Reavivados por Sua Palavra


COMENTÁRIO GÊNESIS 6 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
18 de outubro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 6 – A corrupção da humanidade não é característica apenas dos últimos dias. Ela é tão antiga quanto a queda, e desenvolveu-se muito rapidamente. A progressão do mal tornou-se quase irreversível, a tal ponto de ter que colocar um freio acionado por Deus. Esse freio chama-se dilúvio, que tornou-se a barreira ao aumento da perversidade.

A coisa piorava na sociedade, a maldade penetrou em cada canto do mundo e do coração da humanidade. Gênesis 6 mostra a Israel, que ao receber a mensagem desse livro estava no Egito (e também a nós), que Deus toma providências radicais quando o mal parece sufocar ao bem.

Em meio aos perigos oriundos da corrupção, “Gênesis proporcionou a Israel a base teológica e histórica de sua existência como povo escolhido de Deus. Israel podia traçar sua genealogia até o patriarca Abraão, a quem Deus havia escolhido dentre as nações dispersas, e a quem fez as grandes promessas pactuais de que teria posteridade e território”. Desta forma, “o conteúdo de Gênesis dava segurança aos israelitas de que Deus os daria o futuro prometido, e que Ele era capaz de cumprir com Suas promessas” (Walvoord e Zuck).

1. O dilúvio aconteceu como uma ação direta de Deus no mundo, participando ativamente na história humana; a literalidade do dilúvio é ratificada por profetas posteriores (Isaías 54:9), pelos apóstolos (I Pedro 3:20; II Pedro 2:5; 3:6), pelo próprio Jesus (Mateus 24:37-39; Lucas 17:26-27) e também por muitos achados arqueológicos em todo mundo.
2. O objetivo divino com a inundação mundial foi colocar limites à corrupção moral, social, física e espiritual numa sociedade que sofria no império da violência.

Observe estes dois importantes pontos:

• Visando atingir as famílias, Satanás promove o jugo desigual, e o resultado é catastrófico (vs. 1-6);
• Visando salvar a família, Deus chama Noé: Sua família é a única e entrar na arca especial para livrar-se do dilúvio (vs. 7-22).

A graça de Deus atua na desgraça humana; porém, cada pessoa decide aceitar ou rejeitar o presente divino. Ele entra em cena e salva quem se apega a Seu método de resgate.

Deus é paciente, mas não passivo. Ele atua quando o mal desafia Seus planos. Se outrora agiu contra a violência e imoralidade, Ele logo agirá no presente! Preparemo-nos! – Heber Toth Armí.


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