Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de dezembro de 2018, 0:30
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“Então, disseram os magos a Faraó: Isto é o dedo de Deus. Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o Senhor tinha dito” (v.19).


Mesmo após sete dias recebendo sangue em lugar de água, o coração de Faraó permanecia endurecido. Os truques de seus magos lhe deram o conforto em pensar que estava diante de um conflito entre deuses, e que, mais cedo ou mais tarde, as divindades do Egito abateriam o Deus dos hebreus. No derramamento da segunda praga, as rãs que eram consideradas pelos egípcios como animais sagrados, transformaram-se em seu pior pesadelo. Desesperados por provar que também podiam fazer o mesmo, os magos, “com suas ciências ocultas”, também “fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito” (v.7). Mas o que julgavam ter sido mais uma vitória, saiu totalmente de controle, até ao ponto do próprio Faraó se submeter à intervenção de Moisés e Arão.

Enquanto os encantadores egípcios usavam de imitações para tentar subjugar o poder de Deus, Moisés fazia de tudo para que o Egito reconhecesse que o Senhor é o único Deus. Ao permitir que Faraó definisse o tempo em que a praga cessaria, Moisés o mostraria “que ninguém há como o Senhor, nosso Deus” (v.10). Exatamente no tempo proposto pelo rei, Deus fez cessar a praga. Porém, as duas pragas que estavam por vir, definiriam a diferença que, até então, passava despercebida: “Farei distinção entre o Meu povo e o teu povo” (v.23). As pragas que atingiam violentamente os egípcios, não atingiam os hebreus, desde a primeira praga. A prova disso está em que a Bíblia só relata o desespero dos egípcios “para encontrar água que beber”, e não dos hebreus (Êx.7:24).

As tentativas humanas em provar que podemos fazer algo sem o auxílio divino só têm causado ainda mais dor, como o foi no Egito. Os magos souberam aumentar o problema, mas não puderam solucioná-lo. O curto período de alívio (v.15) logo seria trocado pela inevitável confissão: “Isto é o dedo de Deus” (v.19). Chegará o tempo em que haverá uma clara e inconfundível distinção entre “o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). E a menos que estejamos separados de Babilônia e protegidos na “Gósen” (v.22) espiritual de Deus, seremos atingidos pelos últimos flagelos.

Aquele que Faraó julgara seu inimigo, na verdade era o instrumento de Deus para seu próprio livramento. Era quando Moisés orava, que as pragas cessavam. A oração sempre foi a mais potente arma do cristão e ganha efeitos revolucionários quando praticada em comunidade. Nestes últimos dias, precisamos fazer uso constante e fervoroso deste recurso infalível. Para a proteção do próprio povo de Deus e esperança na conversão de pecadores, precisamos rogar ao Pai por todos, assim como Moisés intercedia por Faraó e seu povo.

Quando o povo de Deus estiver ligado coração a coração, quando o retorno de Cristo for a sua maior esperança, quando a bondade, o perdão e a misericórdia forem vistos e sentidos em suas palavras e ações, quando a promessa do poder dobrado do Espírito Santo for o maior anelo de sua alma, então, o mundo será abalado por um povo de fé firme que, com confiança, aguarda a sua eterna libertação.

Feliz semana, povo de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo8 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA


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