Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 31 by jquimelli
9 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-31/

Deus é amor (1 João 4:8). Esta é a premissa principal, a lente através da qual toda a Bíblia deve ser lida. Números 31 nos lembra que a justiça também é outra premissa importante para entender os textos bíblicos. O SENHOR é um Deus de justiça (Is 30:18). A premissa de que Deus é justiça tem sido frequentemente esquecida ou ignorada, especialmente nestes últimos tempos da história da terra.

Números 31 nos lembra que Deus é capaz de usar pessoas, anjos, ou até mesmo a natureza para levar a cabo a justiça. Às vezes até governadores, policiais e cadeias cumprem o propósito de Deus! No entanto, enquanto estamos neste mundo pecaminoso, o inimigo de Deus muitas vezes provoca a injustiça. A maioria das calamidades e desastres que ocorrem na terra não são ações de Deus, mas ações do diabo, que produzem confusão e deturpam o caráter de Deus. Não obstante, Números 31 nos lembra que Deus não permitirá o pecado e o mal para sempre. Ele intervirá e porá fim ao mal e aos malfeitores, porque Deus é Amor e Justiça.

Benjamín Rojas Yauri
Professor de Novo Testamento e Hermenêutica/Supervisor de Estágio
Pesquisador/Research Fellow – Novo Testamento / Universidade de Stellenbosch
Seminário Teológico da Universidade União Peruana

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=394
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
9 de março de 2019, 0:45
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Sedução do pecado parece boa, mas a solução que ele oferece é destruição. Pecado atrai, depois destrói o ser humano por mais sábio, importante e poderoso que seja.

1. Balaão: Profeta que queria uma espada para matar sua jumenta; por desviar-se do caminho morreu à espada com os midianitas perversos. O que se planta, se colhe!

2. Midianitas: Não era alvo de destruição dos israelitas, muito menos de Deus; mas, ao tornarem-se instrumentos do mal para perverter Israel com pecados imorais e idolatria, seriam destruídos para não serem mais influências negativas para ninguém. O que planta o mal, colhe desgraça!

3. Israelitas: O povo escolhido de Deus que tinha muito que aprender sobre pecado, imoralidade, e, principalmente sobre Deus e Seus planos. Eram instrumentos de Deus para impactar o mundo com a verdade, com a revelação divina; mas, também, era alvo de Satanás visando impedir a execução dos planos divinos.

Os midianitas eram descendentes de Abraão tanto quanto os israelitas; após a morte de Sara Abraão tomou por mulher a Quetura/Cetura: um dos seis filhos era Midiã (Gênesis 25:1-2). Por se unirem aos moabitas, descambaram para a idolatria e perversidade sexual tornando-se influência muito forte para o mal – envolveram-se com o plano de Balaão que resultou na desgraça do povo de Deus em Números 25.

• Neste capítulo, a guerra não era plano de Deus; contudo, foi necessária devido à situação que os midianitas causaram aos israelitas. “Todo ato de juízo é para Ele uma obra estranha, alheia a Sua natureza, mas que deve realizar para resolver o problema do pecado”, como bem analisa Edgard Iuorno.

• E tem mais, aqueles “que não entendem as cenas bíblicas de violência devem começar a entender a realidade insondável do grande conflito como pano de fundo. Deve-se ver um inimigo que sempre intentou contaminar, e a Deus Quem preservou a um povo puro para que recebesse ao Redentor do mundo”.

Em Números 25:27 Deus, então, orienta a guerra contra os midianitas. Em Números 31 Deus concede a vitória aos israelitas sobre os midianitas.

• Ao viver neste mundo precisamos ter consciência do grande conflito e guerrear contra o mal até o dia em que Cristo vier para nos conduzir ao Lar Celestial.

• Dependendo de Deus, teremos vitórias!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de março de 2019, 0:30
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“Assim, dos milhares de Israel foram dados mil de cada tribo: doze mil ao todo, armados para a guerra” (v.5).


Orientados “por conselho de Balaão” (v.16), os midianitas conseguiram enfraquecer muitos de Israel através dos encantos de suas mulheres. Fatal e irreversível foi a consequência para os que se deixaram contaminar pela idolatria e imoralidade disseminadas por elas. Grande clamor ascendeu no arraial de Deus até que chegou o tempo da “vingança do Senhor” (v.3). Foram convocados mil homens de cada uma das tribos de Israel, totalizando doze mil homens “armados para a guerra” (v.5). Este exército matou “todo homem feito”, além dos “reis dos midianitas”, e “Balaão, filho de Beor, mataram à espada” (v.8).

Vitoriosos, os filhos de Israel regressaram da batalha com as recompensas da guerra: “as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais, e todo o seu gado, e todos os seus bens” (v.9). Contudo, ao Moisés deparar-se com aquelas que foram os instrumentos de maldição, ordenou que fossem mortas todas as que “fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor” (v.16), mas que deixassem vivas as mulheres virgens. Também mandou exterminar as crianças do sexo masculino a fim de que não suscitassem descendência no futuro. Um período de purificação fora observado antes que o exército e os cativos pudessem entrar no arraial, as presas divididas e ofertas estabelecidas para serem dedicadas ao Senhor.

Em número de doze mil, ao todo, aquele pequeno exército, comparado às forças bélicas dos povos pagãos, retornou ao acampamento incólume. “Teus servos fizeram a conta dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens, e nenhum falta dentre eles e nós” (v.49), declararam os capitães dos milhares do exército. Visto o Senhor ter-lhes concedido tão grande bênção e livramento, apresentaram uma oferta voluntária, “cada um o que achou” (v.50). Tesouros que foram levados “à tenda da congregação, como memorial para os filhos de Israel perante o Senhor” (v.54).

Temos um vislumbre muito aquém do que realmente acontecia nestas guerras sangrentas. Para alguns povos, porém, esta destruição era inevitável dado o grau de corrupção de seus habitantes. E a ira de Deus é muitas vezes questionada frente aos relatos do Antigo Testamento. Fica evidente que o Senhor não admitia a união do puro com o imundo e nem da justiça com a injustiça. A fim de evitar tal mistura, tanto os pagãos quanto os filhos de Israel que se rebelassem contra o Senhor deveriam ser punidos e servirem de exemplo para as futuras gerações, como pontuou o apóstolo Paulo: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).

Como último exército do Deus vivo somos convocados a nos apresentar “armados para a guerra” (v.5). A nossa luta, no entanto, não consiste mais no uso de lanças e espadas, e nem de uns contra os outros, mas em estarmos revestidos da armadura de Deus. Cingidos “com a verdade”, vestidos “da couraça da justiça”, calçados “com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé”, tomando “o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:10-18), estaremos aptos para a batalha e permaneceremos inabaláveis até a vinda de nosso Senhor e Salvador Cristo Jesus.

Não esqueçamos que a nossa luta é contra Satanás e as potestades que estão a seu serviço. E até em nossas vitórias ele tenta incluir recompensas que não fazem parte do plano divino para nossas vidas. As mulheres midianitas podem representar tudo aquilo que julgamos ser uma bênção, mas que não passam de estratégias malignas para nos destruir. Apegue-se ao Senhor e à sabedoria de Sua Palavra e Testemunhos, e, certamente, o Espírito Santo lhe mostrará a diferença entre o puro e o imundo, entre a justiça e a injustiça. Precioso foi o sangue derramado para que sejamos purificados. Que o nosso coração seja sempre uma oferta voluntária dedicada ao Senhor e que isto reflita em nossa vida.

Feliz sábado, purificados pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números31 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
9 de março de 2019, 0:05
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942 palavras

A vitória dos israelitas sobre os midianitas, cuja destruição se fez necessária por serem fonte de prevaricação, moléstia e infecção para o povo de Deus, v. 16. Além do mais, os midianitas tinham se unido aos moabitas para amaldiçoar Israel, proferindo, deste modo, injúria ao Deus de Israel. Bíblia Shedd.

Os midianitas eram um povo nômade que descendia de Abraão e sua segunda mulher, Quetura. A terra de Midiã se estendia ao sul de Canaã, mas grandes grupos de midianitas se deslocavam a muitos quilômetros de sua terra natal, buscando por terras de pasto para seus rebanhos. Um grupo destes estava próximo da terra prometida quando os israelitas chegaram. Quando Moisés fugiu do Egito (Êx 2), ele buscou refúgio na terra de Midiã. Sua mulher e sogro era midianitas. A despeito dessa aliança, israelitas e midianitas foram sempre amargos inimigos. Life Application Study Bible.

8 Balaão morre, não como um justo, o que era seu desejo hipócrita (Nm 23.10), mas sim a morte de um infiel, mercenário e inimigo de Deus. A sua sorte será com os incrédulos, Ap. 21.8. Bíblia Shedd.

O cap. 25 não define o nome do instigador principal da sedução dos homens israelitas à adoração depravada de Baal. Aqui, porém, ele aparece entre os mortos. O que Balaão não conseguira levar a efeito mediante os atos de magia ou de feitiçaria (caps. 22-24) quase conseguiu realizar mediante os seus conselhos aos midianitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-18 Embora as tropas matassem os homens de Midiã, pouparam as mulheres e crianças como despojo. Moisés ordenou que somente as mulheres virgens (que, portanto, eram inocentes das indecências em Peor) fossem poupadas; as mulheres culpadas e os meninos (que seriam uma ameaça contra os direitos de herança dos homens israelitas) deviam ser executados (v. 15-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A ordem de Moisés para que todas as mulheres que não fossem virgens fossem executadas deveu-se à imoralidade em Peor. Todos os varões foram mortos, inclusive os meninos, provavelmente para impedir o ressurgimento dos clãs midianitas (cf. v. 7) Bíblia de Genebra.

Homens e mulheres não virgens midianitas foram mortos por causa do dano que causaram a Israel ou porque se colocavam como potencial ameaça no futuro, mas as virgens podiam ser assimiladas em Israel, inclusive através de casamento (comparar com Dt 21:10-13). Andrews Study Bible.

Quando descobrimos pecados em nossas vidas, devemos tratar com eles de maneira séria e definitiva. Quando os israelitas entraram na terra prometida, foi sua atitude indiferente com o pecado que os levou à ruína. Moisés lidou com o pecado de maneira pronta e definitiva. Quando Deus apontar o pecado, aja rapidamente para removê-lo de sua vida. Life Application Study Bible.

16 estas, por conselho de Balaão. Quando Balaão não conseguiu ganhar um salário por amaldiçoar a Israel, 24.10-14, já que o próprio Deus pôs profecias verídicas em sua boca, colaborou na desmoralização de Israel pela idolatria, descrita em 25.1-3, o que levou a esta guerra contra os midianitas que Israel declarou a fim de afastar a causa da prevaricação. Talvez sua presença entre os midianitas na hora da sua morte (v 8) foi para efetuar a cobrança pela destruição de 24.000 israelitas (25.9), que era o motivo de os midianitas terem convocado este profeta falso, 22.4-5. Sua maldição não funcionou, mas seus conselhos malignos causaram esta tragedia. Bíblia Shedd.

A história de Balaão (22:1-24:25), tomada isoladamente, nos levaria a acreditar que Balaão era um homem honesto e temente a Deus. Mas aqui está a primeira das evidências bíblicas de que Balaão não era o bom homem que aparentava ser. Life Application Study Bible.

18 Os regulamentos para o casamento de um soldado com uma mulher que levou cativa da guerra são definidos em Dt 21.10-14. Bíblia Shedd.

19-24 Como essa era uma guerra santa, tanto as pessoas (v. 19, 20) quanto os objetos (v. 21-24) deviam ser purificados (cf. 19.11-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Visto que os despojos de guerra tinham que ser manuseados de uma maneira que ficasse preservada a santidade de Deus e do povo, os princípios aqui aplicados ajudaram a preparar os israelitas para a conquista vindoura da terra. Bíblia de Genebra.

23 Na obra de purificar o metal, o fundidor sabe que a obra está terminada quando pode ver sua própria face no metal. Assim também o crente está se purificando quando a face de Cristo se reflete nas suas obras e atitudesBíblia Shedd.

27 duas partes iguais. A vitória pertencia a todos os israelitas. Bíblia Shedd.

49 nenhum fez falta dentre eles e nós. Sem dúvida, seria considerado uma tragédia que alguns homens perdessem a vida já no limiar da entrada na herança prometida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1, p. 1022.

50 para fazer expiação por nós mesmos. Quando da realização de um censo, deveria se entregar uma taxa de meio ciclo (shekel) por pessoa contada, como resgate por suas vidas (Êx. 30:11-16). Mas nessa ocasião, os oficiais israelitas estavam especialmente gratos a Deus pelo resultado de sua contagem, que mostrou que nenhum deles havia sido morto. Então, fizeram uma rica doação, cujo total superou em muito a taxa requerida. Andrews Study Bible.

Após a contagem cuidadosa de todos os seus homens, os oficiais descobriram que nenhum soldado havia sido morto na batalha. Imediatamente eles agradeceram a Deus. Após atravessar por tempos difíceis, devemos ser rápidos em agradecer a Deus por nos livrar e proteger de perdas severasLife Application Study Bible.

arrecadas. Ou “brincos” (NVI). Foram bastante comuns entre os povos orientais, tanto antigos quanto posteriores. CBASD, vol.1, p. 1022.

52 dezesseis mil setecentos e cinquenta ciclos. Cerca de 190 kg [de ouro, e outros materiais preciosos e semi preciosos, cf. v. 50]. Andrews Study Bible.

54 como memorial. Sem dúvida, boa parte da grande quantidade de ouro foi derretida e transformada em utensílios usados no santuário. CBASD, vol.1, p. 1022.



NÚMEROS 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
9 de março de 2019, 0:05
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