Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 35 by jquimelli
13 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-35/

Enquanto estavam nos campos de Moabe, perto do rio Jordão e na frente de Jericó (verso 1), Deus deu instruções ao seu povo através de Moisés. Entre as cidades que pertenciam aos levitas, seis delas foram estabelecidas como refúgio para o assassino que matou sem intenção ou por engano (v. 11). Estas cidades foram estrategicamente localizadas em todo o território para que o assassino pudesse chegar rapidamente. Lá ele teria que permanecer até a morte do sumo sacerdote, e só então ele poderia voltar para sua terra natal (verso 28). Se ele deixasse a cidade, o vingador poderia matá-lo.

As cidades de refúgio eram um santuário e, portanto, um símbolo apropriado de Cristo que protege o pecador que nEle se esconde pela fé (Sl 46: 1, Ro 8: 1, 33, 34, Fil 3: 9). Enquanto o transgressor permanecesse obediente e submisso às exigências do sumo sacerdote, sua vida seria protegida. Ao nos prepararmos para a Canaã celestial, o príncipe deste mundo nos empurra para dentro de seu território para cometer erros involuntários. A melhor coisa será permanecermos escondidos no Santuário, sob a proteção do nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo.

Edgard Horna Santillán
Professor de Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=398
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



CIDADES DOS LEVITAS E DE REFÚGIO by jquimelli
13 de março de 2019, 0:59
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Cidades dos levitas: Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã. Cf. Josué 20:7, 8.

Fonte: http://www.swartzentrover.com/cotor/bible/bible/bible%20Atlas/040.jpg



NÚMEROS 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
13 de março de 2019, 0:56
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NÚMEROS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
13 de março de 2019, 0:45
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Nosso coração é malvado. Praticamos o mal até sem intenção de praticá-lo. Infelizmente, nossas melhores intenções podem prejudicar alguém. Se isso é assim quando estamos em paz, quanto mais ao agirmos movidos pelo nervosismo: Desgraça na certa!

Se nossas melhores intensões podem resultar em grandes confusões, quanto mais se elas forem cruéis: O diabo nem precisará tentar-nos para levar-nos ao inferno. A ira que leva à vingança pode ser pior que o erro de quem merece punição. Para todos, Deus proveu solução.

O capítulo fala de cidades:

1. Dos levitas (vs. 1-8);
2. De refúgio (vs. 9-34).

O que cidades têm a ver com emoções e vinganças. Claramente, este texto, tem como aplicação primária à terra de Canaã. Desde Números 33:50 a 36:13 o contexto aponta a regulamentos a serem aplicados quando os israelitas assentassem na Terra Prometida. Contudo, seus ensinamentos oferecem-nos grandes e preciosas lições: ALGUÉM PODERIA…

• …ferir mortalmente uma pessoa sem intensão de assassiná-la.
• …ferver de raiva e intentar vingar a sangue da vítima.

Como impedir que o raivoso vingador cometa um crime assassinando alguém que supostamente cometeu homicídio doloso (assassinato intencional) quando, na verdade, foi homicídio culposo (por acidente)? Deus é sábio demais para errar. Ele conhece que nosso coração é mais parecido com um vulcão em erupção ou uma bola de pólvora pronta a explodir irracionalmente do que um justiceiro coerente.

1. Deus providencia proteção ao infrator e, também ao vingador.
2. Deus projetou cidades refúgios.
3. Deus só não proveu segurança para quem agisse intencionalmente.

Agora, observe as seguintes aplicações realizadas por Edgardo D. Iuorno:

• Uma das imagens mais poderosas que a Bíblia emprega para descrever o que Deus almeja que Sua igreja alcance está neste texto.
• A igreja é um refúgio do pecador que procura ajuda, não o esconderijo de delinquentes que fogem da justiça.
• Há perdão para o pecador que confessa, não para a transgressão consciente e acariciada.
• A igreja não pode ser cúmplice do pecado voluntário de ninguém. Ela não pode tolerar o que Deus não tolera.
• Enquanto esperamos ser declarados inocentes no juízo em virtude da morte do Sumo-Sacerdote podemos E TEMOS que encontrar refúgio na igreja de Deus.

O texto é muito rico para pouco espaço. Continue meditando e reavivando-se pela Palavra divina… – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2019, 0:30
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“Não contaminareis, pois, a terra na qual vós habitais, no meio da qual Eu habito; pois Eu, o Senhor, habito no meio dos filhos de Israel” (v.34).


Das quarenta e oito cidades estabelecidas por Deus como cidades dos levitas, seis delas foram separadas para um fim especial. Cada tribo de Israel daria cidades para a habitação dos levitas e para as cidades de refúgio “na proporção da herança” (v.8) que recebesse. As cidades de refúgio serviam para acolher o homicida que matasse “alguém involuntariamente” (v.11). Na linguagem jurídica atual, poderíamos denominar tal homicídio de culposo, ou seja, sem a intenção de matar.

Mesmo que fosse um ato involuntário, o homicídio derramava na terra um sangue que precisava ser expiado, assim como o crime culposo hoje, apesar de ter uma pena amenizada, não deixa de ter a sanção penal prevista. Enquanto aguardava um julgamento que levasse em conta a ausência de dolo, o homicida não poderia sair dos muros da cidade de refúgio, devendo ficar ali “até à morte do sumo sacerdote, que foi ungido com o santo óleo” (v.25). A morte do sumo sacerdote prefigurava o sacrifício de Cristo, que faria expiação por toda humanidade. Mas se o homicida saísse “dos limites de sua cidade de refúgio, onde se tinha acolhido, e o vingador de sangue” o encontrasse “fora dos limites dela”, este poderia matá-lo sem que fosse “culpado do sangue” (v.26-27).

Feliz é aquele que faz do Senhor o seu refúgio. Para este há sempre a segurança em saber que a sua vida está nas melhores mãos. Diz o salmista: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Somos todos pecadores, e, portanto, culpados do sangue do Inocente. Porque “assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm.5:12). “Mas Ele foi trespassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Is.53:5).

Somente em Cristo podemos permanecer seguros até que Ele venha. Sair de sua presença significa colocar em risco a própria vida, podendo selar o destino eterno para a perdição. Ao contrário do vingador de sangue em Israel, que geralmente era um dos parentes mais próximos da vítima buscando vingar o sangue derramado, há um derramador de sangue espreitando cada vida humana esperando a mínima oportunidade para matar e destruir todo aquele que abandona o seguro refúgio divino. Portanto, amados, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8).

Enquanto estivermos abrigados no esconderijo do Altíssimo, Satanás continuará apenas em derredor. À cada manhã, apegue-se à Palavra de Deus e à oração, e você permanecerá seguro durante todo o dia, até aquele Grande Dia.

Vigiemos e oremos!

Bom dia, refugiados no Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números35 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
13 de março de 2019, 0:05
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529 palavras

2 dêem cidades aos levitas. Os levitas não deviam habitar juntos no território (18:20, 23-24), mas deveriam ser distribuído por Israel em cidades. A presença dos servos do Senhor contribuiria para unificar nEle a nação. Andrews Study Bible.

mil côvados. Cerca de 450 metros. Andrews Study Bible.

6 Das 48 cidades dadas aos levitas, seis eram cidades de refúgio. Estas seis cidades foram colocadas sob a supervisão dos levitas porque eles seriam os juízes mais imparciais. Life Application Study Bible.

acolha. As cidades de refúgio eram um santuário e, por isso, um tipo de Cristo, que acolhe o pecador que recorre a Ele em fé (ver Êx 21:13; Dt 19:2-9; Sl 46:1; 142:5; Is 4:6; Rm 8:1, 33, 34; Fp 3:9; Hb 6:18, 19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1036.

11-28 Se alguém morresse por causa de violência, assumia-se que seria um assassinato, mas o suspeito de assassinato não era automaticamente considerado culpado. As cidades de refúgio asseguravam ao acusado que a justiça seria feita. Mas se ele ou ela deixassem a cidade, seriam considerados culpados e poderiam ser mortos pela parte vingadora. … As cidades de refúgio representavam o cuidado de Deus pela justiça em uma cultura que nem sempre protegia o inocente. É injusto tanto relevar maus feitos quanto estabelecer conclusões precipitadas quanto à culpa. Quando alguém for acusado de fazer algo errado, posicione-se pela justiça, proteja aquele cuja culpa ainda não foi comprovada e ouça atenciosamente todos os lados da história. Life Application Study Bible.

11 involuntariamente. A palavra aqui usada significa, literalmente, “por engano”, “por equívoco” (ver Js 20:3; Ec 5:6). CBASD, vol. 1, p. 1036.

12 vingador. [Heb goel] Um membro da família da vítima costumeiramente era designado para vingar a morte da vítima, matando o homicida. Biblia de Genebra.

15 estas seis cidades. Ver o nome delas em Josué 20:7, 8 [Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã]  . CBASD, vol. 1, p. 1036.

19 ao encontrar o homicida, matá-lo-á. Inclusive nas cidades de refúgio, que são reservadas apenas para o caso da morte acidental, 11. Isto quer dizer que o assassino nunca está livre de quem possa vingar o seu crime. Assim é a consciência daquele que não pediu perdão pelos seus pecados, 32.1-5. Bíblia Shedd.

20 empurrar. Ou melhor, “se o jogar”, ou seja, de um lugar alto de onde a queda pudesse causar a morte (ver Ez 34:21). CBASD, vol. 1, p. 1037.

A frase com mau intento vem do hebraico “espreitar” ou “ficar de tocaia”. Bíblia Shedd.

24 julgará. O acusado era retirado da cidade de refúgio, provavelmente sob a proteção de uma escolta, até algum lugar onde a comunidade refletiria sobre as evidências do caso (Êx 21:12-14; Dt 19:1-13). CBASD, vol. 1, p. 1037.

25 até à morte do sumo sacerdote. Ver também o v. 28. A morte do sumo sacerdote produzia uma alteração na condição jurídica de um homicida – o réu não mais estava sujeito à pena imposta pelo homicídio. Biblia de Genebra.

Este sistema reconhecia a seriedade de tirar a vida humana, mesmo por acidente e dava aos parentes do morto tempo para se recuperarem da ira. Andrews Study Bible.

30 Ninguém podia ser executado com base na evidência de apenas uma testemunha. Biblia de Genebra.

32 aquele que se acolher à sua cidade de resgate. A obrigatoriedade de morar na cidade de refúgio era considerada uma punição pelo descuido ao cometer um homicídio acidental. CBASD, vol. 1, p. 1037.



NÚMEROS 35 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
13 de março de 2019, 0:05
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