Reavivados por Sua Palavra


I TESSALONICENSES 5 by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-tessalonicenses/1ts-capitulo-5/

Em I Tessalonicenses 5:1-11 a Segunda Vinda ainda é o tema principal, mas o foco muda. Aqui Paulo não traz muitos detalhes sobre o retorno de Jesus, mas proclama a necessidade de estar constantemente pronto para o julgamento final.

A preparação para a Segunda Vinda tem a ver com investir tempo no estudo da Palavra de Deus (vs. 1-5). Há muitas distrações no mundo de hoje, de trabalhos sufocantes a e-mails que tomam todo o nosso tempo e até uma ampla variedade de entretenimentos. O apelo de Paulo é que coloquemos a Palavra de Deus em primeiro lugar em nossas vidas. Assim não seremos atropelados pelos acontecimentos, não importa a rápida sucessão em que eles ocorram.

Na oração de encerramento (vs. 23-24) Paulo resume um dos temas principais da carta: seu desejo de que os crentes em Tessalônica continuem a crescer em santidade até a Segunda Vinda. O tema do crescimento espiritual continua a ser vital para todas as igrejas ao redor do mundo hoje. Busquemos pois individualmente a santificação, porque a nossa redenção se aproxima.

Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1362
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados31-07-2018.mp3

Áudio online [voz:Valesca Conty]:



I TESSALONICENSES 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
31 de julho de 2018, 0:55
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I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2018, 0:45
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I TESSALONICENSES 5 – Esta carta inspirada orienta o crescimento e amadurecimento do crente. Nesse aspecto, como observou John Blanchard, “o crescimento cristão requer mais do que conhecimento da Bíblia; ninguém se alimenta decorando cardápio”.

Assim como para matar a fome não adianta decorar receitas, para nutrir a alma não adianta decorar a Bíblia. Então, precisamos viver os princípios revelados nas páginas sagradas mediante o incessante agir do Espírito Santo.

Neste último capítulo de sua carta, Paulo não está enchendo de tantas informações aos crentes de Tessalônica, porque Ele percebe ser mais útil exortá-los a que experimentem viver à luz que já conheciam.

Podemos destacar os seguintes pontos deste capítulo:

1. A vinda do dia do Senhor é certa: Deus virá julgar o mundo, e recompensar os fieis (v. 1).

2. O dia da vinda do Senhor é incerto para nós; contudo, Deus dá dicas de que, quando as pessoas estiverem vivendo as falsas promessas de paz e segurança, experimentariam repentinamente o drama das desgraças de seus pecados (v. 2).

3. O dia do Senhor é de juízo e condenação para os incrédulos, ímpios e rebeldes; em contraste, será um dia de redenção e salvação para aqueles que andam na luz da Palavra de Deus e se preparam para se encontrar com Jesus (vs. 4-11).

a) Deus quer pessoas focadas na revelação, não pessoas envolvidas com preocupações desta vida;
b) Deus quer pessoas esperançosas pelo cumprimento de Suas profecias, não pessoas insensatas com a sensação de que as coisas deste mundo material trarão segurança e proteção.

Após falar do dia vindouro, Paulo aborda questões que preparam seus leitores para o futuro:

• Honrar e respeitar aos líderes espirituais colocados por Deus para administrar sua igreja (vs. 12-13);
• Promover a paz na congregação, orientar, corrigir os indisciplinados, consolar os desanimados, amparar aos fracos, ser paciente e, desestimular a vingança (vs. 13-15);
• Alegrar-se, orar e ser gratos continuamente (vs. 16-18);
• Não apagar o Espírito Santo com uma conduta resistente à obediência à vontade de Deus (v. 19);
• Prezar pelas profecias; examinar tudo para, então, evitar o que é mal (vs. 20-22);
• Praticar a santificação total na vida diária promovida por Deus (vs. 23-24);
• Orar pelos líderes espirituais e ler na igreja as cartas apostólicas (vs. 25-28).

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Agora, escreva como esta carta alcançou teu coração…



I Tessalonicenses 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
31 de julho de 2018, 0:30
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“Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação” (v.8).


Em cada capítulo desta epístola, Paulo encerrou falando sobre a segunda vinda de Cristo. Sem dúvida alguma, a igreja de Tessalônica havia provado a sua fidelidade para com Deus quando, ainda que em meio à duras tribulações, permaneceu firme em fé, em amor e na esperança segura de ver seu Salvador regressar. Paulo assegurou que aquele grupo de “filhos da luz” (v.5) estava inteirado “com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite” (v.2). Não como Aquele que voltará apenas para alguns, pois “todo olho O verá” (Ap 1:7), mas como o Rei dos reis e Senhor dos senhores, que Se manifestará em glória quando os que são da noite menos esperarem. “Mas [nós], irmãos, não [estamos] em trevas, para que esse Dia como ladrão [nos] apanhe de surpresa” (v.4). Apesar de não sabermos “o dia nem a hora” (Mt 24:13), somos exortados a vigiar, ainda que durmam “os demais” (v.6).

Não sabemos o momento exato do retorno de Jesus, mas o Senhor não nos deixou às escuras. Ele nos ofertou luz suficiente, portanto, “não desprezeis as profecias” (v.20), porque elas nos tornam conhecedores do tempo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm 13:11). Quando Jesus proferiu o Seu sermão profético, elencou uma série de sinais que apontam para o fim dos tempos. Guerras, fomes, terremotos, falta de amor, mas todos estes eram sinais que não apresentavam novidade alguma. Quando, porém, atentamos para as palavras de Paulo, no versículo três, percebemos o que Cristo quis dizer: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão”.

Assim como uma mulher sente as contrações de forma gradativa até a hora do parto, assim os sinais estão se intensificando apontando para o cumprimento da derradeira promessa de um Deus que não mente e que “o fará” (v.24). Ser um filho da luz, no entanto, não é simplesmente ser um conhecedor dos sinais, senão Paulo não teria exortado aos conhecedores do tempo que despertassem do sono. Ser um filho da luz é ser revestido “das armas da luz” de Cristo (Rm 13:12), é viver “em união com Ele” (v.10), ainda que durma. Creio que Paulo tenha usado desta linguagem lembrando da parábola das dez virgens. As dez eram virgens. As dez tinham a lâmpada. As dez tinham suas lâmpadas acesas. As dez aguardavam o Noivo. As dez dormiram. As dez despertaram com o anúncio da chegada do tão esperado Noivo. As lâmpadas das dez haviam se apagado. Mas apenas cinco estavam preparadas com uma porção adicional de azeite e, somente estas, entraram para as bodas (Mt 25:1-13).

Que terrível cena será aquela que Cristo ilustrou com as cinco virgens néscias, quando milhares que viveram na escuridão de sua religião vazia e egoísta terão de ouvir: “Em verdade vos digo que não vos conheço” (Mt 25:12). O arauto do Senhor está a apregoar: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt 25:6). O Espírito Santo está despertando a igreja de Deus espalhada por todas as nações! Quem ouvirá a Sua voz e atenderá ao Seu clamor: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap 3:20)? “Não apagueis o Espírito”, amados (v.19)! Despertemos para o momento sobremodo solene e urgente no qual estamos vivendo! “Orai sem cessar” (v.17). “Não desprezeis as profecias” (v.20), pois, “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv 29:18). Mas também não façam delas um fim em si mesmas, porque elas apenas apontam para a nossa segura salvação: Cristo Jesus, nosso Senhor.

“Regozijai-vos sempre” (v.16), na certeza de que sois guiados pelo Espírito de Deus para um lugar onde só haverá alegria. “Vivei em paz uns com os outros” (v.13), para que comecem a viver aqui a atmosfera do Céu. “Admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos” (v.14), tendo sempre em mente o perdão e a misericórdia que Deus lhes oferta à cada dia. Lembrem que Cristo não contou a parábola das duas virgens, mas das dez. Ou seja, a medida do nosso azeite define se estamos influenciando para a perdição ou para a vida eterna. “Fiel é o que vos chama” (v.24) e Ele não tardará.

Meus amados irmãos, “que o mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.23). “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco” (v.28).

Bom dia, filhos da luz!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Tessalonicenses5 #RPSP



I TESSALONICENSES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2018, 0:20
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1372 palavras

1 Tempos e as épocas. Paulo cuidadosamente explica “com respeito aos que dormem” (1Ts 4:13) …, mas, … não propôs discutir a cronologia dos últimos dias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 253.

2 O Dia do Senhor. Neste versículo, “o Dia do Senhor” se refere ao segundo advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 253.

Como ladrão. Pelo uso da imagem de um ladrão, o apóstolo enfatiza a surpresa da segunda vinda, alertando os leitores a estar prontos para a ocorrência em qualquer tempo (ver com. de 1Ts 4:15). CBASD, vol. 7, p. 253.

3 Paz e segurança. Estas palavras, ditas por aqueles que não se prepararam para o retorno do Senhor, se referem à tranquilidade interna e à segurança externa e revelam o estado de satisfação mental dos interlocutores. A calma é indevida porque o desastre está às portas, e o descrente deve aprender com o cristão, que está vigilante, pronto para os eventos dos últimos dias. As Escrituras ensinam que o tempo que imediatamente precede o aparecimento de Cristo será de angústia universal (ver com. de Lc 21:25, 26). CBASD, vol. 7, p. 254.

4 Em trevas. Isto é, em ignorância e, indiretamente, em iniquidade. No NT, a palavra “trevas” é utilizada com frequência para um estado de pobreza espiritual e reprovação (Mt 4:16; 6:23; Jo 3:19; At 26:18; Rm 13:12). CBASD, vol. 7, p. 254.

6 Não durmamos. “Dormir”, neste versículo, indica indiferença à proximidade da vinda de Cristo, uma letargia que impede o cristão de estar preparado para os eventos finais (cf. Mt 25:5). CBASD, vol. 7, p. 254.

Demais. Isto é, os filhos das trevas que estão inconscientes dos terríveis e gloriosos eventos que anunciam o retorno do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 255.

Sóbrios. Paulo … admoesta o cristão a ser constante, temperante, calmo, em vista do grande “dia” que está por vir. CBASD, vol. 7, p. 255.

8 Da fé e do amor. Fé é agarrar a justiça que Cristo transmite ao crente. Amor, o principal atributo do caráter de Deus (1Jo 4:8), é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo de Deus (Rm 5:5). CBASD, vol. 7, p. 255.

9 Porque Deus. Paulo apresenta sua compreensão dos propósitos de Deus como a base da esperança da salvação (v. 8). CBASD, vol. 7, p. 255.

Nos destinou … para alcançar a salvação. A palavra [destinou] se relaciona ao propósito de Deus para com os homens, que é e sempre tem sido benevolente (ver com. de Jo 3:16, 17; 2Pe 1:9). … O Senhor deseja e planeja que todos os homens sejam salvos (ver Is 55:1; Jo 7:37; Ap 22:17) e, ao entregar Seu Filho, possibilitou a salvação. CBASD, vol. 7, p. 255.

10 Durmamos. O estado do cristão morto comparado ao dos crentes vivos no momento do retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 255, 256.

11 Consolai-vos, pois. Paulo mostra que a obra de encorajar os desanimados não é apenas do ministro. Todos os cristãos devem confortar os companheiros. CBASD, vol. 7, p. 256.

Edificai. Por consideração mútua de importantes temas como a vinda do Senhor e a glória da herança dos santos, os membros da igreja devem fortalecer espiritualmente uns aos outros (cf com. de Ml 3:16-18; At 20:32). CBASD, vol. 7, p. 256.

13 Vivei em paz. Esta firme injunção sugere que a unidade da igreja em Tessalônica foi abalada, possivelmente pelo desacordo entre oficiais e leigos. CBASD, vol. 7, p. 256.

14 Desanimados. Do gr. oligopsuchoi, literalmente, “alma pequenas”, isto é, aqueles que tem coração pequeno ou os medrosos. Esses cristãos, possivelmente sobrecarregados com o pesar pelos mortos (1Ts 4:13-18) ou com dúvidas acerca do tempo do retorno de Cristo (1Ts 5:1-11), deviam ser confortados, não repreendidos. Os cristãos deveriam oferecer palavras de conforto e encorajamento às almas tímidas e carentes (Hb 12:12, 13; cf. Gl 6:2). CBASD, vol. 7, p. 257.

15 Retribuir mal por mal. A tendência natural é agir assim, mas o proceder cristão é diferente. Cristo proíbe a retaliação e motiva Seus seguidores a retribuir o mal com o bem (ver com. de Mt 5:38-48 cf. com. de Rm 12:17). CBASD, vol. 7, p. 257.

segui sempre o bem. Paulo sabia que, ao seguirem o bem, teriam pouco tempo para se envolver com o mal. CBASD, vol. 7, p. 257.

17 Orar sem cessar. Um espírito de constante oração deve exalar da vida cristã. A conexão com o Céu nunca dve ser quebrada (ver com. de Lc 18:1). CBASD, vol. 7, p. 257.

18 Em tudo. Isto é, em todas as circunstâncias, de alegria ou pesar. CBASD, vol. 7, p. 257.

19 Apagueis. Do gr. sbennumi, “extinguir”, “apagar”, “asfixiar”, “suprimir”. A palavra é utilizada em relação a apagar fogo (Mt 12:20; Mc 9:44-48; Ef 6:16; Hb 11:34) e à insuficiência de óleo das lâmpadas (Mt 25:8). Como o Espírito está associado ao fogo, o vocábulo sbennumi é especialmente adequado. É possível que alguns membros da igreja tessalonicense, que exercitavam os dons espirituais com entusiasmo, tenham esfriado o ardor (ver com. de 1Co 12:1; 14:1). CBASD, vol. 7, p. 258.

21 Julgai. Deve-se fazer uma discriminação cuidadosa para se distinguir entre o falso e o verdadeiro (ver AA, 263). CBASD, vol. 7, p. 258.

Todas as coisas. Especificamente, a manifestação do Espírito (v. 19, 20). Deus proporcionou testes para determinar se um profeta é genuíno: (1) O verdadeiro profeta deve confessar a Cristo na vida e na palavra (1Jo 4:1-3), bem como reconhecer e confessar a divindade de Cristo (1Jo 2:22, 23). (2) Os ensinos devem estar de acordo com as Escrituras (ver At 17:11; Gl 1:8, 9). (3) O resultado ou fruto de seus ensinos deve ser bom (Mt 7:18-20). CBASD, vol. 7, p. 258.

Retende. O crente não deve apenas testar os dons espirituais. Tendo diferenciado o verdadeiro e o falso, o bom e o ruim, deve reter o bom a despeito de todas as tentações para abandoná-lo. CBASD, vol. 7, p. 258.

22 Abstende-vos de toda forma de mal. Paulo … reconhece que o “mal” tem muitas aparências e alerta os conversos contra as muitas formas em que ele é mascarado. Essa admoestação tem sido utilizada algumas vezes para proibir fazer o que é certo apenas porque parece errado a alguns espectadores. O conselho pode ser adequado em determinadas circunstâncias, mas não é o que o apóstolo está apresentando aqui. Há também muitas exceções a esta regra. Jesus curou no sábado (Jo 5:2-16; etc.) e comeu com os publicanos e pecadores (Mt 9:10-13) CBASD, vol. 7, p. 258, 259.

23 Em tudo. Cada aspecto da existência deve ser submetido ao poder purificador do Espírito de Deus. CBASD, vol. 7, p. 259.

Espírito, corpo e alma. Paulo não está dando um estudo sobre a natureza humana, mas deixa claro que nenhuma parte da vida dos conversos é deixada intocada pelo poder santificador de Deus. … É possível [, entretanto,] ver significado especial nas divisões que Paulo faz. Quanto a “espírito” (pneuma, ver com. de Lc 8:55), pode-se entendê-lo como o princípio superior de inteligência e pensamento com o qual o  ser humano é dotado e pelo qual Deus Se comunica por meio do Espírito Santo (ver com. de Rm 8:16). … Por “alma” (psuche, ver com. de Mt 10:28) … pode-se entender a parte da natureza humana que se expressa por meio dos instintos, das emoções e dos desejos. … O significado de “corpo” (soma) parece evidente. A estrutura corporal (carne, sangue e ossos) é controlada pela natureza superior ou pela natureza inferior. Quando a mente santificada está no controle, o corpo não é maltratado. A saúde floresce. … A santificação que não inclui o corpo não é completa. Nosso corpo é o templo de Deus. Devemos sempre tentar mantê-lo santo e glorificar a Deus nele (1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 7, p. 259.

Irrepreensíveis. Aquele que é santificado será conservado por Deus e apresentado irrepreensível no grande dia da vinda do Senhor (cf. com. de Jd 24). CBASD, vol. 7, p. 260.

25 Orai por nós. Os ministros e os leigos precisam das orações uns dos outros, e ambos devem orar para que nada impeça o avanço da mensagem do evangelho aos confins da terra (T5, 718). CBASD, vol. 7, p. 260.

26 Ósculo santo. No Oriente, o beijo era um modo comum de expressar amor e amizade na saudação (ver Lc 7:45; At 20:37). O “ósculo santo” ou “ósculo de amor” (1Pe 5:14) era símbolo de afeição cristã. CBASD, vol. 7, p. 260.

27 Conjuro. O uso de uma palavra forte (cf. Dt 6:13) indica que alguns dos líderes tessalonicenses estavam relutantes em ler a epístola para todos os crentes, ou que alguns dos membros estavam indispostos a ouvir sua leitura (cf. 2Ts 3:14). CBASD, vol. 7, p. 260.

Seja lida. Isto é, publicamente, diante dos cristãos reunidos (cf. com. de Cl 4:16). CBASD, vol. 7, p. 260.

28 A graça de nosso Senhor. A cristologia do apóstolo se projeta ao longo da epístola. No início (1Ts 1:1) e no final, ele invoca a graça de nosso Senhor Jesus Cristo sobre os crentes. CBASD, vol. 7, p. 260.

Evidência histórica favorece Corinto como a cidade de onde Paulo escreveu esta epístola (ver p. 222). CBASD, vol. 7, p. 260.



I TESSALONICENSES 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
31 de julho de 2018, 0:05
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I TESSALONICENSES 4 by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-tessalonicenses/1ts-capitulo-4/

Nos capítulos 4 e 5 Paulo passa do passado para o futuro. Haviam coisas que estavam faltando na fé dos crentes tessalonicenses (1Ts 3:10). Paulo queria ajudá-los a resolver esse déficit. A carta seria o começo do processo, mas o projeto não estaria completo até que Paulo e os tessalonicenses pudessem estar juntos novamente.

Deus se agrada quando nosso caráter e nosso comportamento se alinham com o Seu próprio caráter e comportamento (versos 1-2). Quando somos bondosos e benevolentes espelhamos o caráter bondoso e benevolente de Deus. Quando nos abstemos da imoralidade sexual, mostramos respeito pelo valor que Deus colocou em outras pessoas (versos 3-8).

Paulo se volta, então, nos versos 13-18, para os eventos do tempo do fim, não para estabelecer todos os detalhes do que acontecerá, mas para lidar com uma situação de profunda tristeza da vida real. O tema principal da passagem é, talvez, a “união.” Os vivos e os mortos serão reunidos para que possam estar todos “juntos” com o Senhor. A solução para a dor profunda é a esperança do relacionamento contínuo por toda a eternidade.

Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1361
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados30-07-2018.mp3

 



I TESSALONICENSES 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de julho de 2018, 0:55
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I TESSALONICENSES 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2018, 0:45
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I TESSALONICENSES 4 – Se o futuro, conforme apontado pela Bíblia, não estiver em nossa mente no presente, nossa perspectiva de vida será deprimente.
 
Álvaro César Pestana sintetiza os seguintes pontos. Observe-os com atenção: Os cristãos…
 
• …devem manifestar santidade na vida sexual, reservando o exercício da mesma para o casamento. Deus é juiz nesta questão (vs. 1-8);
• …devem viver em amor fraternal, mas não devem abusar ou ser abusados nesta questão. Amor fraternal não nos permite viver como desocupados à custa da irmandade (vs. 9-12);
• …vivem consolados e animados pela segunda vinda de Jesus. Tal fato nos dá força para viver de modo disciplinado no presente (vs. 4:13-5:11).
 
“O capítulo 4 marca uma mudança. Paulo deixa de olhar para trás e começa a contemplar o que está a sua frente. Seu assunto é caracteristicamente prático. Se nos três primeiros capítulos ele esteve lembrando proveitosamente aos mesmos como haviam sido salvos, nesses dois capítulos seguintes ele lhes ensina como devem viver”, diz J. Sidlow Baxter.
 
Cristianismo não consiste apenas em crer no evangelho, mas em vivê-lo na prática. E, prática cristã não resulta de mero conhecimento da revelação divina, mas de assimilar à vida os princípios revelados. Sem essa compreensão não pode haver progresso nem reavivamento espiritual (vs. 1-2).
 
O crente recebe o Espírito Santo em seu batismo, O qual santificará a vida e o corpo do cristão. Sendo assim, é abominável qualquer tipo de sexo fora do casamento. O chamado de Deus é para sair da impureza para a santidade e cada um deve honrá-lO através do seu corpo, pois Deus julgará isso antes da segunda vinda de Cristo (vs. 3-8).
 
Mesmo após ter falado sobre o amor nos relacionamentos que deve haver entre os crentes, Paulo reitera sabendo de sua relevância. Isso traz suas implicações (vs. 9-18):
 
1. O cristão não vive para perturbar as pessoas;
2. O crente trabalha para suprir suas necessidades e ainda ter para cuidar dos outros;
3. O converso viverá à altura que impactará a vida dos incrédulos;
4. O filho de Deus não será ignorante com respeito aos mortos: Saberá que…
• …ninguém vai morto ao céu;
• …ao Cristo voltar no mundo, vivos e ressuscitados fieis serão arrebatados;
• …a esperança bíblica acompanhará aos cristãos nos momentos mais críticos.
 
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


I Tessalonicenses 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2018, 0:30
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“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação…” (v.3).


Existe sim uma maneira de “viver e agradar a Deus” que, “efetivamente”, a igreja de Tessalônica estava fazendo, mas que também deveria continuar “progredindo cada vez mais” (v.1). E esta maneira está diretamente relacionada às “instruções… da parte do Senhor” (v.2). Como uma bússola, a Palavra de Deus nos mostra o caminho que devemos seguir. Quando Paulo disse que a vontade de Deus é a nossa santificação, divinamente inspirado, nos levou de volta às palavras ditas no livro de Romanos: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2). Ser santo aos olhos de Deus nada mais é do que ser separado para um propósito que Ele mesmo estabeleceu. É a oferta do corpo como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o [nosso] culto racional” (Rm 12:1). Ou seja, é entregar-se aos cuidados de Deus por completo, sem reservas, abdicando dos prazeres e desejos carnais, “porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (v.7).

Contudo, para que esta santificação aconteça e continue progredindo, não nos é exigido que o façamos sozinhos e nem nos compete realizar esta obra que para nós é impossível, mas o Senhor nos “dá o Seu Espírito Santo” (v.8), que liga mente e corpo num só propósito de nos transformar “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co 3:18). A santificação, portanto, é um processo que requer a renúncia do próprio eu para dar lugar à vontade de Deus, e isto, dia após dia. Observem que, logo após, Paulo elucidou o amor fraternal como um dever cristão (v.9). Ele exorta os tessalonicenses a continuarem progredindo “por viver tranquilamente” (v.11), de modo a manter bons relacionamentos. O que nos leva a outro texto das Escrituras, que diz: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). E de acordo com Jesus, a santificação é um processo de limpeza que resulta na mais linda bem-aventurança: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt 5:8).

Em outras palavras, Paulo afirmou àquela igreja que ela estava caminhando na direção de Deus e que precisava continuar caminhando, em santidade e amor, “até à vinda do Senhor” (v.15). É a obra de uma vida inteira que só será completada por ocasião da volta de Cristo, como bem sintetizou o sábio Salomão: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4:18). E quanto a este dia perfeito não devemos ser ignorantes. A expressão utilizada por Paulo, “aos que dormem” (v.13), foi a mesma que Cristo usou quando se referiu à morte de Lázaro (Jo 11:11), confirmando a verdade bíblica de que a morte é um sono, um estado de completa inconsciência (Ec 9:5-6). Portanto, a mesma voz que um dia despertou Lázaro do sono da morte (Jo 11:43), muito em breve será ouvida por todos os santos e bem-aventurados “que, desde agora, morrem no Senhor” (Ap 14:13), que “ressuscitarão primeiro” (v.16). E assim como Paulo acreditava que esta promessa se cumpriria em seus dias, muito mais devemos crer hoje de que “depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (v.17).

Não há consolo maior do que este (v.18), de que a morte não é o fim se apenas aceitarmos, em vida, o chamado de Deus para sermos santos. Um chamado que não nos deixa a mercê de nossa incapacidade, mas que acompanha o presente incomparável que é a companhia e guia constante do Espírito Santo. “Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou” (v.14), essas verdades devem estar bem firmadas em nosso coração. A morte não é o fim para os que dormem no Senhor, é apenas uma pausa inconsciente até que o Doador da vida sopre novamente o fôlego de vida e recrie aqueles que criou para a Sua eterna glória. “Finalmente, irmãos” (v.1), “se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Rm 14:8.). Consolemos, “pois, uns aos outros com estas palavras” (v.18), “porque o tempo está próximo” (Ap 22:10).

Bom dia, chamados para ser santos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Tessalonicenses4 #RPSP




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