Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 15 by jquimelli
29 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-15/

As dívidas eram a principal causa de escravidão no Antigo Oriente Médio. A fim de obter um empréstimo, tudo que a pessoa pobre poderia dar em garantia era a si mesma ou membros de sua família. Nos casos em que os devedores não pudessem pagar o empréstimo, o credor poderia reter pessoas de suas famílias e torná-las escravas. Imagine que bênção era a lei de cancelamento da dívida a cada sete anos para o povo israelita, quando as pessoas poderiam obter novamente a liberdade e uma oportunidade de recuperação econômica!

Idealmente, não deveria haver pessoas pobres entre os israelitas. Mas neste capítulo a realidade é apresentada: “Pois nunca deixará de haver pobres na terra” (v.11). Nos tempos difíceis de antigamente, Deus estava tentando ensinar ao Seu povo a prática da generosidade. “Tenham mão aberta e emprestem-lhe o que ele precisar” (V.8 NVI). Isto estava limitado a atender as suas “necessidades”, não aos seus “desejos.” Essa orientação de Deus se referia à provisão das necessidades básicas de sobrevivência, não de luxos.

“Querido Pai, abre os meus olhos para as necessidades dos pobres com quem eu me relaciono cotidianamente. Sei que és O doador mais generoso do universo. Ajuda-me a ser semelhante a Ti.”

John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=414
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



DEUTERONÔMIO 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de março de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 15– COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de março de 2019, 0:45
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Nossa sociedade precisa de leis, mas a legislação deveria ser traçada pelo Céu. Contudo, isso não é possível pelo tipo de política, ou melhor, de governo, que temos.

As leis deste capítulo regulavam a vida dos israelitas, quando a nação era teocrática. Entretanto, estas leis civis de antigamente possuem princípios importantíssimos para nós, crentes do século XXI.

1. Em nossa vida, nenhuma coisa deveria ser mais importante do que gente. Se emprestar uma coisa a alguém e este alguém não puder devolver, deixe nas mãos de Deus e serás abençoado por não humilhar, desprezar e arruinar a vida do pobre. Até dívidas deveriam ser perdoadas dos pobres (vs. 1-6).

2. A caridade em prol do pobre não é uma opção, é uma ordem do Autor da vida. Deus dá sustento a uns, para ser repartido com os necessitados. Aqueles que se preocupam com os pobres, auxiliando-os nas necessidades, ajudando-os a crescerem e se desenvolverem, certamente terão aprovação e bênçãos de Deus (vs. 7-11).

3. A escravidão em Israel deveria ser temporária; o escravo deveria receber salário e, ao ser liberto no sétimo ano, não deveria sair sem recompensa pelo seu trabalho. O objetivo do proprietário deveria ser tratar com amor e dignidade aos escravos, como pessoas criadas por Deus. Tal atitude redundaria em bênçãos em todas as áreas da vida (vs. 12-18).

4. Na legislação que Deus entregou aos judeus, animais têm valor; o primeiro macho de cada cria do gado ou das ovelhas deveria ser dedicado ao Senhor; deveriam ser comidos (sacrificados) perante o Senhor no lugar determinado por Deus. Caso tivesse algum defeito, deveriam comê-lo sem sangue com o estrangeiro, na própria cidade (vs. 19-23).

A vida é importante para Deus e, como servos dEle, devemos respeitá-la. Funcionários não devem ser máquinas de trabalho. Ninguém deve agir com objetivo de explorar e oprimir quem quer que seja. Salários devem ser justos.

A vida deve ser usada para propagar vida. Recursos devem ser investidos em vida, mais do que em coisas. Nosso tempo deve ser usado para promover o bem do próximo. Tais atitudes sempre resultaram em bênçãos de Deus.

Como servos de Deus, respeitemos a dignidade humana. Não devemos pactuar com ideologias que pervertem o direito das pessoas.

“Restaura-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí



DEUTERONÔMIO 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de março de 2019, 0:30
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“Pois nunca deixará de haver pobres na terra; por isso, Eu te ordeno: livremente, abrirás a mão para o teu irmão, para o necessitado, para o pobre na tua terra” (v.11).


A observância destas leis consistia em amparar os necessitados e libertar os cativos. A cada sete anos, as dívidas deveriam ser perdoadas e os servos postos em liberdade. Deus também estabelecera um “projeto” social para atender aos pobres de Israel. Aproximando-se o ano da remissão, contudo, havia quem negasse prestar assistência ao necessitado visto saber que muito provavelmente não receberia de volta o montante emprestado.

Em Israel já haviam as diferenças sociais e econômicas. Mas o plano divino consistia em erradicar a pobreza do meio do Seu povo: “para que entre ti não haja pobre” (v.4), ainda que não deixasse “de haver pobre na terra” (v.11). Questionado acerca do “desperdício” do precioso perfume que Maria derramou a Seus pés, Jesus respondeu usando a citação do versículo onze do capítulo de hoje (Jo.12:8).

Vejo na resposta de Cristo o destaque ao caráter pessoal tanto da atitude de Maria quanto daqueles que reprovaram a sua atitude. Da mesma forma que Maria de Betânia ungiu a Jesus com o melhor que possuía, devemos cooperar com Deus na obra de ajudar liberalmente a quem necessita, mas isso não nos autoriza a reprovar aquele que julgamos estar usando mal os seus recursos. A obra de Deus é vasta, o corpo de Cristo composto por diversos membros, há variedade de dons, no entanto o Espírito é o mesmo.

Como embaixadores de Cristo, somos chamados a viver em união ainda que sejamos diferentes uns dos outros. Creio que quando um servo se recusava a sair da casa de seu senhor, era porque tinha por senhor aquele que também o servia com atitudes de amor, respeito e consideração. O perdão oferecido quanto às dívidas também unia credores e devedores em amor e generosidade. Jesus nos deixou o maior exemplo de serviço abnegado e de remissão de dívidas. Ele foi o cumprimento exato destas leis:

“Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mc.10:45).

Em um mundo repleto de mazelas, corrupção, disparidades sociais, que não endureçamos o nosso coração e nem fechemos a mão ao nosso “irmão pobre” (v.7); mas também não sejamos acusadores dos que julgamos que estejam indiferentes ao sofrimento alheio, pois estes podem ter sido separados pelo Senhor para encher com o perfume do amor os lugares onde não havia esperança. Perseveremos, juntos, “na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At.2:42). Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio15 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
29 de março de 2019, 0:05
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683 palavras

2 Do seu irmão.  Não um irmão de sangue, mas de etnia, enfatizando deste modo os laços de irmandade entre os israelitas (ver Dt 17:15; 19:18, 19; 22:1-4; 23:20, 21; 25:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1103.

A remissão do SENHOR. Ou seja, em honra a Yahweh, a quem o credor deve toda sua riqueza e bem-estar, e quele que ordenou uma lei tão benéfica em favor de todo o povo. CBASD, vol. 1, p. 1103.

3 Do estranho. Isto é, um estrangeiro que não fosse prosélito da fé judaica, nem residente permanente, mas apenas um viajante temporário com o objetivo de fazer comércio ou outro propósito. CBASD, vol. 1, p. 1104.

4 Para que entre ti não haja pobre. A palavra traduzida como “pobre”significa alguém sujeito a abuso ou opressão, incapaz de se defender (ver Am 2:6; 5:12). CBASD, vol. 1, p. 1104.

O SENHOR te abençoará abundantemente. A fidelidade a Deus traria bênçãos divinas que eliminariam a miséria, embora não necessariamente igualariam a distribuição de riquezas. Isso se reflete na situação da comunidade cristã primitiva (ver At 4:33, 34). CBASD, vol. 1, p. 1104.

6 O SENHOR … te abençoará. A forma verbal hebraica ressalta a certeza da promessa sempre que Israel obedecesse (ver v. 14; Dt 12:7). A bênção prometida é tão certa que Moisés fala como se ela já tivesse sido recebida. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Emprestarás. Esta é uma promessa de prosperidade material e financeira. Eles terem sido “por cabeça e não por cauda”(Dt 28:13). Se, mediante o cumprimento dos sábios requisitos de Deus, Israel tivesse sido um digno representante Seu, teria se tornado a maior potência comercial e política da Antiguidade. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Não tomarás empréstimos. A obediência às instruções de Deus impediria que se tornassem escravos de qualquer nação, pois quem toma emprestado corre o risco de se tornar escravo (Pv 22:7). CBASD, vol. 1, p. 1104.

7 Pobre. Literalmente, “um necessitado”. A pobreza sempre existiu (Dt 15:11; Mt 26:11), mas muito pode ser feito para reduzi-la e atenuar o sofrimento que a acompanha. Enquanto houver diversidade de talentos entre os seres humanos sempre haverá quem necessite de ajuda. Os cristãos podem fazer muito pelos menos afortunados, sem por isso deixar de realizar o evangelismo. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Nem fecharás as mãos. O verbo traduzido como “fechar” também significa “retirar”. É como se um homem pusesse as mãos no bolso, ou para trás, recusando-se a estender um gesto de generosidade. … O amor divino não pode habitar no coração de tal pessoa [ver 1Jo 3:17]. CBASD, vol. 1, p. 1104.

Quanto baste para sua necessidade. O suficiente para satisfazer a emergência. CBASD, vol. 1, p. 1104.

10 Não seja maligno. A mesma expressão é traduzida como “triste” (1Sm 1:8), “mesquinho” (Dt 28:54, 56) e “calamidade” (Jó 20:26). [Em 2Co 9:7] O apóstolo Paulo fala da mesma atitude mental. CBASD, vol. 1, p. 1104, 1105.

12 No sétimo. O ano sabático afetava todos os aspectos da vida (Lv 25:2). Mas o sétimo ano, o da libertação dos escravos era seguido de seis anos de servidão e podia ou não coincidir com o ano do descanso sabático. A escravidão era uma situação social aceita naquela época. Deus, no entanto, deu leis para proteger os escravos como filhos de Deus, como irmãos na comunidade religiosa e como cidadãos de um sistema social cuja meta é a liberdade do ser humano. CBASD, vol. 1, p. 1105.

13 Vazio. Despedir um escravo liberto sem os meios suficientes para um recomeço como membro independente e livre da sociedade seria um gesto em vão. Essa pessoa estaria sujeita a se tornar novamente escrava. CBASD, vol. 1, p. 1105.

16 Não sairei de ti. Quando uma pessoa recusava ser livre, ela voluntariamente escolhia a servidão perpétua. Essa medida, aplicada em conformidade com as regras por Deus (ver com. do v. 15 [ CBASD, vol. 1, p. 1105 e 1106]), poderia poderia ser uma bênção para pessoas incapazes de administrar seus próprios negócios. Desse modo, a pessoa se colocava de forma permanente sob a proteção de alguém que já havia demonstrado bondade para com seus escravos. CBASD, vol. 1, p. 1106.

22 Na tua cidade. Devia ser comido em casa como refeição comum. Levitas, estrangeiros e pobres provavelmente compartilhavam da refeição. CBASD, vol. 1, p. 1107.

O imundo. Não requeria pureza cerimonial, como quando se comia o animal sacrificado diante do Senhor, pois se tratava de alimento comum e não de oferta santificada (ver Dt 12:15, 20). CBASD, vol. 1, p. 1107.



DEUTERONÔMIO 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
29 de março de 2019, 0:05
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