Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de outubro de 2018, 0:45
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APOCALIPSE 16 – A pior crise histórica logo se instalará no mundo. As consequências do pecado serão vastas para quem não optou pelo Cordeiro que tira o pecado.

João, o discípulo amado, revela que o amor de Deus está presente no Apocalipse. Jesus é aquele que nos ama (Apocalipse 1:5) e, a igreja deve prezar pelo amor (Apocalipse 2:4). Contudo, o amor anseia pelo bem de seus amados e terá que agir drasticamente para proporcionar-lhes um ambiente livre de qualquer perigo.

Além disso, quanta graça foi oferecida à humanidade desde que Jesus assumiu como Sumo Sacerdote intercessor no Santuário Celestial! Assim facilita entender por que a ira de Deus se manifesta sobre os incrédulos rebeldes.

• Primeira praga: Atinge aos adoradores da Besta e de sua imagem com feridas terríveis e dolorosas (vs. 1-2);

• Segunda praga: Atinge os mares (e seres marítimos), transformando-os em sangue (v. 3);

• Terceira praga: Atinge os rios e as fontes das águas deixando a humanidade sem água potável (v. 4);

• Quarta praga: Atinge o sol, o qual causará insolação terrível nos revoltosos pecadores (vs. 8-9);

• Quinta praga: Atinge o trono da Besta com trevas que causam angústias no coração humano (vs. 10-11);

• Sexta praga: Atinge o Rio Eufrates e promove o Armagedom (vs. 12-16);

• Sétima praga: Atinge o ar que fará com que os ímpios sejam todos mortos (vs. 17-21).

O caráter do perverso e corrupto é revelado no Apocalipse: Após as seis trombetas anunciarem parcialmente o juízo na história alertando quê o Deus Santo fará no final da história, os arrogantes pecadores não se arrependem de seus pecados, não desapegam de seus ídolos, nem param de adorar aos demônios, nem confessam seus assassinatos, feitiçarias, prostituições e furtos (Apocalipse 9:20-21).

Contudo, Deus concedeu mais tempo de graça e levantou um povo (10:1-11:14) para convocar as pessoas a adorarem ao Criador (14:6-12). Alguns aceitarão convertendo-se (15:2-4), enquanto outros:

• Blasfemarão e jamais reconhecerão seus pecados (16:8, 11, 21);
• Se ajuntarão com Satanás/dragão, com o Catolicismo/besta e o protestantismo apóstata/falso profeta para guerrear contra Deus (16:12-16).

Embora o autor das pragas seja Deus, Suas obras são justas; Sua santidade fará justiça contra os injustos e rebeldes corruptos (vs. 5-6).

Em meio ao caos, há uma bem-aventurança aos fieis (v. 15). Acatemo-la e reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de outubro de 2018, 0:30
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“Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (v.15).


Quando Deus pronunciar o Seu último chamado ao arrependimento; quando o último clamor, a última oração ascender aos Céus; quando em cada coração humano estiver decidido em que lado está no grande conflito; então, cessada será a obra de intercessão e derramadas serão sobre a Terra, as sete últimas pragas. A descrição apocalíptica revela a ira de Deus agindo contra os “homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (v.2), com flagelos que não podem ser comparados a nenhum outro que a humanidade já tenha sofrido. Como nos dias de Noé (Mt.24:37-39), os ímpios não perceberão o fim da graça até que sejam atingidos pela tempestade “da cólera de Deus” (v.1). Ficará tão evidente que eles se decidiram pelo mal, que o sofrimento das pragas os levará não a clamar ao Senhor por misericórdia, mas a blasfemar contra Deus (v.11).

São muitas as cogitações acerca da literalidade ou do simbolismo das sete pragas. O que precisamos levar em consideração, mediante o que já estudamos até então, é que este livro é uma junção do literal com o simbólico e que, independente de serem literais ou simbólicas, essas pragas evidenciam que verdadeiros e justos são os juízos de Deus (v.7), e que a Sua ira precisa ser levada em conta tanto quanto tem sido ovacionado o Seu amor. Romantizar o amor de Deus e ignorar a Sua ira tornou-se um dos piores enganos dos últimos dias. Que “Deus é amor” (1Jo.4:8.), isto é fato! Mas conta-se nos dedos os corajosos que pregam que “horrível é cair nas mãos do Deus vivo” (Hb.10:31), ou que “Deus é fogo consumidor” (Hb.12:29). Deus há de fazer justiça aos Seus servos de todos os tempos e de uma vez por todas virá para dissipar o mal. Ele prometeu e nenhuma de Suas promessas jamais falhou, “tudo se cumpriu” (Js.21:45).

Semelhante ao que aconteceu no Egito, ocorrerá nos dias que antecedem o segundo advento de Cristo (Êx.7-12). Se serão flagelos mundiais ou locais, não podemos afirmar de certeza, mas, sob a ótica humana, a universalidade das pragas destruiria o planeta em poucos dias. A referência da quinta e da sexta praga sobre “o trono da besta” (v.10) e “sobre o grande rio Eufrates” (v.12), podem ser indícios de que os flagelos não atingirão todo o globo, mas lugares específicos. Com base nisto, analisemos o conteúdo de cada taça:

1º flagelo: Assim como a sexta praga sobre o Egito, a primeira praga de Apocalipse anuncia “úlceras malignas e perniciosas”. Bem como somente os egípcios foram atingidos pela praga e o povo de Deus não foi atingido, também somente sofrerão a primeira praga os “homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (v.2);

2º flagelo: O mar se tornará em sangue. Não sabemos como isso ocorrerá, mas certamente podemos descartar as cogitações de fenômenos naturais que causam a coloração avermelhada na água já que o relato bíblico é bem claro quando diz que o mar “se tornou em sangue como de morto” (v.3);

3º flagelo: Como foi quando a primeira praga caiu sobre o Egito, assim acontecerá tanto com o mar, como vimos no segundo flagelo, como com os rios e as fontes das águas, no derramamento da terceira taça. Nesse tempo, os homens se levantarão contra o derradeiro povo de Deus, pois “o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (Is.33:16). E ao observarem os ímpios que nenhuma praga atinge aos fiéis observadores da Lei de Deus (Sl.91:10), será tempo de grande angústia e perseguição para o fiel remanescente. O clamor dos santos mártires que João ouviu na visão do quinto selo, pedindo por justiça, será transformado em louvor pela justiça divina: “Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os Teus juízos” (v.7);

4º flagelo: Quando a quarta taça for derramado sobre o sol, terríveis serão as consequências. Criado no quarto dia da semana da criação, esta estrela tem a função de manter a vida na Terra sendo fonte de calor e de luz. A estrela que por tantos anos foi objeto de adoração dos cultos pagãos, será instrumento da ira divina. E ao invés de haver arrependimento, os ímpios blasfemarão contra Deus, exatamente como faz a besta que escolheram seguir (Ap.13:6; Dn.7:25). O adágio que diz: “O mesmo sol que amolece a cera, endurece o barro”, se aplicará com precisão neste tempo em que o solo do coração dos ímpios estiver endurecido;

5º flagelo: Houve trevas tão densas no Egito que os homens não podiam enxergar uns aos outros e os egípcios tiveram que permanecer no mesmo lugar até que cessasse a praga. Mas “todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações” (Êx.10:22-23). Quando o quinto flagelo for derramado “sobre o trono da besta” (v.10); quando ficar evidenciado que o território da mentira está mergulhado “em trevas” e todos os que seguiram a besta perceberem a sua impotência diante do caos, sentirão uma dor que palavra alguma pode descrever;

6º flagelo: O sexto flagelo faz referência ao rio Eufrates. Era este rio que irrigava a antiga Babilônia; e foi secando este rio que Ciro e seu exército conquistou o Império babilônico. Devemos considerar este flagelo, portanto, de forma simbólica. Quando “o mundo inteiro” (v.14) for reunido (ecumenismo) pelos “três espíritos imundos semelhantes a rãs” (v.13), feliz será aquele que Jesus encontrar vigilante e incontaminado das trevas deste mundo. Assim como o Senhor abriu o Mar Vermelho e fez Seu povo atravessá-lo em terra seca em direção a Canaã, assim este flagelo anuncia o livramento do remanescente de Deus, que marcha rumo à Canaã celestial. O sexto flagelo também anuncia a última grande batalha das tropas de Satanás contra o povo de Deus: o Armagedom. Esta expressão deriva do hebraico “har megido”, que significa “monte de megido”. A região de Megido foi palco de diversas batalhas entre Israel e os povos inimigos. Mas o que nos interessa é identificar este “monte de megido”. O monte localizado nesta região que se encaixa com precisão no contexto da última batalha, é o monte Carmelo. Só este tema seria estudo para muitas meditações, mas lhe convido a ler o relato de 1Reis 18:17-40 e perceber que assim como Elias restaurou o altar do Senhor e revelou a todos que só o Senhor é Deus, assim também, como Elias profético (Ml.4:5-6), esta obra será plenamente cumprida pelo remanescente dos últimos dias.

7º flagelo: Assim como o pecado teve início no santuário celeste, no coração de um querubim que se rebelou contra Deus, cumpre, do mesmo santuário, sair a ordem de destruição definitiva do pecado. E a mesma frase que disse na cruz, Jesus a dirá pela última vez: “Feito está” (v.17; Jo.19:30). Então, uma série de juízos sobrevirão à Terra, que será abalada de uma forma “como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra” (v.18).

Não sabemos o dia e nem a hora em que o nosso Salvador virá, mas uma coisa é certa: Ele vem! Ele prometeu! E Ele não mente! Eis que Ele vem “como vem o ladrão” (v.15). Estais, vós, prontos?

Feliz sábado, Elias dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Apocalipse16 #RPSP

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APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
6 de outubro de 2018, 0:10
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3422 palavras

As sete pragas

“Ninguém que leia Apocalipse 16 pode evadir-se à penosa percepção de que este é o capítulo da ira de Deus. A tendência moderna é subestimar este aspecto do caráter de Deus. A pregação sobre o fogo do inferno é antiquada – e é bom que seja assim -, mas a proclamação sentimentalista do amor de Deus certamente não poderá ser considerada um sucedâneo apropriado. O que o mundo necessita é o salutar equilíbrio da verdade evangélica refletida na declaração de Paulo: ‘Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus.’ Rom, 11:22.

“A ira de Deus é o amor de Deus transformado em indignação moral contra os que persistentemente calcam aos pés os que persistentemente calcam aos pés os princípios da ordem espiritual.” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 19, citado em LES893, p. 123.

16:1 E ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, que dizia aos sete anjos: Ide e derramai sobre a terra as sete taças, da ira de Deus.

Tempo – “As sete últimas pragas serão derramadas por Deus sobre os ímpios, após o fim do tempo da graça e antes da Segunda Vinda de Cristo. Aqueles cujo refúgio é o Senhor serão preservados para ver a volta de Jesus.” – LES893, p. 133.

“As sete últimas pragas só ocorrerão quando o povo de Deus já estiver selado.” – LES892, p. 96.

“Apesar de João não especificar o momento no qual cairão as 7 últimas pragas, o contexto nos permite deduzir quando cairão. Por exemplo, a primeira praga cairá sobre quem receber a marca da besta ou adorar sua imagem (Apoc. 16:2). Devemos localizar as pragas depois desses acontecimentos. Como as sete últimas pragas constituem a plenitude da ira de Deus sem misericórdia (Apoc. 14:10; 15:1; 16:1), torna-se evidente que o tempo de prova já terá terminado. Evidentemente cairão depois do tempo de prova e antes da segunda vinda de Cristo.” – SRA/EP, p. 112.

Duração – “Estas pragas cairão sucessivamente, mas durante um período curto, pois quando cair a quinta praga os homens ainda estarão sofrendo os efeitos da primeira (16:2, 11).” – SRA/EP, p. 113.

Sete Pragas – literais ou simbólicas? – “As pragas do Egito eram literais. (Ver Êxodo 7:20 a 12:31.) O povo teve tumores e foi afligido por rãs, piolhos, moscas, gafanhotos e tudo o mais. A profecia das trombetas emprega, porém, muitos símbolos. As pragas de Apocalipse 16 podem ser consideradas como eventos literais com significação simbólica.” – LES893, p. 128.

“A linguagem  do Apocalipse é comumente simbólica e, às vezes, impressionista. A linguagem que descreve as pragas talvez não seja literal. Mas perde bem pouco de sua força se for encarada como está no texto. ‘Úlceras malignas e perniciosas’, ‘sangue como de morto’, ‘os homens remordiam as línguas por causa da dor que sentiam’, ‘grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento’ são bastante graves ao serem interpretadas literalmente. As ‘trevas’ ‘sobre o trono da besta’ e os ‘espíritos imundos semelhantes a rãs’ que saem da boca do ‘dragão’, da boca da ‘besta’ e da boca do ‘falso profeta’ requerem alguma interpretação, mas certamente não são misteriosos a esta altura de nosso estudo do Apocalipse,” – . Mervyn Maxwell, God Cares, vol. 2, p. 430, citado em LES893, p. 128.

                Pecados específicos – “Cada visitação [das sete pragas] salienta algum pecado específico de um mundo alienado de Deus.” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 21, citado em LES893, p. 129.

Os justos estarão livres de sofrimento durante as pragas? ’O povo de Deus não estará livre de sofrimento; mas conquanto perseguidos e angustiados, conquanto suportem privações, e sofram pela falta de alimento, não serão abandonados a perecer… . Enquanto os ímpios estão a morrer de fome e pestilências, os anjos protegerão os justos, suprindo-lhes as necessidades.’ – O Grande Conflito, pág. 634. (Ver Isa. 33:15 e 16; 41:17.)

“As pragas abrangerão toda a Terra? ‘Estas pragas não são universais, ao contrário os habitantes da terra seriam inteiramente exterminados.’ – O Grande Conflito, pág. 633. Parece ser evidente que algumas pragas ocorrerão numa região, e outras, noutra. Todo o mundo sofrerá, porém, algumas dessas pragas. ‘O mundo inteiro se envolverá em ruína mais terrível do que a que sobreveio a Jerusalém na antiguidade.’ – O Grande Conflito, pág. 620.” – LES893, p. 128 e 129.

16:2 Então foi o primeiro e derramou a sua taça sobre a terra; e apareceu uma chaga ruim e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.

Primeira praga – castigo contra …A idolatria do bem-estar pessoal. Visto que a primeira praga incidirá sobre os que aceitaram o sinal da besta, podemos determinar até certo ponto a natureza de seu pecado. Tais pessoas não amaram suficientemente a Cristo para ser ‘fiéis até à morte’ (Apoc. 2:10). A ameaça de um boicote econômico (Apoc. 13:17) levou-as a duvidar do cuidado de Deus. Confortos materiais e o bem-estar pessoal eram mais importantes para elas do que a obediência a Deus.” – LES893, p. 129 e 130.

16:3 O segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu todo ser vivente que estava no mar.

Sangue: castigo – “A segunda e a terceira pragas cairão sobre as águas, convertendo-as em sangue, como castigo a quem perseguiu o remanescente fiel.” – SRA/EP, p. 112.

Segunda praga – punição à adoração do poder econômico – “A segunda praga, que será derramada sobre o mar, punirá a adoração do poder econômico que tantas vezes tem sido usado com finalidades pecaminosas. Os mares eram as avenidas do comércio nos tempos antigos – e ainda são. Essa praga desmantelará o comércio.” – LES893, p. 130.

16:4 O terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue.

Água – “Água pura é essencial à continuação da vida. É animador recordar a promessa que é feita aos justos: ‘As suas águas serão certas.’ Isa. 33:16.

“Note por que Deus dá aos ímpios sangue para beber (Apoc. 16:6).” – LES893, p. 129.

16:5 E ouvi o anjo das águas dizer: Justo és tu, que és e que eras, o Santo; porque julgaste estas coisas;

16:6 porque derramaram o sangue de santos e de profetas, e tu lhes tens dado sangue a beber; eles o merecem.

Terceira praga – “A terceira praga (que transforma a água potável em sangue) julgará a última confederação político-religiosa por seu espírito assassino que tencionava erradicar a presença do povo de Deus neste mundo.” – LES893, p. 130.

16:7 E ouvi uma voz do altar, que dizia: Na verdade, ó Senhor Deus Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.

Verdadeiros e  justos são os Teus juízos – “Desde a entrada do pecado ‘nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens’ (I Coríntios 4:9). A cruz de Cristo, a forma como Deus lidou com o drama do pecado e Seu caráter refletido no remanescente fiel acabarão reivindicando o caráter de Deus ante o Universo. Disto resultarão as conclusões corretas às quais se chegará quando caírem as sete últimas pragas.” – SRA/EP, p. 112.

“A confederação do mal nos últimos dias determinará a matança mundial, de um só golpe, de todos os leais seguidores do Senhor, que “guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apoc. 14:12). (Ver Apoc. 13:15-17.) Assim como o assassínio de Jesus (Atos 7:52) constituiu o ponto culminante da matança de Seus fiéis desde Abel (S. Mat. 23:35 e 36), o decreto de morte contra o povo de Deus, no fim (Apoc. 13:15), será o clímax da terrível destruição de inúmeros mártires em séculos passados (Apoc. 6:9-11; 17:16; 18:20 e 24). Por isso, o anjo da terceira praga declara que Deus é ‘justo’ ao punir uma geração tão impenitente e sanguinária (Apoc. 16:5-7).

“O sistema de justiça que se estende pela Bíblia é às vezes chamado lex talionis, a lei da retribuição. Colhemos o que semeamos (Gál. 6:7). ‘Este princípio é freqüentemente mal-interpretado. Longe de fomentar a vingança, ela a restringe, e serve de guia para o juiz ao determinar a penalidade adequada ao crime. Esse princípio não era, portanto, uma autorização para a vingança, mas uma garantia de justiça. … A crítica de Jesus a essa lei (S. Mat. 5:38 em diante) provinha de seu uso para regular a conduta entre os indivíduos. Ele não a rejeitou como princípio de justiça que devia vigorar nos tribunais do país.’ – . ª Thompson, Deuteronomy, The Tyndale Old Testament Commentaries (Londres: Inter-Varsity Press, 1974), pág. 218. (Comparar com O Grande Conflito, pág. 633.)” – LES893, p. 125.

16:8 O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo.

16:9 E os homens foram abrasados com grande calor; e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória.

Resultados da  quarta praga – “Os profetas assim descrevem a condição da terra naquele tempo terrível: ‘E a Terra [está triste; … porque a colheita do campo pereceu.’ ‘Todas as árvores do campo se secaram, e a alegria se secou entre os filhos dos homens.’ …’Como geme o gado! As manadas de vacas estão confusas, porque não têm pasto: … os rios se secaram, e o fogo consumiu os pastos do deserto.’ “ – O Grande Conflito, p. 633.

Quarta praga – punição à adoração do Sol – “Não é difícil de ver a implicação religiosa na quarta praga que afeta o Sol. … O Sol era o objeto mais comum de adoração no mundo pagão. … Se a ‘marca da besta’… será a observância do domingo – quando esse dia for imposto por lei e os homens o observarem a despeito da questão de lealdade envolvida – então não é de surpreender que o Sol seja usado por Deus na quarta praga para mostrar a insensatez da humanidade. O Sol, que universalmente se acreditava ser uma fonte de bênção, transforma-se numa fonte de desgraça, porque ‘eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador’ (Rom. 1:25).” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 21 e 22, citado em LES893, p. 130.

16:10 O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e os homens mordiam de dor as suas línguas.

A quinta praga sobre o ‘trono da besta’ – “A ‘besta’ representa aqui principalmente o papado em sua situação restaurada – não tanto no aspecto religioso, mas em seu pretenso papel de poder mundial que domina sobre outros poderes mundiais.” – SDABC, vol. 7, p. 841 e 842, citado em LES893, p. 129.

“A praga de trevas literais que caiu sobre o Egito durou três dias, mas nas habitações dos israelitas havia luz (Êxo. 10:21-23). A quinta praga parece ser um tanto semelhante, mas se restringe ao ‘trono’ ou sede da besta papal (Roma) e de seu ‘reino’ – provavelmente os que são súditos eclesiásticos do papa. Visto que esse poder eclesiástico é considerado a voz moral do mundo, esse flagelo talvez envolva a suas trevas espirituais.” – LES893, p. 130.

16:11 E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram o Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.

16:12 O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do oriente.

Grande rio Eufrates seco – “’Babilônia’ perderá seu apoio. Importa notar que não é descrita nenhuma batalha sob a sexta praga (Apoc. 16:12-16). Na realidade, a praga incide sobre as águas do Eufrates, fazendo com que elas se sequem (verso 12). Estas são as ‘águas’ sobre as quais a Babilônia mística se acha sentada (Apoc. 17:1) e que são definidas como ‘povos, multidões, nações e línguas’ (verso 15).

“A batalha final contra o povo remanescente de Deus começou durante o tempo da graça (Apoc. 12:17; 13:15-17), a respeito da lei de Deus, especialmente sobre o selo de Deus, o sábado, e a marca da besta (a observância do domingo) imposta pelos poderes confederados da Grande Babilônia. Esses poderes são o dragão, a besta, a besta de dois chifres (o falso profeta) e os poderes políticos da Terra coligados (Apoc. 16:13 e 19). Em Sua segunda vinda, Cristo enfrentará finalmente essa coligação do mal (Apoc. 19:11-16 e 19).

“A sexta praga constitui um juízo sobre a Grande Babilônia. De algum modo ela perderá o apoio de seus súditos. Apoc. 17:16 indica que os antigos súditos de Babilônia se levantarão contra os seus líderes espirituais, a fim de destruir o sistema ao qual mostravam deferência.” – LES893, p. 132.

16:13 E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

Três espíritos imundos – “Três ‘espíritos maus’, é um trio que se contrapõe aos três anjos de Apocalipse 14:6-13, atuando através de três caminhos para capturar o mundo. Esses três caminhos são: (1) o dragão (paganismo; note que o dragão em Apocalipse 12 é basicamente Satanás [verso 9] e secundariamente Roma pagã [verso 4]), (2) a besta (catolicismo), e (3) o falso profeta (o protestantismo apostatado). Esses três ‘espíritos de demônios’ fazem ‘sinais e maravilhas’ para enganar o mundo e conduzi-lo à batalha final do Armagedom. Eis uma profecia sobre o impacto do espiritualismo no tempo do fim: ‘Mediante os dois grande erros – a imortalidade da alma e a santidade do domingo – Satanás há de enredar o povo em suas malhas.’ – Ellen G. White, O Grande Conflito, pág. 588. …

“A Nova Era é um fenômeno espiritualista [que cumpre Apoc. 16:12-16]. Promovendo livros como The Aquarian Gospel of Jesus the Christ (1907), The Urantia Book (1955) e A Course in Miracles (1975), procura explorar os ‘anos perdidos’ de Cristo, dos 12 aos 30. Apresenta a Jesus como um mero homem que se tornou deus, e que todos os seres humanos podem se tornar deuses. Assim, se nega a necessidade da Cruz. A Nova Era insiste numa conscientização global, envolvendo a maneira de pensar e o preparo para a volta de Cristo, que irá ensinar uma nova e exaltada religião. (Ver O Grande Conflito, págs. 499 e 589; Patriarcas e Profetas, pág. 56.) Alega-se ainda que Ele tem avançado além dos Seus ensinos de dois mil anos atrás. Essa idéia nega a eterna validade da Bíblia. O espiritualismo apela para o fantástico da mesma forma que Satanás, no Éden. A filosofia é ‘ver para crer’. Satanás apela para os sentidos para invalidar a Palavra de Deus. (ver Gen. 3:2-6.)” – LES963, lição 10, p. 4.

Ver Apêndice: “Semelhanças e contrastes entre Deus e Satanás (o dragão)”.

16:14 Pois são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.

“As mensagens proféticas de Daniel indicam que estamos vivendo, sem sobra de dúvida, no tempo do juízo pré-advento (Dan. 7:9-14; 8:14). Daniel predisse que esse julgamento ocorreria pouco antes da segunda vinda de Jesus.

“Durante esse tempo, de acordo com o livro de Apocalipse, ocorrerá uma união entre o protestantismo apostatado e o papado. Essa união se ligará também com forças espiritualistas pagãs e realizará milagres para enganar os habitantes da Terra. A imagem da besta (protestantismo imitando o papado medieval) irá pressionar o governo dos Estados Unidos e de outros países para aprovarem leis que favoreçam a religião papal.

16:15 (Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua nudez.)

Bem-aventurado aquele que vigia – “Visto que Jesus vem ‘como vem o ladrão’, Ele não será esperado pelo mundo. Durante os juízos finais, aqueles que se prepararam e se mantiveram vigilantes serão, porém, felizes. Eles se acham revestidos da justiça de Cristo. ‘[Permanecem] firmes na fé e no caráter e inteiramente leais a Deus.’ – SDABC, vol. 7, pág. 845. (Ver I Tess. 5:2-4; Apoc. 3:5.)” – LES893, p. 131.

“Nunca houve tão nítida separação entre os justos e os ímpios, como sucederá depois do fim  do tempo da graça, quando forem derramadas as sete últimas pragas. Grande será o sofrimento dos ímpios, e grande a privação dos justos. Estes louvarão a Deus por Sua misericórdia, e aqueles blasfemarão por causa de Seus juízos. Deus promete: ‘Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes.’ Apoc. 16:15.” – LES893, p. 122.

“Deus é justo e protegerá os que aceitarem o dom de Sua graça, oferecido com todo amor (Apocalipse 12:11). Os redimidos de Cristo que aceitaram o selo de Deus e recusaram a marca do anticristo não serão castigados com as sete últimas pragas (Salmo 12:7; Isaías 32:18, 19; Salmo 91:10, 11, 15). Os salvos louvarão ao Senhor por Seu livramento (Apocalipse 15:3-6).” – SRA/EP, p. 113.

16:16 E eles os congregaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.

Armagedom – “O que não se encontra em Apocalipse capítulo 16.

“a. Se é batalha, literalmente falando, ou não.

“b. Se usam armas ou não. Possivelmente seja do mesmo teor que a batalha do capítulo 12:7, porém ideológica.

“c. Quem está contra quem. (Em 19:19 isto é declarado).

“d. Tampouco diz muitas coisas que se tem dito e escrito em particular.” – SRA/EP, p. 118.

“Evidentemente a batalha se prepara durante a sexta praga pois a luta final ocorrerá durante a sétima praga, quando Deus Se lembrar da ‘grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor de Sua ira.’” – SRA/EP, p. 119.

Ver Apêndice: “Armagedom”.

Interpretação da sexta praga – “No decorrer de sua história, os adventistas têm sugerido uma ou outra de duas interpretações diferentes destes versículos (Apoc. 16:12-16). Note o seguinte:

Apoc. 16:12-16 Interpretação Literal Interpretação Simbólica
“O grande Rio Eufrates” O Império Otomano O povo sobre o qual domina a Babilônia mística
“Cujas águas secaram” Gradual dissolução do Império Romano Retirada do apoio a Babilônia
“Reis que vêm do lado do nascimento do Sol” Nações do Oriente Cristo e aqueles que O acompanham
“Três espíritos imundos” do “dragão”, da “besta” e do “falso profeta” Paganismo ou espiritismo, papado e protestantismo apostatado O mesmo que na segunda coluna
Ajuntam os reis para a batalha Convocam as nações, tanto de modo político, como militar, para a batalha O mesmo que na segunda coluna
“Então os ajuntaram no lugar que… se chama Armagedom” Vale de Megido Literal, no Norte da Palestina Última batalha do grande conflito entre Cristo e Satanás, travada na Terra

The SDA Bible Commentary Comentário Bíblico ASD), vol. 7, págs. 842-846 comenta minuciosamente esses versículos e os conceitos a seu respeito.” – LES893, p. 130 e 131.

16:17 O sétimo anjo derramou a sua taça no ar; e saiu uma grande voz do santuário, da parte do trono, dizendo: Está feito.

Sétima praga – a Vinda de Cristo – “Incrível oposição a Deus, tumultos terrestres, horríveis calamidades e guerras são interrompidos pela vinda de Cristo.” – LES893, p. 132.

“A sétima praga será universal, pois a atmosfera envolve o globo todo. Cidades serão reduzidas a escombros quando a saraivada e o terremoto destruírem asa realizações humanas.” – LES893, p. 132.

“A finalidade desse forte abalo é pôr em acentuado contraste a instabilidade das instituições do homem e a imutabilidade dos desígnios e planos de Deus. … Tarde demais o homem descobrirá que esteve construindo suas cidades-sonho sobre areia movediça, ao passo que, como Abraão na antiguidade, poderia ter aguardado ‘a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador’ (Heb. 11:10).” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 24, citado em LES893, p. 132 e 133.

16:18 E houve relâmpagos e vozes e trovões; houve também um grande terremoto, qual nunca houvera desde que há homens sobre a terra, terremoto tão forte quão grande;

Maiores desastres naturais – “Por ocasião da volta de Jesus acontecerá a pior devastação mundial de todos os tempos. Ocorrerá o maior terremoto universal, acompanhado do mais forte furacão e da mais pesada chuva de granizo jamais registrada.” – LES963, lição 13, p. 2.

16:19 e a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar o cálice do vinho do furor da sua ira.

16:20 Todas ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam.

16:21 E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraivada; porque a sua praga era mui grande.

Que acontecerá com o povo de Deus durante a grande convulsão final sob a sétima praga?

‘No dia de Sua vinda, a última grande trombeta é ouvida, e há um terrível estremecimento da terra e do Céu. A Terra inteira, das mais elevadas montanhas às mais profunda minas, ouvirá. Tudo será atravessado pelo fogo. A atmosfera contaminada será purificada pelo fogo. Tendo o fogo cumprido a sua missão, os mortos que foram depositados na sepultura sairão – alguns para a ressurreição da vida, para serem arrebatados para o encontro com o seu Senhor nos ares – e alguns para contemplarem a vinda dAquele que desprezarem e que agora reconhecem como sendo o juiz de toda a Terra.

“’Todos os justos são poupados das chamas. Podem caminhar através do fogo, como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego caminharam no meio da fornalha sete vezes mais aquecida do que era normalmente… Assim, no dia da vinda do Senhor, fumaça e fogo serão impotentes para prejudicar os justos. Aqueles que estão unidos com o Senhor escaparão sem dano.’ – Ellen G. White, Olhando para o Alto, p. 255.” – LES892, p. 168 e 169.

 

Bibliografia

Anderson, Roy A., O Apocalipse Revelado, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.

White, Ellen G., Primeiros Escritos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., 1987.

Seventh Day Adventist Bible Commentary.

White, Ellen G., Atos dos Apóstolos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

White, Ellen G., Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

Strand, Kenneth A., Interpreting the Book of Revelation. Ann Arbor Publishers, Naples, Florida.

White, Ellen, G., Caminho a Cristo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

 

Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-16.html



APOCALIPSE 16 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de outubro de 2018, 0:05
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APOCALIPSE 15 by Jeferson Quimelli
5 de outubro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/apocalipse/ap-capitulo-15/

Apocalipse 13 apresentou a imposição da adoração à besta, Apocalipse 14 convocou à adoração a Deus alertando para as consequências da adoração à besta. Em Apocalipse 15, os alertas de Apocalipse 14 se tornam realidade. Os fiéis temem a Deus e lhe dão glória (Ap. 14:7; 15:2-4), e os sete anjos se preparam para levar aos adoradores da besta as taças do vinho da cólera de Deus (Ap. 14:9-10; 15:1, 7). Apocalipse 15:8 aponta para o fim da intercessão de Cristo e, como consequência, o fim do tempo da graça. Jesus morreu e intercedeu por todos os seres humanos, a tríplice mensagem angélica clamou para que cada um se posicionasse ao lado do Criador. Mas, infelizmente muitos optaram por seguir a besta, adorar a criatura no lugar do Criador, e agora sofrerão as consequências de sua escolha.

Talvez seja difícil entender como um Deus de amor poderia agir assim. Esta é uma obra estranha para Deus (Is 28:21), mas necessária para a erradicação do pecado. Apocalipse 15 ainda está no futuro, hoje Jesus ainda está intercedendo no santuário celestial, a graça ainda está disponível. Deus hoje está te propondo a vida e a morte, escolha a vida (Dt. 30:19).

Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino Americano de Teologia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1428
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli

Audio online [voz: Valesca Conty]:



APOCALIPSE 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de outubro de 2018, 0:55
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APOCALIPSE 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de outubro de 2018, 0:45
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APOCALIPSE 15 – Estude este capítulo em seu contexto. Nele, chegamos num ponto muito importante para o mundo. Ele é o “clímax dos cap. 12-14 e introdução às sete taças de flagelos” (Bíblia Andrews).

Finda-se a oportunidade de salvação. Antes que ela acabe, precisamos estar com a vida em dia com a vontade divina. Deus está para dar fim ao sofrimento dos fieis, punindo os instrumentos de Satanás, criados para destruir os cristãos.

A profecia de seis trombetas foram juízos parciais sobre a Terra, encharcados de misericórdia. Ultrapassando Sua graça, Deus levantou um povo, estudante da Bíblia (Apocalipse 10:1-11:14), para alertar o mundo sobre a chegada do juízo (Apocalipse 14:6-12).

A ação daqueles que se levantaram das cinza da decepção amarga e testemunham outra vez após 1844 “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (10:11) com ousadia, revelando “o evangelho eterno” determinadamente “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua e povo” (14:6) “obtém uma resposta positiva de muitos [15:4]” (Bíblia Andrews).

Para aqueles que não se sensibilizaram, mas deixaram cauterizar a consciência com seu apego aos pecados, e consequentemente desprezaram toda oportunidade de salvação, sentirão Deus fazer justiça.

A profecia das trombetas ainda não terminou. As sete taças revelam o conteúdo da sétima trombeta (11:15-19).

Antes das sete taças serem despejadas sobre o mundo (v. 1), temos:

1. Um vislumbre da vitória dos fieis sobre a besta, sua imagem e número é visto nas dez pragas no Egito, resultantes do juízo de Deus para causar a libertação do Seu antigo povo (Êxodo 15). E, da mesma forma que os israelitas atravessaram ao Mar Vermelho e cantaram diante de Moisés, os salvos atravessarão o mar de angústia e chegarão à margem do mar de vidro, perante o trono de Deus, onde alegremente entoarão o cântico do Cordeiro (vs. 2-4): O cântico exalta:

• …as obras de Deus, nenhuma referência se faz às obras humanas.
• …a Deus, o Todo-poderoso sobre os poderes terrestres.
• …a vitória absoluta de Deus sobre os injustos opressores.

2. O fim do processo salvífico. A retirada dos Seres envolvidos na salvação dos pecadores, significa que, ao esvaziar o santuário celestial termina o tempo de graça aos mortais (vs. 5-8).

Reavivemo-nos agora que seja tarde! – Heber Toth Armí.



Apocalipse 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de outubro de 2018, 0:30
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“Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das Nações!” (v.3).


Fico tentando imaginar as sensações que João sentiu ao contemplar as visões de Apocalipse. As descrições são de elementos estonteantes e de seres cuja perfeição o ser humano não pode conceber. E o que dirá contemplar o próprio Criador em Seu majestoso trono? Certamente, João, assim como Daniel, foi considerado um homem “mui amado” (Dn.9:23)! Então, mais uma cena é revelada ao discípulo amado, e mesmo que já tivesse contemplado por tantas vezes o sobrenatural, ele mesmo a descreveu como sendo um “sinal grande e admirável” (v.1). Ele viu “sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus” (v.1).

Quando Jesus estava no Getsêmani, em Sua agonia antes da morte iminente, Ele fez a seguinte oração: “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice! Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mt.26:39). A mensagem do terceiro anjo diz que o ímpio “beberá do vinho da cólera de Deus… do cálice da Sua ira” (Ap.14:10). Foi deste cálice que Cristo pediu para não beber, mas que, submisso à vontade do Pai, tomou até à última gota para nos resgatar. Eis o valor deste sacrifício: “Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre” (Sl.49:8). Cristo pagou o preço dos nossos pecados de uma vez por todas para que não tenhamos que experimentar do cálice que Ele bebeu. Deus não nos criou para a destruição, amados! Ele nos resgatou para a recriação! O castigo final foi preparado “para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), contudo, também terá de destruir “os que destroem a terra” (Ap.11:18), aqueles que, desconsiderando as advertências do Senhor e amando o pecado, caminham para o mesmo destino de seu algoz.

Como Israel no deserto, o povo de Deus é cercado por águas, montanhas e inimigos, circunstâncias desfavoráveis, e custamos entender que servimos ao mesmo Deus que lhes abriu caminho seco no meio do mar (Êx.14:22) e que andou por sobre as águas (Mt.14:25). Naquela ilha prisão, a paisagem que João contemplava dia após dia era a do mar por todos os lados. Entretanto, Deus lhe concedeu ver um mar diferente, “um mar de vidro, mesclado de fogo” (v.2). Em sua condição, o mar representava uma limitação. Sua liberdade de ir e vir havia sido restringida pelas autoridades romanas. Mas o mar que está muito além de nosso olhar terreno não mais será um divisor de territórios, e sim o palco do maior coral que o Universo há de contemplar.

Quando estudamos o capítulo cinco de Apocalipse, vimos que os anjos e os vinte e quatro anciãos tinham nas mãos “taças cheias de incenso, que são as orações dos santos” (Ap.5:8), representando o tempo da graça de Deus sobre a humanidade. Quando, porém, os sete anjos saírem do santuário, detentor “do Testemunho” (v.5; Êx.31:18), com as “sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus” (v.7), o santuário se encherá “de fumaça procedente da glória de Deus e do Seu poder” (v.8) e cessada será a obra de intercessão, findo o tempo da graça. Então, “continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). Deus fará justiça definitiva a Seu povo. Em sua incompreensão acerca desta mensagem, o salmista Asafe quase se perdeu por olhar na direção errada. A injustiça humana e a prosperidade dos ímpios o deixava perplexo, até que seus olhos se abriram para olhar para o lugar certo: “até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles” (Sl.73:17).

Ainda estamos vivendo em tempo de graça, meus irmãos. Mas eis que este tempo caminha para o seu fim, quando cada um terá de responder por seus próprios atos. Enquanto ainda temos acesso ao santuário de Deus que, pela fé, possamos ascender ao Santíssimo todos os dias com Cristo. Entreguemos diante do altar a oferta diária de um coração contrito. Ofereçamos diante de Deus o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:1) e clamemos para que o Espírito Santo continue realizando a Sua perfeita obra em nossa vida. Que lá no Céu, quando estivermos em pé no mar de vidro, possamos ver o olhar de João recordando ter visto os nossos rostos naquela visão e o olhar penetrante de Jesus a nos dizer: “porque Eu vivo, vós também vivereis” (Jo.14:19).

Bom dia, vencedores com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Apocalipse15 #RPSP

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APOCALIPSE 15 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
5 de outubro de 2018, 0:10
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1755 palavras

Os cânticos de Moisés e do Cordeiro – O envio das sete pragas

“O capítulo 15 nos informa sobre a natureza geral das pragas, quem as derrama e de onde elas provêm. É dada a certeza de que nem todos sofrerão essas pragas.” – LES893, p. 123.

                “Os acontecimentos de apocalipse 15 e 16 ocorrerão pouco antes da ceifa, que estudamos na semana passada. Estes capítulos descrevem a tribulação que ocorrerá entre o fim do tempo da graça (Apoc. 22:11) e a segunda vinda de nosso Senhor. O ‘fim do tempo da graça’ será a ocasião em que Cristo deixará de interceder no santuário celestial. …

“Ao estudar [Apoc. 15 e 16] … note as alusões que são feitas ao cuidado de Deus pelos justos. O Senhor revelou não somente que Seu povo fiel será amparado no sentido físico e espiritual durante esse tempo muito difícil, mas também que suas aflições os ajudarão a eliminar todo apego às coisas terrenas.” – LES893, p. 122 e 123.

15:1 Vi no céu ainda outro sinal, grande e admirável: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas; porque nelas é consumada a ira de Deus.

                As dez pragas – o amor de Deus como indignação moral – “As dez pragas que caíram sobre o Egito e as sete últimas pragas que cairão sobre a última geração de seres humanos têm semelhanças e diferenças. Se bem que as pragas do Egito fossem juízos sobre os ‘deuses’ desse país (Êxo. 12:12), destinavam-se a levar os egípcios ao arrependimento. Em contraste com isso, as sete últimas pragas serão de natureza punitiva. Como o tempo da graça terminará antes que elas caiam, a misericórdia não estará mais mesclada com o castigo. (Ver O Grande Conflito, págs. 632 e 633.)” – LES893, p. 123.

                “A ira de Deus é o amor de Deus transformado em indignação moral contra os que persistentemente calcam aos pés os que persistentemente calcam aos pés os princípios da ordem espiritual.” – S. Júlio Schwantes, “As Sete Últimas Pragas”, Liberty (março/abril de 1974), p. 19, citado em LES893, p. 123.

                Últimas – “Juízos, punições e ‘pragas’ ocorreram antes na história da raça humana. Essas pragas serão as últimas; não haverá outras. Mas os perdidos de todas as épocas terão ainda de enfrentar a punição final no fim dos 1.000 anos de Apocalipse 20.

                “As pragas terão efeitos de longo alcance. Cairão sobre os pecadores ao redor do mundo e terminarão na gloriosa vinda de Cristo, a qual será fogo consumidor para os ímpios. (Ver II Tess. 2:8; II S. Ped. 3:7, 10 e 12.)” – LES893, p. 124.

                A ira de Deus – “Note esses fatos acerca da ira de Deus:

                “a) Cristo sofreu a ira de Deus. ‘A espada da justiça foi desembainhada, e a ira de Deus contra a iniqüidade recaiu sobre o substituto do homem, Jesus Cristo, o unigênito do Pai.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 5, pág. 1.103. (Grifo acrescentado.)

                “b) Nossa escolha é importante. ‘A ira de Deus não cairá sobre uma alma que nEle procura refúgio. Deus mesmo declarou: ‘Vendo Eu o sangue, passarei por cima de vós.’ ‘ – Testemunhos Para Ministros, pág. 157.

                “c) Rejeitar a Cristo é o maior pecado. ‘A morte de Cristo traz para aquele que rejeita Sua misericórdia a ira e os juízos de Deus, não misturados com clemência. Esta é a ira do Cordeiro. Mas a morte de Cristo é esperança e vida eterna para todos os que O aceitam e crêem nEle.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol 5, pág. 1.107.

                “d) Os pecadores não precisam sofrer. A justiça requer que a transgressão da lei de Deus receba a devida punição, como se deu em nosso Substituto, o Cristo inocente. Mas a maravilhosa graça de Deus oferece perdão a homens e mulheres que não o merecem. Aceitando o sofrimento de Cristo, podem ficar livres das conseqüências finais de seu pecado (Rom. 8:1).” – LES89, p. 124.

15:2 E vi como que um mar de vidro misturado com fogo; e os que tinham vencido a besta e a sua imagem e o número do seu nome estavam em pé junto ao mar de vidro, e tinham harpas de Deus.

                O objetivo da visão – “O objetivo de visão de Apocalipse 15:2-4 não foi dada para demonstrar que os salvos estarão no Céu durante o derramamento das pragas na Terra. Justos vivos, na Terra, quando Jesus vier em glória ‘são esses os que vêm da grande tribulação’ (Apoc. 7:14). A visão de Apocalipse 15:2-4 descreve as pessoas sobre as quais as pragas não cairão, pois enquanto estiveram na Terra obtiveram a vitória sobre a besta, a sua imagem e sua marca (verso 2). Esses vitoriosos são apresentados em brilhante contraste com os ímpios, que irão sofrer as pragas.” – LES96, lição 11, p. 3.

                Os vencedores em pé, junto ao mar de vidro – “Ao passo que João recebia a revelação das últimas grandes lutas da Igreja com as potências do mundo, foi-lhe dado também contemplar a vitória final e o libertamento dos fiéis … . Olhando através do fumo e ruído da batalha, notou sobre o monte Sião, unido ao Cordeiro, um grupo que, em vez do sinal da besta, ‘em suas testas tinham escrito o nome … de Seu Pai’.” – Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 351, citado em LES783, p. 124.

                Pragas – manifestação do caráter – “As pragas agem como o corante sobre a madeira. Quando o artesão aplica o corante, este realça os veios da madeira e salienta as qualidades naturais que não eram tão evidentes antes disso.” – LES893, p. 125

                “Sob as sete últimas pragas é claramente manifestado o caráter das pessoas dos dois lados. Os rebeldes contra Deus ficam aferrados em sua rebelião, recusando arrepender-se, continuando a blasfemar, e ansiosos, se possível, de tirar a vida dos seguidores de Deus. O povo do Senhor permanece fiel em sua obediência, preferindo, se necessário, depor a vida a desonrar a Deus.” – C. M. Maxwell, God Cares, vol. 2, p. 443, citado em LES893, p. 125.

15:3 E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, ó Senhor Deus Todo-Poderoso; justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos.

                O cântico de Moisés – “…é uma referência ao cântico de livramento que Israel entoou depois de haver atravessado o Mar Vermelho e estar livre da opressão egípcia. (Ver Êxodo 15:1-21.) Em pé no mar de vidro, os remidos entoarão o cântico do livramento da tirania de ‘Babilônia’.” – LES893, p. 125.

                O cântico do Cordeiro – “…é o hino de louvor que os remidos cantam a Cristo pelo livramento do pecado efetuado por Ele. Eles exaltam tanto o Filho como o Pai.” – LES893, p. 125.

                Justos e verdadeiros são os Teus caminhos –“No dia do juízo final, toda alma perdida compreenderá a natureza de sua rejeição da verdade. A cruz será apresentada, e sua real significação será vista por todo espírito que foi cegado pela transgressão. Ante a visão do Calvário com sua misteriosa Vítima, achar-se-ão condenados os pecadores. Toda falsa desculpa será banida. A apostasia humana aparecerá em seu odioso caráter. Os homens verão p que foi sua escolha. Toda questão de verdade e de erro, na longa controvérsia, terá então sido esclarecida. No juízo do Universo, Deus ficará isento de culpa pela existência ou continuação do mal. Será demonstrado que os decretos divinos não são cúmplices do pecado. Não havia defeito no governo de Deus, nenhum motivo de desafeto. Quando os pensamento de todos os corações forem revelados, tanto os leais como os rebeldes se unirão em declarar: ‘Justo e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos. …’ “ – O Desejado de Todas as Nações, p. 48.

15:4 Quem não te temerá, Senhor, e não glorificará o teu nome? Pois só tu és santo; por isso todas as nações virão e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.

15:5 Depois disto olhei, e abriu-se o santuário do tabernáculo do testemunho no céu;

15:6 e saíram do santuário os sete anjos que tinham as sete pragas, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos, à altura do peito com cintos de ouro.

15:7 Um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira do Deus que vive pelos séculos dos séculos.

15:8 E o santuário se encheu de fumaça pela glória de Deus e pelo seu poder; e ninguém podia entrar no santuário, enquanto não se consumassem as sete pragas dos sete anjos.

“Ninguém podia entrar no santuário”: o fim da mediação (tempo da graça) – “A Santa Bíblia diz que ‘aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo’ (Hebreus 9:27). Apocalipse 15:7, 8 diz que quando os sete anjos receberam as ‘sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus’, o santuário onde Jesus intercede durante o juízo ‘se encheu de fumaça, procedente da glória de Deus e do Seu poder, e ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos’, o que nos sugere que então haverá passado o tempo da graça e preparação; já não haverá acesso ao trono da graça.” – SRA/EP, p. 113.

“Vi então que Jesus não abandonaria o lugar santíssimo sem que cada caso fosse decidido, ou para a salvação ou para a destruição; e que a ira de Deus não poderia manifestar-se sem que Jesus concluísse Sua obra no lugar santíssimo, depusesse Seus atavios sacerdotais, e Se vestisse com vestes de vingança. Então Jesus sairá de entre o Pai e os homens, e Deus não mais silenciará, mas derramará Sua ira sobre aqueles que rejeitaram Sua verdade… .

“Vi que os quatro anjos segurariam os quatro ventos até que a obra de Jesus estivesse terminada no santuário, e então viriam as sete últimas pragas.” – Primeiros Escritos, p. 36, citado em LES893, p. 126

“Deixando Ele o santuário, as trevas cobrem os habitantes da Terra. Naquele tempo terrível os justos devem viver à vista de um Deus santo, sem intercessor.” – O Grande Conflito, p. 620.

O tempo da graça terminará de maneira repentina e inesperada – “Foi mostrado a João que antes do derramamento das pragas o templo celestial ficará tão cheio da glória de Deus que ninguém poderá penetrar ali (Apoc. 15:8). Isto significa que Cristo, nosso Mediador, terminará o Seu ministério antes que caiam as sete últimas pragas.

“Se Deus revelasse a data do fim do tempo da graça, milhões de pessoas só O serviriam por ficarem com medo. Serviriam ao próprio eu e ao mundo até o último momento, quando se veriam forçados a emendar-se para poupar a vida.” – LES893, p. 128.

“Quando findar o tempo da graça, isto dar-se-á repentina e inesperadamente – numa ocasião em que menos se espera. Mas podemos ter hoje um registro limpo no Céu e saber que Deus nos aceita; e, finalmente, se formos fiéis, seremos levados para o reino celestial.” – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, p. 989, citado em LES893, p. 128.

 

Bibliografia

Anderson, Roy A., O Apocalipse Revelado, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.

White, Ellen G., Primeiros Escritos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., 1987.

Seventh Day Adventist Bible Commentary.

White, Ellen G., Atos dos Apóstolos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

White, Ellen G., Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

Strand, Kenneth A., Interpreting the Book of Revelation. Ann Arbor Publishers, Naples, Florida.

White, Ellen, G., Caminho a Cristo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

Publicado originalmente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-15.html



APOCALIPSE 15 – COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
5 de outubro de 2018, 0:05
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