Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 47 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de novembro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Assim, habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gósen; nela tomaram possessão, e foram fecundos, e muito se multiplicaram” (v.27).


Usando de sabedoria, José instruiu seus irmãos acerca do que falar a Faraó. A declaração de que eram pastores de rebanho manteria a família de Israel perto de José e suprida de mantimentos, mas também afastada da cidade e dos costumes pagãos que a dominava. A terra de Gósen seria por longos anos o lar do povo de Deus. Avançado em idade, Jacó foi levado à presença de Faraó e o abençoou. O soberano do Egito ficou admirado perante o idoso ancião, que descreveu como “poucos e maus” os dias dos anos de sua vida (v.9). Sua antiga mentira desencadeara uma série de consequências que lhe causaram muitos sofrimentos.

Naquela terra estranha, Jacó e seus filhos estabeleceram morada e eram sustentados por José. Havendo fome em toda a terra, José tornou-se um tipo de resgatador. Todo o dinheiro, gado e terras adquiridas por José como pagamento pelo alimento, fizeram do Egito a maior potência mundial daquela época e de Faraó o monarca mais poderoso. Mas nem todos os tesouros ou fama eram mais importantes do que as promessas divinas. Percebendo estar perto do dia de sua morte, Jacó fez José prometer que não o sepultaria no Egito, mas que levaria o seu corpo para ser enterrado em Canaã,  “no lugar da sepultura” de seus pais (v.30) e onde sepultara Lia, no campo de Macpela (Gn.49:30-31).

Pelo menos três importantes lições podemos extrair deste capítulo:

  1. Precisamos ser cautelosos em nossas associações. José usou de sabedoria e prudência ao manter sua família a uma distância segura dos egípcios;
  2. O fato de não comungarmos da religião ou do estilo de vida de alguns, não nos impede de sermos uma bênção na vida deles. Jacó não apoiava o paganismo de Faraó, mas nem por isso deixou de abençoá-lo;
  3. Os filhos do Reino não se deslumbram com os tesouros deste mundo, mas almejam os tesouros do Céu, “onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt.6:20).
  • Jesus misturava-Se com publicanos e pecadores, mas não participava de seus pecados.
  • Jesus não apoiava os pecados das pessoas, mas a Sua bênção era um convite ao arrependimento.
  • Jesus não possuía riquezas nesta terra, mas viveu aqui como quem aguardava adquirir “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).

Sigamos “os Seus passos” (1Pe.2:21) e, muito em breve, desfrutaremos de Sua fiel promessa: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).

Bom dia, herdeiros dos tesouros celestes!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis47 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA


Deixe um comentário so far
Deixe um comentário



Comente:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: