Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de março de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

Nos últimos dias do ano, o povo de Deus, deveria avaliar-se, humilhar-se e entregar-se solene e totalmente a Deus; infelizmente, nos dias atuais as pessoas fazem festas que Deus não aprova, exaltam-se em vez de humilhar-se, e entregam-se ao pecado, não a Deus.

F. F. Bruce apresenta-nos os seguintes tópicos:

1. Tocando as trombetas (vs. 1-6);
2. O dia da expiação (vs. 7-11);
3. A festa dos tabernáculos (vs. 12-38)
4. Conclusão (vs. 39-40).

“O cap. 29 trata de três festas celebradas no sétimo mês do ano sagrado […] ou no primeiro mês do ano civil (para nós, a época de setembro e outubro). No primeiro dia, ainda hoje chamado de ano-novo (Rosh Hashaná), deveria haver uma reunião sagrada em que não deveriam fazer trabalho algum. Era um dia em que se tocariam as trombetas”, explica Bruce.

As trombetas/shofares soavam convocando ao povo para preparar-se objetivando a consagração que começava dez dias antes do dia da expiação, a maior festa judaica. Das festas, esta era a única que não promovia alegria no povo de Deus, mas humilhação e renúncia do pecado; era o ato de afligir a alma preparando-se para que começassem bem e em paz com Deus no ano novo.

Após solene Yon Kippur (dia da Expiação), em que se afligia a alma, o dia do juízo, tempo de confissão e consagração, vinha a festa dos tabernáculos:

“Esta era a última festa do ano, vindo de ordinário na última parte de nosso outubro, depois de concluída a colheita dos frutos. Era uma jubilosa ocasião para todos. Passara o dia da Expiação, todos os mal-entendidos se haviam ajustado, todos os pecados tinham sido confessados e postos à margem. Israel sentia-se feliz, e esta felicidade encontrava expressão na festa dos tabernáculos […]. Na festa dos tabernáculos, deviam alegrar-se ‘perante o Senhor vosso Deus por sete dias’. Era na verdade a mais feliz ocasião do ano, quando amigos e conhecidos renovavam sua comunhão e habitavam juntos em amor e harmonia” (Milian Lauritz Andreasen).

Estas festas ensinavam que as pessoas…

• São pecadoras;
• Precisavam de perdão;
• Devem encontrar-se e reconciliar-se com Deus;
• Encontram alegria e felicidade no perdão e na salvação

Perdão, paz, alegria, felicidade, harmonia… Hoje, é possível experimentar tudo isso entregando-se a Jesus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí


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