Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 29 by jquimelli
7 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-29/

O capítulo de hoje e o anterior fornecem informações adicionais sobre as várias ofertas apresentadas ao longo do ano. Aqui a ênfase recai sobre os dias festivos religiosos. Vários tipos de ofertas são apresentadas, incluindo holocaustos, ofertas de cereais, ofertas pelo pecado, ofertas de expiação, ofertas de bebida e ofertas pacíficas – e um lembrete para não esquecer as ofertas diárias regulares, mesmo nesses dias especiais.

Jesus é Aquele a quem todas essas ofertas apontam. Ele é definitivamente nossa oferta pelo pecado, mas Ele também é cada uma dessas outras ofertas. Em relação ao festival de ação de graças da colheita, Ellen White escreveu: “Pois até mesmo os produtos da terra, as graças fornecidas pelo sustento do homem, devemos à oferta de Cristo na cruz do Calvário. Deus nos ensina que tudo que recebemos Dele é o dom do amor redentor “. (Review and Herald, 10 de novembro de 1896)

Reserve um tempo hoje para pensar sobre as maneiras pelas quais o sacrifício de Jesus no Calvário afeta nossa vida. Ele nos traz esperança e paz, Ele restaura nosso relacionamento rompido com Deus e com outras pessoas, e Ele quer fazer parte de nossas vidas diárias como o pão que comemos todos os dias. Ele é nosso sacrifício perfeito.

Michael White
Professor de Religião e Tradutor
Universidade da União Peruana
Lima, Peru

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=392
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de março de 2019, 0:45
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Nos últimos dias do ano, o povo de Deus, deveria avaliar-se, humilhar-se e entregar-se solene e totalmente a Deus; infelizmente, nos dias atuais as pessoas fazem festas que Deus não aprova, exaltam-se em vez de humilhar-se, e entregam-se ao pecado, não a Deus.

F. F. Bruce apresenta-nos os seguintes tópicos:

1. Tocando as trombetas (vs. 1-6);
2. O dia da expiação (vs. 7-11);
3. A festa dos tabernáculos (vs. 12-38)
4. Conclusão (vs. 39-40).

“O cap. 29 trata de três festas celebradas no sétimo mês do ano sagrado […] ou no primeiro mês do ano civil (para nós, a época de setembro e outubro). No primeiro dia, ainda hoje chamado de ano-novo (Rosh Hashaná), deveria haver uma reunião sagrada em que não deveriam fazer trabalho algum. Era um dia em que se tocariam as trombetas”, explica Bruce.

As trombetas/shofares soavam convocando ao povo para preparar-se objetivando a consagração que começava dez dias antes do dia da expiação, a maior festa judaica. Das festas, esta era a única que não promovia alegria no povo de Deus, mas humilhação e renúncia do pecado; era o ato de afligir a alma preparando-se para que começassem bem e em paz com Deus no ano novo.

Após solene Yon Kippur (dia da Expiação), em que se afligia a alma, o dia do juízo, tempo de confissão e consagração, vinha a festa dos tabernáculos:

“Esta era a última festa do ano, vindo de ordinário na última parte de nosso outubro, depois de concluída a colheita dos frutos. Era uma jubilosa ocasião para todos. Passara o dia da Expiação, todos os mal-entendidos se haviam ajustado, todos os pecados tinham sido confessados e postos à margem. Israel sentia-se feliz, e esta felicidade encontrava expressão na festa dos tabernáculos […]. Na festa dos tabernáculos, deviam alegrar-se ‘perante o Senhor vosso Deus por sete dias’. Era na verdade a mais feliz ocasião do ano, quando amigos e conhecidos renovavam sua comunhão e habitavam juntos em amor e harmonia” (Milian Lauritz Andreasen).

Estas festas ensinavam que as pessoas…

• São pecadoras;
• Precisavam de perdão;
• Devem encontrar-se e reconciliar-se com Deus;
• Encontram alegria e felicidade no perdão e na salvação

Perdão, paz, alegria, felicidade, harmonia… Hoje, é possível experimentar tudo isso entregando-se a Jesus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



NÚMEROS 29 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de março de 2019, 0:30
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“No dia dez deste sétimo mês, tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; nenhuma obra fareis” (v.7).

A continuação da descrição das ofertas nas festas solenes menciona a Festa das Trombetas, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos. Já estudamos sobre estas cerimônias no livro de Levítico, e vimos que havia uma sequência lógica em cada uma delas, apontando tanto para o ministério terrestre de Cristo, quanto para os acontecimentos que antecedem a Sua segunda vinda. A Festa das Trombetas preparava o povo para a solenidade do Dia da Expiação. Por conseguinte, o Dia da Expiação preparava Israel para a celebração da Festa dos Tabernáculos.

Como o “sonido de trombetas” (v.1), os eventos que antecederam o início do tempo do fim anunciaram ao mundo a necessidade de urgente reavivamento e reforma. Lutero, Jerônimo, Calvino, dentre outros, descobriram nas Escrituras a fonte da verdadeira felicidade, que nem mesmo as constantes ameaças de morte poderiam lhes roubar. Após grande clamor que atingiu muitas das civilizações, provocando a curiosidade de conhecer o Livro que até então só era acessível ao clero, a custo de sangue, suor e lágrimas, a Bíblia começou a ser traduzida e distribuída em outros idiomas.

Como uma espécie de sábado histórico, o tempo do juízo investigativo, em que Cristo entrou no Santíssimo do santuário celeste, aponta para um momento de resgatar a mensagem de João Batista: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.3:2). O prenúncio e o início do tempo do fim foram marcados, qual som de trombetas, por eventos anunciados pelo próprio Jesus (Mt.24:29). Lisboa foi praticamente destruída quando, em 1755, foi atingida por terrível terremoto. Em 1780, a Nova Inglaterra e partes do Canadá ficaram em densas trevas em pleno dia. Conhecido como “o dia escuro”, naquele dia o sol não deu a sua claridade e a lua ficou como tingida de vermelho. Em 1833, a costa Leste dos Estados Unidos foi atingida pela maior chuva de meteoros já registrada na história.

Desde então, esses sonidos permanecem a ecoar a todos os que, com inteireza de coração, buscam conhecer ao Senhor através de Sua Palavra. Desde 1844, vivemos, simbolicamente, o Dia da Expiação. É tempo de santa convocação e aflição de alma. É tempo de empregarmos todos os nossos esforços na derradeira obra de salvação e usarmos com intensidade do mais poderoso instrumento dado por Deus ao homem: a oração. Uma vida de oração é o que sustenta a armadura do cristão. É através desta ligação direta do homem com Deus que seremos conduzidos à grande Festa dos Tabernáculos, quando estaremos para sempre nas moradas do Pai (Jo.14:1-3).

E assim como “falou Moisés aos filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhe ordenara” (v.40), o povo de Deus recebeu neste tempo solene a palavra profética através de Ellen G. White. Uma jovem de saúde debilitada, pouca escolaridade, mas que fora escolhida por Deus como Sua mensageira, por meio de quem falou através de mais de dois mil sonhos e visões. Como João Batista fora escolhido para preparar Israel para o primeiro advento de Cristo, a irmã White recebeu do Senhor a missão de preparar o derradeiro povo para a segunda vinda de Cristo Jesus. Se você ainda não conhece os seus escritos, eu lhe desafio a ler algo que ela escreveu. Você verá que não se trata de uma segunda Bíblia, mas de instruções inspiradas que lhe conduzirão às Escrituras e ao preparo necessário para sermos encontrados apercebidos no Dia do Senhor.

Que o Senhor continue nos conduzindo e reavivando nesta jornada rumo à grande festa que não terá fim!

Bom dia, Israel do tempo do fim!

Rosana Garcia Barros 

#PrimeiroDeus #Números29 #RPSP 



NÚMEROS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de março de 2019, 0:05
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829 palavras

Deus estabeleceu muitos feriados [festas, festivais] no calendários de Israel. A Festa das Trombetas era um dos três grandes feriados estabelecidos no sétimo mês (a Festa dos Tabernáculos e o Dia da Expiação eram os outros dois). Estes feriados proviam um tempo para revigorar a mente e o corpo e para renovar o  comprometimento com Deus.Se você se sente cansado ou distante de Deus, experimente tirar um “feriado espiritual”. Afaste-se da rotina diária e concentre-se em renovar seu comprometimento com Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

1-6 A Festa das Trombetas era celebrada no início do sétimo mês, um mês muito ativo na adoração ao Senhor nas festas sagradas… Posteriormente na tradição judaica, esta festa comemorava o Ano Novo, Rosh Hashanah. A trombeta tocada tocada era o shofar, o chifre de carneiro [e não as trombetas de prata]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-2 A Festa das Trombetas demonstrava três importantes princípios que devemos seguir em nossa adoração hoje: 1) Todo o povo se reunia para celebrar e adorar. Consegue-se um benefício extra pela adoração com outros adoradores. 2) A rotina diária normal era suspensa e nenhum trabalho duro era realizado. A adoração toma tempo e separar o tempo nos permite ajustar nossas atitudes antes e se reflete posteriormente. 3) O povo sacrificava animais como oferta queimada [holocausto] a Deus. Nós mostramos nosso comprometimento com Deus quando damos algo de valor para Ele. A melhor dádiva, é claro, somos nós mesmos. Life Application Study Bible Kingsway.

santa convocação. Isto é, uma convocação solene à qual todo o povo deveria comparecer. Bíblia Shedd.

O sétimo mês, o primeiro do ano civil, fora separado especialmente para propósitos religiosos (Lv 23:23-44), e contava com mais dias dedicados a ritos religiosos do que qualquer outro mês do ano. [ver tb Lv 23:24, 25]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1011.

três décimas de um efa. Cerca de 6,6 litros, a porção costumeira para sacrifícios dessa natureza. CBASD, vol. 1, p. 1011.

7-12 A Festa da Trombetas introduz [anuncia] o Dia da Expiação, um tempo de confissão, de arrependimento e de celebração (v. Lv 16; 23.26-32). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os sacrifícios da Festa da Expiação, realizada no décimo dia do sétimo mês, com feriado nacional e jejum. Aliás, é o único dia de jejum oficial ordenado pela Lei. Este era o dia da humilhação e da expiação dos pecados da nação, quando o sumo sacerdote ofereceria sacrifícios como expiação pelo santuário, pelos sacerdotes, e por todo o povo, Lv 16. Bíblia Shedd.

afligireis a vossa alma. Este ato incluía o jejum, que foi e é  grande jejum anual observado rigorosamente pelos judeus ortodoxos (cf. Lv 16:29; 23:27-29, 32; Sl 35:13; Is 58:3, 5; At 27:9). CBASD, vol. 1, p. 1012.

12-39 A Festa dos Tabernáculos, a última e a maior das três grandes festas anuais do povo judaico. Recebeu este nome para lembrar o tempo em que o povo habitava em tendas durante sua peregrinação no deserto, Lv 23. Na Terra Prometida esta festa se realizava ao redor do templo em Jerusalém, onde o povo armava suas tendas nos terraços e lugares abertos da cidade e da sua vizinhança, produzindo assim um aspecto festivo e original. Naqueles dias havia cerimônias esplêndidas. Bíblia Shedd.

13 treze novilhos. O mesmo tipo de sacrifício ordenado para outras festas. Mas, ao passo que dois novilhos eram suficientes em outras festividades, neste caso são prescritos 13 (Nm 28:11, 19, 27). A cada dia, durante sete dias consecutivos, um novilho a menos era ofertado (v. 17, 20, 23, 26, 29, 32). Assim, sete novilhos eram oferecidos no sétimo dia, totalizando 70 novilhos para os sete dias. CBASD, vol. 1, p. 1012.

17 No segundo dia, oferecereis doze novilhos. O total de novilhos oferecidos fica em setenta. Setenta era o número redondo no qual os israelitas calculavam os povos da terra, e a interpretação dadas a estes sacrifícios pelos próprios judeus é que foram feitos no sentido de interceder a Deus em favor de toda a raça humana. … o sacrifício único de Jesus Cristo haveria de abranger pessoas de todas as nações que se convertessem a Ele, o qual custou aos próprios discípulos entenderem (Gl 2.14-21; At 10.1-48). Bíblia Shedd.

doze novilhos. Um novilho a menos do que no dia anterior.  O número de carneiros e cordeiros não mudava. Todo o sistema de ritos repousava sobre o sacrifício diário; a despeito do número de sacrifícios acrescentados, a oferta diária nunca era deixada de lado. Da mesma maneira, o Cordeiro de Deus jamais pode ser substituído. Nenhuma função, nenhum rito e nenhuma regra pode tomar o lugar do Filho de Deus, o único por meio de quem há salvação do pecado. CBASD, vol. 1, p. 1012.

35 nenhuma obra servil fareis. Esta expressão ocorre muitas vezes quando se trata de festas religiosas, especialmente o dia do sábado, e nos ajuda a compreender que a religião não consiste no merecimento da obra humana, mas sim no descansar na graça divina, aceitando a salvação que Deus nos dá. Bíblia Shedd.

38 um bode, para oferta de pecado. Qualquer que fosse a festividade, requeria-se uma oferta pelo pecado (Nm 28:15, 22, 30; 29:5; etc.). O povo sempre precisava de perdão. Era importante não se perder de vista esse fato. CBASD, vol. 1, p. 1012.



NÚMEROS 29 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de março de 2019, 0:05
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