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“Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do Seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder, depois de ter feito purificação dos pecados, assentou-Se à direita da Majestade, nas alturas” (v.3).
A discussão acerca da autoria de Hebreus é ampla e antiga. Ao longo de séculos, grandes estudiosos têm se debruçado sobre esta epístola e a examinado com minúcia a fim de encontrar indícios que confirmem suas expectativas. No entanto, maior luz há sobre o seu conteúdo que, independente do instrumento humano, revela preciosas verdades (apesar de ser adepta da corrente que defende a autoria paulina). “Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho” (v.1-2). O autor introduziu esta epístola exaltando a pessoa de Cristo Jesus e mostrando, através da própria Escritura, a clara distinção entre Cristo e os anjos.
Destinado aos judeus cristãos, este sermão em forma de carta certamente foi escrito com o objetivo de proporcionar uma clara compreensão sobre o ministério de Jesus a partir dos escritos do Antigo Testamento, e como todos os símbolos apontavam para o Redentor da humanidade. Os anjos desempenharam um papel fundamental nos primórdios de Israel. Esses mensageiros de Deus apareceram a alguns de seus patriarcas em visões, sonhos e até em forma corpórea. Por vezes, entretanto, a Bíblia se refere ao “Anjo do Senhor” de forma diferenciada, como sendo o próprio Deus. Ele não negava que O adorassem, quando, por exemplo, apareceu a Josué e este O adorou (Js 5:14).
Mesmo que a expressão utilizada em Josué tenha sido “um homem”, não deixa de assemelhar-se à aparição dos anjos quando se mostravam em forma humana. A aparição de Cristo, “o Príncipe dos exércitos do Senhor”, era uma forma de revelar aos Seus filhos de que Ele é um Deus pessoal e que os Seus anjos estão sob o Seu governo. O autor procurou desviar a atenção dos judeus da veneração das obras angélicas, para a maravilhosa obra da redenção por meio de Cristo Jesus. “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?” (v.14). O ministério dos anjos é tão somente mais um dos instrumentos de Deus para cuidar dos Seus filhos. Eles agem em favor de nossa salvação, mas nem um deles ou todos eles juntos poderiam pagar o caríssimo preço de nosso resgate.
Todas as cerimônias, festas e liturgias envolvendo o santuário terrestre prefiguravam o sacrifício, a redenção e a salvação por meio do sangue de Cristo. No átrio, Jesus é “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). No lugar Santo, Ele é o Sacerdote que faz propiciação por nossos pecados. No lugar Santíssimo, Ele é o nosso Sumo Sacerdote, que nos purifica de todo o pecado e nos atribui a Sua própria justiça. O autor lançou o olhar para dentro do santuário e, didática e gradualmente, mostrou, ponto a ponto, que o ministério de Jesus foi perfeitamente cumprido na Terra e permanece sendo cumprido no Céu.
Aquele que é Deus conosco é “a expressão exata” do amor do Pai (v.3). Ele é o nosso Criador e os Seus “anos jamais terão fim” (v.11). Os anjos são os Seus ministros que Ele envia em nosso benefício e de todos quantos “hão de herdar a salvação”. Que jamais percamos de vista Aquele que Se entregou por nós, intercede por nós e faz expiação por nossos pecados. Sem dúvida alguma, o livro de Hebreus abrirá nossos olhos para melhor conhecermos e compreendermos o ministério sacerdotal de Cristo e para estudarmos juntos a doutrina do santuário onde Ele é o centro de tudo. O salmista Asafe precisava compreender esta verdade a fim de desviar seus olhos do efêmero mundo. Foi quando entrou no santuário, que então entendeu a justiça divina (Sl 73:17). Vamos entrar no santuário de Deus?
Feliz sábado, àqueles que hão de herdar a salvação!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Hebreus1 #RPSP
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285 palavras
1-4 Estes versos explicam que Jesus é o clímax da revelação de Deus. Andrews Study Bible.
1 muitas vezes e de várias maneiras. As mensagens dos profetas do AT eram como peças de um quebra cabeças – todo fragmentado e diverso – cuja montagem na total descrição de Deus somente foi possível quando o Filho veio (v. 3). Andrews Study Bible.
2 Filho. Os profetas revelaram que Deus atuaria decisivamente para salvar Seu povo através de um “Filho”/semente (Gn 3:15; 22:15-18; 2 Sm 7:12-16; Is 7:14; 9:6-7). O NT declara que Deus cumpriu aquelas promessas em Jesus (Mt 1:20-23; Lc 1:31-35; Gl 3:13-16), inaugurando os “últimos dias” quando Ele agiria para salvação (Dn 2:28). Andrews Study Bible.
3 resplendor da glória de Deus. Como ninguém viu o sol, exceto pelo seu “resplendor”, é somente através de Jesus que temos conhecimento do Pai (Jo 1:18). Andrews Study Bible.
expressão exata de Seu ser. O original se refere a uma representação exata – como a impressão de um selo deixa em um objeto – da essência de uma pessoa. Jesus é uma representação exata de Deus porque Ele é Deus (1:3-4; 8, 10-12). Andrews Study Bible.
1:5 – 2:18 Descreve a entronização de Jesus sobre os anjos – que eram considerados seres poderosos que controlavam o mundo (Ef 6:12; Cl 2:15) – e suas implicações para a salvação dos seres humanos. Andrews Study Bible.
1:5 Eu hoje Te gerei. “Filho de Deus” é também um título real prometido ao filho [descendente] de Davi (2Sm 7:14; Sl 2:7). Jesus assumiu esse título através da ressurreição dos mortos (At 13:33-34; Rm 1:4) quendo Se assentou no trono eterno prometido ao filho/descendente de Davi (Lc 1:30-33). Nesse sentido real do título, Jesus foi “gerado”em Sua entronização. Andrews Study Bible.
6 Primogênito. Não se refere a nascimento literal, mas a um título davídico real aplicado a Jesus que denota Sua primazia sobre o universo (Sl 89:27). Andrews Study Bible.
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HEBREUS 1 – Estudando Hebreus, nossa visão da pessoa de Cristo aumentará e ampliará de tal forma que O amaremos ainda mais do que já o fazemos.
No livro de Hebreus, além de conhecer melhor a Jesus, também conheceremos melhor a Deus, o Pai. Pois, “Cristo é a estampa ou a impressão de Deus (karakter); a essência de Deus”, dizem Charles F. Pfeifer e Everett F. Harrison.
A mensagem de Hebreus é Jesus. Nesse livro, Jesus é visto no mais alto posto Universal. Nas suas páginas sagradas, aquele que tiver qualquer dúvida da natureza divina de Cristo terá de tomar uma decisão: Crer ou não crer.
O primeiro capítulo tem muito conteúdo sólido, ele está transbordando de informações interessantíssimas:
1. Depois de cumprir Seu ministério terrestre, após concluir a purificação pelos pecados dos culpados e condenados pecadores, Jesus assentou-Se à direita da Majestade nas alturas, acima de todos os anjos (vs. 1-3).
• “Hebreus” é peculiar em sua revelação do ministério de Cristo; qualquer estudo sobre nossa salvação que não constar este livro, estará incompleto.
• “Hebreus” começa apresentando as mais plenas declarações cristológicas do Novo Testamento.
• “Hebreus” mostra a grandiosidade e majestade da divindade, entretanto, apresenta também que Deus, o Criador e Mantenedor do Universo Se relacionou e Se relaciona conosco de diversas formas, especialmente através de Jesus.
2. As declarações referentes à preeminência de Jesus em relação aos poderosos seres angelicais não poderiam receber maior destaque nas palavras humanas (vs. 4-14).
• Jesus é superior aos anjos, porém, igual a Deus. Jesus não é superior a Deus, nem inferior. Nós somos inferiores aos anjos; pior, porque ainda tornamo-nos pecadores. Portanto, carecemos de Cristo.
• Devemos reconhecer nosso dever de louvar e adorar a Jesus. Se até os anjos O adoram, quem somos nós para não adorá-lO?
• Um estudo equilibrado do título “Filho de Deus” relacionado a Cristo indica não filiação ou criação, mas que a mesma essência do Pai é a do Filho – ambos possuem a mesma essência divina.
• Jesus é Senhor; os anjos O servem como Soberano. Sendo que até os seres angelicais servem a Cristo, por que não iremos servi-lO?
A mensagem deste primeiro capítulo visa reavivar nossa fé no verdadeiro Cristo, além de nos desafiar a adorá-lO e servi-lO de todo coração. Você aceita? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/filemom/fm-capitulo-1/
O livro de Filemom é transformador. Esta breve carta de 25 versos pode ser resumida no que pode ser chamado de Princípio Filemom: “Faça as pazes com Deus e com os outros e faça-o agora”.
A intenção da carta é apelar para Filemom que se reconcilie com Onésimo, lançando, assim, as bases para o seu retorno e presumidamente sua liberdade. Como a carta foi concebida também para ser lida à igreja de Colossos, Paulo praticamente demonstra as relações do perdão que os cristãos devem ter uns com os outros como reflexo do perdão de Deus. Da mesma forma, na mesma carta, embora de forma implícita, Paulo fornece uma base racional para a insustentabilidade da escravidão em um contexto cristão.
Embora a palavra perdão nunca seja mencionada em Filemom, ela está claramente implícita. O livro é envolto por poderosos princípios e é um estudo de caso sobre o tema do perdão. Ele também descreve o modo como o ofensor e o ofendido devem estar relacionados com as questões da restauração e restituição. Cada um dos princípios teológicos implícitos é amparado por uma chamada à ação: o Princípio Filemom.
O Princípio Filemon resulta em mudança de vida tanto agora quanto naquela época.
Delbert W. Baker
Vice Reitor da Universidade Adventista da Africa
Beraton, Kenya
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1379
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/24
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados17-08-2018.mp3
Áudio online [voz Valesca Conty]:
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FILEMOM – Antes de buscar recursos materiais para evangelizar, é melhor buscar recursos espirituais do Espírito Santo. Infelizmente muitos se contentam apenas com recursos eletrônicos e midiáticos criados por humanos.
• O evangelismo verdadeiro influencia a vida do pecador por inteiro. A missiva de Paulo a Filemom trata do efeito que o evangelismo pessoal afeta ricos e pobres, patrões e escravos.
• O evangelho verdadeiro permeia as decisões do cotidiano transformando vidas, resolvendo problemas, libertando da culpa, alcançando famílias, escravos e patrões, pois oferece perdão a todos e promove reconciliações até às mais difíceis situações.
Analise a carta de Paulo para Filemom neste esboço do Comentário Bíblico Adventista:
I. Saudação (vs. 1-3);
II. Elogio a Filemom (vs. 4-7):
• Seu amor e fidelidade animavam os crentes.
• A satisfação de Paulo com as realizações de Filemom.
III. Apelo para recepção sincera de Onésimo (vs. 8-20):
• A delicadeza da súplica.
• A utilidade de Onésimo.
• O respeito mútuo entre Paulo e Filemom.
• O reconhecimento da Providência.
• A intercessão de Paulo.
• A dupla dívida de Filemom.
IV. Conclusão e bênção (vs. 21-25).
“A carta de Paulo a Filemom é um bilhete regado de profunda emoção. É pequeno no tamanho e imenso no conteúdo…, aborda temas profundíssimos, que nem toda uma enciclopédia poderia esgotar” (Hernandes Dias Lopes). Os quais são:
1. O poder do evangelho;
2. A igualdade do evangelho;
3. A providência do evangelho;
4. A graça do evangelho;
5. O perdão do evangelho;
6. A vitória do evangelho;
7. O valor do evangelho: Seu valor…
• …pessoal: Paulo mostra seu amor, humildade, cortesia, altruísmo e tato.
• …providencial: Deus reverte situações humanamente impossíveis.
• …prático: Pela graça de Deus, a irrecuperável situação de Onésimo (escravo fugitivo merecedor da morte) em relação a Filemom (dono de escravos) foi resolvida, o fugitivo voltou à casa de seu senhor não como criminoso, mas como um irmão salvo por Cristo.
• …social: O cristianismo venceu a escravidão não pela revolução das armas, mas pelo poder do amor.
• …espiritual: A atitude de Paulo que encontra o escravo, intercede identificando-se com ele; seu oferecimento de pagar a dívida, etc. lançam luz sobre a grande salvação em Cristo.
Atenção, pastores e membros: Todos nós temos muito a aprender sobre cristianismo com o apóstolo Paulo. Precisamos refletir Cristo sempre!
Devemos reavivarmo-nos no evangelho! – Heber Toth Armí.
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“Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio” (v.7).
Embora seja a mais curta epístola de Paulo, a sua mensagem é carregada de um propósito grandioso. Membro fiel da igreja de Colossos, Filemom mantinha em sua casa um pequeno grupo de crentes em Cristo e sua fé e amor eram conhecidos de todos. Apelando a este amor é que Paulo se apresenta como “prisioneiro de Cristo Jesus” (v.1) a fim de ilustrar e reforçar seu apelo ao fiel irmão. Antes de ser convertido ao evangelho de Cristo, Onésimo havia fugido da presença de seu senhor Filemom. O pedido de Paulo, portanto, exemplifica a tônica do evangelho de Cristo, que não faz distinção entre servos e senhores, “em nome do amor” (v.9).
Onésimo se propunha a retornar ao senhorio de Filemom e Paulo buscou certificar-se de que este o receberia da mesma forma que um pai receberia um filho que volta para casa. Ainda sim, Paulo assumiu como seu, qualquer débito que houvesse da parte de Onésimo e declarou que o perdão conferido a este servo lhe reanimaria o próprio coração. De escravo a “irmão caríssimo” (v.16), Onésimo experimentara o poder da Palavra de Cristo, que nos torna membros de um só corpo. Antes, não passava de um membro inútil, até ser encontrado por Jesus para fazer jus ao significado do seu nome: “útil” (v.11).
Com linguagem clara e amável, Paulo foi direto ao ponto, exortando Filemom a usar de misericórdia para com Onésimo, apesar de saber que ele faria bem mais do que o apóstolo lhe havia pedido (v.21). Vivendo entre cadeias e perseguições, Paulo sentia na pele os efeitos da rudeza humana. Como servos de um Senhor que nos liberta, somos chamados a agir de igual misericórdia não somente com os que se arrependem, como Onésimo, mas também com os que insistem em nos fazer mal, não sabendo eles que pior mal recai sobre eles próprios. Quando na cruz, sendo insultado e blasfemado, Cristo bradou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34). Quando apedrejado por seus algozes, Estêvão orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (At 7:60).
Em Cristo, todos nós somos colocados no mesmo patamar de salvos pela Sua maravilhosa graça, e o que recebemos de graça, também devemos oferecer gratuitamente. Assim como a graça de Deus nos é um favor imerecido, o nosso amor de uns para com os outros não deve ser uma retribuição meritória, mas a atuação do Espírito Santo em nós, a fim de que nossa “bondade não venha a ser como que por obrigação, mas de livre vontade” (v.14). Como Paulo assumiu a conta de Onésimo, estamos nós dispostos a fazer o mesmo em favor de quem errou? Unicamente pela graça de Jesus temos acesso ao perdão divino. Mas se negamos o perdão de ínfima dívida, como esperamos que o Pai perdoe o nosso incalculável débito?
Cristo mesmo afirmou: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas” (Mt 6:14-15). O povo de Deus é chamado para ser perfeito como perfeito é o Pai celeste (Mt 5:48), e esta perfeição não tem a ver com cerimonialismo religioso, mas com a prática do amor imerecido. Lembremos de Judas, de como Cristo o amou até o fim, ainda que ele tenha selado a sua rejeição eterna. Lembremos de Pedro, que encontrou o amoroso olhar do Salvador, mesmo após tê-Lo negado por três vezes. Olhemos para Cristo, o Amor encarnado que a Si mesmo Se deu em favor de uma raça caída e destituída de qualquer mérito. Que este amor nos impulsione a amar como Ele nos amou, e a oferecer o perdão que constantemente Ele nos oferece.
“A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito” (v.25).
Bom dia, amados irmãos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Filemom #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/tito/tt-capitulo-3/
Paulo deve ter ouvido falar a respeito de alguns dos desafios que Tito estava enfrentando em seu ministério na ilha de Creta. Assim, como nos dois primeiros capítulos, Paulo novamente incentiva cada crente a viver uma vida de entrega aos princípios do Céu. Esse estilo de vida exige submissão às leis e governantes da terra; isto inclui manter uma rédea curta sobre a língua (v. 2), o instrumento mais frequentemente utilizado para gerar discórdia e conflito (Tg 3:5-6).
Como nos capítulos anteriores, Paulo se volta para a principal fonte de nossa motivação para refrearmos nossa língua e ficarmos longe de controvérsias, obedecendo aos regulamentos das autoridades governamentais: um coração cheio de amor e a gratidão pela vida eterna recebida de e através de Cristo (v. 4-7).
Como herdeiros da promessa da vida eterna, nossa vida deve ser preenchida com boas obras que são o resultado natural de uma vida em Cristo (v. 8).
Viva hoje corajosamente por Ele. Resplandeça a sua luz diante dos homens para que venham a conhecer e glorificar a fonte dessa luz maravilhosa – o Pai celeste (Mt 5:16).
Bob Folkenberg Jr.
Missão chinesa
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1378
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados16-08-2018.mp3
Áudio online [voz Valesca Conty]: