Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 16 by jquimelli
30 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-16/

A festa da Páscoa era um momento especial para relembrar a experiência do Êxodo, na qual os antigos israelitas foram libertados da escravidão no Egito. Se eles sempre se lembrassem da escravidão de onde vieram, teriam melhor oportunidade de apreciar a Deus e aceitar Suas provisões para o futuro.

A Festa das Semanas era um momento para expressar gratidão a Deus pelo início da colheita do trigo na primavera. No Novo Testamento, este festival é o Pentecostes (Atos 2:1; 20:16).

A Festa dos Tabernáculos (ou Festa das Cabanas), que acontecia no final do período da colheita, no outono, era a principal celebração de ação de graças a Deus.

No meio destes comentários, lemos: “… lembre-se” de vir com ofertas voluntárias em “suas mãos”, refletindo o quanto Deus tem te abençoado. E, novamente, “porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido…” (v. 16b, 17). Generosidade imposta pode parecer incomum hoje em dia, mas há um importante princípio subjacente. É somente pela doação generosa a Deus e às pessoas em necessidade que nós eliminamos a nossa tendência ao egocentrismo.

“Querido Deus, me ajude a ofertar generosamente para Ti e para aqueles que passam necessidades.”

John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=415
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



DEUTERONÔMIO 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de março de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 16– COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
30 de março de 2019, 0:45
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O Deus que deu sabedoria aos seres humanos em áreas diversas tem orientações para pessoas em funções simples e importantes, leigas e cultas.

Notam-se, neste capítulo que…

1. Deus estabelece e promove festas especiais para introduzir pecadores a Sua santa presença. Em tais festas, ninguém deveria aparecer de mãos vazias perante Ele, assim como quando leva presentes aos visitar pessoas a quem amamos. Além disso, alegria e prazer deveriam caracterizar a vida dos participantes destas festas:

· Páscoa: Perdão (vs. 1-8);

· Pentecostes: Consagração (vs. 9-12);

· Tabernáculos: Celebração (vs. 13-17).

2. Deus estabelece e promove justiça para que a sociedade fosse tranquila, sossegada e agradável. Os juízes e promotores de justiça são necessários, os quais precisam atentar para os princípios instituídos pelo Supremo Juiz da Corte Celestial cujo domínio é o Universo inteiro (vs. 18-22).

A Palavra de Deus tem mensagens para juízes e oficiais de justiça. Se os Supremos Tribunais Justiça de nossas nações seguissem tais orientações, haveria mudanças tão grandes que impressionariam ao mundo inteiro – era essa a intenção de Deus para Israel.

· Fazer acepção de pessoas é outra forma de promotores da justiça e dos juízes de praticarem injustiças.

· Outra forma de propagar a injustiça é aceitar suborno, propina. O suborno cega aos mais sábios, corrói as melhores intenções das pessoas, e corrompe a justiça daquele que julga.

· Diz Publius Syrus que, “você fere os bons quando poupa os maus”. Ou seja, deixar o mal desenvolver é uma injustiça contra o bem. A justiça deve ser promovida, nunca deveria ser manipulada.

Em nossa nação, a justiça está comprometida; aliás, a justiça é injusta. Isso porque a justiça de Deus é deixada de lado a fim de promover a justiça humana que é defeituosa, cheia de falhas, ou seja, a justiça humana é injusta.

Deus recompensa àqueles que administram justa e imparcialmente a justiça neste mundo injusto. Como não pode haver plenitude de vida na corrupção, atente para a justiça divina para que vivas.

Todos os humanos comparecerão perante o Tribunal Celestial. Inclusive juízes e promotores de justiça terão de prestar contas diante do Supremo Juiz do Universo.

Deus supera em muito a sabedoria produzida neste mundo e, certamente, acatar o que Ele diz fará total diferença na sociedade.

Não duvide, aceite! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de março de 2019, 0:30
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“Alegrar-te-ás perante o Senhor, teu Deus, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro da tua cidade, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão no meio de ti, no lugar que o Senhor, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o Seu nome” (v.11).


As três principais festas de Israel, apesar de instituídas pelo Senhor para o Seu povo, eram festas que incluíam a participação de estrangeiros. A Páscoa celebrava a libertação de Israel do cativeiro egípcio. Como servos e estrangeiros que foram, os filhos de Israel deveriam lembrar de como haviam saído do Egito à noite e apressadamente, e acolher o estrangeiro que no meio deles habitasse. Eram cerimônias festivas, mas também solenes e de um valioso significado. São símbolos da trajetória vitoriosa de Cristo e da vitória final do Seu povo de todos os tempos.
 
Sabemos que Cristo é o Cordeiro Pascal, e que a Sua vida, morte e ressurreição nos comprou o direito de participarmos com Ele de Sua vitória: “vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14). Assim como Israel saiu do Egito à noite, na hora mais escura deste mundo, quando as trevas do pecado mostrarem seu lado mais sombrio e maligno, o Senhor virá para libertar de uma vez por todas o Seu povo do cativeiro do inimigo. Hoje podemos estar comendo o pão da aflição, mas, dentro em breve, “no sétimo dia” (v.8) da manhã da redenção, exultaremos em marcha triunfante ao banquete celestial.
 
De forma figurativa, podemos dizer que “quando a foice começar na seara” (v.9), será decidido o destino eterno de cada ser humano. Como nos dias de Noé, o Espírito Santo “não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). Mas antes que seja retirado do mundo o Consolador, há uma obra final a ser realizada na vida de todo aquele que O tem buscado com a inteireza de coração dos discípulos do primeiro século. Selados para a eternidade, estarão apenas a aguardar o momento de serem recolhidos. A chuva serôdia será para eles o que foi o Pentecostes para a igreja primitiva e o último sinal será cumprido, dando as boas vindas ao Dia do Senhor: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
 
Finalmente, os santos do Altíssimo, providos do caráter de Cristo, resultante da obra do Espírito Santo, não comparecerão perante a face do Senhor “de mãos vazias” (v.16), mas, cada um, “segundo a bênção que o Senhor, seu Deus” (v.17) lhe concedera, apresentará as obras de suas mãos “na proporção em que possa dar” (v.17), erguendo cânticos de alegria quando ouvir da boca de seu Senhor: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt.25:23). Pela fé, seguiram nas pisaduras de Jesus e com Ele subirão e reinarão pelos séculos eternos!
 
Cristo vem! Vigiemos e oremos! Ele vem! Aleluia! Amém! Confiemos em Sua fiel promessa: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).
 

Feliz sábado, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio16 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
30 de março de 2019, 0:05
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Deuteronômio 16 – Comentários selecionados by jquimelli
30 de março de 2019, 0:05
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1230 palavras

1-17 A maior parte do cap. 16 aborda a questão dessas três festas de peregrinação, assim chamadas porque requeriam que todos os varões adultos as celebrassem no santuário. … Todas as cinco grandes festas [Páscoa, Pães Asmos, Pentecostes, Dia da Expiação, Tabernáculos] são relatadas de maneira mais completa em Lv 23 e são mencionadas com suas oferendas em Nm 28-29.

1 celebra a Páscoa. A Páscoa histórica é relacionada à décima praga, à morte dos primogênitos do Egito. Israel foi instruído a aplicar o sangue de um cordeiro às ombreiras e à verga de suas portas, como sinal que lhes asseguraria segurança se ficassem em casa. “Páscoa” se deriva do verbo pasah, “passar por cima” [Passover, em inglês], incluindo a ideia de “poupar e proteger”. Bíblia Shedd.

A Páscoa simbolizava claramente a substituição, visto que o cordeiro era morto em lugar dos primogênitos. Embora o sangue dos animais, por si mesmo, não pudesse redimir seres humanos, o cordeiro pascal era um símbolo sacramental que prenunciava o sacrifício eficaz de Cristo (Hb 10.1-10). Bíblia de Genebra.

Veja em Êx 12-13 as instruções originais a respeito da refeição noturna da Páscoa, a qual era imediatamente seguida pela Festa dos Pães Asmos, na primavera. Andrews Study Bible.

No mês de abibe. Literalmente, “o mês das espigas verdes [não maduras]” (Êx 9:31; Lv 2;14). Este mês judeu, chamado mais tarde de nisã, começava entre o final de março e o final de abril. Abibe foi apontado como o primeiro mês do ano eclesiástico israelita (Êx 12:2; cf 13:4; 34:18). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1108.

No Êxodo, a Páscoa (Êx 12.1-14) e a festa dos Pães Asmos (Êx 12.15-20) foram instituídas no “primeiro mês” (Êx 12.2, 18), também chamado “abibe”, um dos nomes de meses dos cananeus (Êx 13.4; 23.15). O nome babilônico do primeiro mês era nisã, e os nomes babilônicos dos meses aparecem nos livros do Antigo Testamento dos períodos exílico e pós exílico [babilônico] (p. ex., Et 3.7). Bíblia de Genebra.

De noite. Era madrugada (PP, 281) quando os filhos de Israel deixaram o Egito (Êx 12:29-34). A ordem para se prepararem para uma partida repentina e a exigência do faraó para que partissem de imediato foram dadas na noite anterior (Êx 12:11, 12, 31-33). CBASD, vol. 1, p. 1108.

3 não comerás levedado. O pão levedado não devia ser oferecido…. o levedo representa fermentação e decomposição, portanto, corrupção. CBASD, vol. 1, p. 1109.

Apressadamente. A expressão indica literalmente “estar alarmado”, “trepidar”. O verbo árabe correspondente significa “apressar-se”, “incitar”. Isso quer dizer que Israel se apressou para sair em estado de grande tumulto. A mesma raiz é também traduzida como “tremais” (Dt 20:3). Israel não teve tempo de fazer levedar sua massa (Êx 12:11, 34, 39, ver Is 52:12). CBASD, vol. 1, p. 1109.

6 no lugar que … Deus escolher. [No] … santuário. Bíblia de Genebra.

7 para sua tenda. Para onde estivessem hospedados durante a festa, em habitações permanentes ou temporárias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O cordeiro ou cabrito seria morto no santuário, ao por do sol, assado naquela área por várias horas e, então, comido à meia noite. Após essa celebração, o povo de Israel voltaria às suas tendas na manhã seguinte. … Nos tempos modernos, a Páscoa celebrada pelos samaritanos, no monte Gerizim, vem sendo realizada precisamente dessa maneira. Bíblia de Genebra.

9-12 A Páscoa era sempre celebrada no dia catorze do primeiro mês ([abibe/nisã] correspondente a nossos meses de março-abril). Os israelitas usavam o mês lunar, pelo que a Páscoa caía sempre em uma lua cheia. Bíblia de Genebra.

9 época em que vocês começarem a colheita do cereal. Dia 16 de abibe, o segundo dia da Festa da Páscoa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Festa. Da palavra hag, que significa mais que “festival”; inclui a ideia de uma peregrinação religiosa. De fato, deriva de um verbo que significa “fazer uma peregrinação”, “fazer uma jornada a um lugar de reverência”. A palavra árabe haj descreve a sagrada peregrinação dos muçulmanos a Meca. CBASD, vol. 1, p. 1110.

a festa das semanas. Era uma das festas da colheita, celebrada quando a colheita dos cereais, que durava sete semanas, era terminada. Mais tarde recebeu o nome grego de Pentecostes [pelos judeus da dispersão, através da Septuaginta], visto cair cinquenta dias depois da Páscoa. Bíblia Shedd.

O nome deste festival no NT é “Pentecostes” (Atos 2:1; 20:16), referindo-se aos cinquenta dias em Lv 23:16. Andrews Study Bible.

13 A festa dos tabernáculos. Ou “Festa das Cabanas”. Estas cabanas eram abrigos temporários para ajudar os israelitas se lembrarem como viveram no deserto [ermo] (Lv 23:42-43). Tendo lugar no final do período da colheita, este festival… era a grande celebração anual de agradecimento [thanksgiving] a Deus (veja a lista de sacrifícios em Nm 29). Andrews Study Bible.

Era celebrada quando o produto da terra já fora colhido, incluindo figos, azeitonas e uvas. Durante esse período de sete dias o povo vivia em tendas. Bíblia Shedd.

A “Festa dos Tabernáculos” (v. 13) é chamada pelos judeus de Festa de Sucote (tendas) porque, durante uma semana eles deviam reunir-se em torno do santuário e viver em estruturas temporárias. … o dízimo da colheita devia ser trazido a essa festa, que também servia para relembrar a experiência dos israelitas peregrinos ao deixarem o Egito (Lv 23.43). em adição, essa festa era o tempo de ler a lei mosaica (31.10-13; Ne 8). Bíblia de Genebra.

16 Três vezes por ano. As três festas de peregrinação anuais (v Êx 23.14, 17; 34.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

As três festas anuais… [prenunciavam] importantes verdades do Novo Testamento: 1) Páscoa. Assim como essa festa comemorava o sacrifício pascal e o livramento de Israel da escravidão egípcia, assim a Ceia do Senhor comemora o sacrifício de Cristo e o nosso livramento da escravidão do pecado (Lc 22.19; 1Co 5.7, 8); 2) Festa das semanas. Essa festa, depois conhecida por Pentecostes foi marcado com as primícias do dom do Espírito Santo (At 2.14-18); 3) Festa dos Tabernáculos. Essa marcava o fim da colheita, como também haverá grande colheita no fim desta era (Mt 13.39-41; Ap 14.14-20). Bíblia Shedd.

18 Juízes e oficiais constituirás. Moisés havia designado líderes no Sinai (Dt 1.13) e esta seção especifica que tal organização devia continuar. Outrossim, o elevado ideal de justiça, e de justiça somente, devia guiar a conduta deles (19.15-21). Bíblia de Genebra.

18-20 Estes versos antecipam um grande problema que os israelitas enfrentariam quando chegassem na terra prometida. Apesar de terem Josué como seu líder nacional, eles falharam na tarefa de escolher outros líderes espirituais que guiassem as tribos, distritos e cidades com justiça e sabedoria de Deus. Porque eles não designaram juízes sábios e administradores fiéis, a rebelião e injustiça se alastraram em suas comunidades. É uma responsabilidade séria apontar ou eleger oficiais sábios e justos. Em sua esfera de influência – lar, igreja, trabalho – está você garantindo que  a justiça e bondade prevaleçam? A falha na escolha de líderes que sustentem a justiça pode levar a muitos problemas, como Israel iria descobrir. Life Application Study Bible.

19 o suborno cega. Esse fato é, com frequência, enfatizado (Êx 23.8; Pv 17.23). Bíblia de Genebra.

21 poste ídolo. Temos aqui uma referência aos postes ídolos de madeira, imagens ou árvores que representavam a deusa cananéia Aserá (ver a nota textual  [Heb Asherah]). Não podia haver compromisso com a idolatria pagã (17.27). Apesar dessas advertências, esses santuários pagãos tornaram-se, mais tarde, uma armadilha para os israelitas (Jz 3.7-8; 2Rs 13.6; 17.10). Bíblia de Genebra.

22 coluna. Era uma pedra posta de pé sobre uma das extremidades, talvez representando a divindade masculina. Bíblia Shedd.

Uma pedra colocada em pé como um memorial. Em tempos anteriores, estes poderiam ter sido marcadores legítimos para lembrança do verdadeiro Deus (Gn 28.18, 22; 35:14; Êx 24:4), mas em Canaã deveriam ser destruídos porque estavam associados com deuses pagãos (Dt 7:5; 12:3; Êx 23:24; 34:13). Andrews Study Bible.




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