Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 19 by jquimelli
2 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-19/

Ao lermos Deuteronômio 19, podemos ver os planos proativos de Deus em ação. Nas culturas daquela época, quando uma pessoa era assassinada, seus assassinos deveriam ser mortos (Êxodo 21:14). E se alguém matasse outro acidentalmente? Como ele escaparia do vingador? Essa pessoa deveria fugir para uma das seis cidades de refúgio, aliás todas elas eram cidades de levitas. Quem melhor que o sacerdote para exercer um julgamento imparcial?

Para onde corremos quando cometemos pecado? Hebreus 6:18 usa a mesma linguagem para descrever o relacionamento de Cristo com seus filhos: “nós, que fugimos em busca de refúgio, podemos ter forte encorajamento para nos apegarmos à esperança que nos é dada”.

O que significa para você ter um lugar para onde correr onde o juiz é “fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar”? (1 João 1: 9).

No final deste capítulo, Deus, mais uma vez, estabeleceu uma maneira de lidar com aqueles que poderiam mentir para culpar alguém. O que você acha que “exterminar”, termo usado no versículo 19, significa? (A resposta está no mesmo verso). Você já foi vítima da falsidade de alguém? Que intervenção foi usada para lidar com o problema? Você acha que o plano descrito nesta passagem funcionaria no mundo de hoje?

Mark Etchell
Pastor da Igreja Adventista do Monte do Campus
Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=418
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



DEUTERONÔMIO 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
2 de abril de 2019, 0:45
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Se você se sente o pior pecador, não fuja de Cristo, fuja para Cristo. Se você é assassino, estuprador, pedófilo, ladrão, ou algum tipo de criminoso, não precisa fugir… Saiba onde existe segurança.

Desde o início do pecado, Deus esteve sempre criando estratégias para proteger, alcançar e restaurar o transgressor. Deus revelou que sabe o potencial do pecado em nós, mas Seu potencial para salvar-nos é maior que o potencial do pecado.

O capítulo em apreço contém orientações para construção das cidades-refúgio. Embora Números 35 já fizesse referência e esse assunto, Moisés, neste sermão, o relembra; para que, após sua morte e a entrada do povo em Canaã não fossem esquecidas estas construções.

Mas, atenção!

· Deus não “passa a mão na cabeça” daquele que pratica o mal premeditadamente. Seu objetivo com as cidades de refúgio não era propagar o mal, mas eliminar o mal. Deus não quer que seja vingado aquele que, acidentalmente, cometeu um crime; por isso, as seis cidades de refúgio (vs. 1-10).

· Se o criminoso é ruim, perverso, cruel e, só está usando tais cidades para preservar sua vida para, então, continuar destruindo vidas, ele deve ser entregue nas mãos do familiar vingador das vítimas que ele destruiu (vs. 11-13). Claro, nossa legislação hoje é diferente.

· Contudo, o que é evidente para nós hoje destas regras que deveriam ser vigente antigamente, é a intenção divina acabar com o mal entre a humanidade (vs. 14-21).

Diante de qualquer acusação era necessário ter duas testemunhas verdadeiras. Entendido corretamente, Deus pretendia inibir o mal, não criar vingadores ou fofoqueiros. Por isso…

1. Um processo legal deveria analisar cada caso (vs. 14-17)

2. A testemunha falsa estava sujeita à pena de morte (vs. 18-20).

3. A sentença não deveria ultrapassar ao crime cometido (v. 21).

Estas orientações “não eram uma licença para a vingança, era um princípio legal que limitava o castigo, fazendo que este se apegasse ao crime cometido” (L. John McConville).

Deus quer destruir o mal!

Pode-se dizer que atualmente as igrejas são cidades-refúgio e, no tribunal celestial cada caso será decidido. Nesta ocasião, os anjos serão testemunhas.

Se você fez qualquer coisa que te trouxe o incômodo da culpa, corra imediatamente para Jesus, Ele é o refúgio que você precisa! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de abril de 2019, 0:30
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“Não o olharás com piedade: vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé” (v.21).


Estamos diante de um contexto difícil de se conceber, partindo do princípio de que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Um dos maiores questionamentos de muitos tem sido justamente este: Se Deus é amor, como explicar os Seus atos no Antigo Testamento? Como harmonizar este Deus com Jesus e Suas obras? Na verdade, havia uma real necessidade de impor estreitos limites que evitassem a tolerância com o pecado e a prática da injustiça; uma urgência de instruir um povo prestes a cruzar as fronteiras de Canaã.

As cidades de refúgio eram uma irrefutável representação da misericórdia e da justiça de Deus. Não é o ato do pecado em si que fere o coração de Deus, mas a intenção ao praticá-lo. O mandamento é claro: “Não matarás” (Êx.20:13), mas se alguém transgredisse tal mandamento “sem o querer” (v.4), teria a oportunidade de encontrar abrigo em uma das cidades refúgio para que fosse conservada a sua vida. O pecado, no entanto, é tão cruel, que mesmo o cometendo sem intenção, acabamos colhendo as suas ruins consequências, afinal, mesmo que o homicida tivesse para onde ir, teria de deixar para trás o seu lar e aqueles a quem amava.

A famosa lei do “olho por olho, dente por dente” (v.21), apesar de ser considerada severa e hostil, fora uma maneira de impor limites a fim de evitar excessos na hora de punir. Diante de um povo de dura cerviz, não houvesse o Senhor instruído Moisés a limitar as sanções, e Canaã se tornaria um covil de assassinos. O real desejo do Senhor para Israel era que a nação aprendesse a viver em paz uns com os outros e que, por seu exemplo, as demais nações convertessem “as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras”; [que] uma nação não [levantasse] a espada contra outra nação, nem [aprendesse] mais a guerra” (Is.2:4).

O ministério terrestre de Cristo foi o cumprimento e o supremo exemplo do que Deus deseja seja o Seu povo na Terra, “para que viva” (v.4), “para que te vá bem” (v.13) e receba por herança a “terra que o Senhor, teu Deus, te dá para a possuíres” (v.14). Jesus foi a personificação do Pai, a perfeita manifestação do caráter do grande EU SOU. Ele mesmo afirmou: “Quem me vê a Mim vê o Pai” (Jo.14:9). Ainda há “uma porta aberta no céu” (Ap.4:1). Ainda há uma oportunidade de graça. Deus nos chama para fazermos dEle o nosso refúgio e foi Ele mesmo que “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Aceitemos, hoje, a Sua oferta de graça e, enquanto aguardamos a nossa futura herança, vigiemos e oremos.

Bom dia, alvos da graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio19 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de abril de 2019, 0:05
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1140 palavras

1-13 Moisés já havia separado três cidades no lado oriental do rio Jordão (4.41-43). Agora separa mais três no lado ocidental. Caso o vingador de sangue agisse meramente movido pela paixão, podia ser frustrado em seus propósitos, por meio daquelas cidades. Bíblia Shedd.

2, 3 Os israelitas deveriam construir estradas porque estas cidades de refúgio teriam sido ineficazes se as cidades que levavam a elas não estivessem em boas condições. Muitos que vinham às cidades estavam literalmente correndo por suas vidas. Uma estrada bem conservada poderia significar a diferença entre vida e morte. Isto envolvia contínua manutenção, porque eram estradas primitivas que poderiam ser facilmente erodidas, cobertas por areia ou atravessada por profundos sulcos. Era importante não somente iniciar este sistema de justiça, mas prover os meios necessários para mantê-lo. Life Application Study Bible Kingsway.

O acesso às cidades de refúgio devia ser fácil. A estrada devia ser claramente sinalizada e mantida em boas condições (PP, 515), pois a vida de seres humanos estava em jogo. Assim deve ser o “caminho” até nosso refúgio em Jesus Cristo – tão claro que não haja possibilidade de errar (ver Is 35:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1122.

2 no meio da tua terra. Não se trata de um centro geográfico preciso, mas de uma distribuição que as tornasse acessíveis a todos os que precisassem delas. As cidades de refúgio indicam ao coração temeroso o caminho para a segurança em Cristo. CBASD, vol. 1, p. 1121.

Para que nelas se acolha. Certamente o cristão deve refletir sobre o privilégio que o pecador tem de fugir para Cristo. Assim como os portões das cidades de refúgio nunca estavam fechados para quem precisava entrar, Cristo nunca recusa o contrito e arrependido que vai a Ele (Sl 51:17; Is 57:15). CBASD, vol. 1, p. 1122.

4 aquele que, sem o querer, ferir o seu próximo. A lei do homicídio não intencional foi dada pela primeira vez em Êx 21.13 e, então, mais plenamente, em Nm 35.6-28. Bíblia de Genebra.

Sem o querer. Isto é, “sem intenção”, literalmente, “sem conhecimento”(Dt 4:42; Js 20:3, 5). CBASD, vol. 1, p. 1122.

aborrecia. Nota-se que a chave do assassinato deliberado é o ódio. Jesus mostrou que o ódio é a quebra do mandamento “Não matarás”, Mt 5.21-26. Os psicólogos modernos denominam os ressentimentos contra alguém de “desejos mortíferos”. Bíblia Shedd.

Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1122.

5 no bosque. De acordo com registros egípcios, havia densos bosques em Canaã na era patriarcal. CBASD, vol. 1, p. 1122.

viverá. Ver Josué 20:1-4 para mais detalhes. Esta passagem apresenta um quadro simbólico da segurança que o pecador pode encontrar em Cristo. A pessoa manchada de sangue é limpa em Jesus (1Jo 1:7). “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1); pois, “justificados mediante a fé”, eles têm paz com Deus por meio de nosso SENHOR Jesus Cristo” (Rm 5:1). CBASD, vol. 1, p. 1122.

10 pra que o sangue inocente se não derrame… haveria sangue sobre ti. Ver 2Sm 16:8; Os 12:14. O sangue inocente sobre eles seria o do homicida que tinha matado alguém acidentalmente e não encontrou um lugar de refúgio antes de ser morto . CBASD, vol. 1, p. 1122.

11 aborrece seu próximo. Cidades de refúgio não eram para assassinos intencionais (compare Nm 35:16-21). Andrews Study Bible.

12 tirá-lo dali. Se fosse achado culpado de homicídio premeditado, devia ser entregue ao vingador de sangue; do contrário, devia receber proteção (Nm 35:12, 24, 25). Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O “vingador de sangue” era o parente masculino mais próximo da pessoa assassinada. Ele agia como o protetor da família (veja Nm 35:19). Life Application Study Bible Kingsway.

14 Não mudes os marcos do teu próximo. Embora este mandamento tenha sido, algumas vezes, mal interpretado, como se exortasse pelo respeito aos costumes e crenças antigos, o termo “marcos”, na realidade, refere-se a pedras que serviam como demarcação dos limites das terras. Essa lei era essencial para impedir invasões e furto de terras (27.17; Pv 22.28; 23.20). Bíblia de Genebra.

Mover um marco de limitação para dentro de uma propriedade de um vizinho equivaleria a uma tentativa de roubo de terra. Andrews Study Bible.

Que os antigos. Os que originalmente dividiram a terra e fixaram os limites. CBASD, vol. 1, p. 1123.

15 Uma só testemunha. Uma pessoa não podia ser condenada mediante a declaração de apenas uma testemunha, fosse em assuntos civis ou criminais (cf Dt 17:6; Nm 35:30). CBASD, vol. 1, p. 1123.

16 testemunha falsa. A testemunha falsa devia ser punida (v. 19). CBASD, vol. 1, p. 1123.

18 se a testemunha for falsa. O perjúrio é um crime horrível, porém muitos não hesitam em mentir mesmo sob juramento. A pessoa que viola a verdade de forma pública peca contra si mesmo, contra a vítima e contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 1123.

19 far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão. Uma testemunha falsa devia sofrer a pena que pensava infligir sobre o acusado (ver Dt 19:21; cf Êx 23:1; Sl 35:11). Esta é a lei da justa retribuição. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O fato de que Satanás falsamente acusa o povo verdadeiro de Deus (Ap 12:10) em uma tentativa de condená-los à punição final pelo fogo explica parcialmente porque ele acabará no lago de fogo (Ap 20:10). Andrews Study Bible.

15-21 Na jurisprudência do antigo Oriente Próximo, era grande a responsabilidade do juiz. Ele não comparava simplesmente um delito com uma lei específica para então proferir seu veredito. Pelo contrário, ele comparava um caso com os princípios da lei e com casos típicos e dava uma decisão em consonância com a justiça e a equidade (1.13, 16-18; 17.8). Bíblia de Genebra.

20 e nunca mais tornem a fazer. Esta lei [contra o falso testemunho] reprime o egoísmo e tendia a criar um sentido mais elevado do dever público e da moralidade (ver Dt 13:11; 17:13). CBASD, vol. 1, p. 1123.

21 vida por vida. A pena do talião era a punição contra o perjúrio. Longe de ser uma permissão para a vingança, era a garantia da justiça, que equiparava o castigo à ofensa. Esta punição era cobrada com uma avaliação monetária da parte lesada, Êx 21.32 e 33. Bíblia Shedd.

Este princípio era para uso dos juízes, não um plano para vingança pessoal. Esta atitude em torno da punição podia parecer primitiva, mas era, de fato, uma ruptura em prol da justiça e lisura nos tempos antigos, quando a maioria das nações usavam métodos arbitrários para punir criminosos. Estas diretivas refletem uma preocupação por imparcialidade e justiça – garantindo que aqueles que violavam a lei não fossem punidos mais severamente do que seu crime merecia. No mesmo espírito de justiça, uma falsa testemunha deveria receber a mesma punição que a pessoa acusada sofreu. O princípio de fazer a punição se ajustar ao crime deveria ainda ser observado nos dias de hoje. Life Application Study Bible Kingsway.

Ver Êx 21:23-25; Lv 24:19, 20. Uma conspiração para dar falso testemunho e então colocar em risco um inocente é imperdoável, pois representa homicídio em potencial no coração da falsa testemunha (ver Mt 5:22). O buraco cavado para o inocente devia ser o próprio túmulo do acusador. CBASD, vol. 1, p. 1123.



DEUTERONÔMIO 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
2 de abril de 2019, 0:05
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