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Sem santificar-se no início da manhã, vive-se o resto do dia sem ver as maravilhas divinas; sem santidade no início da semana, perde-se as bênçãos no restante dela; sem consagração no início do ano, corre-se o risco de perder todos os maravilhosos planos de Deus para nós no restante do ano (Josué 3).
Relembrar é preciso. Recapitular é fundamental para ativar nosso desejo de consagrar-nos ao Deus que dedica Seu precioso tempo para lidar conosco, visando restaurar-nos de nossas mazelas e libertar-nos de nossos pecados que arruínam nossa vida. Portanto, podemos avançar em harmonia com nossa família em direção à Canaã Celestial com fé e coragem (Josué 4).
Agora, na sequência, Josué capítulo 5, em seus 15 versículos, nota-se os seguintes tópicos:
• A circuncisão ilustrou a consagração total a Deus, até mesmo dos órgãos sexuais; após circuncidar a geração de israelita que não fora circuncidada, Deus disse a Josué que, agora, removera do povo o opróbrio do Egito. Por isso, o lugar onde isso ocorreu tornou-se conhecido por Gilgal (vs. 2-9).
• A páscoa que ilustrava a libertação da escravidão no Egito fora celebrada; e, nesse dia, os israelitas comeram do fruto da Terra Prometida por Deus a eles. Com isso, a indústria do Céu parou de exportar o maná para a Terra (vs. 10-12).
• O exército de Deus na Terra tem um Príncipe do Céu. Embora invisível, este Príncipe sempre está presente. Ele é invencível, apresenta-Se como Príncipe do Exército do Senhor. Há apenas dois exércitos, o de Deus e os adversários, regidos pelo diabo (vs. 13-15).
Mesmo após impactar aos adversários de Seu povo, Deus insiste que se invista em comunhão e submissão ao Príncipe do Exército do Senhor (vs. 13-15), relacionamento com os servos do Senhor nas celebrações eclesiásticas e nas confraternizações da irmandade (vs. 10-12) e, no preparo espiritual para a missão (vs. 2-9), antes de avançar na execução da missão divina (Josué 6).
As nações da Mesopotâmia ouviram o que Deus fez por Seu povo (v. 1); assim como Raabe, todos tiveram oportunidade de arrepender-se e converter-se ao verdadeiro Deus. Contudo, permitiram que o medo endurecesse o coração deles. Assim, estavam maduros no pecado para o juízo (Gênesis 15:13-16).
Existem apenas dois exércitos, dos salvos ou perdidos. Decida-se! – Heber Toth Armí.
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“No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel; mas, naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã” (v.12).
Após a morte da geração “que tinha saído do Egito, os homens, todos os homens de guerra” (v.4), uma nova geração estava diante de Canaã. A aliança do Senhor feita com Abraão, fora relembrada na ordem divina de circuncidar aqueles que, nascidos no deserto, não haviam sido circuncidados. Mais do que um símbolo, a circuncisão era uma consagração, o meio dado por Deus de estreitar os laços especiais com o Seu povo a fim de que fosse uma nação peculiar entre as demais nações.
A celebração da Páscoa também era um símbolo. Representava a libertação de Israel e como o Senhor poupara a vida dos primogênitos do Seu povo. Além de apontar para Cristo, o Cordeiro Pascal. Naquela ocasião, celebrada a Páscoa em Gilgal, no dia seguinte, podendo fartar-se “do produto da terra, cessou o maná” (v.12).
Deus cuidara da dieta de Seu povo enquanto no deserto, e deixara leis de saúde que promoveriam o seu bem-estar e qualidade de vida. Habituados às panelas de carne no Egito, certamente sem restrições quanto à gordura e ao sangue, chegaram ao ponto de chamar o maná de “pão vil” (Nm.21:5). Daí a necessidade de um tipo de “detox” do Céu para desintoxicar não somente o corpo, mas preparar a mente e o coração para estarem mais receptivos à voz de Deus.
Sem dúvida alguma, Josué foi grandemente beneficiado neste processo de mudança. Sob a forte pressão de liderar Israel no lugar de Moisés, o novato mostrou um caráter construído sobre base sólida e inabalável, de modo que teve o privilégio de, como Moisés, conversar face a face com Jesus. Ali, prostrado “com o rosto em terra” (v.14), Josué fez uma pergunta que deveria fazer parte integrante de nossos encontros diários com Deus: “Que diz meu Senhor ao Seu servo?” (v.14).
Para os que creem na luz que temos da verdade presente, sabem que as nossas escolhas referentes à alimentação e cuidados de nosso corpo, tem sim impacto em nossa saúde e influência direta no funcionamento da nossa mente e construção de nosso caráter. Deus nos ama tanto, que Se preocupa em que desfrutemos de saúde em todos os aspectos da vida. Aceitar e buscar viver o estilo de vida que Ele mesmo estabeleceu, também é um ato de adoração. “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).
Hoje, o Senhor deseja circuncidar o nosso coração e nos preparar para um dia comermos “das novidades da terra de Canaã” (v.12). Já se encontrou com Ele hoje? Não vá a fontes humanas falíveis, antes de ir à Fonte da vida. Estude a Bíblia e fale com o teu Criador antes de qualquer coisa. Em oração, tome emprestado as palavras de Josué: “Que diz meu Senhor ao Seu servo?”. Que estejamos dispostos a descalçar “as sandálias dos pés” (v.15) e viveremos experiências reais e incríveis com o nosso Deus.
Bom dia, servos do Senhor Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué5 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
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1-12 Duas cerimônias segundo a aliança foram retomadas em Gilgal em conformidade com as leis do Sinai: o rito da circuncisão e a Festa da Páscoa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 amorreus… cananeus. Os amorreus e os cananeus eram os dois maiores grupos que viviam em Canaã ao tempo da invasão de Israel. Os cananeus adoravam uma variedade de deuses, mas Baal era seu favorito. A cultura cananita era materialista e sua religião, sensual. Life Application Study Bible Kingsway.
Esse versículo talvez conclua o relato da travessia, visto que anota o efeito que aquele acontecimento teve sobre os povos de Canaã. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Evidentemente o povo de Canaã percebeu que estava entrando em luta com o Deus todo-poderoso. Isso tornou sua amarga resistência menos desculpável. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
Os israelitas passaram 39 anos no deserto desnecessariamente porque estavam aterrorizados com os cananeus. Eles subestimaram a habilidade divina. … Aqui, Israel viu que os cananeus estavam aterrorizados com o exército israelita. Os cananeus haviam escutado a respeito das grandes vitórias de Israel através de Deus (2:9-11), e eles esperavam que o rio Jordão os atrasasse ou desestimulasse de entrar em Israel. Mas as notícias de que Israel havia atravessado o Jordão em terra seca acabou com a coragem que os cananeus ainda tinham. Não subestime Deus. Se somos fiéis a Deus, ele fará desaparecer a grande oposição. Life Application Study Bible Kingsway.
2 facas de pederneira (ARA; NKJV e NVI: “facas de pedra”). Existiam facas de metal, mas a pedra de pederneira servia para fazer um instrumento cirúrgico mais eficiente, como têm comprovado demonstrações atuais. Bíblia de Estudo NVI Vida.
de novo, a circuncidar. Não se deve entender que houve aqui uma ordem de repetir a circuncisão em quem já recebera o rito. A instrução requeria apenas a renovação de um rito que fora descontinuado durante os anos de peregrinação pelo deserto (PP, 406). … Ao entrar em Canaã, os israelitas estariam renovando a aliança com Deus, e isso exigia que adotassem mais uma vez o sinal desse pacto. O rito externo deveria representar a verdadeira circuncisão do coração (Dt 30:6; Jr 4:4; Rm 2:29). O deserto tinha sido palco de desconfiança, queixas e rebelião contra Deus. em obediência às instruções divinas, o povo precisava começar de novo uma vida de fé e obediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia,vol. 1, p. 182.
3 Gibeate-Aralote, ou “Outeiro dos Prepúcios”, foi o nome dado ao morro onde a circuncisão foi realizada. Bíblia Shedd.
2-8 A sedição em Cades (Nm 14) tinha praticamente anulado esse relacionamento, que agora precisava ser renovado. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
4-7 A circuncisão física tinha seu significado espiritual, a circuncisão do coração (Dt 10.16; 30.6 e notas). Bíblia de Genebra.
6 não obedeceram à voz do SENHOR. Essa é a descrição mais simples do comportamento que provocou o julgamento divino. A referência é a Nm 14 (Dt 1.32, 43). Bíblia de Genebra.
terra que mana leite e mel. É uma expressão muito usada no Pentateuco e denota a fertilidade da terra da Palestina, onde abunda capim e flores, para a subsistência de vacas e abelhas. Bíblia Shedd.
9 o opróbrio do Egito (ARA; NVI: “a humilhação sofrida no Egito”), i.e., a miséria e a humilhação dos israelitas na escravidão, no Egito. Bíblia Shedd.
A redenção da escravidão do Egito só se completou com a entrada na Terra Prometida. Ver a promessa do êxodo e seu alvo em Êx 3.8. Se esse alvo não tivesse sido atingido, o opróbrio do Egito teria permanecido (Dt 9.28). Bíblia de Genebra.
até o dia de hoje. Isto é, até o dia em que o escritor sagrado escreveu o livro de Josué. Bíblia de Genebra.
Gilgal. A palavra significa “círculo de pedras”. Este acampamento foi situado a meio caminho entre o Jordão e Jericó. Bíblia Shedd.
12 cessou o maná. O maná era o presente de Deus para a viagem no deserto; a partir de agora, ele forneceria a Israel alimentos da terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Assim que os israelitas puderam comer “do fruto da terra” (v. 11), o maná deixou de ser necessário. O Senhor não faz o que as pessoas podem fazer por si mesmas. CBASD, vol. 1, p. 185.
Cristo é o nosso maná espiritual durante nossa jornada no mundo desde o dia de nossa salvação até que o vejamos “face a face” (cf Jo 6.31-34; 1 Jo 3.2). Bíblia Shedd.
13 ao pé de Jericó. Ou, perto de Jericó. … Josué dirigiu sua atenção para a grande tarefa seguinte: a tomada de Jericó. Eles [Josué e seus mais próximos] saíram do acampamento a fim de meditar e orar, pedindo a orientação divina para realizar essa obra. CBASD,vol. 1, p. 185, 186.
14 “Não” (ARA; NKJV e NVI: “Nem uma coisa nem outra”). Em resposta ao questionamento de Josué se Ele era por Israel ou pelo adversário (Js 5:13, Ele respondeu: “Não”, isto é, “nenhum!” Ele não era meramente porIsrael. Ele era o divino Comandante de Israel! Andrews Study Bible.
Josué e Israel devem conhecer seu devido lugar – não se trata de Deus estar do lado deles; pelo contrário, são eles que devem travar as batalhas de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
príncipe (ARA; NKJV e NVI: “Comandante”) do exército do SENHOR. Este era o próprio Deus, o Cristo pré-encarnado, como evidenciado pela adoração de Josué a Ele e de Sua presença tornando o lugar santo. Este título é usado por Cristo somente aqui e em Dn 8:11. Andrews Study Bible.
Israel começaria a conquista das nações cananeias com a aprovação divina. CBASD,vol. 1, p. 186.
exército. Não se trata de uma referência, em primeiro lugar, ao exército de Israel, mas, sim, às hostes celestiais (PP, 493). … A todo instante, os anjos estão prontos para atender as necessidades da igreja e a cumprir as ordens de seu Capitão. Aqueles que, em sua experiência, precisam confrontar uma “Jericó” espiritual podem pedir ajuda dessas forças invisíveis, e obter, assim como Josué, a certeza de que os recursos do Céu estão á disposição de cada alma confiante. Josué recebeu a garantia de que não estaria só à frente do exército hebreu. O próprio Senhor, no posto de capitão, estaria com ele para supervisionar, dispor, ordenar e comandar. CBASD,vol. 1, p. 186.
e O adorou. Ao aceitar a adoração prestada por Josué, o visitante celestial mostrou ser mais do que um anjo (ver Ap 19:10). CBASD,vol. 1, p. 186.
15 Descalça as sandálias. Esta é outra evidência de que o “príncipe, do exército” era mais do que um anjo. Na verdade, não era ninguém menos que o próprio Cristo, em forma humana (ver PP, 488). Em Josué 6:2, Ele é chamado por Seu nome divino [SENHOR] (ver com. de Êx 6:3; 15:2). CBASD,vol. 1, p. 186.
Como podemos mostrar respeito por Deus? Por nossas atitudes e ações. Devemos reconhecer o poder, a autoridade e o profundo amor de Deus, e nossas ações deveriam apresentar nossas atitudes aos outros. O respeito por Deus é tão importante hoje quanto era no tempo de Josué, mesmo que descalçar as sandálias não seja mais o modo em nossa cultura de demonstrar isso. Life Application Study Bible Kingsway.
Deve-se notar que Josué 6 é uma continuação do relato de 5:13-15, e que Josué 6:1 consiste numa declaração parentética introduzida para explicar oque segue nos v. 2 a 5. CBASD,vol. 1, p. 186.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/josue/js-capitulo-4/
Cada um de nós precisa de um Gilgal. Na verdade, precisamos de periódicos “Gilgais” – aqueles lugares em nossas vidas onde estabelecemos lembretes e paramos para refletir sobre o que Deus fez por nós em tempos passados, como Ele nos libertou através de várias águas de provações, aflições e outros problemas.
Tais “Gilgais” servem a pelo menos dois propósitos: (1) Quando somos tentados a nos perguntar onde Deus está, ou quando enfrentamos desafios que não sabemos como lidar, podemos refletir sobre o que Ele fez no passado, descansando. certo de que Ele pode e irá nos abençoar novamente; e (2) esses memoriais servem como uma testemunha para os outros que enfrentam seus próprios desafios. Outros também podem obter coragem em saber que o Deus que nos abençoou está pronto para abençoá-los de maneira especial.
Willie Edward Hucks II
Secretário Ministerial Associado
Conferência Geral
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=437
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Comungar com Deus é uma ação incomparável. Relacionar-se com servos de Deus é privilégio inigualável. E, partir para a missão de Deus dependendo dEle e dos demais servos dEle resultará em experiência indescritível!
Utilizando esta filosofia experimentaremos milagres no presente e deixaremos marcas no mundo para que, no futuro, ao relembrar o passado, testemunhemos poderosamente de como Deus conduziu-nos até onde estivermos.
Precisamos registrar as maravilhosas obras de Deus em nossa vida para que as circunstâncias do futuro não apaguem as lembranças do que Deus operou por nós no passado. Esse exercício nos auxiliará a não desviarmos do Deus que fez para nossa prosperidade, felicidade e salvação.
Quem esquece as obras realizadas por Deus facilmente descambará para crenças e filosofias mundanas que nada têm que ver com o Deus que nos deu vida, família e recursos para viver neste mundo em decomposição pelo pecado.
Sabendo disso, Deus ajudou Seu povo no passado e ajuda-nos com as Escrituras no presente e outros símbolos como a Santa Ceia. “A palavra em hebraico para ‘memorial’ é zikkaron. É um termo técnico teológico para uma coisa, um lugar ou evento repetido, que pretende servir como lembrete vívido de algum ato de Deus pelo Seu povo” – explica Richard O. Lawrence.
As pedras empilhadas no meio do Rio Jordão após a passagem de Israel a seco foram estratégias de Deus para ativar a memória de Seu povo no futuro. Assim, “tocar e sentir estas pedras ajudaria a tornar a história – e Deus – real para as gerações futuras” (Lawrence).
1. Deus quer que a COMUNHÃO com Ele nunca fique no passado, ou guardada na gaveta da teoria, ou caia na valeta do esquecimento (vs. 1-18);
2. Deus quer que o RELACIONAMENTO entre irmãos seja real baseado na união e companheirismo, na família e na sociedade (vs. 19-23);
3. Deus quer que abracemos a MISSÃO de testemunhar às nações mundiais dos Seus grandes feitos, o principal deles: A morte de Jesus (v. 24).
Através da comunhão com Deus obtemos a visão da direção que devemos ir. Mediante a união com outros servos de Deus promovemos o relacionamento que fortalecerá o cumprimento da vontade de Deus. Por conseguinte, a missão de Deus será executada por meio de Seus servos.
“Reaviva-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí.
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“E disse aos filhos de Israel: Quando, no futuro, vossos filhos perguntarem a seus pais, dizendo: Que significam estas pedras?, fareis saber a vossos filhos, dizendo: Israel passou em seco este Jordão” (v.21).
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Depois do povo atravessar o rio, qual seria o próximo passo? Conquistar a terra? Não ainda. Primeiro, Deus os orientou a erigir um memorial com 12 pedras retiradas do rio por 12 homens, um de cada tribo. Isto parece ser um passo insignificante em sua missão de conquistar a terra, mas Deus não queria que se lançassem a ela despreparados. Eles deveriam se focar em Deus e se lembrar de quem os estava guiando. Quando você estiver ocupado fazendo as tarefas da obra de Deus, aquiete-se por alguns momentos, tempo para que você construa seu próprio memorial do poder de Deus. Muita atividade pode retirar seu foco de Deus.Life Application Study Bible Kingsway.
8 e levantaram doze pedras do meio do Jordão. As pedras representam as doze tribos de Israel. Com elas se erigiu uma coluna memorial em Gilgal (20). Deus, sabendo da nossa deficiência humana de esquecer, sempre facilita, por um meio ou outro, a lembrança dos grandes eventos relacionados com a nossa salvação. Note-se, por exemplo, as festas de Israel e a Ceia do Senhor e, também, o batismo neotestamentário. Bíblia Shedd.
9 Outras doze pedras foram colocadas no leito do rio e se tronariam visíveis sempre que as águas baixassem. Era uma visível demonstração, portanto, de que Israel estivera, uma vez, naquelas profundezas. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
18 Somente a presença da arca mantinha as águas amontoadas. E é assim que Jesus se coloca entre nós e qualquer coisa que possa engolfar-nos, principalmente o pecado e a morte (Hb 2.14). Não aconteça que, rejeitando-a, rejeitemos nossa única salvação. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
19 no dia dez do primeiro mês. Esse é o dia em que o cordeiro pascal devia ser escolhido (Êx 12.3), sublinhando a conexão entre a travessia do rio Jordão e o êxodo. Ver vs. 23; 5.10.
Gilgal. Em geral identificada com as ruínas de Khirbet el-Mafjer, quase 4 km a nordeste de jericó. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21, 22 É de suma importância educar os filhos naquilo que Deus fizera, particularmente tudo que Ele nos ensina na Sua Palavra. É de se notar que por deixar de cumprir a este mandamento específico, mais do que por qualquer outro motivo, Israel foi levado à idolatria e desviou-se de Deus em poucos anos, como deparamos nos tempos dos juízes. Bíblia Shedd.
24 todos os povos da terra. As maravilhas dos caps. 3-4 teriam efeitos que ultrapassariam a geração imediata e iriam muito além do povo de Israel (2.10; 5:1; cf 12.3). As admiráveis obras de Deus na Bíblia deveriam afetar aqueles que ouvem falar delas, tão poderosamente como aqueles que as vêem (Êx 10.2; Jo 20.30-21). Bíblia de Genebra.
O Senhor desejava que Sua relação com Israel se transformasse em uma lição prática para toda a humanidade. O povo não devia, em egoísmo, reter para si o conhecimento do Deus verdadeiro e de Seu poder para salvar. Esse conhecimento devia se estender por toda a Terra em resultado da correta educação dos filhos (ver v. 22), que, por sua vez, deveriam se tornar missionários. à medida que os israelitas crescessem em número e influência, toda a Terra aprenderia sobre o verdadeiro Deus e O glorificaria. No entanto, Israel fracassou e, posteriormente, Cristo deu a mesma ordem aos discípulos (Mt 29:19, 20). A “palavra da reconciliação” hoje é confiada a nós (2Co 5:19). Não podemos fracassar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 180.
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