderia ser uma esposa de categoria inferior, sem o mesmo status de uma segunda esposa. Não era um caso passageiro, mas aparentemente um relacionamento regular e duradouro, como revela o fato de que, apesar da infidelidade dela ter sido repreensível, o marido a procurou para conseguir uma reconciliação (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia-, vol. 2, p. 428).

o deixou Do modo como ele a tratou depois (v. 25), não se admira que ela o tenha abandonado (Andrews Study Bible).

saiu alegre a recebê-lo A afoita hospitalidade do pai da concubina indica que a separação foi, possivelmente, considerada como uma desgraça para a família. O pai se mostrou disposto a apresentar desculpas e sua insistência para que o levita passasse vários dias com a família evidenciou que se alegrava na reconciliação (CBASD, vol. 2, p. 428).

seu sogro … o deteve O pai da moça insistiu com o levita para que ficasse mais tempo do que ele desejava. … Era evidente que ele não desejava que o casal discutisse novamente. Estava fazendo todo o possível para consolidar o relacionamento deles (CBASD, vol. 2, p. 428).

10 não quis passar ali a noite O levita reconheceu que seria difícil partir no dia seguinte, como já havia ocorrido nos dois dias anteriores. Por isso recusou o convite e iniciou  jornada para casa nesse horário impróprio. Os resultados foram desastrosos, como mostra o que vem a seguir … O autor de Juízes contrasta a hospitalidade exagerada do sogro com a absoluta falta de hospitalidade que logo o levita experimentou em Gibeá. Quanto ao levita, sua experiência foi a mesma de muitas almas fracas e vacilantes que adiam desnecessariamente e então fazem um esforço apressado e excessivo (CBASD, vol. 2, p. 428 e 429).

10-12 Jebus … cidade estranha [de estrangeiros] Antes da conquista de Jerusalém por Davi (2 Sm 5.6s), essa cidade era a fortaleza dos jebuseus e denominada Jebus. Ficava apenas a uns 10 km ao norte de Belém, a mesma cidade onde Jesus nasceu (Andrews Study Bible).

16 homem velho Este homem, conterrâneo do viajante, não era benjamita. Isto explica, em parte, as atitudes dos cidadãos de Gibeá para com ele (Bíblia Shedd).

22 filhos de Belial. Literalmente, “filhos da inutilidade”. A expressão era usada para descrever pessoas inúteis, más, vis, sem lei, brigões, etc. Posteriormente, a palavra Belial se tornou nome próprio, um sinônimo para Satanás (2Co 6:15, ARC), (CBASD, vol. 2, p. 430).

24 minha filha virgem e a concubina dele trarei para fora. Esta proposta, feita pelo velho anfitrião (comparar com a oferta similar de Ló, Gn 19:8) é terrível aos leitores modernos, que farão qualquer coisa para proteger mulheres. Devemos lembrar que Juízes está simplesmente relatando o que aconteceu dentro do contexto de outra cultura, que foi desenvolvida por homens, não por Deus. A Bíblia não apresenta aquela cultura como nosso padrão (Andrews Study Bible).
Apesar de se apreciar o desejo dele em manter o código de hospitalidade, a natureza da oferta causa horror. Reflete o baixo conceito da mulher na Antiguidade (CBASD, vol. 2, p. 430).
Para se manter uma lei ética, quebra-se outra que, no moderno sistema de valores, seria infinitamente mais importante (Bíblia Shedd).

25 pegou da sua concubina (ARC) O verbo traduzido como “pegou” éhazaq. Significa “agarrar” ou “pegar à força”. O esposo agarrou a indefesa mulher e forçou-a a sair (ver ACF, NVI). Natrualmente a concubina resistiu a um ato tão estúpido. A atitude do levita (não do dono da casa, conforme diz a ARA) foi de extrema covardia  (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia-, vol. 2, p. 430).

26 caiu à porta Num último alento, ela voltou para casa onde estava o homem que deveria protegê-la, mas que a desamparou na hora da ameaça. Ela teve forças para se arrastar até a porta, mas não conseguiu bater para entrar. Caiu morta ali (CBASD, vol. 2, p. 430).

28 vamos Depois de uma experiência como essa, o levita se dirigiu a ela com uma indiferença chocante, de modo que o leitor passa a esperar qualquer coisa da parte dele. Não admira que a mulher já o tivesse abandonado uma vez (CBASD, vol. 2, p. 430).

29 despedaçou O verbo usado no original é o mesmo usado para o ritual dos sacrifícios (Êx 29.17; Lv 1:6; 8:20) (Bíblia Shedd).

30 nunca tal se fez O levita havia calculado bem. A história desse feito despertou a indignação moral de todos os hebreus na Palestina. Eles reconheceram que fora um crime tão tremendo que nem mesmo a época tão agitada em que viviam e a falta de um governo central poderiam servir como excusa para a impunidade (CBASD, vol. 2, p. 431).

Nota: Apesar do objetivo principal da chocante história de Jz 19 seja revelar as raízes da guerra civil de Jz 20, dos benjamitas contra o restante dos israelitas, não deixa de ressaltar no texto a falta generalizada de valor da mulher na cultura da época (revelada desde a experiência de Ló em Sodoma) e a insensibilidade e brutalidade do levita, que deveria ser um exemplo, enquanto líder religioso. A violência doméstica ou mesmo o silêncio quanto ao conhecimento dele são consideradas como sendo feitas ao próprio Jesus (” A Mim me fizeste…” Mt 25:40) e devem ser veemente combatidos por aqueles que se dizem cristãos.



JUÍZES 18 by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/juizes/jz-capitulo-18/

Recomendamos também o texto devocional da rodada anterior em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/02/25/juizes-18/

O resultado natural de rejeitar o plano de Deus e fazer as coisas do nosso jeito é um comportamento cruel e desprezível.

Como os Danitas tinham sido infiéis ao plano de Deus, eles não conseguiram derrotar e expulsar os habitantes que ocupavam a terra que Deus originalmente lhes havia designado. Eles, então, procuraram um caminho mais fácil, mesmo que isso significasse tirar proveito da indefesa Laís. Migrar para o norte a fim de assassinar um povo que vivia tranquilo e não ameaçador era apenas mais um sinal de infidelidade ao plano de Deus. Ao invés de construir suas vidas nas promessas de Deus, eles construíram sua cidade nas ruínas de vidas perdidas.

Com que frequência também identificamos os vulneráveis e os atacamos?

Muitas vezes, as ovelhas de Deus se tornam lobos de Satanás. Determinados a obter aquilo que achamos que é nosso direito, despojamos o direito dos outros, sejam emocionais, espirituais ou físicos. Pensando que nossos direitos são maiores que os direitos dos outros, atacamos os vulneráveis agindo como lobos entre ovelhas. Em vez de confiar no caminho de Deus que é o amor, fazemos planos escusos a fim de alcançar nossos objetivos, mesmo que isso signifique prejudicar a vida de alguém.

Sempre que meus direitos imaginários ameaçam o bem-estar de outra pessoa, corro o risco de me tornar um agressor.

Karen Lifshay
Corista da Igreja Adventista de Hermiston
Oregon, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=473
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JUÍZES 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de maio de 2019, 0:56
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JUÍZES 18 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de maio de 2019, 0:45
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Você sabia que…

· …Duvidando das promessas e Palavras divinas, a tribo de Dã não tomou posse da Terra Prometida por não seguir ordens de expulsar seus inimigos; agora querem algo mais fácil, invadir outras tribos? (vs. 1-2). Cuidado com dúvidas!

· …Vivendo fora da revelada vontade de Deus, um levita demonstrou-nos que seguir os próprios caminhos religiosos significa trilhar as trevas pecaminosas ao dar conselhos teologicamente depravados aos representantes da Dã? (vs. 3-5). Existem conselhos perigosos!

· Folgados e ambiciosos, os danitas invadiram a cidade de Laís, atacaram seus habitantes, e tomaram suas propriedades, e, ainda… pensaram que possuíam a bênção divina? (vs. 7-10). Não tem coisa pior que atribuir a Deus a vitória concedida pelo pecado.

· …Num contexto com tamanha bizarrice religiosa, os danitas roubaram pertences idolátricos de Mica; então, ofereceram melhor proposta ao levita Jônatas para ministrar a um público maior? (vs. 11-29). Compra e venda da fé: O mercado negro da religião surge com o afastamento da revelação divina e confiança na opinião humana.

· …Na tribo de Dã criou-se o primeiro centro de idolatria entre Israel, o qual abriu portas ao cativeiro? (vs. 30-31). Quando o mal finca raízes no coração povo de Deus, certamente produzirá frutos que corromperá os justos.

Não critique/condena/acuse… Compadeça!

Críticos da igreja de Cristo deveriam ter coração moldado pela cultura celestial, não pelas influências da cultura do inferno; assim, eles deixarão de ter a postura almejada pelo diabo e adotarão a postura idealizada pelo Deus que ama e deu Seu Filho para morrer pelos pecadores.

Pensando e repensando…

· …Reavivamento e reformas espirituais foram assuntos urgentíssimos nos dias dos juízes e, agora são em tempos de juízo investigativo.

· …Frente à pobre espiritualidade social e eclesiástica atual, carecemos de líderes que proclamem profusamente ao mundo os nobres ensinamentos do Livro Sagrado.

· …O povo de Deus em declínio espiritual nunca precisou de indiferentes, apáticos, relapsos; mas de intercessores para elevá-lo aos céus com suas orações.

· …Seguidores de Cristo devem trocar o reclamar pelo clamar, o torpor espiritual pelo fervor, o liberalismo e o fanatismo pelo cristianismo bíblico.

· …Diante da apatia religiosa e apostasia da maioria, os crentes precisam ser diferentes; e, com ousadia, viver decente, íntegra e escancaradamente os elevados princípios do Céu aqui na Terra.

Amigos… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 18 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de maio de 2019, 0:30
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“Então, se alegrou o sacerdote, tomou a estola sacerdotal, os ídolos do lar e a imagem de escultura e entrou no meio do povo” (v.20).


Esses capítulos que sucedem a história de Sansão não estão em ordem cronológica. Ou seja, não aconteceram logo após Sansão, mas em período anterior. E foi nesse período que a tribo de Dã buscava a sua herança. Na verdade, já a havia recebido (Js.19:40-46), mas julgaram pequena a sua porção (Js.19:47) e foram pelejar contra a terra de Laís. Antes, como de costume, cinco homens foram enviados para “espiar e explorar a terra” (v.2). E nessa missão, pernoitaram na casa de Mica.

Estando ali, reconheceram a voz do levita, que lhes explicou como Mica o havia recebido e como lhe oferecera tudo o que precisava para o seu sustento. Então, aqueles espias pediram ao levita para lhes dar resposta sobre a conquista da terra de Laís. Resumindo: o levita deu o seu parecer favorável, os espias perceberam que a cidade era de “um povo em paz e confiado” (v.27), convocaram 600 homens para tomá-la e, no fim, ainda levaram consigo os ídolos de Mica e o levita que lhe servia de sacerdote.

Os filhos de Dã não tinham pequena porção, mas demonstraram insatisfação com a herança que receberam. E ao pedido de seus espias, veio-lhes a resposta: “Disse-lhes o sacerdote: Ide em paz; o caminho que levais está sob as vistas do Senhor” (v.6). Mas que resposta mais fajuta! Primeiro, que quando um profeta ou homem de Deus ia falar da parte do Senhor, antes O consultava; o que não aconteceu. Segundo, que ele não prometeu nenhuma vitória, só expressou uma bênção comum àqueles dias: “Ide em paz”. E por último, declarou um dos atributos divinos: a onipresença. Pois, “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (Pv.15:3). Portanto, não houve uma profecia, e sim um diagnóstico abstrato, praticamente uma previsão de horóscopo.

Os danitas roubaram os ídolos da casa de Mica e ofereceram ao sacerdote um cargo mais importante e mais riquezas, o que nos leva a concluir que aquele que era para ser um mensageiro de Deus não passava de um ambicioso charlatão. Duas formas de falsa adoração se destacam no capítulo de hoje: a fé em palavras de falsos profetas e a fé depositada em imagens.

O Senhor, em todo o tempo, tem suscitado profetas para encaminhar o Seu povo. “Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Am.3:7). Mas, Jesus mesmo nos advertiu: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Querem, pois, saber se uma profecia é verdadeira? Prove-a, se está em harmonia com as Escrituras.

A segunda forma de falsa adoração é uma contrafação aos dois primeiros mandamentos da lei eterna do Senhor: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura” (Êx.20:3-4). Vejamos o que diz o salmista: “Prata e ouro são os ídolos deles, obra das mãos de homens. Têm boca e não falam; têm olhos e não veem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. Suas mãos não apalpam; seus pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam” (Sl.115:4-8). E em Apocalipse 9:20, está escrito: “Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar”.

Entendam, amados. Esse estudo não é um ataque à fé de ninguém, e sim a explanação das Escrituras tal como ela é: a verdade que liberta (Jo.8:32), a inspiração de Deus (2Tm.3:16). O desejo do Senhor para cada um de nós, é que aceitemos a Sua Palavra, ainda que não seja aquilo que gostaríamos de ouvir, mas, sem dúvidas, sempre será o que precisamos ouvir. Que adoremos apenas a Deus, e que a única imagem que busquemos seja a imagem de Cristo refletindo em nós. “Aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou” (1Jo.2:6). Vigiemos e oremos!

Bom dia, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Juízes 18 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
29 de maio de 2019, 0:05
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https://youtu.be/_EzaZZmgCJs



JUÍZES 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2019, 0:05
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695 palavras

Lemos no primeiro capítulo de Juízes que a conquista da terra de Canaã foi incompleta (1:27-26). Esta seção narra como a tribo de Dã chegou a possuir a sua herança no norte de Canaã. No entanto, o foco da narrativa não é a conquista da cidade de Laís (mais tarde chamada Dã). A história é incluída aqui para explicar como a tribo de Dã veio a se estabelecer no norte de Israel e foi quem mais contribuiu para a ampla disseminação de uma falsa religião israelita. As tribos do norte, mais tarde, foram levadas em cativeiro pela Assíria exatamente por conta deste culto idólatra. Justo Morales, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/11/26/.

a tribo dos danitas buscava para si herança. Devido à sua infidelidade, membros da tribo de Dã foram incapazes de expulsar os habitantes da costa [filisteus] e assegurar a sua herança (Ver 1:34 e 19:47).(Andrews Study Bible).

20 então, se alegrou o coração do sacerdote É notável a traição deste levita. Em primeiro lugar, ele havia traído a adoração pura especificada pela lei de Moisés, ao ministrar diante dos ídolos de Mica por causa do dinheiro oferecido a ele. Em segundo lugar, ele abandonou seu benfeitor que o havia tratado como a um filho (Jz 17:11) e de boa vontade acompanhou aqueles que levavam o que não lhes pertencia. Deve-se observar que nenhum dos personagens da narrativa serve como modelo de conduta: Mica era ladrão; o levita, um mercenário e os danitas eram saqueadores sem lei (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia-, vol. 2, p. 424).

Como acontece hoje com alguns chamados “servos de Deus”, este moço achou por bem aceitar uma promoção. Condenável por não seguir os preceitos de Deus, caiu em idolatria. Nota-se, igualmente, sua deslealdade para com Mica, não observando o contrato em vigor (Bíblia Shedd).

24 os deuses Deuses feitos de matéria moldada pela vontade e imaginações humanas serão sempre inúteis no momento de auxiliar seus donos (cf Is 44.9-20). O mesmo sucede com quaisquer ídolos, nacionais ou pessoais (Bíblia Shedd).

30 Manassés Manuscritos hebreus mostram que o nome “Manassés” era originalmente “Moisés”. Escribas inseriram a letra “n” (suspensa acima da linha) para compor “Manassés”, aparentemente para proteger a família de Moisés. … A identificação do levita como neto de Moisés é chocante: mesmo a família de Moisés rapidamente caiu em apostasia (comparar com Jz 2:10) (Andrews Study Bible).

Alguns textos como da LXX [Septuaginta – tradução do VT do hebraico para o grego patrocinada por Alexandre] e da Vulgata [tradução do VT do hebraico para o latim, por Jerônimo] apresentam “Moisés”. Porém o texto massorético [texto hebraico do VT reunido por  escribas judeus no sec. VI] optou por Manassés. É verdade que Gérson era filho de Moisés, não de Manassés (êx. 2:22; 18:3). No hebraico … a única diferença entre as palavras Moisés e Manassés é que a palavra para Moisés não tem a letran. … Antigos rabis e estudiosos hebreus, bem como estudiosos modernos judeus e não judeus, afirmam que essa letra foi inserida ao nome de Moisés pelos rabis ou escribas para mudá-lo para Manassés, livrando, assim, a reputação de Moisés, ao encobrir o fato de que seu neto foi um sacerdote renegado do famoso ídolo do santuário de Dã. O Talmude [“um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo”…”200 d.C. – 500 d.C.” , Wikipédia] diz que Jônatas era neto de Moisés, mas por ele ter feito as obras de Manassés, o último rei de Judá, a Escritura se refere a ele como pertencente à família de Manassés (CBASD, vol. 2, p. 425, 426).

cativeiro É provável que se refira a uma deportação não registrada, quando as tribos do norte foram levadas cativas por algum poder estrangeiro, como os estados arameus da vizinha Síria. Dificilmente se referiria ao cativeiro das tribos do norte pela Assíria nos dias de Tiglate-Pileser, porque o verso seguinte diz que o período do santuário de Dã foi paralelo com “o tempo em que a casa de Deus esteve em Siló” (ver 1Sm 1:24) (CBASD, vol. 2, p. 426).
Seria muito difícil admitir um santuário idólatra no reinado de Davi (Bíblia Shedd).

Esta menção a um outro cativeiro não registrado de algumas tribos do norte serve como lembrança de que a idolatria leva ao exílio (comparar Lev 26; Deut 28) (Andrews Study Bible).



JUÍZES 17 by Jeferson Quimelli
28 de maio de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/juizes/jz-capitulo-17/

Recomendamos também o texto devocional da rodada anterior em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/02/24/juizes-17/

“Certamente o Senhor será bom para mim porque eu fiz isso e aquilo …”

Mica pensava que por ter pago um levita para ser um sacerdote em seu santuário repleto de ídolos, que Deus o abençoaria. Ele ansiava pela bênção de Deus, enquanto continuava a violar os Seus mandamentos sobre a verdadeira adoração.

O povo de Deus ainda está poluído pelo culto aos “ídolos”. Querendo fazer as coisas do nosso jeito, esperamos que Deus nos abençoe enquanto nos misturamos o sagrado e o profano em nossas vidas diárias. A anarquia espiritual – fazer as coisas como bem entendemos – sempre leva a adoração de ídolos do coração.

No costume da cultura ocidental de idolatrar pessoas ou coisas, muitas vezes adoramos como Mica: queremos que Deus nos abençoe enquanto nos apegamos a ídolos preciosos, que geralmente não são estátuas de ouro. Eles são mais intangíveis – ídolos de prioridades erradas, ídolos do tempo perdido, ídolos do vício, ídolos de hábitos do coração. . . e muitos mais. Nossos corpos podem não curvar-se a objetos inanimados, mas nossos corações e mentes são adoradores de ídolos da mesma forma.

Deus anseia nos encharcar com a sua graça, mas ele não competirá com os nossos ídolos. A fim de sermos abençoado precisamos abrir mão de qualquer coisa que coloquemos no lugar de Deus.

Karen Lifshay
Corista da Igreja Adventista de Hermiston
Oregon, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=472
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JUÍZES 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de maio de 2019, 0:55
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