Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 6 by jquimelli
23 de agosto de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-6-2/

De todos os capítulos de Hebreus, esse é o que provavelmente mais tem causado consternação entre os cristãos. É realmente possível que uma pessoa possa ir além da graça de Deus? Existem pessoas que Deus realmente não pode perdoar? Sim, este capítulo diz que é possível.

Os leitores desta carta precisam avançar em seu conhecimento do evangelho. Eles precisam comer o alimento espiritual dos adultos. Sua recusa em fazê-lo não só interrompe o crescimento, mas também pode levar à morte de sua relação com Cristo. O problema não é a possibilidade de haver um pecado grande demais para ser perdoado (pois o sangue de Jesus pode cobrir qualquer pecado, I João 1:7), mas que uma vez que o dom de Deus tenha sido apreciado e, em seguida, rejeitado, a pessoa assim neutraliza os meios que Deus usa para sua salvação. De fato, quanto mais profusa e profundamente os dons do Espírito foram recebidos e experimentados, maior o distanciamento de Deus.

Felizmente, esse não é o caso da audiência da carta. Eles estão no caminho para a salvação. Eles precisam, no entanto, fazer duas coisas: (1) manter sua esperança até o fim e (2) ter paciência e perseverança.

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1385
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/30
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados23-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]:



HEBREUS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de agosto de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



HEBREUS 6 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
23 de agosto de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

HEBREUS 6 – Estude a Palavra de Deus, e fique alerta:

1. Perder-se em emaranhados de teologias especulativas é sério perigo;

2. Deslizar e cair da graça implica chafurdar-se na lama da desgraça;

3. Crer na premissa “uma vez salvo, salvo para sempre” como sendo verdadeira, significa colocar em risco a salvação;

4. Maturidade espiritual é imprescindível, a qual tem a ver com crescer em Cristo diariamente;

5. Apostasia implica no abandono da verdadeira fé, conduz pelo caminho da rebeldia, e tem como destino o inferno;

6. Há líderes religiosos que estão apostatados influenciando crentes à perdição;

7. A melhor forma de permanecer firme na fé é continuar estudando a Bíblia, aplicando as divinas promessas a tua vida.

Embora na comunidade de crentes haja diversos conversos infantis espiritualmente falando, Deus deseja conduzir cada um deles à maturidade. Infantilidade espiritual é aceitável no início da jornada cristã, mas intolerável depois de certo tempo decorrido da conversão.

Assim como um filho que não amadurece precisa procurar ajuda médica, os filhos na fé que não avançam na maturidade espiritual devem procurar Jesus, o Médico da Alma.

O capítulo em pauta aborda esse assunto, nele temos muito a aprender:

· Em algum momento, é imprescindível passar dos assuntos elementares da fé aos temas teológicos mais profundos, avançados e sólidos (vs. 1-3);

· É incompreensível… como pode alguém que experimentou a bênção da graça (ao aceitar a Cristo) voltar atrás preferindo joios e espinhos do caminho da maldição? (vs. 4-8);

· Crentes precisam ser reconhecidos quando praticam a piedade, tal prática precisa ser valorizada e incentivada, para impedir que a indolência não resulte em doenças espirituais e desfaleça a fé (vs. 9-12);

· Sabendo juramento de Deus, os crentes recebem alento para continuar correndo ao refúgio espiritual, lançando mão da esperança divinamente proposta; a qual é como âncora da alma e penetra além do véu do Santuário no Céu, onde Jesus está como “Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (vs. 13-20).

Alunos que não largam as matérias do ensino fundamental não entrarão no Ensino Médio e jamais chegarão a fazer faculdade. E, quanto aos que não avançam nos temas da fé, chegarão ao Céu?

É inadmissível regredir espiritualmente; portanto, sejamos diligentes e dedicados no desenvolvimento da nossa espiritualidade! Reavivemo-nos: Amadureçamos! Fortaleçamos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de agosto de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança” (v.11).


Como vimos ontem, cada capítulo de Hebreus não encerra um assunto, mas dá continuação à mesma linha de pensamento. Ao fechar o capítulo anterior com a advertência sobre a letargia espiritual dos cristãos hebreus, o capítulo de hoje é inaugurado com uma exortação ao progresso na fé. Ao listar “os princípios elementares da doutrina de Cristo” (v.1), o autor reforça quais sejam os fundamentos da fé cristã:

  1. O “arrependimento de obras mortas”: A fé em Cristo produz o genuíno arrependimento, tanto dos pecados quanto da tentativa humana de exercer justiça própria;
  2. Fé em Deus”: Como afirmou o próprio autor mais a frente: “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6);
  3. O ensino de batismos”: O fato mais provável da palavra estar no plural é a confirmação das palavras de Jesus a Nicodemos: “Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade, te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3:5); referindo-se, portanto, ao batismo nas águas e ao batismo pelo Espírito Santo;
  4. A “imposição de mãos”: É importante que os símbolos, como a própria cerimônia batismal, sejam dirigidos por líderes devidamente investidos para isso, como o foram os próprios apóstolos;
  5. A “ressurreição dos mortos”: Sobre esta doutrina, Paulo escreveu: “E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé” (1Co 15:13-14). A ressurreição de Jesus é a nossa garantia de que nem a morte pode nos separar do amor de Deus  (Rm 8:38);
  6. O “juízo eterno”: Em toda a Bíblia podemos encontrar provas mais do que suficientes de que Deus há de operar o Seu juízo definitivo. “Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o Seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos” (v.10).

O autor não disse que estes princípios fundamentais deveriam ser esquecidos, mas que já deveriam estar bem alicerçados na vida dos cristãos, a ponto de não mais serem motivos de discussões ou debates. Ora, um construtor sempre inicia a obra pelo fundamento como sendo a parte mais importante, mas é sobre este fundamento que ele começa a erigir, aos poucos, o restante da estrutura. Como casa de Cristo, precisamos estar bem alicerçados nos princípios de Sua doutrina, a fim de que, dia após dia, sejamos edificados pelo Espírito Santo e nos tornemos edifício de Deus. A queda espiritual a que o autor se refere não se trata da negação do perdão divino, mas da ausência de perseverança na vida de muitos que um dia provaram do amor de Deus e do poder transformador de Sua Palavra, mas que não permaneceram sendo iluminados pelo Espírito Santo, deixando de ouvir a Sua voz.

O contato diário com “a boa palavra de Deus” (v.5) nos santifica na verdade (Jo 17:17) e nos livra de permanecer no pecado (Sl 119:9). Ainda que tenha utilizado de duros argumentos, o objetivo do autor permanece sendo o objetivo do Espírito Santo para todo filho de Deus: que “continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança” (v.11). Para que não nos tornemos “indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé, e pela longanimidade, herdam as promessas” (v.12). Novamente, a fé e a paciência de Abraão são lembradas pelo autor a fim de destacar a imutabilidade do propósito divino e o fiel cumprimento de Suas promessas. Se cremos que servimos a um Deus que não mente (v.18), podemos estar seguros na “esperança proposta; a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu” (v.19).

Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, “entrou por nós” (v.20) no Santo dos Santos para que possamos ter acesso ao Pai. Por meio dEle, e não mais por agentes humanos ou sacrifícios de animais, podemos nos dirigir diretamente a Deus em busca de perdão. Que esta maravilhosa esperança nos motive e impulsione a perseverar até o fim. “Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada” (Hb 10:35).

Bom dia, ancorados em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus6 #RPSP

Participe deixando um comentário:



HEBREUS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
23 de agosto de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

611 palavras

1 Base. É bom estabelecer uma boa base, … quem não constrói sobre ela nunca terá uma estrutura acabada. O autor propõe deixar os primeiros princípios, tendo como certo que os leitores estão bem fundamentados neles. Ele não os ignora, mas os deixa no mesmo sentido em que um construtor deixa o fundamento quando prossegue com a estrutura em si. O autor enumera seis princípios fundamentais sobre os quais o cristianismo é edificado. Ele apenas os menciona e não os discute, pois sente que isso já foi bem feito. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 465.

3 Isso faremos. O autor encoraja seus leitores a ir além, (v. 1) dos presentes princípios elementares do evangelho, esperando e crendo que eles estivessem bem compreendidos. Ele quer deixar esses fundamentos assim como a criança deixa a primeira cartilha quando avança para o primeiro livro de leitura. Mas, na realidade, nenhuma criança, nem o cientista mais entendido, abandonaria o alfabeto. Todas as suas letras serão sempre necessárias. O mesmo se dá com esses princípios fundamentais, eles não são descartados, mas são a base da construção. O autor deseja avançar das verdades primárias para as mais elevadas. CBASD, vol. 7, p. 467.

4 É impossível. Os v. 4 a 6 tratam do destino dos que se afastam de Deus. A questão é acerca da possibilidade de restaurar aqueles que tiveram uma experiência cristã verdadeira, mas que se afastaram. Eles podem ser restaurados à comunhão cristã e novamente receber misericórdia? Essa passagem tem sido fonte de grande perplexidade e desânimo para muitos. Ela parece ensinar que os que se desviam da fé estão irremediavelmente perdidos. Entre os vários pontos de vista que têm sido mantidos, dois são dignos de consideração. (1) A apostasia mencionada aqui é a prática de um pecado imperdoável (Mt 12:31, 32), uma vez que essa é a única forma de apostasia para a qual não há esperança. (2) A passagem não prega a falta de esperança para quem se apostatou, mas adverte acerca de uma desesperança adicional (Hb 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira visão, embora a última possa ser defendida com base no texto grego. CBASD, vol. 7, p. 467.
8 Espinhos e abrolhos. Deus havia abençoado os cristãos judeus, e esperava que dessem fruto. Se, com todas as bênçãos que tiveram e com toda a luz que iluminava o caminho, eles ainda se recusassem a dar frutos e se afastassem, haveria apenas um fim para eles: a separação de Deus e o esquecimento. CBASD, vol. 7, p. 469.
10 Para ficar esquecido. Deus não Se esquece de qualquer ato de bondade, ainda que pequeno. Tudo é registrado e será levado em consideração no juízo. Um copo de água fria não é esquecido (Mt 10:42), a lágrima de tristeza ou simpatia é lembrada e gravada (SI 56:8). CBASD, vol. 7, p. 469.
11 Plena certeza da esperança. Os crentes a quem a carta foi dirigida tinham sido zelosos em abrigar os santos. Eles precisavam continuar seu ministério, mas deviam ser igualmente diligentes em outros assuntos relacionados com a salvação. CBASD, vol. 7, p. 470.
17 Quando quis mostrar. Não era necessário que Deus jurasse. Sua palavra é tão eficaz quanto um juramento. Por isso, foi impressionante que Ele tenha Se colocado no nível do ser humano, consentindo em jurar pela veracidade da promessa. CBASD, vol. 7, p. 470.
18 Duas coisas imutáveis. Ou seja, a promessa de Deus e Seu juramento. A palavra de Deus, em si mesma é imutável. Nenhum juramento pode acrescentar nada ao que Deus disse, nem torná-la mais segura. Contudo, Deus confirmou a promessa com juramento por nossa causa. CBASD, vol. 7, p. 470.
20 Sumo sacerdote para sempre. O autor volta, habilmente, ao tema do sumo sacerdócio, pois fez uma digressão em Hebreus 5:11 a 6:19, e discute isso em detalhes no cap. 7. CBASD, vol. 7, p. 472.
by tatianawernenburg


HEBREUS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
23 de agosto de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria




%d blogueiros gostam disto: