Reavivados por Sua Palavra


II TESSALONICENSES 2 by jquimelli
2 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-tessalonicenses/2ts-capitulo-2/

Combinando os versos 3 a 7, podemos ver que Paulo está descrevendo três fases da história desde os seus dias até o fim.
A fase final é a segunda vinda de Jesus, a qual é mencionada no verso 8. Antes desse estágio ocorre a revelação do homem do pecado (vs. 3 e 4), o iníquo (v. 8).E antes deste estágio, voltando aos dias de Paulo é descrito um tempo de mistério e repressão (vs. 6-7).
O homem do pecado/iníquo foi introduzido nos versos 3-4. O poder na história que melhor se adapta a todas as especificações dessas profecias é o papado medieval. Mas II Tessalonicenses 2:8-10 abre a cortina para revelar um anticristo ainda maior por detrás do visível, aquele que agiu sobre todas as nações ao longo da história. O próprio Satanás é o autor e consumador dos enganos do tempo do fim.
O que realmente importa ao nos aproximarmos do fim, não é sabermos calcular exatamente quando e como estes enganos acontecerão, mas se temos recebido e compartilhado o amor à verdade. O confronto pode ser mundial, mas a escolha ainda é pessoal para você e para mim.

Jon Paulien

Universidade Loma Linda
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1364
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/09
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://novotempo.com/audios/ii-tessalonicenses-02/

Audio online [voz: Valesca Conty]:



II TESSALONICENSES 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de agosto de 2018, 0:55
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II TESSALONICENSES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
2 de agosto de 2018, 0:45
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II TESSALONICENSES 2 – Parece que a euforia da heresia é maior que a ousadia da verdade.

“Circulava na igreja de Tessalônica ideias errôneas sobre a proximidade da volta de Cristo. Esta carta corrige pontos de vista equivocados com respeito aos acontecimentos prévios ao regresso de Jesus em glória e majestade. Paulo adverte que existem cartas… fraudulentas, possivelmente enviadas em seu nome confundindo aos crentes com respeito à Segunda Vinda de Jesus” (Raúl Quiroga).

• Precisamos e acatamos estas advertências ou fugimos ou atacamos suas exortações?
• Aceitamos ou não as correções de Paulo neste capítulo?

Acompanhe em tua Bíblia estes pontos extraídos do comentário da Bíblia de Estudo Andrews:

• “A principal contribuição teológica de 2 Tessalonicenses é o ‘pequeno Apocalipse’ de 2:1-12… Os leitores do apóstolo talvez soubessem [identificar os principais personagens mencionados], mas hoje não temos a mesma certeza e precisamos analisar toda a estrutura profética das Escrituras a fim de alcançar uma melhor compreensão”.

• “Em 1 Tessalonicenses, os cristãos corriam o risco de perder a esperança na segunda vinda. Em 2 Tessalonicenses, Paulo enfrenta o extremo oposto: a ideia de que a segunda vinda seria imediata ou já se fazia presente de alguma forma no âmbito espiritual. Contudo, o apóstolo escreve que, antes do retorno de Jesus, seria revelado o ‘homem da iniquidade’ (2:3), cuja vinda seria ‘detida’ (vs. 6-7), até o momento apropriado. Antes da chegada do homem da iniquidade (ou o ‘iníquo’, v. 8), a segunda vinda não ocorreria”.

• “Uma boa maneira de entender a passagem [referente ao homem da iniquidade (vs. 3-4) e daquele que o detém (vs. 6-7)] é à luz das descrições paralelas em Dn 7:8, 19-26. A grande apostasia predita em 2 Tessalonicenses pode muito bem se referir à apostasia que ocorreu dentro do próprio cristianismo (‘no santuário de Deus’, 2Ts 2:4) ao longo da Idade Média. Em última instância, expressões como ‘o homem da iniquidade’ (v. 3), ‘o filho da perdição’ (v. 3) e ‘o iníquo’ (v. 8) apontam para Satanás. Contudo, os rótulos também podem se aplicar aos agentes que Satanás usa ao longo da história para cumprir sua vontade”.

Diante da apostasia globalizada, nada melhor do que cooperar com Deus na proclamação da verdade revelada na Palavra inspirada (vs. 13-17)!

Busquemos discernimento profético nessa Palavra! – Heber Toth Armí.



II Tessalonicenses 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de agosto de 2018, 0:30
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“Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (v.13).


Precisamos entender este capítulo à luz do que está escrito no livro de Daniel. A profecia aponta para alguém que se rebelará contra Deus antes da segunda vinda de Cristo e que terá grande influência, “a ponto de sentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (v.4). As conjecturas que surgiram entre os tessalonicenses sobre “o Dia do Senhor” (v.2), como se vivessem nos últimos dias, foram esclarecidas por Paulo como ideias fora de tempo. Ele certamente recebera alguma luz acerca das profecias de Daniel e compreendera que o tempo determinado ainda não havia chegado. Certamente, o retorno de Cristo e o preparo para este Dia, são os temas centrais desta segunda epístola.

O apóstolo tinha uma fé viva na possibilidade de, ainda em vida, ver o seu Salvador retornar (1Co 15:51; 1Ts 4:17). Mas também, como estudioso das profecias, sabia que, antes, muitas coisas precisavam se cumprir. Dentre elas, a revelação do “homem da iniquidade” (v.3). A este, o profeta Daniel descreveu como um rei: “Este rei fará segundo a sua vontade, e se levantará, e se engrandecerá sobre todo deus; contra o Deus dos deuses falará coisas incríveis e será próspero, até que se cumpra a indignação; porque aquilo que está determinado será feito” (Dn 11:36). Paulo fala de um período de apostasia que precederia a volta de Cristo. A palavra apostasia não se refere a uma rebelião externa, mas interna, ou seja, o falso ensinamento que surgiria no meio cristão, “com todo engano de injustiça” (v.10). Apostasia que seria liderada pelo “homem da iniquidade, o filho da perdição” (v.3), ou, como descrito em Apocalipse, “o falso profeta” (Ap 19:20).

Sabendo que iniquidade significa pecado, e “o pecado é a transgressão da lei” (1Jo 3:4), o homem da iniquidade nada mais é do que um “fora da lei”, que tanto descumpre a lei de Deus como seduz as nações no mesmo sentido. Suas reais intenções, no entanto, só serão reveladas “em ocasião própria” (v.6). Desde os tempos apostólicos, é-nos dito que já operava “o mistério da iniquidade” (v.7), porém, o iníquo só será revelado quando o Espírito Santo, “que agora o detém” (v.7), for afastado por ocasião da conclusão do selamento dos servos de Deus (Ez 9:4; Ap 7:3). Este homem da iniquidade, “segundo a eficácia de Satanás” (v.9), operará grandes sinais “e prodígios da mentira” (v.9), “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt 24:24). O apelo de Jesus continua sendo o mesmo, principalmente em nossos dias: “Vede que ninguém vos engane” (Mt 24:4).

Percebam que Paulo diz que o “engano de injustiça” será “aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos” (v.10). Não se enganem, meus irmãos, ou buscamos a Deus incessantemente através do estudo sincero de Sua Palavra, com o coração submisso e contrito, ou seremos facilmente arrastados por todo vento de doutrina. Paulo exortou os tessalonicenses a guardarem as tradições que lhes foram ensinadas por palavra e por epístolas (v.15). Isto nos diz que existe diferença entre tradição e tradição: a tradição cerimonialista (doutrinas de homens) e a tradição inspirada (pelo Espírito Santo). Com isso, Paulo chamou as suas cartas de tradições inspiradas que deveriam ser seguidas por estarem fundamentadas nos princípios divinos e não em “palavra de homens” (1Ts 2:13).

Muitos têm julgado ser de pequena monta o associar-se com os ímpios enquanto sustentam uma postura de crentes em Cristo. Mas “que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co 6:14).

Eu não sei você, mas eu sirvo ao Deus de Abraão, que não hesitou em levantar o cutelo contra o seu próprio filho. Eu sirvo ao Deus de José, que assumiu o risco de morte ao rejeitar a mulher de Potifar. Eu sirvo ao Deus de Daniel, que firmemente decidiu não se contaminar com as iguarias e com a idolatria de Babilônia. Eu sirvo ao Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que preferiam ter seus corpos queimados a ter que adorar outros deuses. Eu sirvo ao Deus de Paulo, que desprezava a própria vida por amor a Cristo.

Onde, pois, está a fé de nossos pais? Será que estamos dispostos a abrir mão de nossas vontades egoístas para experimentar a vontade de Deus? Será que estamos prontos para, se preciso for, padecer necessidades e privações, por “amor da verdade” (v.10)? Estamos, de fato, nos preparando para enfrentar um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn 12:1)? Quando o mundo reverenciar o homem da iniquidade e nos for exigido que façamos o mesmo, sob pena de morte, cederemos ou, como Josué decidiremos resolutos: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24:15)? O meu desejo e a minha oração é que “nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o [nosso] coração e [nos] confirmem em toda boa obra e boa palavra” (v.16-17). “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o [nosso] Senhor” (Mt 24:42).

Bom dia, “irmãos amados pelo Senhor” (v.13)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Tessalonicenses2 #RPSP



II TESSALONICENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – atualizado 09h:06 by jquimelli
2 de agosto de 2018, 0:20
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Não importa quão cuidadosamente um pastor possa cuidar de uma igreja, existem várias maneiras de ideias falsas criarem raiz. Às vezes é mais fácil para os membros aceitarem uma teoria ou especulação do que examinar cuidadosamente as Escrituras por si mesmos. Às vezes, as novas ideias podem até ser bíblicas, mas são disseminadas sem equilíbrio com os demais ensinamentos das Escrituras. Este parece ter sido o problema em Tessalônica. Neste texto a meta de Paulo não é expor detalhadamente a sua visão sobre os acontecimentos do tempo do fim (v. 5). Seu objetivo é pastoral – acalmar e persuadir os crentes a terem mais paciência com relação aos eventos finais. Jon Paulien, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/09 (pesquisa em 01/08/2018).

1 Nós vos exortamos. Parece que ideias errôneas a respeito do ensino de Paulo sobre a proximidade da vinda de Cristo estavam circulando na igreja em Tessalônica. Para corrigir esses conceitos errôneos, Paulo escreveu a segunda epístola. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 273.

2 Demovais da vossa mente. Os tessalonicenses não deveriam ser conduzidos da convicção estabelecida e “agitados por todo vento de doutrina” (Ef 4:14). Os cristãos devem estar firmes intelectualmente. CBASD, vol. 7, p. 273.

Perturbeis. Neste versículo, a palavra se refere ao estado de agitação ou excitação nervosa. O pensamento de que a vinda do Senhor era iminente estava mantendo os tessalonicenses em estado de alarme contínuo. CBASD, vol. 7, p. 273.

Tenha chegado. Como Jesus em Seus ensinos, Paulo enfatiza na primeira epístola que os cristãos deveriam viver em estado de prontidão para o retorno do Senhor (Mt 24:42, 44; 1Ts 1:10; 5:23). Deveriam vigiar e estar prontos, mas nunca estar tão imbuídos com o senso da iminência do segundo advento a ponto de viver num insensato estado de agitação. CBASD, vol. 7, p. 273.

3 Ninguém, O inimigo da igreja usará sinais e milagres aparentes para levar os ingênuos a aceitar o grande engano ou a mentira (v. 9-11). Por isso, o povo de Deus deve se acautelar para não se desviar da fé, a qual deve se apoiar nas claras declarações da Palavra de Deus. CBASD, vol. 7, p. 274.

4 A apostasia. O próprio Paulo instruiu oralmente aos tessalonicenses a respeito da apostasia vindoura. … A profecia a respeito da apostasia foi cumprida parcialmente nos dias de Paulo, e muito mais durante a Idade Média, mas o cumprimento pleno ocorrerá nos dias imediatamente anteriores ao retorno de Jesus (cf. Nota Adicional a Romanos 13; ver vol. 6, p. 60-53). CBASD, vol. 7, p. 274.

O homem da iniquidade. Isto é, o homem cuja característica distintiva é o pecado. … Paulo emprega a palavra grega para “homem” (antropos) indicando adicionalmente uma pessoa ou poder definido. CBASD, vol. 7, p. 274, 275.

4 Objeto de culto. As palavras de Paulo descrevem um poder arrogante que se opõe a todos os concorrentes no campo da religião e não permite rival para receber a adoração que reivindica para si. CBASD, vol. 7, p. 275.

Santuário. Num lugar dedicado à adoração do verdadeiro Deus, o maligno se assenta solicitando adoração para si. CBASD, vol. 7, p. 275.

Ostentando-se. Tomar assento no santuário do templo revela que ele reivindica sentar “como Deus”, que, na verdade, “ele é Deus”. A blasfêmia não poderia ser maior. … Uma comparação com a profecia de Daniel do poder blasfemo que sucedeu a Roma pagã (ver com. de Dn 7:8, 19-26) e com a descrição de João sobre a besta semelhante a um leopardo (ver com. de Ap 13:1-18) revela muitas similaridades entre os três relatos. Isso leva à conclusão de que Daniel, Paulo e João falam do mesmo poder, a saber, o papado (GC, 49-54, 356). … Num sentido mais amplo, o poder aqui descrito pode ser identificado com Satanás, que há muito tem lutado para ser “como o Altíssimo” (ver com. de Is 14:14). “Satanás está trabalhando ao máximo para se apresentar como Deus e para destruir todos que se opõem ao seu poder. E hoje o mundo está se inclinando diante dele. Seu poder é recebido como o poder de Deus” (T6, 14). “Nessa época aparecerá o anticristo, como o Cristo verdadeiro, e então a lei de Deus será anulada completamente. … Mas o verdadeiro líder de toda essa rebelião é Satanás, disfarçado em anjo de luz. Os homens serão iludidos e o exaltarão ao lugar de Deus, deificando-o” (TM, 62). CBASD, vol. 7, p. 275, 276.

Eu costumava dizer-vos. Paulo lembra seus leitores sobre os ensinos, demonstrando que seu ponto de vista com relação à vinda de Cristo não sofreu alteração e que antes ele não esperava o imediato aparecimento do Senhor. Ao mesmo tempo, suas palavras escritas são cuidadosamente estruturadas, possivelmente para evitar complicações políticas, caso a carta caísse nas mãos dos oponentes. CBASD, vol. 7, p. 276.

6 Ocasião própria. O anticristo será manifesta\do quando a ocasião própria vier. Quando aplicado ao papado histórico (ver com. do v. 4), tem sido compreendido como o período de dominação de 1,260 anos daquele poder religioso (ver com. de Dn 7:25; Ap 12:6). Dada a aplicação ampla (ver com. de 2Ts 2:4), a passagem é vista como também se referindo ao tempo quando Satanás desempenhará um papel pessoal nos eventos dos últimos dias, apenas para que seu cuidadoso plano para a dominação do mundo seja desmascarado, e sua verdadeira natureza, evidenciada (ver com. de 2Ts 2:4; Ap 17:16). CBASD, vol. 7, p. 276.

7 Mistério da iniquidade. Do gr. musterion tes anomias [algo oculto … “desacato e violação da lei”] O título se refere a um poder caracterizado pela desobediência. A referência à lei é significativa, em vista da tentativa de mudança da lei mencionada em Dn 7:25 (ver com. ali). Em última análise, esta descrição se aplica a Satanás, o autor da desobediência (TM, 365)., mas o demônio geralmente camufla sua personalidade ao trabalhar por meio de agentes. Nos últimos dias, ele desempenhará um papel mais direto, levando o engano ao cúmulo de falsificar pessoalmente a vinda de Cristo (ver com. de 2Ts 2:4, 9). CBASD, vol. 7, p. 277.

Opera. Paulo se refere a uma agência já em atividade. A apostasia iniciou nos dias de Paulo (ver com. [CBASD] de 2Ts 2:3 [cf. At 20:30; 21:21; 1Tm 4:1-3; 2Tm 4:3-4; 2Pe 2:1, 12-22; Jd 4, 10-13; 1Jo 2:18; Mt 7:15; 22-24; Mt 24:10]). CBASD, vol. 7, p. 277.

10 Acolheram. Paulo aponta o motivo pelo qual os descrentes serão enganados. Eles tiveram oportunidade de amar a verdade, mas recusaram o privilégio. CBASD, vol. 7, p. 279.

O amor da verdade. A condenação final dos pecadores será baseada na “rejeição” de Jesus, que é a verdade (Jo 14:6). CBASD, vol. 7, p. 279.

Para serem salvos. Ao mesmo tempo em que a rejeição da verdade que está em Cristo Jesus significa morte, sua aceitação conduz à salvação eterna. CBASD, vol. 7, p. 279.

11 Deus lhes manda a operação do erro. No estágio final da história do mundo, antecipada neste versículo, os não regenerados claramente escolherão mentiras em vez da verdade e se colocarão além do alcance da redenção. Deus, portanto, os abandonará ao curso de suas escolhas (ver com. de Rm 1:18, 24). Nas Escrituras, Deus é mencionado com frequência fazendo o que não impede (ver com. de 1Sm 16:14; 2Cr 18:18). CBASD, vol. 7, p. 279.

À mentira. Isto é, o engano supremo, quando Satanás personifica a Cristo. CBASD, vol. 7, p. 280.

13 Deus vos escolheu. Ver com. de Ef 1:4; Cl 3:12; 1Ts 1:4; 5:9. Esta não é uma escolha arbitrária, o que é demonstrado pelas palavras qualificadoras a seguir. A escolha é dependente da santificação dos escolhidos. CBASD, vol. 7, p. 280.

Pela santificação do Espírito. …toda verdadeira santificação é obra do Espírito Santo (cf. com. de 1Pe 1:2). CBASD, vol. 7, p. 280.

14 Para o que também vos chamou. Este versículo mostra que o anterior não ensina a predestinação de alguns para a salvação e de outros para a perdição (ver com. de 1Ts 1:4). Pelo fato de propor salvar as pessoas, independente de etnia, Deus inspirou Paulo com um ardente desejo e com determinação de pregar o evangelho aos gentios. As boas-novas de salvação por meio de Jesus Cristo haviam sido proclamadas livremente. A aceitação ou rejeição depende do indivíduo. CBASD, vol. 7, p. 280.

15 tradições. Do gr. paradoseis (ver com. de Mc 7:3). A palavra significa coisas entregues em mãos ou transmitidas por meio de ensino ou doutrina. … refere-se aqui às mensagens inspiradas recebidas por Paulo e seus companheiros e fielmente transmitidas aos tessalonicenses. CBASD, vol. 7, p. 280.

16 Boa esperança, pela graça. A esperança (de redenção na vinda de Cristo) é “boa”, no sentido de ser genuína e confiável, em contraste com as falsas esperanças apregoadas pelos ensinos errôneos sobre o imediatismo do retorno do Salvador. CBASD, vol. 7, p. 281.

 

(Para mais e extensivos comentários, recomendamos a leitura do CBASD, p. 273-281).



II TESSALONICENSES 2 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
2 de agosto de 2018, 0:05
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