Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 18 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by jquimelli
8 de outubro de 2018, 0:10
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2921 palavras

A queda de Babilônia

18:1 Depois destas coisas vi descer do céu outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada com a sua glória.

Depois destas coisas – “Situar Apocalipse 18 no tempo certo é muito importante. João diz no verso 1: ‘Depois destas coisas vi…’ Após a descrição do que tinha visto antes, o profeta continua a dar informações do Senhor. Apocalipse 18:1-4 deverá concentrar-se no período que precede de perto o fim do tempo da graça, pois as pessoas são convidadas a atender ao apelo de Deus.” – LES893, p. 144.

Outro anjo – “O verso 1 fala de ‘outro anjo’. Esse anjo une a voz à dos três anjos de Apocalipse 14:6-12. A relação entre essa passagem e Apocalipse 14:8 é bem evidente.” – Idem.

Terra iluminada – “A promessa contida em Apoc. 18:1 de que o Espírito de Deus será derramado de maneira especial, é muito importante. A mensagem desse anjo vem com ‘grande poder’ e ilumina o mundo com sua glória. Esse anjo simboliza o último apelo de Deus á humanidade na forma da intensa proclamação mundial das mensagens dos três anjos de Apoc. 14:6-12. A grande luz que circunda a terra e a forte e penetrante voz do anjo representam o derramamento do Espírito Santo na chuva serôdia, para habilitar a Igreja a completar sua missão na Terra.” – LES893, p. 138.

“O anjo que se une na proclamação da mensagem do terceiro anjo, deve iluminar a Terra toda com a sua glória. Prediz-se com isto uma obra de extensão mundial e de extraordinário poder… . Esta obra será semelhante à do dia de Pentecostes. Assim como a ‘chuva temporã’ foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início do evangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a ‘chuva serôdia será dada em seu final para o amadurecimento da seara.” – O Grande Conflito, p. 616.

“A obra deste anjo vem, no tempo devido, unir-se à última grande obra da mensagem do terceiro anjo, ao tomar esta o volume de um alto clamor.” – Primeiros Escritos, p. 277.

18:2 E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável.

A queda gradual de Babilônia – “… duas espécies de queda de Babilônia: 1) Sua ruína ou destruição, segundo consta em Apocalipse 18; e 2) a queda espiritual de Babilônia – da verdade para o erro – proclamada pelo segundo anjo de Apocalipse 14 e pelo anjo do capítulo 18, versos 1-3. A comparação das mensagens de Apoc. 14:8 e 18:1-3 indica que a queda de Babilônia é gradual. Quando é rejeitada a luz, ela acaba se transformando em trevas (S. João 12:35 e 36). (Ver O Grande Conflito, pág. 609 e 610.) “ – LES893, p. 146.

                A Queda de Babilônia – Divisão Radical do Cristianismo – “O cristianismo é um corpo dividido de fiéis. Isso tem preocupado atualmente os líderes cristãos, que tentam de todas as formas remediar a situação. Um dos objetivos do movimento ecumênico é contribuir para melhorar a situação da igreja cristã. A busca de soluções para os sérios problemas sociais também tem contribuído para diminuir as fraturas dentro do cristianismo. Os crentes estão tentando se unir para conseguir as reformas sociais.

“Mas a igreja cristã permanece hoje mais dividida do que nunca. Diferentes grupos ou seitas brotam a cada dia, como resultado de descontentamentos ou desentendimentos entre os membros das igrejas. É dentro deste contexto de fragmentação religiosa que temos de anunciar a queda de Babilônia. A coisa soa como uma predição de futura fragmentação, mas não é o caso.

“A queda de Babilônia significa que a comunidade cristã está em vias de ser reagrupada. Tudo vai ser reduzido a dois segmentos opostos, ambos clamando que têm a Cristo como seu Salvador. Ambos crerão que Cristo é o único meio de salvação. Mas estarão radicalmente separados entre si por diferentes compreensões da justificação pela fé e por conceitos sobre a soberania de Cristo na vida da igreja e do crente individualmente.

“A queda de Babilônia causa tanto furor porque todo o mundo será polarizado, forçado a escolher entre a falsa mensagem sobre o que significa ser cristão e o verdadeiro cristianismo. Ninguém que esteja vivo nessa época poderá ficar sem tomar uma decisão contra ou a favor do verdadeiro Deus.” – LES963, lição 7, p. 3A.

                A Queda de Babilônia – Conflito Entre a Verdade e o Erro – “A queda de Babilônia significa que o conflito entre a luz e as trevas será travado dentro da igreja. Isso é uma coisa espantosa. É mais fácil crer que no grande conflito a igreja é constantemente atacada por elementos externos e que sempre permanecerá fiel a Deus, mas nem sempre é isso que ocorre.

“A história da igreja … mostra que as forças do mal conseguem introduzir na comunidade cristã importantes erros doutrinários que chegam a ocultar a obra de Cristo por nós. A professa igreja cristã atual prega uma mistura de verdade bíblica com falsidade pagã.

“A reforma protestante foi uma tentativa de restaurar o puro evangelho para a igreja, mas não chegou a completar seu objetivo. Pouco a pouco a comunidade protestante foi se apartando da autoridade da Bíblia e se expondo mais e mais às distorções da verdade.

“Como a queda de Babilônia está diretamente ligada com a rejeição e distorção da verdade bíblica, temos de concluir que essa queda é progressiva. Somos avisados de que: ‘A Escritura Sagrada declara que Satanás, antes da vinda do Senhor, operará ‘com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça’; e ‘os que não receberam o amor da verdade para se salvarem’ serão deixados à mercê da operação do erro, para que creiam a mentira’. II Tess. 2:9-11. A queda de Babilônia se completará quando esta condição for atingida, e a união da igreja com o mundo se tenha consumado em toda a cristandade. A mudança é gradual, e o cumprimento perfeito de Apocalipse, capítulo 14, verso 8, está ainda no futuro. – Ellen G. White, O Grande Conflito, págs. 389 e 390.

“As implicações dessa declaração são importantes, por vários motivos. O mundo protestante não ruiu ainda totalmente; Deus ainda o está utilizando, dentro do possível. O povo de Deus ainda faz parte da comunidade cristã em geral, e isso deveria motivar nossos desafios missionários. A natureza progressiva da queda significa que a igreja cristã está em processo de apostasia, e essa apostasia será completa antes da volta de Cristo.” – LES963, lição 7, p. 4A.

A Queda de Babilônia – União da Igreja com o Estado – “Babilônia não deve ser apenas definida como um movimento religioso baseado numa mistura mundial, mas também é um misto de forças religiosas e políticas. Portanto, a queda de Babilônia significa que a igreja irá procurar e irá conseguir o apoio do governo para impor suas convicções e idéias. A Bíblia diz que os reis e poderosos da terra são oferecer seu poder e autoridade a Babilônia (Apoc. 17:13).

“A rejeição da soberania de Cristo faz com que o crente se sinta sem poder e carente de outra fonte de poder. Essa foi a experiência dos israelitas, antes da queda de Jerusalém, em 586 a.C. Em vez de confiar no Senhor, os israelitas buscaram o apoio dos egípcios para vencer os inimigos. Só que o poder humano não consegue oferecer aquilo que apenas o poder divino pode garantir, assim os israelitas caíram quando tentavam se preservar.

‘A queda de Babilônia não tem a ver apenas com a rejeição e distorção da verdade, mas também com a rejeição da fé e compromisso com o Senhor e Salvador. Na realidade, Babilônia cai quando confia no poder humano, nas leis e nos acordos para conseguir a segurança e a salvação da raça humana.

“A alternativa oferecida à igreja cristã é o retorno ao Senhor e à Bíblia como única regra de fé e prática. Em Cristo e em Sua Palavra, pela coerente submissão a Ele, podemos encontrar a segurança que Babilônia não consegue oferecer.” – LES963, lição 7, p. 5A.

18:3 Porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.

18:4 Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas.

Sai dela, povo meu – “Esta solene declaração divina demonstra que há pessoas bem-intencionadas dentro de Babilônia, os quais demonstrarão sua sinceridade obedecendo à ordem de Deus de sair dela.” – SRA/EP, p. 120.

“A razão pela qual há sinceros dentro das igrejas equivocadas é porque ignoram o que temos descoberto ao estudar a revelação de Deus que está no Apocalipse. Mas permanecer nestas igrejas depois de conhecer a vontade do Senhor seria um ato de desobediência e rebelião que identificaria essas pessoas com os pecados de Babilônia pelo qual Deus Se vê obrigado a castiga-los com as pragas ou flagelos destinados a Babilônia. Por isso o Salvador diz: Sai dela, povo Meu. …

“’Não sejais participantes de seus pecados’, é como se Deus nos estivesse dizendo: ‘Não sejais cúmplices, porque o cúmplice é culpado’, e até os juízes terrestres sabem que para ser justos, o culpado deve ser condenado.” – SRA/EP, p. 122.

“O capítulo 18 do Apocalipse indica o tempo em que, como resultado da rejeição da tríplice mensagem do capítulo 14, versos 6-12, a igreja terá atingido completamente a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus, ainda em Babilônia, será chamado a separar-se de sua comunhão. Esta mensagem é a última que será dada ao mundo, e cumprirá a sua obra. Quando os que ‘não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade’ (II Tessalonicenses 2:12), forem abandonados para que recebam a operação do erro e creiam a mentira, a luz da verdade brilhará então sobre todos os corações que se acham abertos para recebê-la, e os filhos do Senhor que permanecem em Babilônia atenderão ao chamado: ‘Sai dela, povo meu.’ Apocalipse 18:4” – O Grande Conflito, p. 390.

“Compare isto com o apelo de Deus para que Israel saísse de Babilônia literal. (Isa. 48:20; Jer. 51:45.)” – LES893, p. 145.

“Como o povo de Deus antigamente saiu de Babilônia literal para que eles pudessem retornar a Jerusalém, assim o Seu povo hoje é chamado para fora de Babilônia mística, para que sejam considerados dignos de entrar na Nova Jerusalém.” – SDABC, vol. 7, p. 861, citado em LES893, p. 145.

“É impossível permanecer imparcial no grande conflito entre Cristo e Satanás. Por isso Deus revela amorosamente o que o homem não poderia ver na luta entre o bem e o mal e misericordiosamente (porque deseja nossa salvação) exige uma decisão.” – SRA/EP, p. 132.

Alto Clamor – “As mensagens dos três anjos (Apoc. 14:6-13) atingirão o clímax no ‘alto clamor’, o chamado final a toda humanidade para vir a Cristo (Apoc. 18:1-4). Esse é o último convite para sair de babilônia antes da queda das pragas (Apoc. 18:4 e 8; comparar com 16:1-21). Da mesma forma que a contrafação de Satanás, através dos ‘três espíritos maus’ (Apoc. 16:12-16), também as mensagens dos três anjos, chegam ao seu ponto máximo no alto clamor, atingindo o mundo todo (Apoc. 14:6).” – LES963, lição 10. p. 6.

“…Deus ainda tem um povo em Babilônia; e, antes de sobrevirem Seus juízos, esses fiéis devem ser chamados a sair, para que não sejam participantes dos seus pecados e não incorram nas suas pragas.” – O Grande Conflito, p. 610.

“Ao chegar o tempo para que… [a mensagem do terceiro anjo] seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos… . Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão.” – Idem, p. 612.

“Deus usará maneiras e meio pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos.” – Testemunhos Para Ministros, p. 300, citado em LES893, p. 145.

Decadência de Babilôniapecados acumulados – “Da verdade para o secularismo e para o espiritismo. Desde o desapontamento em 1844, a teoria da evolução e a influência da crítica destrutiva da Bíblia têm causado muita descrença na cristandade. No pensamento de grande número de pessoas não há lugar para milagres ou para a intervenção sobrenatural de Deus.

“Muitos cristãos deixaram de lado a oração a um deus pessoal. A divindade de Cristo, Seu nascimento virginal, ações miraculosas, ressurreição literal e corpórea têm também sido rejeitados.

“O quadro tornou-se mais confuso com a vasta difusão do espiritismo e o volver de muitos cristãos para religiões orientais e numerosas seitas. O Movimento da Nova Era, com suas raízes no ocultismo e no misticismo oriental, impregna todos os níveis da sociedade, influenciando as pessoas nos negócios de saúde, na educação e nos entretenimentos. Não é de admirar que Deus nos advirta da queda de Babilônia e apele para que Seu povo se retire dela (Apoc. 18:4 e 5).” – LES893, p. 92.

18:5 Porque os seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela.

18:6 Tornai a dar-lhe como também ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ela em dobro.

A última mensagem do Céu para a humanidade. Apoc. 18:6-24 parece explicar melhor como a sétima praga desfaz a confederação de forças religiosas, políticas e econômicas que conspiram contra a causa e o povo de Deus, no fim do tempo.” – LES893, p. 138.

18:7 Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, tanto lhe dai de tormento e de pranto; pois que ela diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e de modo algum verei o pranto.

18:8 Por isso, num mesmo dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será consumida no fogo; porque forte é o Senhor Deus que a julga.

Efeito das pragas sobre Babilônia – “Apocalipse 18 continua explicando mais detalhadamente os efeitos das pragas sobre Babilônia mística (versos 4-8). Esse capítulo como que é uma lamentação pela ruína da grande cidade de Babilônia, durante a sétima praga (Apoc. 16:19). Os lamentos mostram a aliança corrupta de forças políticas e econômicas com a religião apóstata. O simbolismo é extraído de Isaías 13, 14 e 47; Jeremias 25, 50 e 51; Ezequiel 26-28.

“A lamentação sobre a destruição de Babilônia se divide em três partes: 1) o lamento dos reis da terra – os poderes políticos (versos 9 e 10; 2) o lamento dos mercadores que negociaram com ela – as forças econômicas envolvidas (versos 11-17); 3) o lamento dos capitães de navios que também mantiveram relações comerciais com ela (versos 18 e 19).

“O desfecho simbólico se dá quando João vê um anjo forte lançar para dentro do mar uma grande pedra de moinho dizendo: ‘Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.’ Verso 21” – LES893, p. 145 e 146.

18:9 E os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em delícias, sobre ela chorarão e prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio;

18:10 e, estando de longe por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande cidade, Babilônia, a cidade forte! pois numa só hora veio o teu julgamento.

18:11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém compra mais as suas mercadorias:

18:12 mercadorias de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho fino, de púrpura, de seda e de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, e todo objeto de marfim, de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore;

18:13 e canela, especiarias, perfume, mirra e incenso; e vinho, azeite, flor de farinha e trigo; e gado, ovelhas, cavalos e carros; e escravos, e até almas de homens.

18:14 Também os frutos que a tua alma cobiçava foram-se de ti; e todas as coisas delicadas e suntuosas se foram de ti, e nunca mais se acharão.

18:15 Os mercadores destas coisas, que por ela se enriqueceram, ficarão de longe por medo do tormento dela, chorando e lamentando,

18:16 dizendo: Ai! ai da grande cidade, da que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas! porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas.

18:17 E todo piloto, e todo o que navega para qualquer porto e todos os marinheiros, e todos os que trabalham no mar se puseram de longe;

18:18 e, contemplando a fumaça do incêndio dela, clamavam: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?

18:19 E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamavam, chorando e lamentando, dizendo: Ai! ai da grande cidade, na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência! porque numa só hora foi assolada.

18:20 Exulta sobre ela, ó céu, e vós, santos e apóstolos e profetas; porque Deus vindicou a vossa causa contra ela.

Exulta – “Porque santos apóstolos e profetas são convidados a exultar sobre a queda definitiva e completa de Babilônia? Apoc. 18:20-24; comparar com Jer. 51:48 e 49.” – LES893, p. 145.

“Então o céu e a terra, com tudo quanto neles há, jubilarão sobre Babilônia; pois do norte lhe virão os destruidores, diz o Senhor. Babilônia há de cair pelos mortos de Israel, assim como por Babilônia têm caído os mortos de toda a terra.” – Jer. 51:48 e 49.

18:21 Um forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada.

18:22 E em ti não se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de flautistas e de trombeteiros; e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e em ti não mais se ouvirá ruído de mó;

18:23 e luz de candeia não mais brilhará em ti, e voz de noivo e de noiva não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.

18:24 E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.

Bibliografia

Anderson, Roy A., O Apocalipse Revelado, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.

White, Ellen G., Primeiros Escritos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., 1987.

Seventh Day Adventist Bible Commentary.

White, Ellen G., Atos dos Apóstolos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

White, Ellen G., Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

Strand, Kenneth A., Interpreting the Book of Revelation. Ann Arbor Publishers, Naples, Florida.

White, Ellen, G., Caminho a Cristo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

 

Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-18.html


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