Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 24 by Jobson Santos
7 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-24/

Há pouco tempo conheci uma mãe que junto com seu filho decidiu compartilhar sua comida com uma velha viúva que chegara à igreja com muitas necessidades. Depois de um tempo, eles não a viram mais na igreja, mas sempre havia alguém necessitado a quem eles davam pacotes de solidariedade. A velha viúva serviu para despertar e motivar uma generosidade sistemática para com os menos afortunados.

Nos tempos bíblicos, viúvas, órfãos e estrangeiros eram considerados vulneráveis e eles precisavam da generosidade do povo. Viúvas e órfãos eram considerado vulneráveis, porque a sociedade em que viviam era principalmente agrícola, a qual exigia força física. Os estrangeiros eram residentes não-nativos, que por alguma razão poderiam ter sido forçados a deixar sua aldeia para viverem em outras terras, portanto, também eram vulneráveis, maltratados e explorados.

Deuteronômio 24:19-22 é uma lei que fornece um equilíbrio muito saudável entre a
generosidade e dignidade das pessoas, já que os proprietários de terras tinham que deixar parte plantação sem colher e os pobres tinham que ir e fazer a colheita eles próprios.

Sigamos também o exemplo de Cristo, pois Ele alimentou os famintos e cuidou dos doentes.

Freddy Efraín Tancara
Professor de Teologia Pastoral
Universidade Adventista da Bolívia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=423
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



DEUTERONÔMIO 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 24 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de abril de 2019, 0:45
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Precisamos aprender a viver. Deus está mais do que disposto a ensinar. Ele quer o nosso bem e a nossa felicidade mais do que ninguém. Ele tem o melhor para nós, cabe a nós desejar o bem que Ele quer para nós a fim de que vivamos melhor a cada dia.

Observe estes pontos:

1. Divórcio e novo casamento (vs. 1-4). O divórcio está em alta. Para muitos, ele é tão normal que o casamento começa com a possibilidade de divorciar-se. Contudo, o divórcio é uma aberração do casamento. É uma interrupção do maravilhoso plano de Deus para o mais íntimo dos relacionamentos.

2. Antídoto para combater o divórcio: Durante o primeiro ano de casado, o marido deve viver prioritariamente para promover a felicidade de sua esposa (v. 5);

3. Sobre o penhor (v. 6);

4. O castigo pelo sequestro: A morte (v. 7);

5. Cuidados em relação à doença da lepra (vs. 8-9);

6. Regulamentação quanto a empréstimos (vs. 10-13);

7. Ser justo e pronto no pagamento de salários a funcionários do povo de Deus ou não (vs. 14-15);

8. A responsabilidade em relação a crimes é individual, pais não pagam pelos filhos nem filhos pelos pais (v. 16);

9. Orientações em relação aos necessitados: Estrangeiros, órfãos e viúvas:

· Não perverter o direito, aproveitar de suas fraquezas, nem tomar roupas como penhor (v. 17);

· Deixar para trás restos de grãos na hora da colheita objetivando beneficiá-los (v. 19);

· Não tirar todas as azeitonas das oliveiras para deixar para os necessitados (v. 20);

· Deixar restos de uvas sem colher a fim de suprir as necessidades dos necessitados (v. 21)

Deus ensina, orienta e prescreve preciosos ensinamentos vitais. Ele usa diversos recursos didáticos: Adverte quanto ao pecado (v. 14), explica a importância da vida (v. 6), a importância de limitar a maldade na sociedade (v. 7); apresenta o caminho da justiça (v. 13) e a forma de evitar orações negativas (v. 15).

Contudo, o essencial é que Deus libertou Seu povo; por isso, Seu povo deve viver a altura do padrão por Ele apresentado (vs. 18, 22). Hoje devemos lembrar que Cristo morreu para nos libertar do pecado; portanto, nossa vida deve ser regida pelos princípios da Bíblia.

“Senhor, eleva nosso padrão comportamental!” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 24 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de abril de 2019, 0:30
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“Homem casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher que tomou” (v.5).


A primeira cerimônia de casamento da Terra foi realizada em um jardim perfeito. Olhando para a bela mulher criada por Deus como sua auxiliadora, Adão declarou as palavras que definem a essência do casamento: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn.2:23). A impecável simetria, a pureza e a glória divina que lhes envolvia compunha o mais admirável cenário assistido pelos anjos e abençoado pelo Criador. Este era o desejo de Deus para cada união entre um homem e uma mulher, pelas gerações sem fim.

Com a entrada do pecado no mundo, houve uma grave ruptura nos relacionamentos e, o primeiro registro de bigamia, encontra-se na genealogia de Caim, onde diz que “Lameque tomou para si duas esposas” (Gn.4:19). Portanto, foi uma prática que surgiu da descendência do primeiro homicida do mundo e se espalhou como praga para as demais gerações. Quando o Senhor ordenou que leis fossem cumpridas acerca dos relacionamentos conjugais, eram leis de caráter protetivo, a fim de zelar não só pela moral, mas também para preservar a instituição do casamento e a família.

A lei acerca do divórcio fora estabelecida visto a dureza de coração do povo. Jesus mesmo confirmou esta verdade aos fariseus: “Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio” (Mt.19:8). O princípio aqui refere-se justamente ao casamento que o Senhor estabeleceu no Éden. Ao contrário do que muitos pensam, o casamento não era um benefício apenas para o homem, mas sobre este pesava a responsabilidade de promover “felicidade à mulher que tomou” (v.5). Deus deseja que tanto o homem quanto a mulher gozem de um casamento feliz, estável e abençoado; e que sua união revele ao mundo as bênçãos do plano original divino.

Aproveitando este contexto de casamento e de família, permitam-me fazer uma analogia com as demais leis registradas neste capítulo. As “duas mós” (v.6) eram pedras de moinho que haviam nas casas dos israelitas para moer os grãos usados no preparo do pão. Era, portanto, um dos meios de subsistência da família. Penhorando o moinho ou uma das pedras, a família toda seria prejudicada. Um lar estruturado financeiramente não equivale necessariamente a uma família rica, mas a todo aquele em que o pão de cada dia não é comprometido. Por mais simples que seja a casa, a organização financeira é uma bênção no sentido de promover paz e contentamento entre os membros da família.

Sobre a lepra, o capítulo 14 de Levítico contém a lei acerca da lepra em uma casa. Uma praga de fungo ou bolor é sinônimo de uma casa mais propícia à proliferação de doenças. O pecado é lepra mortal, e quando permitida a sua presença em nossa casa, grande ruína será o resultado. Precisamos ficar atentos aos “fungos” que porventura venham surgir em nosso lar e tratar logo de erradicá-los. Nisto consiste a segurança eterna não apenas nossa, mas de toda a nossa família. Ainda que não haja transferência de culpa entre pais e filhos (v.16), os seus pecados podem causar consequências desastrosas no lar.

O resultado de um casamento conforme o plano original do Criador é um lar feliz, bem ordenado, que se desvia do mal e que é uma bênção à comunidade, principalmente àqueles que estão à margem da sociedade. Entenda o comando “pelo que te ordeno que faças isso” (v.22), como a voz do Pai que deseja o melhor para os Seus filhos. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, famílias ordenadas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio24 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de abril de 2019, 0:08
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https://youtu.be/FGp5SyV4EzM



DEUTERONÔMIO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de abril de 2019, 0:05
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1815 palavras

 

1-4 Alguns pensam que esta passagem apoiava o divórcio, mas este não é o caso. Ela simplesmente reconhece uma prática que já existia em Israel. Todos os quatro versos deveriam ser interpretados com o objetivo de entender o objetivo desta passagem; ela certamente não está sugerindo que um homem se divorciasse de sua esposa por um simples capricho. O divórcio era um ato final e permanente para o casal. … Esta restrição objetivava prevenir o novo casamento efetivado de maneira casual após uma separação frívola. O objetivo era fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de se divorciarem. Life Application Study Bible Kignsway.

coisa indecente (ARA; NVI: “algo que ele reprova”; NKJV: “algo impuro”). O texto aqui refere-se à mesma “coisa indecente” de Dt 23.14, tendo um sentido bastante genérico. … O divórcio foi reconhecido por uma variedade de razões, mas não necessariamente permitido (os vs. 1-3 são descritivos, e não prescritivos). Bíblia de Genebra.

A palavra heb. literalmente significa “nudez”: de forma figurada como neste caso, é “vergonha” ou “desonra”. Não era ofensa de adultério, pois isso era punido com a morte (Dt 22:22; cf Mt 19:9). Simplesmente era algum comportamento que o marido considerava impróprio. Os judeus compreendiam que este preceito mosaico significava que o homem podia se divorciar da esposa por qualquer motivo (Mt 19:3, 7). No entanto, Cristo explicou que não era a vontade de Deus que o divórcio fosse feito tão facilmente (Mt 19:4-6) e que esta previsão tinha sido feita somente devido à dureza de coração (Mt 19:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1140.

Êx 21 indica outra razão pela qual o casamento poderia ser dissolvido no antigo Israel: se uma escrava fosse libertada por conta de abuso passivo (negligência) ou ativo cometido pelo seu senhor/marido, o casamento poderia ser anulado (Êx 21:10-11, 26-27). Andrews Study Bible.

certificado de divórcio. Literalmente, “uma nota de separação”. … isto deveria ser feito formalmente, provavelmente diante de testemunhas, a fim de ser legalmente válido e incontestávelCBASD, vol. 1, p. 1140.

e a despedir. Outro ato formal. Supõe-se que o marido tinha a obrigação de despedi-la com o mínimo necessário para chegar até a casa de seu pai em segurança (ver Gn 21:14; cf. Dt 15:13). CBASD, vol. 1, p. 1140.

Isto a protegeria da acusação de adultério, indicando que ela foi liberada do casamento por outra razão. Andrews Study Bible.

se este a aborrecer (ARA; NVI: “Se … não gostar mais dela).

foi contaminada. A consumação do casamento com um segundo marido tornava-se impura para seu primeiro marido. Se ele a tomasse de novo por esposa estaria cometendo adultério. ela lhe era ilícita como esposa (ver Jr 3:1). CBASD, vol. 1, p. 1140.

assim não farás pecar a terra. Isto é, ao permitir a depravação moral. Embora Deus tolerasse algumas coisas que certamente não podia aprovar (ver com. [CBASD] de Dt 14:26), havia limites que não podiam ser transpostos. A “terra” com frequência é personificada, como se pudesse agir e sentir (ver Lv 18:25; Is 24:5). … estes versículos revelam a vida do judeu sem seu lar. Desposar uma mulher  era considerado como a aquisição de uma propriedade. A autoridade do marido sobre a esposa era quase absoluta. O propósito da lei anunciado neste versículo era de melhorar a sorte da mulher hebreia. Esta lei, longe de estabelecer um padrão moral baixo, representava um padrão mais elevado do que o reconhecido pelos costumes cruéis da época. … A lei garantia certos direitos à mulher divorciada e a protegia de ser considerada adúltera ou proscrita pela sociedade. A carta de divórcio estabelecia que o primeiro esposo já não tinha mais jurisdição sobre ela e que ela não maias tinha nenhuma obrigação para com ele. Ela estava livre para se tornar esposa de outro homem. … A lei mosaica do divórcio não foi instituída para anular os ideais de casamento instituídos na criação, mas devido à “dureza” do coração dos israelitas (Mt 19:8). A condição de uma mulher sozinha e rejeitada era deplorável. A carta de divórcio amenizava o infortúnio. Esta lei simplesmente reconhecia a situação prevalecente e tentava atenuá-la. Era uma lei de permissão, não de ordenança. Essas restrições precisas foram designadas para eliminar o fácil processo de divórcio que os hebreus tinham aprendido aparentemente no convívio com povos pagãos. Criso falou de forma enfática contra o conceito de esposa como propriedade (Mt 5:27-32; 10:3-9). Essa prática tinha acarretado muita desgraça e injustiça às mulheres judias. … No tempo de Cristo, a escola de Hillel [em contraponto à escola de Shammai que definia a expressão “coisa indecente como qualquer ato comprovado de imodéstia ou adultério] permitia o divórcio por trivialidades como a exposição do braço de uma mulher em público, o fato de queimar a comida do marido, ou quando o marido encontrava uma mulher mais atraente. … A lei de Deuteronômio não instituiu o divórcio, mas o tolerou em vista da imperfeição da natureza humana e dos baixos conceitos morais do povo de Deus naquela época. Para saber o que Deus pensa sobre o casamento sobre o casamento, não se deve deter em Deuteronômio 24:1, 4, mas ir a Gênesis 1:27 e 2:24, como fez Jesus (Mt 5:27-32; 19:3-9).  CBASD, vol. 1, p. 1140, 1141.

24.5 – 25.4 A chave destas leis é a compaixão posta em prática, o amor de Deus refletido no comportamento humano. Bíblia Shedd.

não sairá à guerra. Esta lei provia tempo para que o lar se estabelecesse firmemente. E, ainda mais importante, do ponto de vista hebreu, dava mais possibilidade para o nascimento de um herdeiro que perpetuasse o nome da família e herdasse sua terra. CBASD, vol. 1, p. 1141.

não se tomarão em penhor as duas mós (ARA; NVI: “as duas pedras de moinho”). Usadas para moer grãos a fim de produzir farinha e o alimento diário (v. nota em Jz 9.53). Bíblia de Estudo NVI Vida.

a vida. Ninguém devia aceitar, como garantia de um empréstimo, aquilo de que a vida ou a saúde de outrem dependia (cf 10-31). Bíblia Shedd.

…algo essencial para o preparo de alimento, colocando assim em risco a saúde de sua família. CBASD, vol. 1, p. 1141.

Em consonância com o propósito do empréstimo, aquele que emprestasse não deveria causar maiores dificuldades ao que pedisse o empréstimo confiscando itens essenciais como uma mó doméstica ou vestes externas. Bíblia de Genebra.

tendo roubado um dentre os seus irmãos (ARA; NVI: “sequestrando um de seus irmãos”). Ver Êx 21:16. Raptar uma pessoa para escravizá-la era crime punível com a morte. A liberdade é preciosa aos olhos de Deus. A escravidão é um pecado indesculpável contra Deus e a sociedade, bem como contra o escravo. CBASD, vol. 1, p. 1141.

Paulo condenou os comerciantes de escravos (“raptores”) juntamente com outros violadores dos Dez Mandamentos (1Tm 1.10). Bíblia de Genebra.

Guarda-te da praga da lepra. Devia ser dada cuidadosa atenção à prescrição divina para tratar com essa enfermidade visto que a saúde da comunidade inteira corria perigo. Bíblia Shedd.

Esta era a pior forma de impureza cerimonial, e, portanto, deviam ser tomadas as precauções mais cuidadosas. CBASD, vol. 1, p. 1141.

Miriã. Ver Nm 12. Miriã foi uma dos três importantes líderes de Israel (Mq 6:4). No entanto, ela foi repentinamente acometida dessa terrível doença e retirada do acampamento de Israel por sete dias (Nm 12:14). Sua importante posição e a relação pessoal com Moisés não a protegeram. Não havia diferença no trato para com o leproso mais pobre e miserável e o leproso rico ou de família importante. … A lepra é um símbolo do pecado. O leproso espiritual, cuja alma está doente, não pode encontrar cura a não ser em Cristo. CBASD, vol. 1, p. 1141, 1142.

10 em sua casa. Isto era uma provisão legal para proteção do pobre. Sua casa com o que continha era de pouco valor material, e consistia apenas do indispensável para as necessidades. É provável que a família não tivesse mais que as roupas, algumas vasilhas e um moinho primitivo, e talvez só a casa e o terreno. Todavia, esta casa devia ser respeitada. Não devia ser violada. … O pobre não tinha muito para oferecer em penhor por um empréstimo (ver Êx 22:26, 27), mas não se devia abusar desse pouco como algo sem importância. O dono saía à porta para mostrar o que podia dar em penhor. Quem lhe emprestava não podia entrar na casa para escolher o que desejava levar. … Os direitos de propriedade do necessitado eram tão sagrados para Deus como o são os do rico. CBASD, vol. 1, p. 1142.

13 justiça. A fé de Abraão foi imputada como justiça perante Deus. A manifestação de misericórdia para com o pobre e necessitado é igualmente agradável a Deus (Mt 25:34-36). Os seres humanos são objeto do amor e da misericórdia divina. deus quer que tratemos o próximo da mesma forma. … os israelitas não deveriam das “esmolas”, literalmente “justiça”, diante dos homens (Mt 6:1). Eles deveriam ser justos perante o Senhor. CBASD, vol. 1, p. 1142.

14 não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado. Isto se aplicava a trabalhadores contratados por dia que esperavam e necessitavam de seus salários a cada dia. Andrews Study Bible. [Destaque acrescentado.]

Ver Lv 19:13; Jr 22:13; Ml 3:5; Tg 5:4. CBASD, vol. 1, p. 1142.

15 o seu salário. A pontualidade no pagamento do salário era um requisito divino tanto quanto a observância do sábado ou a entrega do dízimo. Não era uma to de benevolência, mas de justiça.  CBASD, vol. 1, p. 1142.

16 os pais não serão mortos em lugar dos filhos. Esta lei interessante e justa é citada em 2Rs 14.6; 2Cr 25.4 e que foi criada como sendo do “Livro da Lei de Moisés” ou “Lei, no Livro de Moisés”. Bíblia de Genebra.

Em alguns sistemas legais não israelitas, se um homem causasse dano a um membro de alguma família, ele era punido tendo um membro de sua família sofrendo o mesmo dano causado. Andrews Study Bible.

Não era incomum entre os pagãos condenar uma família inteira pelo crime de um membro dela (ver Dn 6:24). Porém, Deus fazia com que o transgressor carregasse toda a culpa e o castigo por seu crime (2Rs 14:6; Ez 18:10-24).

19 Quando… esqueceres um feixe de espigas, não voltarás.  O intuito compassivo dessa lei é visto em Rt 2.2-23. Bíblia de Genebra.

O povo de Deus foi instruído a deixar um pouco de suas colheitas no campo para que os viajantes e os pobres o pudessem colher. Esta segunda colheira, chamada respiga, era um modo de providenciar comida para eles.Anos mais tarde, Rute conseguiu comida para ela e Rute ao respigar atrás dos ceifeiros no campo de Boaz (Rt 2:2).Rute, uma mulher na linhagem de Jesus, pôde conseguir comida porque esta lei ainda era obedecida muitos anos depois de ter sido escrita. Life Application Study Bible Kignsway.

19-21 Quando… segares a messe… oliveira…vinha. De estação a estação, o tempo da colheita recordaria aos homens o valor e a beleza da compaixão. A existência de necessitados dá a oportunidade de cultivar o espírito da generosidade. Aquele que ainda na colheita, quando recolhe os abundantes frutos da natureza, permanece som o coração duro, dificilmente poderá ser generoso em outro momento. CBASD, vol. 1, p. 1143.

22 Lembrar-te-ás de que foste escravo na terra do Egito. Ver o v. 18; e 15:15. As experiências difíceis e desalentadoras devem servir para o cristão entender que deve confortar a outros que passam pela mesma situação. CBASD, vol. 1, p. 1143.




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