Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 20 by jquimelli
3 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-20/

O povo de Israel estava no processo de possuir a terra prometida de Canaã e teve que lutar muitas batalhas, batalhas terríveis contra exércitos muito mais numerosos e fortes do que o exército deles.

Eu tive muitas batalhas em minha vida, mas uma delas foi decisiva para mim, quando eu estava colportando [vendendo livros religiosos e de saúde]. A área que me foi designada para trabalhar era o centro de negócios da cidade. No começo eu estava com muito medo. Fiquei intimidada por causa da aparência externa de jovens empreendedores, mulheres bem vestidas e atraentes em escritórios impecáveis, etc. Achei que tais indivíduos certamente não estariam interessados em ouvir algo do Evangelho, muito menos em comprar um livro. Foi então que aprendi a depender de Deus completamente. O Senhor me ajudou a ter uma visão diferente das batalhas espirituais. Comecei a sair colportando em nome do Senhor para conquistar almas para ele.

Deus mudou a visão que eu tinha das pessoas. Agora eu os via como pessoas interessadas no evangelho. Eu não mais oferecia livros, mas salvação. Os resultados foram abençoados – muitas orações em escritórios e visitas domiciliares para estudos bíblicos. As bênçãos também afetaram minhas finanças, já que Deus cumpre suas promessas. Naquele verão, o Senhor me abençoou com três bolsas de estudo e um imenso desejo de pregar o evangelho.

Deus está à frente de nossas batalhas, mas devemos permitir que Ele mude a nossa visão.

Hernán Eustaquio Chuquimia
Professor do Novo Testamento
Universidade Adventista da Bolivia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=419
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



DEUTERONÔMIO 20 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
3 de abril de 2019, 0:45
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Nossa vida é mais parecida com campos de batalhas do que com parques de diversões. Parece que, se não estivermos atento a tudo e a todos, a qualquer momento alguém pode vir e ferir-nos com punhaladas por trás, ou, explodir nossa vida, família e recursos.
Parece que se não estivermos preparados para lutar, a qualquer momento seremos derrotados!

Este capítulo apresenta princípios que valem a pena receber nossa atenção para avançar diante da oposição de grandes e fortes desafios.

1. Ao olhar para os desafios maiores que tuas habilidades, não temas, confie em Deus mais do que em qualquer outra coisa (v. 1);

2. Ouça com atenção as orientações dos servos de Deus. Além de te orientar, eles são porta-vozes de Deus que trazem a confirmação da presença divina confortando nosso coração (vs. 2-4);

3. Atente para as instruções de líderes políticos que conhecem a política do reino de Deus, respeita a fraqueza de cada pessoa, e as circunstâncias em que cada indivíduo está vivendo (vs. 5-8);

4. Obedeça fielmente as orientações dos capitães do exército do Senhor, eles sabem como agir em cada caso; eles têm instruções para cada detalhe, o quê e quando destruir e, o quê e quando preservar (vs. 9-20).

Para Deus, é muito mais importante que a guerra, a consagração da casa nova (v. 5), desfrutar os frutos da nova plantação (v. 6), aproveitar a lua-de-mel com a esposa (v. 7), promover e sugerir a paz aos inimigos (v. 10) e, preservar o meio-ambiente (vs. 19-20).

É importante acabar com toda influência maligna que pode perverter nossa vida. Não tenha dó nem piedade, destrua tudo o que visa destruir tua vida e tua família; Deus dará forças para que obtenhas vitórias sobre tudo o que vem do inimigo, o diabo (vs. 12-18).

O que fazer para vencer?

· Primeiro, leia a Bíblia; ela é a Palavra do Deus Onipotente para todo aquele que se sente impotente diante dos desafios da vida.

· Segundo, aplique cada instrução bíblica em tua vida ainda que a teu ver pareça absurdo.

· Terceiro, ore ao Comandante Invencível, ao Rei dos reis e Senhor dos senhores para que te dê forças para fazer o que deves fazer.

· Quarto, confie em Deus.

Vamos à luta? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de abril de 2019, 0:45
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DEUTERONÔMIO 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de abril de 2019, 0:30
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“[Pois] o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar” (v.4).


Um período sucessivo de guerras estava à frente de Israel. O Senhor precisava instruir a nação acerca do que teria de enfrentar e como se portar diante da batalha. Até mesmo em estado de guerra Deus ensinou aos Seus filhos que nem em uma situação tão extrema as questões familiares devem ser ignoradas. O Originador da família admitiu exceções no alistamento militar a fim de preservar a harmonia e preservação do lar de cada filho do Seu povo.

De igual forma, o Senhor também manifestou o Seu desejo pela paz entre as nações ao declarar: “Quando te aproximares de alguma cidade para pelejar contra ela, oferecer-lhe-ás a paz” (v.10). A guerra, portanto, era a última opção. E mesmo a servidão da nação que aceitasse o acordo de paz seria beneficiada pelas leis criadas para o bem-estar dos servos, oportunizando a Israel tratá-los de forma como gostariam de ter sido tratados quando estavam sob cativeiro egípcio.

O primeiro porta-voz de guerra seria o sacerdote, que dirigiria ao povo palavras de ânimo, de incentivo e de bênção. Logo após, falariam ao povo os oficiais da nação, declarando as exceções quanto ao alistamento dos exércitos de Israel e designando “os capitães dos exércitos para a dianteira do povo” (v.9). Contudo, o acordo de paz não teria validade quanto aos povos que habitavam em Canaã.

Infelizmente, como Sodoma e Gomorra, aquelas nações rejeitaram os apelos divinos que por tantos anos de graça haviam se estendido. E, semelhante ao tempo de Ló, desde o menor até ao maior haviam sido maculados pelas abominações “que fizeram a seus deuses” (v.18). Ou Israel destruía por completo aqueles povos, ou seriam ensinados a imitá-los. A influência maligna da idolatria precisava ser detestada e erradicada pela raiz.

Estamos todos envolvidos em uma grande peleja espiritual. O campo de batalha? A Terra. Os inimigos? Satanás e seus anjos. O exército do Deus vivo? Aqueles que se revestem de Sua armadura. O sacerdote e capitão que está a dianteira do povo de Deus? Jesus Cristo. E assim como houve “peleja no Céu” (Ap.12:7) e Cristo e Seus anjos venceram a batalha, “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).

“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).

Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio20 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
3 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
3 de abril de 2019, 0:03
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1104 palavras

A questão da guerra é abordada aqui, no encorajamento dos que vão à batalha (1-4), na isenção de serviço (5-9), e nos assédios contra cidades (10-20). Bíblia Shedd.

que te fez sair da terra do Egito. A libertação do Egito, sempre na lembrança de Moisés, serve agora para encorajar os filhos de Israel. Bíblia Shedd.

cavalos e carros … não os temerás. Os cananeus tinham muitos carros (Js 11:4; Jz 4:3). O exército dos israelitas era composto de infantaria; nunca perderam o medo dos carros armados (Js 17:16; Jz 1:19; 1Sm 13:5, 6). Somente nos tempos de Davi é que tiveram seus próprios carros (2Sm 8:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1125.

o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós. Isso não significa tanto que Deus estava do lado deles, mas sim eles é que estavam do lado de Deus, cumprindo Sua vontade. Bíblia Shedd.

Na última grande batalha que antecederá a segunda vinda de Cristo, Deus é representado como estando presente em pessoa para a batalha (ver Is 13:6-14; Jl 3:9-21; Ap 16:14-16; 19:11-16). CBASD, vol. 1, p. 1125.

5-9 As isenções citadas ilustram o princípio que diz que qualquer homem cujo coração não estivesse firme na luta não deveria estar presente (vs. 5-8). O poder de Deus e não a superioridade numérica, é que garantiria a vitória de Israel (v. 4; cf 32.30, nota; Jz 7.1-8). Um dos resultados de tal atitude seria uma elevada moral, que por si só contribuiria para a vitória.Bíblia de Genebra.

não a desfrutou. Segundo a lei, o dono devia aguardar três anos para comer do fruto de sua vinha após o plantio (Lv 19:23; etc.). No quarto ano deveria levar o fruto a Jerusalém e comê-lo ali como oferta de louvor (Lv 19:24). Mas a partir do quinto ano o fruto era dele (Lv 19:25). CBASD, vol. 1, p. 1125.

8 medroso e de coração tímido. Vitórias são alcançadas pela disciplina, coragem, dedicação ao dever e espírito de sacrifício próprio (Lc 14:26, 27; Gl 6:9). CBASD, vol. 1, p. 1125.

13-18 Passar “a fio da espada” [v. 13] significa matar. Como pode um Deus misericordioso e justo ordenar a destruição de centros populacionais inteiros? Ele fez isso para proteger Seu povo da adoração de ídolos, o que certamente traria a ruina a Israel (20.18). De fato, porque Israel não destruiu completamente esses povos como Deus ordenou, Israel foi constantemente oprimido por eles e experimentou grande derramamento de sangue e destruição do que aconteceria se eles seguissem as instruções de Deus em primeiro lugar. Life Application Study Bible.

A rejeição da oferta de paz era expressão da determinação de continuar o culto a ídolos, com todas as imoralidades que o seguiam. A corrupção moral e a depravação dos habitantes de cidades idólatras tornavam inevitável sua destruição se recusassem aceitar a Deus e abandonar a idolatria. CBASD, vol. 1, p. 1126.

10 oferecer-lhes-á a paz. As antigas cidades muradas poderiam resistir a um ataque por determinado tempo e os invasores poderiam desejar evitar o dispendioso trabalho de um cerco prolongado. Uma oferta de paz em troca de tributo como vassalo (v. 11), junto com a ameaça de morte para os soldados defensores, poderia ser atraente para ambas as partes. Essas estipulações de guerra (comparativamente humanitárias para aquele período) eram aplicadas a inimigos fora da Terra Prometida (v. 15). Bíblia de Genebra.

Esse oferecimento de paz a cidades fora da Palestina ilustra a missão salvadora do povo de Deus no mundo. Bíblia Shedd.

A humanidade tem duas alternativas: 1) Submissão; mediante a qual experimenta a paz de Deus (10, 11); 2) Oposição; mediante a qual experimenta o julgamento de Deus (12, 13). Bíblia Shedd.

13 matem … todos os homens (NVI). Remover a capacidade militar para que o povo da cidade não se recuperasse e atacasse de volta. Deixar os homens vivos permitiria que a cidade reservada à destruição recuperasse sua condição de ameaça militar e moral. Andrews Study Bible.

14 o seu despojo, tomarás para si. Metais preciosos, roupas, alimento e toda sorte de bens domésticos (ver Dt 2:35). CBASD, vol. 1, p. 1126.

16 Paz com os ímpios habitantes de Canaã não era uma opção. Se eles fossem deixados na terra, afastariam o povo escolhido de Deus e portanto destruiria Israel (v. 18; veja nota ASB em 7:4). Eles não haviam se arrependido durante o longo período concedido por Deus (Gn 15:16). Dedicar todas as coisas vivas à destruição significa que Deus limparia Canaã do modo como destruíra Sodoma e Gomorra (Gn 19). A diferença é que Ele usaria os israelitas como Seus instrumentos em vez de fogo do céu. Se Ele tivesse usado fogo do céu, Canaã teria se tornado inabitável. Ao colaborar como exército do Senhor, a despeito do perigo, os israelitas desenvolveriam sua confiança nEle (compare Jz 3:4). Os israelitas não deveriam tomar animais dos canaanitas como despojo porque isso significaria que eles tinham crédito na vitória. A batalha era inteiramente do Senhor. Para mais discussão a respeito da destruição dos cananitas e “guerra santa”, veja a introdução a Josué. Andrews Study Bible.

Toda precaução devia ser tomada para proteger Israel das formas degradantes de idolatria praticadas pelos cananeus (sobre as abominações desse povo, ver Lv 18:24-28; 20:23). CBASD, vol. 1, p. 1126.

17 destruí-las-ás completamente. A palavra hebraica para essa prática é herem, que significa “destinar à condenação” (ou seja, devotar tudo ao Senhor), conforme aconteceu a Jericó durante a conquista (Js 6.17-19).Bíblia de Genebra.

As cidades de Canaã eram tão corruptas, a ponto de chegarem à impertinência. Sua iniquidade estava completa (Gn 15.16). Nenhum despojo deveria ser tomado e a cidade inteira deveria ser destruída como santo sacrifício ao Senhor (cf 13.12-18; Js 7). Bíblia Shedd.

18 abominações. Isso indica a razão principal para as severas medidas tomadas. A grande maldade, somada à rejeição de misericórdia, requeria o julgamento (ver Dt 7:26; 12:31). Quando se encheu “a medida da iniquidade dos amorreus”, veio o juízo (ver Gn 15:16; 1Rs 21:26). CBASD, vol. 1, p. 1126.

19 não destruirás o seu arvoredo. Árvores frutíferas, que levam anos para dar crescer e dar frutos (veja Lv 19:23-25), eram uma parte valiosa da terra que deveria ser deixada para uso futuro. Portanto, Deus falou a Seu povo para respeitar e cuidar do meio ambiente, mesmo em tempos de guerra. Andrews Study Bible.

Uma das bênçãos, segundo a aliança de Deus com Israel, era que os filhos de Israel gozassem do fruto da terra que Deus lhes havia dado (7.12-13). Bíblia de Genebra.

Essa estipulação limita a destruição desregrada dos recursos naturais.Bíblia Shedd.

A desobediência a essa regra sábia por exércitos de tempos posteriores deixou boa parte da Palestina desfalcada de árvores (embora a atual ausência de bosques ali seja de origem relativamente recente). Bíblia de estudo NVI Vida.

20 baluartes. Literalmente “obras de sítio”. A referência é a dispositivos bélicos como muralhas e trincheiras, construídos para auxiliar e dominar uma cidade. A mesma palavra é traduzida como “cidades fortificadas” (2Cr 8:5), “para defesa” (2Cr 11:5), “lugar sitiado” (Jr 10:17), “torre” (Hc 2:1; cf 2Cr 26:15; 2Sm 20:15). CBASD, vol. 1, p. 1126.




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