Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 4 by Jobson Santos
21 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/josue/js-capitulo-4/

Cada um de nós precisa de um Gilgal. Na verdade, precisamos de periódicos “Gilgais” – aqueles lugares em nossas vidas onde estabelecemos lembretes e paramos para refletir sobre o que Deus fez por nós em tempos passados, como Ele nos libertou através de várias águas de provações, aflições e outros problemas.

Tais “Gilgais” servem a pelo menos dois propósitos: (1) Quando somos tentados a nos perguntar onde Deus está, ou quando enfrentamos desafios que não sabemos como lidar, podemos refletir sobre o que Ele fez no passado, descansando. certo de que Ele pode e irá nos abençoar novamente; e (2) esses memoriais servem como uma testemunha para os outros que enfrentam seus próprios desafios. Outros também podem obter coragem em saber que o Deus que nos abençoou está pronto para abençoá-los de maneira especial.

Willie Edward Hucks II
Secretário Ministerial Associado
Conferência Geral

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=437
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JOSUÉ 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de abril de 2019, 0:56
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JOSUÉ 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
21 de abril de 2019, 0:45
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Comungar com Deus é uma ação incomparável. Relacionar-se com servos de Deus é privilégio inigualável. E, partir para a missão de Deus dependendo dEle e dos demais servos dEle resultará em experiência indescritível!

Utilizando esta filosofia experimentaremos milagres no presente e deixaremos marcas no mundo para que, no futuro, ao relembrar o passado, testemunhemos poderosamente de como Deus conduziu-nos até onde estivermos.

Precisamos registrar as maravilhosas obras de Deus em nossa vida para que as circunstâncias do futuro não apaguem as lembranças do que Deus operou por nós no passado. Esse exercício nos auxiliará a não desviarmos do Deus que fez para nossa prosperidade, felicidade e salvação.

Quem esquece as obras realizadas por Deus facilmente descambará para crenças e filosofias mundanas que nada têm que ver com o Deus que nos deu vida, família e recursos para viver neste mundo em decomposição pelo pecado.

Sabendo disso, Deus ajudou Seu povo no passado e ajuda-nos com as Escrituras no presente e outros símbolos como a Santa Ceia. “A palavra em hebraico para ‘memorial’ é zikkaron. É um termo técnico teológico para uma coisa, um lugar ou evento repetido, que pretende servir como lembrete vívido de algum ato de Deus pelo Seu povo” – explica Richard O. Lawrence.

As pedras empilhadas no meio do Rio Jordão após a passagem de Israel a seco foram estratégias de Deus para ativar a memória de Seu povo no futuro. Assim, “tocar e sentir estas pedras ajudaria a tornar a história – e Deus – real para as gerações futuras” (Lawrence).

1. Deus quer que a COMUNHÃO com Ele nunca fique no passado, ou guardada na gaveta da teoria, ou caia na valeta do esquecimento (vs. 1-18);
2. Deus quer que o RELACIONAMENTO entre irmãos seja real baseado na união e companheirismo, na família e na sociedade (vs. 19-23);
3. Deus quer que abracemos a MISSÃO de testemunhar às nações mundiais dos Seus grandes feitos, o principal deles: A morte de Jesus (v. 24).

Através da comunhão com Deus obtemos a visão da direção que devemos ir. Mediante a união com outros servos de Deus promovemos o relacionamento que fortalecerá o cumprimento da vontade de Deus. Por conseguinte, a missão de Deus será executada por meio de Seus servos.

“Reaviva-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 4 – Comentado por Rosana Barros  by Ivan Barros
21 de abril de 2019, 0:30
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“E disse aos filhos de Israel: Quando, no futuro, vossos filhos perguntarem a seus pais, dizendo: Que significam estas pedras?, fareis saber a vossos filhos, dizendo: Israel passou em seco este Jordão” (v.21).

Visando transmitir à posteridade de Israel aquele grande feito, o Senhor ordenou que Josué separasse doze homens, “um de cada tribo” (v.2), a fim de que tomassem doze pedras do meio do Jordão, de onde os sacerdotes haviam pousado com a arca da Aliança, e levassem essas pedras ao alojamento onde passariam a noite. Essas pedras, que simbolizavam as doze tribos de Israel, foram erigidas em coluna por Josué, tornando-se um marco histórico do início de sua liderança e da entrada do povo em Canaã.
Era plano do Senhor que cada família do Seu povo fosse instruída e edificada sobre o firme fundamento de Sua Palavra. Um claro e sonoro “Assim diz o Senhor” deveria ser não apenas o discurso, mas o estilo de vida de cada lar. Ao darem testemunho do Senhor e de Seus sinais e prodígios, os pais inculcavam em seus filhos sábias e duradouras lições de confiança no poder de Deus e em Seu amor. Assim como “o povo se apressou e passou” (v.10) o Jordão, fazendo tudo “como Josué ordenara” (v.8), cumpria aos pais ter sobre seus filhos a mesma autoridade, e aos filhos a mesma disposição para obedecer.
O resultado de famílias bem ordenadas seria este: “Para que todos os povos da Terra conheçam que a mão do Senhor é forte, a fim de que temais ao Senhor, vosso Deus, todos os dias” (v.24). O método de Deus continua sendo o mesmo. Quando compreendemos e buscamos vivê-lo em nossa casa, colocando o Senhor em primeiro lugar, todos os dias, através do estudo da Bíblia, do culto familiar e de uma vida de oração, estamos nos revestindo da armadura de Deus. E se há a necessidade de uma armadura, é porque há guerra.
Há uma grande obra a ser realizada no final deste grande conflito. E esta obra deve começar em nossa família. Erga a “coluna” das bênçãos em sua casa. Ame seu cônjuge! Ame seus filhos! Faça da sua família o seu primeiro ministério e sua equipe missionária. Mesmo que nossas lutas diárias sejam diferentes, temos o mesmo Deus Todo-Poderoso em nossa defesa. Passemos “diante do Senhor para a batalha” (v.13), “orando em todo o tempo” (Ef.6:18), e, certamente, receberemos o poder do Espírito Santo para sermos testemunhas de Jesus, de modo que outros nos digam: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zc.8:23). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, famílias vitoriosas em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros 
#PrimeiroDeus #Josué4 #RPSP


JOSUÉ 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
21 de abril de 2019, 0:05
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553 palavras

Depois do povo atravessar o rio, qual seria o próximo passo? Conquistar a terra? Não ainda. Primeiro, Deus os orientou a erigir um memorial com 12 pedras retiradas do rio por 12 homens, um de cada tribo. Isto parece ser um passo insignificante em sua missão de conquistar a terra, mas Deus não queria que se lançassem a ela despreparados. Eles deveriam se focar em Deus e se lembrar de quem os estava guiando. Quando você estiver ocupado fazendo as tarefas da obra de Deus, aquiete-se por alguns momentos, tempo para que você construa seu próprio memorial do poder de Deus. Muita atividade pode retirar seu foco de Deus.Life Application Study Bible Kingsway.

e levantaram doze pedras do meio do Jordão. As pedras representam as doze tribos de Israel. Com elas se erigiu uma coluna memorial em Gilgal (20). Deus, sabendo da nossa deficiência humana de esquecer, sempre facilita, por um meio ou outro, a lembrança dos grandes eventos relacionados com a nossa salvação. Note-se, por exemplo, as festas de Israel e a Ceia do Senhor e, também, o batismo neotestamentário. Bíblia Shedd.

9 Outras doze pedras foram colocadas no leito do rio e se tronariam visíveis sempre que as águas baixassem. Era uma visível demonstração, portanto, de que Israel estivera, uma vez, naquelas profundezas. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.

18 Somente a presença da arca mantinha as águas amontoadas. E é assim que Jesus se coloca entre nós e qualquer coisa que possa engolfar-nos, principalmente o pecado e a morte (Hb 2.14). Não aconteça que, rejeitando-a, rejeitemos nossa única salvação. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.

19 no dia dez do primeiro mês. Esse é o dia em que o cordeiro pascal devia ser escolhido (Êx 12.3), sublinhando a conexão entre a travessia do rio Jordão e o êxodo. Ver vs. 23; 5.10.

Gilgal. Em geral identificada com as ruínas de Khirbet el-Mafjer, quase 4 km a nordeste de jericó. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21, 22 É de suma importância educar os filhos naquilo que Deus fizera, particularmente tudo que Ele nos ensina na Sua Palavra. É de se notar que por deixar de cumprir a este mandamento específico, mais do que por qualquer outro motivo, Israel foi levado à idolatria e desviou-se de Deus em poucos anos, como deparamos nos tempos dos juízes. Bíblia Shedd.

24 todos os povos da terra. As maravilhas dos caps. 3-4 teriam efeitos que ultrapassariam a geração imediata e iriam muito além do povo de Israel (2.10; 5:1; cf 12.3). As admiráveis obras de Deus na Bíblia deveriam afetar aqueles que ouvem falar delas, tão poderosamente como aqueles que as vêem (Êx 10.2; Jo 20.30-21). Bíblia de Genebra.

O Senhor desejava que Sua relação com Israel se transformasse em uma lição prática para toda a humanidade. O povo não devia, em egoísmo, reter para si o conhecimento do Deus verdadeiro e de Seu poder para salvar. Esse conhecimento devia se estender por toda a Terra em resultado da correta educação dos filhos (ver v. 22), que, por sua vez, deveriam se tornar missionários. à medida que os israelitas crescessem em número e influência, toda a Terra aprenderia sobre o verdadeiro Deus e O glorificaria. No entanto, Israel fracassou e, posteriormente, Cristo deu a mesma ordem aos discípulos (Mt 29:19, 20). A “palavra da reconciliação” hoje é confiada a nós (2Co 5:19). Não podemos fracassar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 180.



JOSUÉ 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de abril de 2019, 0:05
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