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Deus não provê uma vida sem lutas para ninguém neste mundo. Ele jamais prometeu uma vida sem dor, lágrimas e desafios. A nossa jornada aqui é um constante avançar segundo o plano de Deus, o que nunca é fácil neste mundo impregnado de pecado, principalmente por nossa forte inclinação a tudo o que é mal.
Vamos continuar aprendendo com a retrospectiva do sermão de Moisés antes do povo possuir a terra que Deus prometera. Este capítulo pode ser assim dividido:
1. A conquista de Ogue (vs. 1-11);
2. A posse da Transjordânia (vs. 12-20);
3. Josué assume a liderança de Moisés (vs. 21-29).
Moisés está dando as últimas instruções. São seus últimos sermões. Suas últimas exortações. Suas últimas ações. Deus faz a coisa certa. Moisés faz a coisa certa. E, Josué também tem a atitude certa.
• Com Deus, as coisas funcionam bem, e o povo de Deus avança vitorioso!
Na reta final, Deus substitui Moisés por Josué, o qual possuía visão mais bélica para liderar ao povo nesta nova etapa: A conquista!
• A retrospectiva é fundamental, pois um povo sem conhecimento histórico pode ter um futuro catastrófico. A retrospectiva do povo de Deus visa fortalecer a fé no Deus do povo.
• A retrospectiva relembra as bênçãos do passado, aviva a fé no presente e capacita a visão para o futuro. Para esta atividade, a confiança em Deus é essencial!
William MacDonald comentou que Moisés, nos versos 21-29, “ordenou a Josué que se lembrasse das vitórias do passado e confiasse em Deus para as conquistas do futuro”.
• Fazer uma retrospectiva espiritual evita sofrer de ansiedade diante de um futuro desafiador, estarrecedor;
• Recapitular o que Deus fez nos dá certeza de Sua obra agora e no porvir;
• Confiança em Deus depende, muitas vezes, de saber que Ele nunca nos desamparou;
• A luta pelas promessas divinas dependerá de minha fé nAquele que promete.
Deus nos permite lutar para nos fortalecer. Permite desafios para que confiemos mais nEle. Deseja que arregacemos as mangas da camisa e enfrentemos com garras aos obstáculos da vida para moldar nosso caráter, ensinar que o mal não presta e nos tornar resistentes às investidas do maligno. Quanto mais demoramos aprender, mais tempo permaneceremos na escola do deserto.
Vamos à luta? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Não os temais, porque o Senhor, vosso Deus, é O que peleja por vós” (v.22).
Os últimos anos da jornada de Israel no deserto foram marcados por conflitos e batalhas com os povos vizinhos. As nações pagãs haviam enchido o cálice da ira de Deus, de modo que, semelhante à Sodoma e Gomorra, desde o menor até ao maior, todos davam publicidade ao mal.
Tão perto como estava da terra prometida, Moisés fez um último pedido ao Senhor, de que permitisse a sua entrada em Canaã. Seu velho coração almejava colocar os pés naquela terra separada por Deus como herança ao Seu povo; na mesma terra onde pisaram Abraão, Isaque e Jacó. Mas apenas os seus olhos contemplariam aquele lugar. Deus tinha algo incomparavelmente melhor para o Seu servo sofredor. A aparição de Moisés para Cristo na transfiguração é uma prova inequívoca de que o grande líder de Israel não pôde viver para entrar na Canaã terrestre, mas passou por uma ressurreição especial para viver na Canaã celeste (Veja Mt.17:1-8 e Jd.9).
O objetivo de Deus para o Seu povo era que Israel se tornasse uma nação modelo diante dos demais povos da Terra. Ele não ordenaria a destruição completa de nações se ali tivessem pessoas dispostas a conhecê-Lo e servi-Lo. Sabemos, porém, que o Senhor não interfere em nosso livre arbítrio e que requer que O amemos sem reservas, ainda que as nossas expectativas não sejam atendidas, porque, semelhante a Moisés, Ele deseja nos dar muito além do que possamos imaginar.
A nossa luta, hoje, “não é contra contra o sangue e a carne”, ou seja, não é contra pessoas, “e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso”, contra Satanás e seus anjos (Ef.6:12). E neste grande conflito não teríamos a mínima chance de vitória não fosse a vitória de Cristo por nós. Jesus é O que peleja por nós e nesta certeza devemos avançar como exército militante rumo ao eterno triunfo.
“Não temas” (v.2) diante das circunstâncias adversas da vida. Permita que o Senhor faça delas oportunidades de crescimento e aperfeiçoamento do caráter. Ainda que aqui não alcancemos os nossos sonhos, lembre de que o sonho de Deus para nós supera qualquer expectativa desta Terra. Pois, “como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9).
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, aqueles que amam a Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio3 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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530 palavras
1-3 Os israelitas enfrentaram um grande problema – o bem treinado exército de Ogue, rei de Basã. Os israelitas dificilmente teriam uma chance. Mas eles venceram porque Deus lutou por eles. Deus pode auxiliar seu povo independente do problema que eles enfrentam. Não importa quão insuperáveis posam parecer os obstáculos , lembre-se que Deus é soberano e Ele cumprirá Suas promessas. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Basã. O substantivo como nome próprio significaria “liso”, “fértil”, adjetivos que descrevem bem a região ao norte de Yarmuk em direção a Hermon. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1055.
2 Não temas. Uma repetição de Números 21:34. CBASD, vol. 1, p. 1055.
3 Ferimo-lo. A derrota de Som e a de Ogue desmentiram aos temores incrédulos de Israel, de quarenta anos atrás. Cf 1.28 com 2.36 e 3.4-6. Bíblia Shedd.
4 Argobe. A área está ao leste do mar da Galiléia, na região montanhosa do sudeste de Basã e incluía as cidades de Carnaim e Astarote. CBASD, vol. 1, p. 1055.
8 A terra. O território distribuído à Gade e à metade da tribo de Manassés. CBASD, vol. 1, p. 1055.
11 Leito. Pode se referir também a um sarcófago ou tumba. CBASD, vol. 1, p. 1055.
15 Maquir. Esta parte de Gileade que não tinha sido dada aos filhos de Gade foi atribuída aos descendentes de Maquir (Nm 32:40). CBASD, vol. 1, p. 1055.
17 Quinerete. O mar de Quinerete é o mar da Galiléia no NT, chamado também de lago de Genesaré, conhecido mais tarde como o mar de Tiberíades. CBASD, vol. 1, p. 1056.
O mar salgado. O mar Morto. Bíblia de Estudo Andrews.
18 Vos ordenei. Refere-se particularmente às duas tribos e meia que já haviam recebido sua herança. Tinham de cumprir sua responsabilidade na conquista de Canaã, cf. 33.1. Bíblia Shedd.
20 descanso. Situação pacífica – livre de ameaças e opressão externas, e sem as aflições internas de conflitos, fome ou peste. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma das principais bênçãos que Israel desfrutaria em Canaã. Esse descanso foi experimentado durante o reinado de Salomão (1Rs 5.4), mas um mais rico cumprimento dessa promessa será desfrutado em Jesus Cristo (Mt 11.28; Hb 4.9-11). Bíblia Shedd.
23-25 Pela última vez, Moisés implorou que lhe fosse permitido entrar na terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 Implorei. Esta passagem (v. 23-25) revela a decepção imensa de Moisés, que deveria ter feito os israelitas sentirem remorso por provocarem o líder à ira, o que levou sua falha (Nm 20). Esse caso também servia de advertência: se Deus não permitiu que nem mesmo Moisés entrasse em Canaã quando se rebelou, tampouco permitiria que o povo chegasse à terra, caso se rebelasse. Bíblia de Estudo Andrews.
24 Que deus há nos céus. Isso não indica qualquer crença na existência real de deuses falsos. Bíblia Shedd.
28 Ele passará. O pronome é enfático: “Ele passará adiante desse povo”. Por esta ênfase, Moisés soube que a decisão era irrevogável. CBASD, vol. 1, p. 1056.
29 Bete-Peor. Primeira palavra deste termo composto significa “casa”. A segunda, “Peor”, pode ter derivado de uma raiz que significa “ser voraz”, estar aberto”, “ter um forte desejo”. Nesse caso, o substantivo significaria “a casa do desejo”. CBASD, vol. 1, p. 1056.
vale defronte de Bete-Peor. O lugar de acampamento naquela ocasião é o mesmo onde coabitas e midianitas seduziram o povo de Israel à imoralidade e idolatria (Nm 25). Bíblia de Estudo Andrews.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-2/
Os emins eram, no seu tempo, numerosos e gigantes em altura. Mas Deus os destruíra em benefício dos moabitas, descendentes de Ló. Isto lançou vergonha sobre a maioria de Israel que, no início do êxodo, ficaram com muito medo dos gigantes anaquins, tão altos como o foram os emins. Mas agora a geração não convertida estava morta e uma nova geração estava prestes a entrar na terra prometida. Eles, então, se moveram para a frente com fé e derrotaram totalmente os amorreus e todas as suas cidades. Eles apropriadamente declararam: “nenhuma cidade houve alta demais para nós; tudo isto o SENHOR, nosso Deus, nos entregou” (v. 36b).
Para o Israel do fim dos tempos não há cidades à nossa frente a serem conquistadas, há inimigos impondo uma lei dominical e um decreto de morte (Ap 13:15). Deus irá nos livrar também gloriosamente (Dn 12:1). “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.” (1Co 10:11). Cristo nos diz: “erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc 21:28b). Deus nunca perdeu uma batalha a favor de seu dependente povo e nunca perderá.
Norman Gulley
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=402
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Deus faz uma anamnese espiritual com Seu povo. Deus relembra pedagogicamente o passado para instruir Seu amado povo a fim de, no futuro, amadurecer espiritualmente.
No recordatório divino, três povos não deveriam ser subjugados:
1. Edomitas (vs. 1-8): Parentes dos israelitas, descendentes de Esaú, filho de Isaque. Além de não declarar guerra contra eles, Israel deveria pagar pela comida e água consumida no território deles. Deus cuida até daqueles que não dão a mínima a Ele.
2. Moabitas (vs. 9-16): Parentes dos israelitas. Filhos de Ló, sobrinho de Abraão, com sua filha mais velha (Gênesis 19:37). Embora esta nação fosse fruto de incesto (relacionamento sexual entre pai e filha), Deus pediu para não comprar briga com ela, pois seu território havia sido dado por Deus. Certamente Deus não toma de volta o presente que Ele dá, mesmo que o presenteado tenha sido ingrato.
3. Amonitas (vs. 17-23): Parentes dos israelitas. Filhos de Ló com a filha caçula (Gênesis 19:38). Deus os tornara vencedores contra os zanzumins (bárbaros) destruindo-os e conquistando suas terras. Portanto, os israelitas não deviam comprar briga com eles, apenas passariam perto deles. Deus estava dando oportunidades de arrependimento aos obstinados pecadores parentes de Seu povo.
Além disso, no recordatório divino, Israel recebera orientação para subjugar ao rei Seom, de Hesbom, juntamente com toda a terra deles. Deus mesmo entregou toda esta gente e sua terra nas mãos de Seu povo e, a vitória foi completa (vs. 24—37).
Após a experiência de estarem no deserto por 40 anos, terem andado em círculos por 38 anos, e agora estarem perante a Terra Prometida, Moisés relembra o cuidado, as orientações e vitórias que Deus dera aos israelitas.
Deste sermão de Moisés aprendemos que,
• É preciso relembrar ao povo de Deus o que Deus fez a fim de que confie nEle para avançar em direção ao futuro.
• Relembrar o passado segundo a visão de Deus não significa ser museu, mas estimula o aprendizado, ativa a memória e revela o cuidado divino em todas as situações.
• Aprender com o passado evita cair no mesmo erro duas vezes, machucar-se novamente, destruir-se; enfim, significa crescer, amadurecer e confiar mais em Deus.
Deus quer que aprendamos com os erros do passado para que sejamos sábios! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Tendes já rodeado bastante esta montanha; virai-vos para o norte” (v.3).
A rebelião de Israel os levou a retroceder para o lugar inicial de suas peregrinações. E após uma jornada prolongada ao redor da montanha de Seir, o Senhor orientou o Seu povo a marchar para o norte. Passariam pelas fronteiras das terras dos filhos de Esaú, que ficariam com medo ao avistar aquela numerosa e organizada multidão. A ordem dada por Deus, contudo, incluía um procedimento pacífico tanto para com eles, como também para com os descendentes dos filhos de Ló.
Em um trajeto consideravelmente curto, Israel demorou “trinta e oito anos, até que toda aquela geração dos homens de guerra se consumiu no meio do arraial, como o Senhor lhes jurara” (v.14). Mesmo sob as ordens de atravessarem as terras inimigas em paz, o Senhor sabia da recusa de Seom em conceder a Israel uma passagem pacífica e tanto este reino quanto outros testemunharam da força de um povo cujo Deus é o Senhor. Ao ouvirem da fama de Israel, todas as nações tremeriam diante dela e seriam tomadas por terrível angústia.
Seom representou as primícias da terra que Deus prometera aos filhos de Israel. Após uma longa jornada, aquela geração estava preparada para a tão aguardada conquista. Muitos julgam árdua e demorada a jornada cristã neste mundo. É indubitável que já se passaram quase dois mil anos desde que Jesus nos prometeu as moradas do Pai (Jo.14:1-3), e Ele sabe que andamos “por este grande deserto” (v.7). No entanto, o Senhor, nosso Deus, tem estado com o Seu povo todo este tempo e, sendo o bom Pastor, jamais permitiu que nada nos faltasse (v.7).
Quem anda no Caminho excelente já pode provar aqui das primícias do celeste Lar. Por Seu Espírito, Deus nos concede o gozo de experimentarmos a Sua bondade na Terra e a paz “que excede todo o entendimento”, guardando o nosso coração e a nossa mente “em Cristo Jesus” (Fp.4:7). Pelos frutos do Espírito podemos provar das delícias que havemos de usufruir pelos séculos eternos. “Levantai-vos, agora” (v.13), Israel de Deus, e marchemos “à terra que o Senhor, nosso Deus, nos dá” (v.29)!
“Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37).
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, geração de eleitos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio2 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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722 palavras
4 Guardai-vos bem. Os habitantes de Edom ficariam nervosos e apreensivos e, como resultado, podiam fazer um ataque repentino a Israel. Por outro lado, o fato de Israel estar ciente do medo no coração dos edomitas podia fazercom que se sentisse tentado a tomar vantagem desse temos e invadir o país. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1052.
5. A Esaú. Ver Jr 24:4. Deus é fiel mesmo com os que não fazem parte da aliança. Deus prometeu bênçãos temporais aos descendentes de Esaú e cumpriu Sua palavra. CBASD, vol. 1, p. 1052.
9. Dei Ar. Os descendentes de Ló, como os de Ismael e Esaú, tiveram sua herança confirmada antes que a semente de Abraão ocupasse o que tinha sido atribuído a ela. Ar aparentemente era a principal cidade daquele território, e toda a região recebeu seu nome (Nm 21:15, 28). CBASD, vol. 1, p. 1052.
14, 15 Israel não precisava gastar 40 anos no caminho da terra prometida. Deus os sentenciou a vaguearem no deserto porque rejeitaram Seu amor, rebelaram-se contra a Sua autoridade, ignoraram Seus mandamentos para viver retamente e intencionalmente quebraram seu acordo firmado em Êxodo 19:8 e 24:3-8. Resumindo, eles desobedeceram a Deus. Frequentemente nós tornamos a jornada de nossa vida mais difícil que o necessário pela desobediência. Aceite o amor de Deus, leia e siga Seus mandamentos na Bíblia e faça uma promessa de permanecer com Deus qualquer que seja a situação. Você descobrirá que sua vida será menos complicada e mais recompensadora. Life Application Study Bible Kingsway.
24 Seom, amorreu. Seom tinha tirado esse território dos moabitas, que por sua vez se retirou para o sul do rio Arnom. CBASD, vol. 1, p. 1052.
27 Pela estrada. Uma estrada real mantida para viagens de oficiais e tropas (Nm 20:17; 21:22). Existem vestígios desta antiga estrada desde o golfo de Áqaba em direção ao norte atravessando a Jordânia. CBASD, vol. 1, p. 1052.
30 Fizera obstinado o seu coração. O Senhor não poderia interferir na inclinação natural do coração e dos propósitos de Seom (ver com. de Êx 4:21). Pode-se usar a força mental e do coração, dada por Deus para continuar fazendo o que é errado ou para fazer o que é certo. O Senhor não força ninguém a fazer o bem ou o mal, mas sempre está pronto a cooperar por meio de Seu Espírito com aquele que escolhe o bem. A mesma palavra [traduzida por obstinado] é traduzida em Josué 1:6 como “corajoso”. CBASD, vol. 1, p. 1053.
[Comentário Adventista sobre Êxodo 4:21: “Eu lhe endurecerei o coração”: “…o endurecimento do coração do faraó não foi de forma alguma um ato de Deus , mas uma escolha deliberada de sua parte (ver PP, 268). … Cada manifestação do poder divino … fazia com que ele ficasse mais determinado a fazer sua própria vontade. Ao recusar ser corrigido, o rei desprezou ser corrigido, o rei desprezou e rejeitou a luz, até que se tornou insensível à mesma, e a luz foi finalmente retirada. Foi sua própria resistência à luz que endureceu seu coração. Até os pagãos reconheceram o fato de que foi o faraó e os egípcios que endureceram o coração, e não Deus (1Sm 6:6). … Deus não tem prazer algum com o sofrimento e morte do ímpio. Pelo contrário, Ele deseja que todos se arrependam e sejam, salvos (Ez 33:11; 1Tm 2:4; 2Pe 3:9). Ele faz o sol brilhar sobre os ímpios e os bons (Mt 5:45). Mas, assim como o sol afeta a matéria de diferentes formas, de acordo com sua natureza – derrete a cera e endurece o barro -, assim é a influência do Espírito de Deus sobre o coração humano. Ele produz efeitos diferentes, de acordo com a condição do coração. O pecador arrependido permite que o Espírito de Deus o conduza à conversão e à salvação, mas o impenitente endurece o coração cada vez mais. CBASD, vol. 1, p. 548, 549.]
34 A cada uma destruímos. Literalmente, “colocamos sob maldição”, “colocamos à parte”. Um ato assim pode ser realizado apenas sob ordem divina. O mesmo foi feito com Jericó. CBASD, vol. 1, p. 1053.
37 Jaboque. Ver Nm 21:24; Jz 11:22. Por ordem divina, o território dos amonitas não foi invadido. A ambição deve estar sempre em harmonia com a vontade de Deus e não procurar ir além dos limites estabelecidos por Ele. Assim, o êxito nesta vida será uma bênção. Mas caso se vá além da vontade divina para buscar mais do que Ele permite, o êxito provará ser um fruto estéril. CBASD, vol. 1, p. 1053.
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O último livro da Torá (o Pentateuco)!
Um livro amplamente citado por Jesus, em especial quando tentado. Faríamos muito bem em estudá-lo cuidadosamente!