Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 7 by jquimelli
24 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-7-2/

Hebreus 6 termina com a ideia de que Jesus é a “âncora firme e segura da alma ” (6:19). Hebreus 7 explica o porquê.

O capítulo está dividido em duas grandes seções. Os versos 1-10 descrevem três principais características de Melquisedeque que prefiguravam o sacerdócio de Jesus. Os versos 11-28 explicam como essas características, cumpridas em Jesus, nos fornecem total segurança.

O nome Melquisedeque significa que ele é um rei de justiça (v. 2). Isto prefigurava Jesus, que é “santo, inculpável, puro, separado dos pecadores … perfeito para sempre” (Hebreus 7:26-28). Não há pecados que possam separá-lo do Pai. Ele está perfeitamente qualificado a se aproximar de Deus em nosso favor, sem impedimento.

O sacerdócio de Jesus fornece uma certeza que o sacerdócio levítico não podia oferecer. Ele é um sacerdote perfeito que tem acesso irrestrito a Deus. Ele proporciona limpeza completa. Ele também vive para sempre para interceder por nós. Que maravilhoso amor tem Deus a ponto de ter designado Jesus para ser o nosso sumo sacerdote.

Precisamos nos apegar a Ele como a âncora de nossa alma, segura e firme!

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1386
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/31
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados24-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]:



HEBREUS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de agosto de 2018, 0:55
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HEBREUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
24 de agosto de 2018, 0:45
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HEBREUS 7 – A curiosidade de muitos, neste momento, provavelmente, esteja em Melquisedeque. Quem era ele?

A primeira informação é: temos pouca informação sobre Melquisedeque. Contudo, temos o suficiente para entender a revelação de Deus para nós.

Há duas referências no Antigo Testamento (Gênesis 14:17-20; Salmo 110:4). Ele existiu de fato; e, então destacamos estes pontos:

• Melquisedeque foi identificado como rei de “Salém” (Hebreus 7:1; Gênesis 14:18), cidade que, posteriormente, tornou-se Jerusalém (Salmo 76:2).

• Mequisedeque serviu alimentos a Abraão quando este voltava vitorioso de uma batalha; após isso, o pai da fé foi abençoado por ele, que era o sacerdote do Altíssimo.

• Melquisedeque foi identificado em Hebreus como alguém sem pais, não no sentido literal, mas para evidenciar ausência de genealogia. A profecia do Salmo 110:4 apontava que o Messias seria sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque: Não seria sucessor nem teria sucessor.

• Melquisedeque possuía um ministério sacerdotal anterior ao levítico, superior e especial. O ministério de Cristo é especial, não da comum linhagem de Levi; além disso, Jesus supera o ministério de Melquisedeque (Hebreus 7:10).

• Melquisedeque recebe simbolicamente a referência de que era “sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus” (Hebreus 7:3) indicando que Jesus lhe superava. Por conseguinte, Jesus sempre foi o “Suprassumo” Sacerdote dos sumos sacerdotes ordenados por Ele.

• Melquisedeque é o esboço do ministério exercido por Cristo em todos os tempos; noutras palavras, Melquisedeque era a profecia, sendo Jesus o cumprimento. Jesus é sacerdote não pela sentido comum da linhagem humana (Hebreus 7:16); por isso, Ele é sacerdote para sempre (Hebreus 7:17), contrastando com efêmeros sacerdotes levíticos (Hebreus 7:23-24).

• Melquisedeque nasceu rei e sacerdote, o que nunca aconteceu com descendentes de Arão. Não procedendo da tribo de Levi, Jesus também é rei e sacerdote. Ele reina e intercede por nós!

• Melquisedeque recebia dízimo de Abraão, revelando submissão deste para com aquele. Sendo Cristo maior que Melquisedeque, temos o mais poderoso Sumo Sacerdote do Universo, que é perfeito, santo e ministra no Santuário Celestial em nosso favor.

Jesus ofereceu-Se como sacrifício, Ele realmente pode salvar qualquer pecador. “Não temos necessidade de buscar algo além de Cristo – Ele é tudo o que precisamos” (Warren Wiersbe).

Agora leia todo o capítulo 7 de Hebreus para, juntos, buscarmos reavivamento! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de agosto de 2018, 0:30
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“Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (v.26).


O encontro de Abraão com Melquisedeque sugere duas hipóteses: (1) Este sacerdote e rei representa uma cristofania (uma aparição corpórea de Cristo), ou (2) foi realmente alguém cuja genealogia era desconhecida, mas que representa um tipo de Cristo. Esta última aplicação é a mais coerente com todo o contexto bíblico, devido ao seu significado. Além de sacerdote, Melquisedeque também era rei e Abraão o considerou superior a ele mesmo. Portanto, apesar de sua origem ser desconhecida, e que o sacerdócio levítico só surgiria muito tempo depois pela descendência de Abraão, Melquisedeque prefigurou o sacerdócio de Cristo, que não foi “segundo a ordem de Arão” (v.11), e sim “segundo a ordem de Melquisedeque” (v.17). Ou seja, um sacerdócio superior e, portanto, originador de uma nova aliança.

Jesus cumpriu com fidelidade cada etapa do plano da redenção. O nosso Sumo Sacerdote e Rei humilhou-Se à estatura de um cordeiro e ofereceu o sacrifício perfeito que sacerdócio humano algum poderia oferecer. O Seu sacrifício superior e superior aliança revogou “a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade” (v.18). Em Cristo, toda a lei cerimonial foi cumprida e finalizada, não havendo mais necessidade de holocaustos ou de mediador humano. Foi esta a lei cancelada na cruz, jamais a lei dos Dez Mandamentos. Sobre isto, declara M. L. Andreasen:
“Que Satanás tem estado muito ativo contra a lei, é evidente. Se a lei de Deus é o reflexo de Seu caráter, e se esse caráter é oposto do de Satanás, este é por ela condenado. Cristo e a lei são um. Ele é a lei vivida, a lei feita carne. Por esse motivo Sua vida constitui uma condenação. Quando Satanás fez guerra a Cristo, combateu também a lei. Ao odiar a lei, aborreceu a Cristo. Cristo e a lei são inseparáveis” (O Ritual do Santuário, p. 248).

Aquele que possui “sacerdócio imutável” (v.24) também possui Sua lei imutável e deixou bem claro que o Seu ministério terrestre em nada a revogaria: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt 5:17-18). Assim como o céu e a terra não passaram, a lei de Deus continua vigente e deve estar escrita em nosso coração com a tinta permanente do amor. O amor a Deus e ao próximo resume a “cláusula pétrea” da Palavra de Deus. Jesus não veio ao mundo apenas para ser pendurado no madeiro, mas para nos ensinar a amar. O santuário terrestre deveria ser o melhor lugar para se entender o amor, mas o tornaram um lugar de assassínio e de roubo. Tudo ali prefigurava o amor de Deus pela humanidade, mas o Seu próprio povo e aqueles que o dirigiam transformaram a “Casa de Oração para todos os povos” (Is 56:7) “em covil de salteadores” (Mt 21:13).

Jesus Se tem tornado fiador de superior aliança” (v.22). Ele vive e está sempre intercedendo por nós. “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (v.26). Um Sumo Sacerdote que não precisa, como o era na antiga aliança, ficar oferecendo sacrifícios diários, “porque fez isto uma vez por todas, quando a Si mesmo Se ofereceu” (v.27). M. L. Andreasen faz o seguinte comparativo:
“A lei diz: ‘O salário do pecado é a morte. Não tenho outra escolha senão exigir a vida’.
O sumo sacerdote replica: ‘Eu trouxe o sangue da vítima. Aceita-o’…
A morte do pecador satisfaz a lei. A morte do Imaculado provê resgate e liberta o pecador da morte” (O Ritual do Santuário, p. 156 e 157).

Cristo “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Ef 2:15), cumprindo “a palavra do juramento” (v.28). Através de Seu sacrifício expiatório somos purificados dos nossos pecados e recebemos a promessa da vitória final. Perseveremos, pois, em sermos “imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas” (Hb 6:12).

Bom dia, herdeiros das promessas eternas!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus7 #RPSP

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HEBREUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
24 de agosto de 2018, 0:20
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806 palavras

1 Melquisedeque. Sobre os fatos históricos mencionados neste versículo, ver Gn 14:18-20. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 473.

2 Abraão separou o dízimo. Ver Gn 14:20. Abraão não teria dado a Melquisedeque o dízimo de tudo se não o tivesse reconhecido como sacerdote e, portanto, com o direito de receber o dízimo. Tem havido muita discussão a respeito de quem foi Melquisedeque. As informações sobre ele são escassas (Gn 14:18-20; SI 110:4). Alguns acreditam que era o próprio Cristo, o Espírito Santo ou Sem, outros ainda pensam tratar-se de um ser sobrenatural de outro mundo. Na ausência de evidências para qualquer dessas posições, este Comentário aceita que Melquisedeque devia ser contemporâneo de Abraão, rei de um dos pequenos principados da época (Gn 14:18). Ele é apresentado em Hebreus como um tipo de Cristo, com base na previsão messiânica do Salmo 110:4. CBASD, vol. 7, p. 473.

3 Sem pai, sem mãe. Estas palavras deram origem à especulação de que Melquisedeque era um ser sobrenatural, uma vez que era sem pais, sem princípio e sem fim. Essa afirmação só poderia ser literalmente verdadeira a respeito das pessoas da Divindade. No entanto, o autor pode simplesmente querer dizer que não havia registro acerca do pai e da mãe de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

Sem genealogia. Do gr. agenealogetos. Os judeus eram muito cuidadosos em registrar e preservar a genealogia, especialmente no caso dos sacerdotes (Ed 2:61-63). Ninguém podia servir como sacerdote a menos que pertencesse à família de Arão, da tribo de Levi; e isso devia ser comprovado sem qualquer dúvida. Se houvesse uma ruptura na linhagem em algum lugar, o indivíduo seria rejeitado e, assim, perderia os privilégios concedidos aos sacerdotes. Por essa razão, os judeus e, especialmente, os sacerdotes, preservavam cuidadosamente seus registros genealógicos. Por sua vez, não existe uma genealogia de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

5 Mandamento de recolher […] os dízimos. Os levitas tinham o direito de receber os dízimos em virtude de uma ordem divina (Nm 18:21). No entanto, eles não foram os primeiros a fazê-lo. Melquisedeque fez isso antes deles. Se eles foram divinamente ordenados, assim também foi com Melquisedeque. O fato de que “até o patriarca Abraão” entregou o dízimo a Melquisedeque mostra, portanto, que este era superior. Se os levitas estavam autorizados por Deus a receber os dízimos, Melquisedeque, ainda mais. CBASD, vol. 7, p. 474.

8 Vive. Naturalmente, esta não é uma verdade literal a respeito de Melquisedeque, e a ausência de registro bíblico sobre sua morte não implica que ainda estivesse vivo. Estas palavras parecem ultrapassar Melquisedeque, alcançando Alguém maior do que ele mesmo. O autor afirma que Cristo “vive sempre” (v. 25). O sacerdócio de Melquisedeque permanece no sacerdócio de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 475.

11 Perfeição. O sacerdócio levítico e a lei cerimonial eram provisórios e representativos, apontando para a futura obra que Cristo executaria. A perfeição não veio por meio da lei, mas por meio de Cristo a quem esta apontava (Hb 9, 10). CBASD, vol. 7, p. 475.

Que necessidade haveria. O sistema levítico não se destinava a ser um fim em si mesmo. Existia para revelar Cristo à humanidade, o único em quem há salvação. Se o sistema pudesse prover salvação independentemente da obra de Cristo, Seu ministério não seria necessário. CBASD, vol. 7, p. 475.

17 Sacerdote para sempre. O autor volta a esta declaração do Salmo 110:4 vez após outra (Hb 5:6, 10; 6:20; 7:21), pois nesta afirmação repousa seu argumento. Ninguém poderia ser sacerdote para sempre. Os sacerdotes levíticos serviam por apenas alguns anos. Se, portanto, estava por vir alguém que serviria para sempre, ele deveria ser mais do que um ser humano, mais do que um levita. Por isso, é “muito mais evidente” (v. 15) que deveria haver uma mudança na lei sacerdotal para que esse sacerdote pudesse oficiar. CBASD, vol. 7, p. 475.

18 Fraqueza e inutilidade. Não era assim intrinsecamente, pois o próprio Deus a instituiu, mas assim estava por causa da atitude das pessoas para com ela. Os judeus fizeram da lei um fim em si mesma e acreditavam que a obediência lhes traria a salvação. Eles tinham o evangelho, mas isso não lhes era efetivo porque não mantiveram uma atitude de fé (Hb 4:2). CBASD, vol. 7, p. 476.

19 A lei nunca aperfeiçoou. Ou seja, a lei por si mesma. Não quer dizer que a salvação fosse impossível nos tempos do AT. A perfeição era possível, mas pelo mesmo meio empregado no NT: a fé em Jesus Cristo. “A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. […] Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio” (Gl 3:24, 25). CBASD, vol. 7, p. 476.

24 Imutável. Do gr. aparabatos, “permanente”. Os sacerdotes levíticos não poderiam continuar pelo motivo da morte. Cristo, porém, “vive sempre para interceder” (Hb 7:25; Ap 1:18). CBASD, vol. 7, p. 476.

28 Posterior à lei. O sistema cerimonial expirou na cruz (Rm 6:14; Ef 2:15; Cl 2:14). Cristo assumiu Seu ofício sacerdotal após ter expirado a lei que regulamentava o sacerdócio levítico. CBASD, vol. 7, p. 477.

Para sempre. Em contraste com o sacerdócio temporário dos levitas. CBASD, vol. 7, p. 478.

 

by tatianawernenburg



HEBREUS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
24 de agosto de 2018, 0:05
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