Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 30 by jquimelli
8 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-30/

A Bíblia ensina que ser um crente implica em manter a palavra. Ou seja, quando prometemos algo, estamos presos às nossas palavras. Números 30 trata desse tópico no contexto de uma família. Basicamente, se alguém faz uma promessa ou um voto a Deus, essa pessoa deve fazer o que prometeu. No entanto, existem dois casos em que o voto poderia ser anulado. Se a pessoa que havia feito o voto fosse uma moça solteira ou mulher casada, o voto poderia ser anulado pelo pai ou pelo marido, respectivamente.

Essas exceções parecem um pouco estranhas no século XXI. No entanto, o contexto das exceções é a família e os costumes antigos, onde o homem era o encarregado da casa. Talvez o voto não pudesse ser cumprido devido a algumas questões econômicas que eram administradas pelo pai ou pelo marido.

Portanto, atualmente, os votos devem ser realizados levando-se em consideração a dinâmica familiar e a situação econômica, com a comunicação entre os membros da família. No entanto, um voto não é feito ao homem – é um compromisso com o próprio Deus.

Alvaro F. Rodríguez
Professor de Hebraico Bíblico e Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=393
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de março de 2019, 0:45
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É preciso maturidade para interpretar com seriedade à Palavra de Deus. O que Deus quer nos falar neste capítulo?

O contexto deste texto revelam-nos uma abordagem sobre “leis referentes à terra, as ofertas e os votos (capítulo 27-30)” (Gordom J. Wenham). Especificamente, as leis deste capítulo mormente são referentes às mulheres, assim, elas “estavam protegidas por seu pai e por seu marido. O que prometessem não deveria tirá-las desta proteção” (Edgardo I. Iourno).

As leis sobre os votos referentes às mulheres focavam a legislação civil vigente em Israel como nação. “A palavra é dirigida aos chefes das tribos, visto que seriam responsáveis por exercer o juízo nesses casos (v. 1)”, comenta F. F. Bruce. Esse mesmo teólogo observa:

“Os votos poderiam estar associados a alguma oferta no altar, à abstinência de algum elemento de carne ou bebida, à observância de jejum pessoal ou à realização de algum serviço para Deus, além do que se exigia”.

Especificações: O voto de uma…

1. FILHA SOLTEIRA morando com os pais poderia ser anulado pelo pai dela somente no ato do voto (vs. 3-5);
2. ESPOSA poderia ser anulado pelo marido somente se a objeção ao voto fosse feita no ato do voto (vs. 6-8).

Marido e esposa são considerados uma só carne perante Deus; portanto, caso a esposa não cumprisse seu voto, era obrigação do marido cumpri-lo.

Havia leis referentes a votos também para:

1. Homens (v. 2);
2. Viúvas e divorciadas (vs. 9-16).

A legislação era para ser utilizada pelos responsáveis (v. 1) pelo cartório de Israel na Terra Prometida. Designadamente, são “ordenanças que o Senhor deu a Moisés a respeito do relacionamento entre um homem e sua mulher, e entre um pai e sua filha moça que ainda vive na casa do Pai” (v. 16, NVI).

Estas leis eram para um período patriarcal da nação teocrática, na qual Deus era Rei/Monarca e legislador. Não vivemos nesse contexto. Hoje devemos respeitar as leis civis que regem nosso país (Romanos 13) quando não confrontam à Legislação Moral do Criador (Êxodo 20; Atos 5:29).

Princípios extraídos deste capítulo: Deus…

…cuida daqueles que prometem irrefletidamente;
…quer votos/compromissos conscientes, aprovados e cumpridos;
…preza pelo bem-estar/paz familiar;
…anseia por integridade/fidelidade/honestidade;
…respeito àqueles que fazem votos a Deus.

Amados… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 30 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de março de 2019, 0:30
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“São estes os estatutos que o Senhor ordenou a Moisés, entre o marido e sua mulher, entre o pai e sua filha moça se ela estiver em casa de seu pai” (v.16).


O voto ou juramento era realizado para fins de adoração, gratidão, reavivamento espiritual ou até para alcançar alguma bênção. Tanto o homem como a mulher podiam fazer um voto, desde que respeitassem os estatutos estabelecidos por Deus para este propósito. A mulher, no entanto, deveria levar em conta a aprovação de seu pai ou de seu marido quanto ao voto realizado. Por vezes, pelo “dito irrefletido dos seus lábios” (v.6), uma mulher poderia fazer juramentos que fossem prejudiciais tanto a si mesma quanto à sua família. Para tanto, o pai ou o marido, responsáveis por sua proteção e segurança, foram autorizados pelo Senhor a “anular o voto que estava sobre ela” (v.8).

Um voto muito conhecido na Bíblia, feito por uma mulher, foi o voto de Ana. Sendo incapaz de gerar filhos, Ana prostrou-se em humilhação diante do Senhor e prometeu que se Ele lhe desse um filho ela o dedicaria a serviço dEle. Ciente da grande tristeza de sua amada esposa devido à sua esterilidade, seu marido, Elcana, não reprovou o voto de Ana, mas acordou em cumpri-lo logo após o desmame do pequeno Samuel (1Sm.1:24). Deus nunca Se agradou de votos precipitados ou realizados por motivos egoístas. A mulher exerce um papel fundamental no seio do lar e é muito importante que ela promova uma atmosfera de harmonia e de mútua cooperação na família.

Na cruz do Calvário, Jesus cumpriu o supremo voto dando a Sua vida para resgate de muitos. Quando encarnado entre nós, ao observar a incoerência dos votos e juramentos realizados, nos deixou a seguinte ordem: “de modo algum jureis” (Mt.5:34). Muitos dos juramentos daquela época eram feitos de forma pública e audível a fim de revelar uma aparência de piedade enquanto o coração era guiado pelo orgulho. Da mesma sorte, o jejum era praticado como um mostruário de “santos”. Mas, ao contrário disso, Jesus jejuou no deserto, deixando-nos exemplo de que o jejum é uma prática espiritual entre o homem e Deus e não uma propaganda de santidade.

O Senhor não espera de nós hoje que nos obriguemos com votos e juramentos, mas com uma vida consagrada a Ele e intimamente ligada a dEle. Como mulher, mãe e esposa, devo conhecer e buscar praticar os meus deveres diante de Deus e de minha família. Não posso viver em função apenas de mim mesma, mas zelar pelo bem-estar de minha casa, pois está escrito: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba” (Pv.14:1). Olhemos para Cristo, Sua vida abnegada e altruísta, e, certamente, encontraremos lições suficientes que nos ensinarão a sermos servos e servas de Deus não somente de palavra, mas de fato e de verdade, para a glória do Pai.

Bom dia, servos e servas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números30 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de março de 2019, 0:05
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405 palavras

Costumeiramente, o povo era obrigado a cumprir qualquer voto ou obrigação que tivesse assumido, incluindo até uma promessa precipitada (v. 6). Entretanto, o voto de um membro subordinado de uma família podia ser cancelado pelo cabeça da casa (vs. 5, 8, 12-13, 15). Moisés exortou o povo a não fazer votos precipitados, mas declarou que se fossem feitos, teriam que ser cumpridos (D7 23.21-23; cf Pv 20.25). Bíblia de Genebra.

2 Cumprir o voto é uma impreterível exigência de Deus. Israel não cumpriu seus votos ao Senhor, Êx 19.8. (Bíblia Shedd).

Mas, se o pai … o desaprovar Votos criavam solenes obrigações, que não podiam ser quebradas (comparar com Jz 11:30-31, 34-40, Sal 15:4). Mas na sociedade patriarcal israelita, os homens controlavam a propriedade da família que uma pessoa poderia dar através de voto ao Senhor, como um animal para um sacrifício. Portanto, uma mulher precisaria da autorização de seu pai ou de seu marido para fazer um voto que afetasse tal propriedade. Sem esta permissão, ele poderia se ver envolvida na situação terrível de não poder conseguir cumprir sua promessa a Deus. É notável que, neste capítulo, o Senhor desistia de receber uma oferta em prol da preservação da harmonia familiar. Observe que Deus não ordenou o modo patriarcal de fazer as coisas, mas preferiu aperfeiçoar aquela cultura ao invés de anulá-la (comparar com o cap.27). Andrews Study Bible.

O Senhor lhe perdoará Este é um exemplo da como Deus introduziu o perdão nos sistemas legais e religiosos israelitas (Andrews Study Bible).

Muitas vezes uma pessoa de pouca responsabilidade pode jurar algo contra a vontade divina, e então ainda haveria a possibilidade de alguém mais sábio tomar a responsabilidade de anular o voto. O pai da família deve exercer a autoridade pastoral no lar. Ex 12.26-27; 13.14-15; Dt 6.7 (Bíblia Shedd).

o dito irrefletido Infelizmente este aspecto quase sempre entra no voto, e é por isso mesmo que Deus quer que tenhamos consciências limpas e livres, abertas à influência do Espírito Santo (Bíblia Shedd).

13 para afligir a sua alma Refere-se a votos feitos contra a natureza, votos que ameaçariam a saúde e o bem estar, ou que ameaçariam a harmonia da vida conjugal (Bíblia Shedd).

Auto negação física (ver nota em Lv 16:29) poderia envolver a interrupção temporária das relações conjugais, fato que envolveria o marido. Num 30 não cobre a possibilidade de um esposo fazer voto de abstinência sexual, o que seria improvável. Paulo aconselhava que casais somente se abstivessem temporariamente de relações sexuais se houvesse concordância mútua (Andrews Study Bible).




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