Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 9 by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-9/

Dois aspectos marcantes da vida judaica aparecem neste capítulo: a cerimônia da Páscoa e a aparição da nuvem durante o dia e a coluna de fogo durante a noite. Ambas demonstram a incrível graça de Deus. A nuvem e a coluna mostram o tipo de orientação divina pela qual todos nós ansiamos. Esta orientação era visível a todos os israelitas.

Tanto na prática judaica quanto na cristã, a Páscoa tem grande significado. Para os cristãos, a Páscoa é um símbolo da morte de Cristo. Deus criou um povo que deveria se manter separado, tanto racial, quanto culturalmente. Dessa forma, os judeus eram altamente sensíveis ao contexto familiar. Contudo, o desejo de Deus de um povo santo, separado, não significava que forasteiros não pudessem se juntar a Israel. O livro de Números deixa claro que não-judeus também eram bem-vindos para celebrar a Páscoa, desde que assim o desejassem e o fizessem de acordo com as regras do culto. Israel não deveria ser uma nação racialmente preconceituosa e com orgulho separatista.

Nós podemos ser gratos pela aceitação de Deus a todos os que vêm a Ele, não importa sua raça ou origem familiar. Por isso, louvamos ao Senhor.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/9
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:45
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Nossa principal refeição matinal deve ser uma substanciosa reflexão espiritual. Sem ela, nossa alma empobrece, nossa esperança enfraquece e nossa fé esmorece.

Religião é relacionamento, compromisso, fidelidade… melhor dizendo, é entrega a Deus como não se entrega a mais nada. Religião é dependência total de Deus durante a caminhada para o Céu. Salvação resulta desse relacionamento.

Números 9 pode ser dividido em duas importantes partes:

1. A Páscoa como reconhecimento da necessidade de um Salvador que oferece perdão, restauração e salvação (vs. 1-14); início da caminhada após a conversão.
2. A coluna de fogo à noite e a nuvem de dia é evidência da orientação divina no deserto, mostrando a necessidade da dependência constante de Deus para avançar em santificação (vs. 15-23); a total orientação divina após a conversão é essencial.

Curiosidades: a Páscoa…

• …foi celebrada no Egito e no deserto (vs. 1-2).
• …era aberta aos israelitas e não-israelitas (v. 14).
• …era comemoração anual instituída por Deus.
• …foi instituída para ser uma festa comemorativa e instrutiva: Comemorava a libertação e celebrava o Libertador.
• …apontava para Cristo; portanto, a partir de Sua morte, “a ceia do Senhor é a páscoa cristã, paralelo do Novo Testamento à libertação de Israel do Egito” (Frank Holbrook).
• …não existe mais, pois Cristo é a nossa páscoa exclusiva na atualidade (I Coríntios 5:7).
• …era um emblema de morte para o pecado e renovação da vida com Deus, não se podia participar dela sem assimilar tais verdades à vida (vs. 6-7).
• …não poderia ser ignorada; ignorá-la implicava apegar-se ao pecado antes que a Deus. Pecado é veneno fatal! (vs. 10-13).

Desprezar a Páscoa/Santa Ceia implica desprezar sublimes orientações de Deus (vs. 8-9); O qual quer estar junto ao Seu povo para protegê-lo e guiá-lo (vs. 15-23). Deus protege àquele que permite ser guiado por Ele!

Quem se recusa participar da Santa Ceia está dizendo que prefere antes morrer com seu pecado do que viver ao lado de Deus.

Além da nuvem e do fogo como evidência da presença de Deus, Lauriston J. Du Bois observa que o povo tinha “a ordem direta do dito do Senhor [v. 18] para instruí-los enquanto viajavam”.

Servem verdadeiramente a Deus aqueles que estão dispostos a ir aonde Deus conduzir. Agir diferente é loucura! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Segundo o mandado do Senhor, se acampavam e, segundo o mandado do Senhor, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o Senhor, segundo a ordem do Senhor por intermédio de Moisés” (v.23).

As festas cerimoniais que compunham o calendário de Israel eram celebradas em datas fixas, instituídas pelo próprio Deus. E a festa inaugural era a Páscoa. No tempo determinado, os filhos de Israel deveriam rememorar a noite em que o Senhor livrara os primogênitos do Seu povo e o libertara do cativeiro egípcio. A Páscoa era um símbolo de remissão e libertação; uma data para ser observada em família e um privilégio concedido a naturais e estrangeiros. Todos eram convidados a “celebrar a Páscoa ao Senhor” (v.14). Mas todo aquele que negligenciasse tal privilégio, deveria ser eliminado do povo, levando “sobre si o seu pecado” (v.13).

A Páscoa simboliza a entrega do Cordeiro pascal, que “tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si” (Is.53:4). O sangue de Cristo foi derramado para que nós fôssemos salvos do salário do pecado. Seu sacrifício abriu para nós uma janela de liberdade rumo à manhã gloriosa de Sua segunda vinda. Em cada memória de Israel acerca daquela noite definitiva, havia um cântico especial ao Senhor que os livrou e os salvou. O sangue nos umbrais das portas os selara para a vida, enquanto aguardavam apercebidos a ordem para partir. Muitos não têm a mesma disposição e prontidão, como o foi com os filhos de Israel. Mas, então, a porta da graça será fechada, e como nos dias de Noé, só perceberão quando o povo do advento já estiver selado em segurança na arca da salvação.

Jesus percorreu o caminho da cruz, nos ensinando, à cada passo, que a dependência de Deus é a nossa única segurança. Precisamos atender ao conselho de Moisés: “Esperai, e ouvirei o que o Senhor vos ordenará” (v.8). Em um mundo altamente acelerado e imediatista, esperar parece perda de tempo. É desanimador o status mundial de quanto mais rápido melhor, e acabamos perdendo de ouvir o que o Espírito de Deus tem a nos falar. Aqueles que estavam imundos aguardaram a resposta divina e o Senhor lhes indicou uma Páscoa especial para que eles tivessem tempo de se purificar. Deus não quer “que ninguém se perca, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Esperar em Deus pode ser sinônimo de segunda chance.

A nuvem da presença de Deus que ficava acima do santuário era a bússola de Israel. “Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam” (v.17). A única alternativa era esperar, “segundo o mandado do Senhor” (v.20). Nem sempre os caminhos que o Senhor traça para nós são tranquilos e livres de perigos. Por vezes, precisamos lidar com inimigos. Outras vezes, com o calor de nossos desertos. Ainda outras, com a nossa própria teimosia. Uma coisa é certa: quer acampados, quer em marcha, a constante presença de Deus é uma garantia eterna a todos os que O amam.

Vejamos a descrição do cenário pascal, nas palavras de Ellen G. White:

“A Páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o ‘Cordeiro de Deus’, em Quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: ‘Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós’ (1Co.5:7). Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente. Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório” (Patriarcas e Profetas, p. 192).

“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:7-8).

Bom dia, pacientes cidadãos do Reino de Deus!

Dez dias de oração, 2° dia: Oremos pelo reavivamento de nossas famílias e por nossos estudantes da Bíblia, para que se decidam pelo batismo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números9 #RPSP

Comentário em áudio:

https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 9 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2019, 0:05
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836 palavras

O nono capítulo nos ensina: 1) A Páscoa era uma lembrança do passado, uma realidade do presente e uma antecipação do futuro. Assim também é a Ceia do Senhor, que contém o evangelho inteiro; 2) Os problemas e as dificuldades devem ser levados a Deus em oração, v 8; 3) A orientação de Deus deve ser seguida a cada passo, seja no viajar, seja no esperar. O grande princípio é: “Segundo o mandado ao Senhor”, vv 18, 19, 20, 23; cf Jo 2.5; 4) A vontade divina para nós inclui o “onde” e o “quando”, duas coisas que revelam claramente aos fiéis que obedecem a Deus. Bíblia Shedd.

1-14 O suplemento da lei concernente à Páscoa. Todo judeu deveria observá-la, sob pena de ser excluído da comunidade israelita. Elementos da Páscoa: deveriam conter pão asmo, isto é, sem fermento; ervas amargas, como almeirão; e um cordeiro ou cabrito, cujos ossos não deveriam ser quebrados. O cordeiro pascal era a figura do Cordeiro de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, cujos ossos não foram quebrados, e cujo sangue foi vertido na Cruz do Calvário para a nossa redenção. Bíblia Shedd.

Quando Jesus (“nosso Cordeiro pascal”, 1Co 5.7; cf Jo 1.29) foi crucificado, foi relatado que nenhum dos seus ossos foi quebrado, em cumprimento das Escrituras (Jo 19.36). V. tb Êx 12.46; Sl 34.20. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6-13 Um problema especial é identificado e a resposta  de Deus é dada: uma pessoa que estivesse imunda ou estivesse de viagem no tempo regulamentar da observância podia celebrar a Páscoa exatamente um mês mais tarde. Nenhuma outra pessoa, porém, podia adiar a observância da Páscoa. Bíblia de Genebra.

Note que Deus não ajustou os requisitos da Páscoa. Os padrões de santidade foram mantidos e não foi permitido aos homens participarem. Mas Deus fez um exceção e permitiu aos homens que celebrassem a Páscoa um mês mais tarde. Isso manteve os requisitos sagrados, enquanto permitiu aos homens participar da festa – uma obrigação de todo israelita. Às vezes enfrentamos impasses onde a saída mais óbvia pode nos levar a transigir com os padrões divinos. Como Moisés, deveríamos usar sabedoria e oração para alcançar uma solução adequada. Life Application Study Bible Kingsway.

7 por que deveríamos ser impedidos de apresentar a nossa oferta ao SENHOR…? (NVI). Os que tinham impureza cerimonial demonstravam o desejo ardente de adorar ao Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 O espírito da lei tem mais valor que a letra. O alvo da Lei é nos por em contato eterno com Deus, e Deus não deseja que algum impedimento técnico prive o homem das Suas bênçãos. Com o perverso, Deus se mostra firme e sério, especialmente quando se trata de desprezar as bênçãos que Deus derrama sobre os homens, v 13. Veja Hb 6.4-6. Bíblia Shedd.

13 eliminada do seu povo. Se isto parece ser muita severidade para tratar com alguém por faltar a um dever cerimonial religioso, é necessário não se esquecer do significado da Páscoa – o Cordeiro de Deus -, reconhecendo que quem não aceita o meio de salvação indicado pelo próprio Deus já se entregou à perdição, Mc 16.16; Jo 3.16-21, 36. Bíblia Shedd.

14 Como um rito da aliança do Deus, a Páscoa devia ser celebrada somente por membros da comunidade da aliança. Estrangeiro do sexo masculino que desejassem participar deviam aceitar as condições da aliança, deixando-se circuncidar (Êx 12.48). Bíblia de Genebra.

Deus não tinha um conjunto separado de normas para não crentes e ainda não tem hoje. A frase “Vocês terão as mesmas leis”(NVI) enfatiza que os não israelitas também estão sujeitos às ordens e promessas de Deus. Deus tornou Israel um povo singular com um objetivo especial – ser um exemplo de como uma nação poderia – e deveria – segui-Lo. Sua intenção, contudo, era que todos os povos O obedecessem e adorassem. [Ver tb Êx 12:49] Life Application Study Bible Kingsway.

15 tenda do Testemunho (ARA). A NVI traz “a tenda que guarda as tábuas da aliança”. …  isto é, as duas tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus e colocadas dentro da arca. A lei moral, o decálogo, era a pedra fundamental sobre a qual o judaísmo se fundamentava. A nuvem cobria a parte do santuário que continha a arca, na qual ficava a santa lei, os dez mandamentos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 927-928.

22 ou por mais tempo. A realidade da dependência da igreja da direção pessoal de Deus é impressionante. O Senhor escolheu a rota, os lugares de descanso e o tempo de permanência em cada um deles. O sinal visível de sua presença no deserto deve ter proporcionado grande ânimo, pois fornecia um forte incentivo à fé (ver sobre a nuvem em Êx 13:21; 14:19, 20, 24; Lv 16:2; Ne 9:19). CBASD, vol. 1, p. 927-928.

23 Conforme a ordem do SENHOR. A natureza repetitiva dos v. 15-23 aumenta a expectativa da obediência completa e contínua à orientação divina no avanço de Israel pelo deserto. O papel de Moisés é mencionado para dar equilíbrio: Moisés era o agente do Senhor, que interpretava os movimentos da nuvem como sinal para os movimentos do povo. A tragédia da sua desobediência subsequente (cap. 11) é ressaltada pelo presente parágrafo a respeito da sua obediência. Bíblia de Estudo NVI Vida.



10 DIAS DE ORAÇÃO – DIA 2 (MUNDIAL) by Jeferson Quimelli
14 de fevereiro de 2019, 17:50
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Uma Experiência Mais Profunda

 Dia 2—DE DENTRO PARA FORA

“Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3). 

Eu era uma boa criança. Eu não era rebelde para com minha mãe; Estava sempre atenta na escola e respeitosa com meus professores. Não participava de festas, nem usei álcool ou drogas como outros jovens da minha escola.

Depois de me tornar cristã, me orgulhava de ser uma boa pessoa. Comia os alimentos certos, havia substituido minha música rock por música cristã, vestia-me modestamente, ensinava a Bíblia, organizava eventos evangelísticos e missionários e até compartilhei meu testemunho pessoal. Havia dado meu coração a Jesus, fui batizada, acreditei verdadeiramente em Sua Palavra e ansiava por viver eternamente em Seu reino. Todo o meu mundo girava em torno da igreja e suas atividades, fazendo coisas boas. Por aparências externas, eu estava vivendo uma vida justa. Logo aprendi, no entanto, quão superficial minha experiência cristã realmente era – e quanto precisava de Jesus.

Certa noite, assisti a um seminário em minha igreja sobre a vida cristã. O oradora disse que, a menos que uma pessoa nasça de novo, ela não está em um relacionamento salvífico com Cristo. Ela citou esta declaração de Ellen G. White: “A vida do cristão não é uma modificação ou melhoria do antigo, mas uma transformação da natureza. Há uma morte para si mesmo e para o pecado e uma nova vida ”(O Desejado de Todas as Nações p. 111). A dura realidade me atingiu: há mais na vida cristã do que eu pensava! Era verdade, minha vida era diferente de antes de receber a Cristo, mas era melhorada, modificada. Eu era cristã, mas meu “eu” ainda estava vivo. Eu ainda tinha um forte temperamento e me magoava facilmente. Eu era orgulhosa e exigia que as coisas fossem feitas do meu jeito. Eu não havia me submetido a Cristo. Eu pensava que minha salvação estava segura através de todas as coisas que eu estava fazendo, mas estava sentindo falta da alegria da minha salvação! Eu fiz uma profissão de Cristo, mas não tinha o amor de Cristo; Eu não me rendera a Ele. Eu precisava que Jesus Se formasse dentro de mim.

Como uma pessoa se entrega a Cristo? Primeiro, é imperativo reconhecer a necessidade de um Salvador. 

“A educação, a cultura, o exercício da vontade, o esforço humano, todos têm sua devida esfera de ação, mas neste caso são impotentes. Poderão levar a um procedimento exteriormente correto, mas não podem mudar o coração; são incapazes de purificar as fontes da vida … ‘Aquele que não nascer de novo’ — não receber um novo coração, novos desejos, propósitos e motivos, que conduzem a uma nova vida — ‘não pode ver o reino de Deus.’ João 3:3” (Caminho a Cristo, p. 18). Eu não podia mudar meu coração, mas eu poderia escolher dar a Ele a minha vontade. Eu respondi ao dom do arrependimento e confessei meu pecado de justiça própria, de auto-valorização, auto-indulgência e autopiedade, e então depus a minha vontade perante Cristo, para que Ele a controlasse.

Em segundo lugar, gaste tempo de qualidade para conhecer Aquele que é a Vida Eterna. 

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:3). Ao eu passar tempo com as Escrituras e oração, tornando-me intimamente familiarizado com meu Salvador, minha vida começou a adquirir um novo significado. Jesus começou o processo de fazer algo lindo da minha vida. Minha mente estava sendo renovada – novas atitudes e novas afeições estavam sendo desenvolvidas. Meu desejo de servir a Deus se aprofundou.

Você pode dizer: “Eu nasci nesta igreja. Eu fui um cristão toda a minha vida! ”“ Eu nunca estive fora do mundo! ” ou: “Eu trabalhei para o Mestre por tanto tempo que nem me lembro mais!” Essas coisas podem ser verdade, e louve ao Senhor por isso! No entanto, você pode ter tudo isso e ainda não ter o Filho.

Talvez você também tenha ficado impressionado com o Espírito Santo de que sua experiência cristã é superficial. O que você pode fazer? Você pode elevar esta oração: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139: 23, 24). Entregue a Ele seu coração e vida e, uma a uma, Ele revelará áreas de sua vida que precisam ser mudadas. Ao cooperar com Ele, sua vida nunca mais será a mesma!                                                                                  

Jodi Genson

Formato sugerido para o tempo de oração

Louvor

  • Pai, nós te louvamos porque nos purificaste de todo pecado e injustiça.
  • Senhor, nós te louvamos porque Tu és capaz de nos impedir de cair e porque nos apresentas ao Pai com grande alegria (Judas 24).
  • Nós Te louvamos por nos convencer do pecado e por estender a nós a Sua misericórdia.

Confissão

  • Senhor, por favor, mostre-nos as áreas em nossas vidas onde o eu ainda está vivo. 
  • Por favor, perdoe-nos pela nossa justiça própria e auto-indulgência, praticando autopiedade.
  • Por favor, revele áreas em nossas vidas que precisam ser transformadas [Medite em silêncio].

Súplica e Intercessão

  • Senhor, por favor, conceda-nos conhecer Tua vontade; que nosso andar seja digno de Ti.
  • Nós oramos para que aqueles em prisões espirituais e mentais sejam libertados de sua culpa.
  • Pedimos que nos encha com o fruto da justiça. 
  • Senhor, oramos por uma poderosa onda de adventistas a Te servir amando os outros e compartilhando Teu conhecimento com pessoas de outras culturas e religiões.. 
  • Por favor, levante alunos valdenses modernos dispostos a Te servir em lugares difíceis.
  • Oramos pelos 62 milhões de pessoas nas 28 cidades menos atingidas da antiga União Soviética (Divisão Euro-Asiática).
  • Oramos que levantes bravos missionários dispostos a trabalhar entre os 746 grupos de pessoas nos 20 países do Oriente Médio.
  • Oramos pelo 1.000 Movimento Missionário na Divisão do Norte da Ásia-Pacífico e na Divisão do Sul da Ásia-Pacífico. Que os jovens que atuam em países como Taiwan, China, Rússia e Birmânia, sejam batizados com o Espírito Santo e capacitados a fazer o Teu trabalho.
  • Também oramos pela nossa lista de sete ou mais pessoas [cite os nomes, se apropriado].

Ações de Graças 

  • Senhor, obrigado pelas pessoas que nos guiaram a tomar uma decisão por Ti.
  • Obrigado por não nos abandonar aos nossos fracassos e erros do passado.
  • Obrigado pelo dom do arrependimento e por revelar nossa necessidade de Ti.
  • Obrigado por conhecer o fim desde o início e por responder às nossas orações em Seu tempo e maneira. 

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Canções sugeridas

“Pertenço a Cristo” (HASD 285); “Bem Junto a Cristo” (HASD, 392) (NT: Outros hinos sugeridos, sem versão para o português: “Lord, I Want to be a Christian”; “Be Thou My Vision”; “Give Me Jesus” (SDA Hymnal #319, 547 e 305)];

PROMESSAS PARA REIVINDICAR EM ORAÇÃO

  • “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Cor. 5:17).
  • “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade” (Lam. 3:22, 23).
  • “Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos,
  • não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tito 3:4-6).
  • “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (Ez. 36:26).
  • “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gal. 2:20).

G 2019 Dia 2 De Dentro para Fora

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



NÚMEROS 8 by Jeferson Quimelli
14 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-8/

A organização divina de Israel, como ilustrada no livro de Números, diz muito sobre a atitude de Deus a respeito da adoração e do trabalho. Pensamos em Deus como Redentor e Senhor e, é claro, Ele é. Mas através da experiência no deserto, também O vemos como Artista, Diretor-Presidente e Diretor de Recursos Humanos.

Estes aspectos de Deus nos fazem apreciá-lO mais. Deus sabe como guiar os homens na confecção de uma lâmpada de ouro batido a partir de um projeto complexo e como preparar sacerdotes para o serviço em Seu tabernáculo. Ele sabe como proteger Seus filhos de Sua presença flamejante e como colocar as pessoas a trabalhar sem exagerar no pedido. Não há dúvida de que Deus é amor.

É fascinante que o Senhor tenha escolhido tantos levitas para o que era, essencialmente, um trabalho simples de cuidar e mover uma pequena tenda. Eles nunca iriam se ressentir do excesso de serviço. Ele estava mesmo pouco disposto a colocar uma carga pesada de trabalho sobre qualquer homem com idade acima de 50, e nessa idade eles ajudariam apenas como podiam.

Verdadeiramente, Deus quer que o Seu jugo para nós seja suave e Seu fardo, leve.

Mark Sheffield
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/8

Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 8 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de fevereiro de 2019, 0:45
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A luz da Palavra de Deus deve brilhar sobre nós antes que intentemos brilhar sobre os filhos das trevas. Antes que representemos a Deus ao mundo precisamos nos entregar a Ele primeiramente.

Rituais bíblicos são essenciais para manter verdades fundamentais vivas na memória, a fim de tornar seres humanos em seres mais espirituais. Rituais são emblemas do amoroso plano divino; eles apontam para nossa salvação.

“As formas de adoração do antigo Israel são diferentes das da igreja moderna no deserto do mundo, mas sua substância é a mesma. Dedicação de bens materiais, contemplação do significado da cruz, oração, refletir a luz do Espírito Santo, que habita em nós e dedicação total ao Senhor são a mesma essência da fé bíblica” (Frank Holbrook).

1. O candelabro deveria ser de ouro com sete lâmpadas: A Bíblia é a luz que ilumina nossa vida neste mundo de trevas. Assim como as lâmpadas não ardiam sem combustível (azeite), nossa leitura da Bíblia não será eficiente sem a presença constante do Espírito Santo (vs. 1-4).

“Quando Moisés entrou no santuário, depois de 12 dias reservados à dedicação do altar no pátio, podemos entender que estava escuro dentro do Lugar Santo. Naquela conversa, o Senhor orientou que Arão devia acender as sete lâmpadas do ‘candelabro’, conhecida em hebraico como o menorá, da palavra hebraica or, luz” (Holbrook).

2. A consagração dos levitas para interceder em prol da salvação dos israelitas: Os levitas foram considerados “ofertas”. O que não implica que tivessem algum mérito que oferecer pelo preço horrendo do pecado; mas sim, que eles fariam uma obra fantástica em favor de seus irmãos, impossibilitados de fazerem por si mesmos (vs. 5-26).

“A tribo, como um todo fora oferecida a Deus como sacrifício vivo, e este, por sua vez, lhes dava como um dom esse ministério especial no santuário, em lugar dos primogênitos, a quem eles agora representavam” (Holbrook).

É muito importante…

• …Estar vestido decentemente para representar Deus ao mundo; antes de começar a expiação/intercessão pelos israelitas os levitas se lavaram e barbearam (v. 7, 21-22).
• …Entregar-se a Deus antes de convidar outros a se entregarem a Ele (v. 8)
• …Passar pela consagração antes de interceder pela congregação (vs. 9-16).
• …Possuir vigor físico na obra espiritual (vs. 23-26).

Vamos consagrar-nos? – Heber Toth Armí.