Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 21 by jquimelli
4 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-21/

O contexto de Deuteronômio 21 é uma série de leis que tem o objetivo de administrar a justiça em possíveis casos de conflito que surjam durante a convivência cotidiana do povo de Deus. O Senhor, por meio de instruções específicas dadas por Moisés, fez provisão para que seus filhos vivessem em harmonia.

Os versículos de 1 a 9 chamam a minha atenção, onde o caso de expiação por um assassinato cujo autor não foi descoberto é apresentado. Não foi uma morte natural, mas um assassinato, e o autor do crime é desconhecido. Baseado no princípio apresentado em Números 35:33, as mortes não resolvidas mancham e poluem a terra. Portanto, era necessário oferecer um sacrifício adequado derramando o sangue de um bezerro (v. 4) e lavando com água (v. 6), de modo que a terra não fosse contaminada.

Ambos os elementos de purificação, sangue e água, nos lembram da ação salvadora deJesus em favor da humanidade culpada. Nosso Salvador ofereceu sua própria vida derramando seu sangue para nos purificar de todo pecado (1 João 1:7). Ele mesmo é a água viva que nos é oferecida. Se nós O aceitarmos, Ele será em nós uma fonte de água que leva à vida eterna (João 4:10, 14). Tanto sangue como água representam Jesus e seu sacrifício de amor para nos purificar da contaminação do pecado.

Víctor Augusto Choroco
Professor de Teologia Sistemática
Diretor da Faculdade de Teologia
Universidade Adventista da Bolivia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=420
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



DEUTERONÔMIO 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
4 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 21 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
4 de abril de 2019, 0:45
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Família e justiça parecem ser as maiores preocupações de Deus neste capítulo.

Neste mundo onde predomina a injustiça e a fragmentação da família, é fundamental que o povo de Deus seja um exemplo a ser observado e seguido pelo resto do mundo. As Leis descritas na mensagem proclamada por Moisés aos israelitas, inspiradas pelo Espírito Santo, escritas para nos alcançar são fortes, devido à complexidade da natureza perversa da humanidade.

· A família é o berço de uma sociedade justa, honesta e pacífica.

A base da educação está em Deuteronômio 6, onde fica claro que não se deve apenas informar os filhos, mas formar; não apenas tornar conhecido o que é certo ou errado, mas inculcar a lei de Deus na mente deles. Se, após seguir cada instrução, o filho vier a tornar-se indisciplinado e rebelde, arrogante e estúpido, a lei orientava aos pais a levarem este filho aos anciãos da cidade, onde seria avaliado publicamente na porta da cidade.

Se fosse comprovado que o filho causa abalos na unidade familiar, se recusa a obedecer aos pais e é uma ameaça à comunidade por ser um bêbado devasso, sem condições de restauração, este filho deveria ser apedrejado pela comunidade.

· Deus abomina o pecado e a desestruturação familiar.

Estas medidas eram preventivas e corretivas. Prevenia filhos e pais alertando-os quanto à negligência na educação, e corrigia, caso prevalecesse a perversão, rebeldia e torpeza.

Deus conhece bem as intenções do coração humano, por isso aplica leis para orientá-lo como no caso…

…do desprezo a um indigente (vs. 1-9),

…de um homem apaixonar-se por uma mulher dos povos conquistados (vs. 10-14),

…de casar-se com duas mulheres (vs. 15-17),

…da rebeldia de um filho (vs. 18-21).

Deus preza pela justiça e pela família! Para Deus desobediência é tão séria quanto a negligência na educação!

· Lendo sem preconceitos, sem questionar Deus – mas tentando em oração, de todo coração, entender a mensagem deste capítulo-, compreenderemos as preocupações de Deus.

Havia pena de morte, uma maldição devido ao pecado (vs. 22-23). Contudo, Jesus Se fez pecado por nós e tornou-Se maldito pendurado num madeiro para perdoar-nos, restaurar-nos e abençoar-nos (Gálatas 3:13).

· Jesus praticou a justiça. Ele é nossa única esperança!

Ore agora: “Senhor, reaviva a paixão espiritual da minha família!” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de abril de 2019, 0:30
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“Sê propício ao Teu povo de Israel, que Tu, ó Senhor, resgataste, e não ponhas a culpa do sangue inocente no meio do Teu povo de Israel. E a culpa daquele sangue lhe será perdoada” (v.8).


O capítulo de hoje confirma uma verdade absoluta: Cada vida humana é preciosa aos olhos de Deus! Fosse achado “alguém morto, caído no campo, sem que [soubessem] quem o matou” (v.1), providências deveriam ser tomadas a fim de expiar aquele sangue derramado. Os sacerdotes e os anciãos da cidade mais próxima do lugar onde estava o morto deveriam seguir as orientações de Deus a fim de eliminar do meio do povo “a culpa do sangue inocente” (v.9).

Em uma cultura radicalmente machista, o Senhor proveu meios de proteger as mulheres rejeitadas pelo marido, inclusive, as estrangeiras. Há a possibilidade da rejeição quanto a ex-cativa abranger motivos culturais ou religiosos incompatíveis, como, por exemplo, a recusa da mulher em partilhar da mesma fé de seu cônjuge ou de querer incluir à religiosidade do lar os costumes pagãos de sua nação de origem. Seja qual tenha sido a causa da rejeição por parte do homem, Deus não permitiu que esta rejeição fosse seguida por escravidão e maus tratos.

Da mesma sorte, Israel admitia a poligamia, algo que foi estabelecido pelo homem e que tantos danos tem causado desde então. Apesar de também não se tratar do ideal de Deus para o casamento, Ele não permitiu que houvesse injustiça quanto aos direitos da mulher aborrecida ou menos amada, principalmente se esta gerasse o primogênito da família. O Senhor lhe daria um consolo e tranquilidade, assim como o foi com Lia, que tanto desejava o amor de Jacó.

A educação do lar era um dos assuntos de destaque na história de Israel. A ordem era clara quanto ao ensino dos pais aos filhos: “tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt.6:7). Porém, tivesse alguém “um filho contumaz e rebelde… dissoluto e beberrão” (v.18 e 20), que reiteradamente não desse ouvidos à voz de seus pais, a morte por apedrejamento era o seu destino. Com tristeza inexprimível, os pais entregavam aquele filho a fim de que o mal não se estendesse para o seio de outras famílias.

Como pais, não cogitamos a ideia de entregar um filho nosso que seja, ainda que rebelde, à sentença de morte. E julgamos deveras severa a punição de um filho desobediente ou um absurdo o repúdio do marido para com sua mulher. E, de fato, eram leis duras para um povo de coração duro. Contudo, a última parte deste capítulo revela a natureza do sacrifício de Cristo, o Filho obediente do Pai. Quando lemos que “o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus” (v.23), temos um vislumbre maior do que Jesus passou por mim e por você. Ele Se fez maldito para que fôssemos abençoados. Uma verdade que rasga as cortinas do tempo e nos diz que o inocente morreu para o perdão do culpado.

Em tempo de graça e de oportunidade, que possamos escolher aceitar o sacrifício que nos trouxe a paz e vivermos em conformidade com o plano original do Criador para o casamento e educação dos nossos filhos, e, certamente, o Senhor completará a obra levando a nossa família para a Casa do Pai, portanto: Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio21 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
4 de abril de 2019, 0:05
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DEUTERONÔMIO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
4 de abril de 2019, 0:05
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1492 palavras

se achar alguém morto. De acordo com Nm 35:33: “o sangue profana a terra; nenhuma expiação se fará pela terra por causa do sangue que nela for derramado, senão pelo sangue daquele que o derramou”. A terra era afetada no sentido de que se as pessoas que nela habitasse acumulassem culpa excessiva, seriam dela expulsas (comparar Lv 18; 20 – expulsão da terra por pecados sexuais e pela adoração idólatra a Moloque. O ritual de Dt 21:1-9 solucionava o problema de que se o assassino não fosse encontrado, a responsabilidade cairia sobre a comunidade [Comparar com 1Rs 2:31-33]. Andrews Study Bible.

No caso de um assassinato sem solução, os anciãos da cidade mais próxima deviam fazer um juramento de inocência e ignorância. O simbolismo da novilha, morta quando o juramento era feito, é claro: ela morria como um símbolo do assassino que deveria morrer. A terra devia ser expurgada de culpa séria. A morte vicária da novilha prenuncia a morte de Cristo como uma satisfação pelos pecados, sejam conhecidos ou desconhecidos, cometidos pelo povo de Deus. Bíblia de Genebra.

um vale de águas correntes. Literalmente, “um vale de águas permanentes”. A ênfase aqui está na água permanente e não na dimensão ou na condição do solo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1128.

desnucarão [Lit “quebrar, cf. CBASD] a novilha. Era uma execução cerimonial em que a novilha era reputada substituta do homicida desconhecido [ver tb Hb 9.12-14]. Bíblia Shedd.

Este era um cerimonial que simbolizava a remoção e a retirada (na água corrente) da responsabilidade da comunidade. Este não era um sacrifício oferecido ao Senhor. A morte sacrifical seria efetuada cortando a garganta de forma que o sangue fosse derramado (Lv 1:5, etc.). Andrews Study Bible.

lavarão as mãos. Simboliza uma declaração de inocência (v. 7; v. Mt 27.24). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao pegar água do riacho para lavar as mãos, afirmavam sua inicência e da cidade que representavam. Atitude semelhante tomou o salmista (Sl 26:6; 73:13) e também Pilatos, no julgamento de Cristo (Mt 27:24). CBASD, vol. 1, p. 1128.

Sê propício. A palavra assim traduzida pode significar “cobrir”. … A tradução comum é “fazer expiação” (Êx 30:!0; Lv 4:20, 26, 31, 35; 5:6, 10, 13, 19; etc.). O substantivo da mesma raiz é traduzido como “propiciatório” (Êx 25:17-22). CBASD, vol. 1, p. 1128.

11 uma mulher formosa. …se todos os homens tinham sido mortos (Dt 20:13), por conseguinte ela seria solteira ou viúva. CBASD, vol. 1, p. 1129.

Era permitido o casamento com mulheres estrangeiras que vivessem em cidades fora da Palestina. As mulheres estrangeiras que vivessem na própria Palestina tinham de ser mortas com todos os demais cananeus (7.1-3). Bíblia Shedd.

Resultante da situação prevista em 20:14. Tal mulher poderia ser assimilada em Israel através de casamento. Mulheres cativas deveriam ser tratadas com respeito, não como objetos sexuais a serem estuprados (contrastar com Jz 5:30 [Cântico da profetisa Débora, quando da morte de Sísera, cruel comandante do rei Jabim, de Canaã]). Andrews Study Bible.

A lei preservava a santidade do casamento. Um homem israelita podia ficar com uma escrava cativa, mas tinha que esperar um mês. À mulher devia ser dada a oportunidade de ajustar-se e de lamentar pela sua família. Ela era uma esposa e não gado, e se o marido se divorciasse dela, ele então não podia vendê-la como escrava. Bíblia de Genebra.

12, 13 Esses atos de purificação simbolizavam sua remoção do estado de escrava. O mês de luto era para lhe dar tempo de refazer-se no seu íntimo e também testar a sinceridade do amor do homem. Bíblia Shedd.

12 a levarás para casa. Literalmente, “para o meio de sua casa”. Certamente seria um procedimento mais honroso do que mantê-la em segredo em algum outro lugar. CBASD, vol. 1, p. 1129.

rapará a cabeça, e cortará as unhas. Alguns intérpretes tem visto estas ações como parte de seu lamento ou para fazê-la temporariamente não atrativa ao seu captor para que ele pensasse seriamente antes de casar com ela. Andrews Study Bible.

13 chorará a seu pai e sua mãe durante um mês. Protegendo seu direito ao luto e à recuperação emocional do trauma de perder sua família. Andrews Study Bible.

E ela [será] tua  mulher. É evidente que Deus desencorajava relações ilícitas e encorajava matrimônios legais. Mesmo uma cativa não devia se tornar objeto das paixões de um homem, mas se estivesse disposta a viver em harmonia com o povo de Deus, deveria receber posição honrosa. CBASD, vol. 1, p. 1129.

14 se não de agradares dela, deixá-la-ás ir. O vínculo matrimonial podia ser rompido (cf. 24.1-4), mas o homem não podia tratar a mulher como uma escrava. Bíblia Shedd.

O divórcio resultaria na liberdade da mulher (comparar com Êx 21:8). O israelita não poderia obter lucro, vendendo-a como escrava. Andrews Study Bible.

15 duas mulheres. A poligamia não é aprovada, mas é reconhecida como prática existente que precisava ser regulada. A monogamia é a única forma válida de casamento (Gn 2.18, 24; Mt 19.4-6). A Bíblia não condena diretamente os casamentos múltiplos que tiveram lugar no Antigo testamento, mas descreve os maus efeitos de tais uniões. Bíblia Shedd.

Da mesma maneira que o divórcio fora permitido “por causa da dureza do vosso coração” (Mt 19.8), assim também a poligamia era permitida, mas os seus males eram mitigados. A esposa não amada tinha seus direitos e o filho primogênito de uma esposa não amada não podia perder a sua herança. Bíblia de Genebra.

16 ao filho da mulher preferida. A ordem de nascimento, e não o favoritismo do pai, governava a sucessão, embora essa regra fosse ás vezes preterida com aprovação divina (cf. e.g., Jacó ou Salomão). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 O direito da primogenitura incluía a herança da propriedade em dupla porção relativa aos outros filhos. Esse direito era antigo (Gn 25.29-34) e não podia ser abandonado à custa de preferências pessoais. A primogenitura, heb bekhorah, que vem da raiz bakhar, “ser cedo”, a qual se refere ao próprio raiar da manhã, tem grande significado para o pensamento hebraico. O primogênito do pai é considerado as primícias do seu vigor (Gn 49.3), e fazia as vezes do pai em liderar a família. Bíblia Shedd.

primeiro sinal da força de seu pai. O primeiro resultado da capacidade de procriação de um homem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18-21 um filho contumaz [NVI: “obstinado”] e rebelde. Aqui não está em vista a desobediência banal dos filhos, mas a rebelião contínua e sistemática e o pecado profundo e crônico. Bíblia de Genebra.

Sendo os pais representantes de Deus, em caso de rebelião comprovada o castigo era severo e semelhante ao da blasfêmia, pressupondo que em vão tentavam conduzir ao bom caminho os filhos desobedientes. Bíblia Shedd.

Filhos desobedientes e rebeldes deveriam ser trazidos aos anciãos da cidade e apedrejados até a morte. Não existe evidência bíblica ou arqueológica de que esta punição tenha sido aplicada alguma vez, mas o principal era que a desobediência e a rebelião não deveriam ser toleradas no lar e permitido se manter sem que se tomasse uma atitude. Life Application Study Bible Kingsway.

22 o pendurares num madeiro. Na Bíblia há vários destes casos (Gn 40:22; 2Sm 21:12; Et 7:10; 9:14). Comentaristas judeus afirmam que o acusado era morto; então, o corpo era pendurado numa árvore. CBASD, vol. 1, p. 1130.

O enforcamento, como um método de execução, não é mencionado no Antigo Testamento. A prática aqui em vista é a exposição do cadáver de um criminoso ou de um inimigo (1Sm 31.10-13). Essa horrenda exposição, que simbolizava a maldição divina (v. 23), não podia continuar por mais de um dia. Este versículo motivou o pedido dos fariseus de ter o corpo de Jesus tirado da cruz antes do cair da noite (Jo 19.31). O significado de Gl 3.13 é que Cristo, embora inocente, morreu como se fosse um criminoso, ao tomar a maldição que merecíamos (cf At 5.30). Bíblia de Genebra.

O culpado era primeiramente executado e posteriormente pendurado numa árvore (v. Gn 40.19) ou, como o texto hebraico assim traduzido quer, sem dúvida, dar a entender: “empalado num poste” (v. notas textuais NVI em Gn 40.19 [“o faraó vai decapitá-lo e ‘empalar você em uma estaca’”]; Et 2.23 [“os dois  oficiais foram enforcados”. Ou: “pendurados em postes”; ou ainda “empalados”]). Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 debaixo da maldição de Deus. Pendurar o corpo de um executado era envergonhar a pessoa (comparar Js 8:29; 10:26). Cristo foi suspenso em um “madeiro” (a cruz) para mostrar que Ele levou sobre Si a maldição resultante de nosso pecado (Gl 3:13). Andrews Study Bible.

…pendurar numa árvore simboliza juízo e rejeição divinas. Cristo tomou sobre Si o castigo integral dos nossos pecados, e assim “se tornou maldição em nosso lugar” (Gl 3.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

maldito. A raiz heb. Traduzida como “maldito” também significa ser “desprezível”, “infame”, “vil”. Comparar com o argumento do apóstolo Paulo em Gálatas 3:10-14. CBASD, vol. 1, p. 1130.

Não contaminarás a terra. Considerava-se que a terra era contaminada pela exposição dos corpos de criminosos que tinham sofrido a penalidade máxima. Cria-se que o criminoso que era pendurado estava sob a maldição de Deus, e seu corpo não devia permanecer à vista de todos. Jesus foi condenado pelo Seu própri povo como um dos piores criminosos e como alguém sob a maldição divina (Mt 27:43; cf Is 53:4). CBASD, vol. 1, p. 1130.




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