Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 28 by jquimelli
6 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-28/

O Senhor deu instruções detalhadas a respeito de Suas ofertas. O propósito das oferendas de animais, ofertas de cereais e ofertas de bebida era direcionar a mente dos adoradores para Deus como seu Redentor e Provedor.

Deus detalhou não apenas o que e como das oferendas, mas também deu instruções específicas sobre o quando. Ele instruiu: “. . . terás o cuidado de oferecer-Me no tempo determinado. ”(Números 28:2) Esses“ tempos determinados” incluíam todas as manhãs e tardes, o sábado, o início de cada mês e em cada uma das festas anuais.

Diariamente, semanalmente, mensalmente e a cada estação, eles deveriam ser lembrados da graça de Deus e de sua necessidade desesperada da provisão de Deus e de sua dependência dEle. Deus planejou esses lembretes para que ocorressem com regularidade e frequência, “no tempo determinado”.

E quanto a nós hoje? O que posso fazer regularmente para dirigir meus olhos, meus pensamentos, minhas ações para meu precioso Senhor? Eu quero repetidamente dar a Ele ofertas que me lembrem da minha total dependência Dele para minha existência espiritual e física.

Senhor, escolho hoje dar a Ti o melhor do meu tempo, energia, influência e posses.

Sharon Szynkowski
Esposa e ajudadora do pastor das igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Alpena e Onaway
Michigan, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=391
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de março de 2019, 0:45
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O evangelho a este mundo pervertido em cada geração sempre foi alvo dAquele que entregou Seu amoroso Filho para morrer por asquerosos pecadores.

Antes mesmo de Jesus vir para nascer como indefeso bebê, Deus intentava impactar ao mundo com emblemas que transmitiam mensagens proféticas aos culpados pecadores e condenados à morte eterna.

Através de sacrifícios diários de animais perfeitos e inocentes, e de festas devidamente programadas anualmente (algumas até mensais), Deus intencionava inculcar o plano de salvação em seres que viviam desnorteados por tamanha perdição neste mundo de pecado.

Intensifique tua atenção:

1. Ofertas deveriam ser diárias e contínuas: um sacrifício de manhã, outro à tarde (vs. 1-8);

2. O fogo do sacrifício estaria sempre acesso (vs. 9, 13);

3. No sábado, continuidade dos sacrifícios; mas, além desses, realizava-se um especial (vs. 9-10);

4. Os sacrifícios da lua nova antecediam às festas da Páscoa, Pentecostes (das Semanas), das Trombetas, Dia da Expiação e dos Tabernáculos (28:11-31 – 29:1-40).

A morte era central no Santuário. Ofertas consumidas pelo fogo eram repugnantes. Mortes eram contempladas diariamente pelos israelitas.

“Alguns se admiram de que Deus desejasse tantos sacrifícios e indicasse a oferta de tantas vítimas sangrentas na dispensação judaica. Toda vítima moribunda era um símbolo de Cristo, lição que era gravada na mente e no coração na mais solene e sagrada cerimônia, e positivamente explicada pelos sacerdotes. Os sacrifícios foram explicitamente planejados pelo próprio Deus a fim de ensinar essa grande e importante verdade de que só pelo sangue de Cristo há perdão de pecados” (Ellen G. White).

• A morte de Cristo deve ser central em nossa vida.
• Cristo consumido por nossos pecados é terrível imaginar e assimilar.
• O sacrifício de Cristo deveria ser o alvo de nossa meditação diária.
• A morte do imaculado Filho/Cordeiro de Deus deve impactar-nos muito mais que as mortes de milhares de animais no altar de sacrifício no Santuário.

A nova geração de israelitas deveria compreender estas sublimes verdades antes de adentrar à tão esperada Terra Prometida.

• Comunicar estas preciosas verdades da salvação à nova geração é sempre uma missão indispensável!
• A mesma importância dada à justificação pela fé e salvação pela graça baseada nos méritos de Cristo deve ser dada pelo povo que espera adentrar nos portais celestiais.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 28 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de março de 2019, 0:30
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“É holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, de aroma agradável, oferta queimada ao Senhor” (v.6).


Como a instruir uma criança, Deus precisava inculcar na mente de Seu povo todas as cerimônias já estabelecidas no Sinai. A repetição das leis concernentes aos rituais do santuário tinham o objetivo didático de preparar Israel para transmitir de geração em geração os símbolos que apontavam para a missão do Messias. As ofertas contínuas, mais conhecidas como os sacrifícios da manhã e da tarde, representavam a Cristo, mas também a necessidade humana em permitir que o Senhor seja o primeiro e o último na vida. E a ênfase dada pelo Senhor, ao dizer: “Da Minha oferta, do Meu manjar para as Minhas ofertas” (v.2), comunica ao homem o plano exclusivamente divino de seu resgate.

Até o tempo de tais ofertas fora estabelecido por Deus, “a seu tempo determinado” (v.2), “dia após dia” (v.3), “um… pela manhã, e o outro, ao crepúsculo da tarde” (v.4). No sábado, “além do holocausto contínuo e sua libação” (v.10), havia uma oferta especial sabática. O início de cada mês também era dedicado ao Senhor com ofertas específicas e o primeiro mês do ano, celebrado com a festa da Páscoa, sete dias de celebração, inaugurada e encerrada com “santa convocação” (v.18). O Senhor ensinara aos Seus filhos a melhor forma de administrar o tempo de forma que jamais esquecessem a Quem pertenciam, de onde tinham vindo e para onde estavam indo.

Cada detalhe das instruções dadas pelo Senhor a Moisés na construção de Seu santuário e na adoração que ali seria oferecida revela o cuidado de um Deus que conhece a nossa natureza carnal e dependente de Sua constante presença e cuidado. Daquela nova geração, poucos haviam presenciado os prodígios do Senhor no Egito, e a Sua gloriosa manifestação no Sinai. A fim de livrar a nação da apostasia, Deus usaria Seu servo Moisés antes de sua morte, a fim de proclamar as leis que a protegeriam. Não poderia ser diferente com a última geração dos filhos de Deus. De forma pontual, conforme os limites temporais previamente profetizados, o Senhor ergueu uma voz profética para os nossos dias.

Desviados dos princípios eternos da Palavra de Deus, aqueles que haviam se unido à reforma protestante, precisavam resgatar as verdades outrora esquecidas. Iluminados por um reavivamento pessoal e coletivo, um grupo de crentes, cheio do Espírito Santo, tornou à Bíblia como em busca de um tesouro perdido. Examinando as Escrituras ponto a ponto, especialmente o livro do profeta Daniel, seus olhos foram abertos para o solene tempo em que estavam vivendo, julgando fazer parte da geração que contemplaria o retorno de Cristo à Terra, sem passar pela morte.

Qual não foi a sua decepção, o dia do advento tornou-se em dia de terrível desapontamento. Acertaram na data, mas erraram no evento. Em 22 de outubro de 1844, milhares de cristãos choraram amargamente a triste realidade de que o tempo determinado ainda não chegara. Contudo, homens de Deus que experimentaram o poder que os conduzira a tal experiência, buscaram em oração o consolo e a resposta do Senhor. Era necessário que ainda profetizassem “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). E enquanto Jesus entrava no Santo dos Santos do santuário celeste a fim de iniciar o Seu juízo investigativo, Deus levantou um povo para proclamar ao mundo o Seu “evangelho eterno” (Ap.14:6) e terminar a missão que culminará na volta de Jesus: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Não sabemos o dia e nem a hora em que o Filho do Homem virá. E não compete a nós marcar novas datas, mas confiar no tempo determinado por Deus, enquanto dia a dia fortalecemos a nossa fé oferecendo a nossa vida no altar do Senhor como sacrifício contínuo, vivo, santo e agradável a Ele, que é o nosso culto racional (Rm.12:1). Por isso que o tempo que o Eterno nos dá de presente é este: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Aproveitemos este tempo com Deus até que Ele o torne eterno.

Bom dia, povo do advento!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números28 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 28 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de março de 2019, 0:05
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664 palavras

28.1 – 29.40 Como preparação para a entrada na terra Prometida, as leis dos sacrifícios regulares e das celebrações, que já tinham sido  detalhadas anteriormente são resumidas. Começando pelos sacrifícios diários (28.1-8), do dia do sábado (28.16-29.40), o sumário mostra-nos claramente como a vida dos israelitas na Terra Prometida deveria girar em torno da adoração e do serviço ao Senhor. Bíblia de Genebra.

Esses capítulos dão testemunho da abrangência total do sacrifício na vida do povo e da enormidade da tarefa dos sacerdotes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-31 A manutenção das Ofertas Contínuas ao Senhor visava preservar, diante do povo, a realidade da constante presença de Deus entre o Seu povo, cujo dever era manter-se santo como Deus é santo. Vemos, em tudo isso, o desejo divino de preservar a ideia da expiação final que seria feita por Jesus, 1 Jo 2.2. Bíblia Shedd.

1, 2 As ofertas deveriam ser trazidas regularmente e apresentadas de acordo com rituais prescritos sob a supervisão dos sacerdotes. Acompanhar estes rituais tomava tempo e isto dava ao povo a oportunidade de preparar seus corações para a adoração. A não ser que nosso coração esteja pronto, nossa adoração não terá sentido. Por contraste, Deus se agrada e aproveitamos mais disto quando nossos corações estão preparados a comparecer perante Ele com espírito de gratidão. Life Application Study Bible Kingsway.

Minha oferta. Hebraico qorban, da raiz “aproximar”, “chegar perto”, com um propósito específico. É usada para abordar um juiz com um caso, para dedicar algo ou apresentar uma oferta. Qorban, portanto, se tornou um termo genérico para qualquer oferta (ver Mc 7:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1007.

a seu tempo determinado. Dentro dos planos de Deus, há um tempo e um lugar para tudo, Ec 3.1-8. Jesus veio na plenitude do tempo, Gl 4.4, e sabia sempre qual era a hora certa que Seu Pai lhe tinha preparado, Jo 7.30; 12.23. Bíblia Shedd.

em contínuo holocausto. Em Daniel 8:11-13, 11:31 e 12:11, encontra-se a forma equivalente “sacrifício diário”. O aspecto contínuo desta oferta proporcionava notável paralelo com o Cordeiro de Deus, cujo sacrifício único é continuamente eficaz; Ele morreu uma só vez e de uma vez por todas (Hb 7:3; 10:12, 14). CBASD, vol. 1, p. 1008.

9, 10 Porque eram apresentadas ofertas extras no dia de Sábado? O Sábado era um dia especial de descanso e adoração que comemorava a criação (Êx 20:8-11) e a libertação do Egito (Dt 5:12-15). Por causa da significância deste dia especial, era natural oferecer sacrifícios extras este dia. Life Application Study Bible Kingsway.

9 A oferta sabática era um acréscimo aos sacrifícios diários, contínuos, feitos todos os dias da semana. Isso significava que, no sábado, os sacerdotes precisavam cumprir deveres duplos. Talvez esse fato estava na mente de Cristo quando disse que “os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa” (Mt 12:5). Posteriormente, cantava-se um hino especialmente dedicado ao sábado para acompanhar o derramamento da libação (Sl 92). CBASD, vol. 1, p. 1008.

11-15 Os sacrifícios no início do mês [lua nova, v. 14] tinham grande relevância. Eram ocasiões de celebração e de tocar as cornetas em adoração (v. 10.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 três décimas de um efa. Cerca de 6,6 litros. CBASD, vol. 1, p. 1008.

16 a Páscoa do Senhor. A primeira das festas judaicas, instituída para conservar a memória do acontecimento culminante da redenção de Israel das mãos dos egípcios. Era o dia nacional da independência dos israelitas. Bíblia Shedd.

18 No primeiro dia. Não do mês, mas da festa, dia 14 de Nisã. Bíblia Shedd.

nenhuma obra servil fareis. Literalmente, “nenhuma obra agrícola”. Qualquer atividade que exigisse trabalho pesado era proibida (Êx 12:16; Lv 23:7, 8). CBASD, vol. 1, p. 1009.

21 oferecereis uma décima. Isto é, a décima parte de um efa de farinha, v 12. Bíblia Shedd.

26 dia das primícias. É a festa de Pentecostes, descrita em Êx 23.16; 34.22; Lv 23.15. Na Igreja, é o dia das primícias do Espírito Santo (At 2.1-4) enviado à mesma [igreja]. Bíblia Shedd.

26-31 A Festa das Semanas [7 x 7 dias] era celebrada 50 dias depois da Festa dos Pães sem fermento (v. Lv 23.9-22); com base nesse número, passou a existir o termo “Pentecostes” (que significa “cinquenta”) no NT (At 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

 

Publicado originalmente em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/12/03/




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