Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de março de 2019, 0:45
Filed under: Sem categoria

O evangelho a este mundo pervertido em cada geração sempre foi alvo dAquele que entregou Seu amoroso Filho para morrer por asquerosos pecadores.

Antes mesmo de Jesus vir para nascer como indefeso bebê, Deus intentava impactar ao mundo com emblemas que transmitiam mensagens proféticas aos culpados pecadores e condenados à morte eterna.

Através de sacrifícios diários de animais perfeitos e inocentes, e de festas devidamente programadas anualmente (algumas até mensais), Deus intencionava inculcar o plano de salvação em seres que viviam desnorteados por tamanha perdição neste mundo de pecado.

Intensifique tua atenção:

1. Ofertas deveriam ser diárias e contínuas: um sacrifício de manhã, outro à tarde (vs. 1-8);

2. O fogo do sacrifício estaria sempre acesso (vs. 9, 13);

3. No sábado, continuidade dos sacrifícios; mas, além desses, realizava-se um especial (vs. 9-10);

4. Os sacrifícios da lua nova antecediam às festas da Páscoa, Pentecostes (das Semanas), das Trombetas, Dia da Expiação e dos Tabernáculos (28:11-31 – 29:1-40).

A morte era central no Santuário. Ofertas consumidas pelo fogo eram repugnantes. Mortes eram contempladas diariamente pelos israelitas.

“Alguns se admiram de que Deus desejasse tantos sacrifícios e indicasse a oferta de tantas vítimas sangrentas na dispensação judaica. Toda vítima moribunda era um símbolo de Cristo, lição que era gravada na mente e no coração na mais solene e sagrada cerimônia, e positivamente explicada pelos sacerdotes. Os sacrifícios foram explicitamente planejados pelo próprio Deus a fim de ensinar essa grande e importante verdade de que só pelo sangue de Cristo há perdão de pecados” (Ellen G. White).

• A morte de Cristo deve ser central em nossa vida.
• Cristo consumido por nossos pecados é terrível imaginar e assimilar.
• O sacrifício de Cristo deveria ser o alvo de nossa meditação diária.
• A morte do imaculado Filho/Cordeiro de Deus deve impactar-nos muito mais que as mortes de milhares de animais no altar de sacrifício no Santuário.

A nova geração de israelitas deveria compreender estas sublimes verdades antes de adentrar à tão esperada Terra Prometida.

• Comunicar estas preciosas verdades da salvação à nova geração é sempre uma missão indispensável!
• A mesma importância dada à justificação pela fé e salvação pela graça baseada nos méritos de Cristo deve ser dada pelo povo que espera adentrar nos portais celestiais.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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