Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de agosto de 2018, 0:30
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“Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança” (v.11).


Como vimos ontem, cada capítulo de Hebreus não encerra um assunto, mas dá continuação à mesma linha de pensamento. Ao fechar o capítulo anterior com a advertência sobre a letargia espiritual dos cristãos hebreus, o capítulo de hoje é inaugurado com uma exortação ao progresso na fé. Ao listar “os princípios elementares da doutrina de Cristo” (v.1), o autor reforça quais sejam os fundamentos da fé cristã:

  1. O “arrependimento de obras mortas”: A fé em Cristo produz o genuíno arrependimento, tanto dos pecados quanto da tentativa humana de exercer justiça própria;
  2. Fé em Deus”: Como afirmou o próprio autor mais a frente: “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6);
  3. O ensino de batismos”: O fato mais provável da palavra estar no plural é a confirmação das palavras de Jesus a Nicodemos: “Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade, te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (Jo 3:5); referindo-se, portanto, ao batismo nas águas e ao batismo pelo Espírito Santo;
  4. A “imposição de mãos”: É importante que os símbolos, como a própria cerimônia batismal, sejam dirigidos por líderes devidamente investidos para isso, como o foram os próprios apóstolos;
  5. A “ressurreição dos mortos”: Sobre esta doutrina, Paulo escreveu: “E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé” (1Co 15:13-14). A ressurreição de Jesus é a nossa garantia de que nem a morte pode nos separar do amor de Deus  (Rm 8:38);
  6. O “juízo eterno”: Em toda a Bíblia podemos encontrar provas mais do que suficientes de que Deus há de operar o Seu juízo definitivo. “Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o Seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos” (v.10).

O autor não disse que estes princípios fundamentais deveriam ser esquecidos, mas que já deveriam estar bem alicerçados na vida dos cristãos, a ponto de não mais serem motivos de discussões ou debates. Ora, um construtor sempre inicia a obra pelo fundamento como sendo a parte mais importante, mas é sobre este fundamento que ele começa a erigir, aos poucos, o restante da estrutura. Como casa de Cristo, precisamos estar bem alicerçados nos princípios de Sua doutrina, a fim de que, dia após dia, sejamos edificados pelo Espírito Santo e nos tornemos edifício de Deus. A queda espiritual a que o autor se refere não se trata da negação do perdão divino, mas da ausência de perseverança na vida de muitos que um dia provaram do amor de Deus e do poder transformador de Sua Palavra, mas que não permaneceram sendo iluminados pelo Espírito Santo, deixando de ouvir a Sua voz.

O contato diário com “a boa palavra de Deus” (v.5) nos santifica na verdade (Jo 17:17) e nos livra de permanecer no pecado (Sl 119:9). Ainda que tenha utilizado de duros argumentos, o objetivo do autor permanece sendo o objetivo do Espírito Santo para todo filho de Deus: que “continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança” (v.11). Para que não nos tornemos “indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé, e pela longanimidade, herdam as promessas” (v.12). Novamente, a fé e a paciência de Abraão são lembradas pelo autor a fim de destacar a imutabilidade do propósito divino e o fiel cumprimento de Suas promessas. Se cremos que servimos a um Deus que não mente (v.18), podemos estar seguros na “esperança proposta; a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu” (v.19).

Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, “entrou por nós” (v.20) no Santo dos Santos para que possamos ter acesso ao Pai. Por meio dEle, e não mais por agentes humanos ou sacrifícios de animais, podemos nos dirigir diretamente a Deus em busca de perdão. Que esta maravilhosa esperança nos motive e impulsione a perseverar até o fim. “Por isso, não abram mão da confiança que vocês têm; ela será ricamente recompensada” (Hb 10:35).

Bom dia, ancorados em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus6 #RPSP

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HEBREUS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de agosto de 2018, 0:20
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611 palavras

1 Base. É bom estabelecer uma boa base, … quem não constrói sobre ela nunca terá uma estrutura acabada. O autor propõe deixar os primeiros princípios, tendo como certo que os leitores estão bem fundamentados neles. Ele não os ignora, mas os deixa no mesmo sentido em que um construtor deixa o fundamento quando prossegue com a estrutura em si. O autor enumera seis princípios fundamentais sobre os quais o cristianismo é edificado. Ele apenas os menciona e não os discute, pois sente que isso já foi bem feito. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 465.

3 Isso faremos. O autor encoraja seus leitores a ir além, (v. 1) dos presentes princípios elementares do evangelho, esperando e crendo que eles estivessem bem compreendidos. Ele quer deixar esses fundamentos assim como a criança deixa a primeira cartilha quando avança para o primeiro livro de leitura. Mas, na realidade, nenhuma criança, nem o cientista mais entendido, abandonaria o alfabeto. Todas as suas letras serão sempre necessárias. O mesmo se dá com esses princípios fundamentais, eles não são descartados, mas são a base da construção. O autor deseja avançar das verdades primárias para as mais elevadas. CBASD, vol. 7, p. 467.

4 É impossível. Os v. 4 a 6 tratam do destino dos que se afastam de Deus. A questão é acerca da possibilidade de restaurar aqueles que tiveram uma experiência cristã verdadeira, mas que se afastaram. Eles podem ser restaurados à comunhão cristã e novamente receber misericórdia? Essa passagem tem sido fonte de grande perplexidade e desânimo para muitos. Ela parece ensinar que os que se desviam da fé estão irremediavelmente perdidos. Entre os vários pontos de vista que têm sido mantidos, dois são dignos de consideração. (1) A apostasia mencionada aqui é a prática de um pecado imperdoável (Mt 12:31, 32), uma vez que essa é a única forma de apostasia para a qual não há esperança. (2) A passagem não prega a falta de esperança para quem se apostatou, mas adverte acerca de uma desesperança adicional (Hb 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira visão, embora a última possa ser defendida com base no texto grego. CBASD, vol. 7, p. 467.
8 Espinhos e abrolhos. Deus havia abençoado os cristãos judeus, e esperava que dessem fruto. Se, com todas as bênçãos que tiveram e com toda a luz que iluminava o caminho, eles ainda se recusassem a dar frutos e se afastassem, haveria apenas um fim para eles: a separação de Deus e o esquecimento. CBASD, vol. 7, p. 469.
10 Para ficar esquecido. Deus não Se esquece de qualquer ato de bondade, ainda que pequeno. Tudo é registrado e será levado em consideração no juízo. Um copo de água fria não é esquecido (Mt 10:42), a lágrima de tristeza ou simpatia é lembrada e gravada (SI 56:8). CBASD, vol. 7, p. 469.
11 Plena certeza da esperança. Os crentes a quem a carta foi dirigida tinham sido zelosos em abrigar os santos. Eles precisavam continuar seu ministério, mas deviam ser igualmente diligentes em outros assuntos relacionados com a salvação. CBASD, vol. 7, p. 470.
17 Quando quis mostrar. Não era necessário que Deus jurasse. Sua palavra é tão eficaz quanto um juramento. Por isso, foi impressionante que Ele tenha Se colocado no nível do ser humano, consentindo em jurar pela veracidade da promessa. CBASD, vol. 7, p. 470.
18 Duas coisas imutáveis. Ou seja, a promessa de Deus e Seu juramento. A palavra de Deus, em si mesma é imutável. Nenhum juramento pode acrescentar nada ao que Deus disse, nem torná-la mais segura. Contudo, Deus confirmou a promessa com juramento por nossa causa. CBASD, vol. 7, p. 470.
20 Sumo sacerdote para sempre. O autor volta, habilmente, ao tema do sumo sacerdócio, pois fez uma digressão em Hebreus 5:11 a 6:19, e discute isso em detalhes no cap. 7. CBASD, vol. 7, p. 472.
by tatianawernenburg


HEBREUS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
23 de agosto de 2018, 0:05
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HEBREUS 5 by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-5-2/

Hebreus 5 nos diz que Jesus foi nomeado nosso sumo sacerdote. Na visão do mundo antigo, sacerdotes eram nomeados para mediar entre Deus e os seres humanos. Eles se purificavam para lidar com o mundo divino e sabiam como se aproximar de Deus a fim de receber as bênçãos solicitadas.

Os versos 7-10 dizem que foi o próprio Deus quem designou Jesus como sumo sacerdote. Isso nos lembra de que o Pai sempre quis restaurar o seu relacionamento conosco. Deus escolheu Jesus porque ele era o “Filho”. Isto nos conecta a Hebreus 1 e 2, onde o Filho era ao mesmo tempo um com Deus e um com o homem. Assim, Ele é o mediador perfeito.

É difícil para muitos entender a ideia de que Jesus é nosso sumo sacerdote perfeito. A ideia de que não podemos fazer nada para melhorar nosso relacionamento com Deus é contrária à intuição. Na verdade, não podemos nem nomear nosso próprio representante e mediador. Ao consentirmos, Jesus assume este papel e apresenta Seus méritos como nossos. Nossa salvação depende de Seus recursos. O cristão maduro entende que há somente um mediador e que este mediador é Jesus (1 Tm 2:5).

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1384
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados22-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]:



HEBREUS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de agosto de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO DE HEBREUS 5 – Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2018, 0:45
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HEBREUS 5 – Tem gente que deve ter anorexia espiritual, tem medo de ganhar peso bíblico daí fica raquítico na fé, sem forças nenhuma diante dos mais suaves ventos das falsas doutrinas.

Se você quer se fortalecer, pegue a tua Bíblia e leia agora mesmo. Até aqui, o livro de Hebreus nos deixou claro que Jesus é superior aos profetas (1:1-4), aos anjos (1:5-2-8), a Moisés (3:1-9), a Josué (4:1-6). No capítulo em análise, o Espírito Santo, através do escritor humano, evidencia a superioridade de Cristo sobre o Sumo Sacerdote Josué.

Tudo isso implica que Cristo deve ser o primeiro e central na vida não só dos cristãos, mas de cada indivíduo que deseja ter paz e perspectiva positiva concreta em sua existência.

Desde o capítulo 4:14 começou a seção que destaca o ministério Sacerdotal de Cristo. Ao reconhecermos o significado de Cristo assumir o Santuário Celestial como Sumo Sacerdote, nossa visão de cristianismo eleva-se bem acima dos demais cristãos que ignoram essa doutrina.

Interpretamos correta e equilibradamente o maior plano arquitetado no Universo – que é o de salvar o pecador –, quando compreendemos a centralidade do santuário na teologia bíblica. Observe os pontos extraídos do capítulo em análise:

1. O Sumo Sacerdote estava, hierarquicamente, acima dos sacerdotes. Jesus está acima do Sumo Sacerdote Arão e de todos os sacerdotes que existiram. Embora não fosse da linhagem de Levi, Jesus era da ordem de Melquisedeque, ou seja, designado por Deus (vs. 1-10).

· Deus ordenara a Arão para ser o representante maior da nação judaica diante dEle (Êxodo 2:1; Levítico 8:1-9:24). Jesus foi nomeado para ser representante das nações do mundo – nosso representante!

2. Não dá para entender, como pode Jesus passar por tão grande sacrifício, clamor, lágrimas, orações e súplicas e os crentes não progredirem no crescimento espiritual? (vs. 11-14).

· Deus quer dar-nos alimentos sólidos, mas ficamos com as papinhas teológicas que não condizem mais com o tempo da nossa fé.

“Apesar do tempo decorrido, alguns não cresceram tanto quanto deviam para poder apreciar os ensinos mais adiantados da fé. O crescimento é uma garantia de que não iremos cair da graça e voltar ao erro” (Álvaro César Pestana).

Como crescer espiritualmente? Invista tempo num estudo sério, intenso e sistemático da Palavra de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de agosto de 2018, 0:30
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“Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (v.14).


Muito antes de Arão ou da ordem para a edificação do santuário terrestre, já havia a sacerdócio de Cristo e o santuário celeste. Após libertar o seu sobrinho Ló, bem como o povo de Sodoma e Gomorra que havia sido levado cativo, e recuperado todos os seus tesouros, Abrão foi recebido por “Melquisedeque, rei de Salém… sacerdote do Deus Altíssimo” (Gn 14:18). Este encontro misterioso e intrigante quanto ao fato de que, até então, não havia relato algum da existência de um santuário na Terra, foi a prefiguração do sacerdócio de Cristo. Levando consigo pão e vinho, o “rei de Salém”, ou “rei da paz”, também prefigurou o sacrifício de Cristo. “Assim… Cristo a Si mesmo não Se glorificou, para se tornar sumo sacerdote, mas O glorificou Aquele que Lhe disse:… Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (v. 5-6).

Como Sacerdote, e Sumo Sacerdote, “embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-Se o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem” (v.8-9). Assim como Jesus, o próprio Filho de Deus, obedeceu ao chamado do Pai e procurou viver em obediência, somos chamados a seguir-Lhe o exemplo. Cristo veio a esta Terra e experimentou as nossas fraquezas, condoendo-Se de nossa triste condição. A Sua perfeita obediência nos garante a salvação eterna, mediante os Seus indiscutíveis méritos. Justificado pela fé, Abrão buscou viver em conformidade com a vontade de Deus e encontrou a bênção e a aprovação divina em seu encontro com Melquisedeque.

Da mesma forma que Cristo mesmo foi provado no sofrimento, o cristão é provado a fim de ser constantemente aperfeiçoado. O Seu sacrifício por nós foi eficaz e suficiente, mas isto não significa que não temos um papel a cumprir. “E de tudo lhe deu Abrão o dízimo” (Gn 14:20). A resposta de Abrão frente à bênção recebida, e sua obediência a ponto de estar disposto a sacrificar o próprio filho, são provas de que a salvação nunca é infrutífera, mas sempre redunda em obras de justiça. O próprio Deus provou o Seu amor para conosco, em ter-nos enviado o Seu Primogênito. Que maior prova de amor podemos Lhe oferecer se não com nossa fé operante?

Se, de fato, conhecemos “os princípios elementares dos oráculos de Deus” (v.12), então, “pela prática”, exercitemos as nossas faculdades para sabermos fazer diferença entre o bem e o mal (v.14). Assim como Abrão devolveu o dízimo de tudo o que tinha, mas se recusou a aceitar recompensas de um rei corrupto, precisamos nos apegar às verdades da Palavra de Deus que definem, de maneira muito clara, “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml 3:18). Enquanto o tempo ainda nos é favorável, que possamos crescer na graça de Cristo, e alcançar, como Abraão, o mais privilegiado título que ele poderia receber: “Abraão, Meu amigo” (Is 41:8)

Bom dia, amigos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus5 #RPSP

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Hebreus 5 – Comentários Selecionados by Jeferson Quimelli
22 de agosto de 2018, 0:20
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613 palavras

1 Sumo Sacerdote. As qualificações essenciais do sumo sacerdote são aqui apresentadas para mostrar que Cristo as tem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 459.

Pelos pecados. Os dons e sacrifícios eram pelos pecados do povo. O sistema cerimonial foi projetado para ensinar a aversão de Deus ao pecado e o plano para eliminá-lo. CBASD, vol. 7, p. 460.

2 Rodeado de fraqueza. O sumo sacerdote estava sujeito às mesmas paixões que seu povo. Seu conhecimento pessoal e prático das fraquezas e tentações da carne o levava a ter uma compreensão simpática das fraquezas e falhas dos outros, e o qualificava a dar conselhos e ajuda aos que eram tentados. CBASD, vol. 7, p. 460.

4 Chamado por Deus. O ofício de sumo sacerdote era por determinação divina. Foi Deus que escolheu Arão para a função (Êx 28:1). A sucessão na família de Arão também era ordenada por Deus, como está implícito no texto em consideração. No decorrer da história, muitos sacerdotes de Israel que exerceram a função eram indignos da mesma, mas, aqui, o autor não está preocupado com isso. É seu propósito expor a nomeação divina como a qualificação essencial do verdadeiro sumo sacerdote, a fim de mostrar que Cristo preencheu esse requisito, bem como outros. CBASD, vol. 7, p. 460.

7 Tendo oferecido. Isto é, oferecendo, ou, tendo a oferecer. A ideia da passagem é que, ao fazer Suas orações e súplicas, e sendo ouvido, Jesus aprendeu a obediência. A obediência foi aprendida através dessas experiências, e não em seguida a elas. CBASD, vol. 7, p. 461.

Quem O podia livrar. O fato de o Pai ser capaz de salvar o Filho da morte tornava a provação ainda mais intensa. A humanidade do Filho de Deus recuou de horror pela separação do Pai. Embora estivesse disposto a percorrer sozinho as águas profundas, Ele orou fervorosamente para ser dispensado de beber o cálice, caso houvesse outra maneira. Mas não havia e, por isso, Ele o bebeu. CBASD, vol. 7, p. 461.

9 Autor. Do gr. aitios, “causa”, “fonte”. Foi o cumprimento do plano estabelecido antes da fundação do mundo em relação à encarnação, vida, morte, ressurreição e glorificação que fez de Cristo o meio de salvação. CBASD, vol. 7, p. 463.

11 Difíceis de explicar. O autor estava ciente da dificuldade desse tema, e que era necessário haver a mesma percepção espiritual por parte da igreja. É evidente que ele estava bem familiarizado com seus leitores, caso contrário, não se atreveria a falar deles dessa maneira. CBASD, vol. 7, p. 463.

12 Devíeis ser mestres. Estes não eram novos conversos, do contrário, essa afirmação não faria sentido. Aparentemente, eles não haviam progredido tanto quanto poderiam. CBASD, vol. 7, p. 463.

Leite e […] alimento sólido. Estas figuras representam os avançados e fundamentais princípios do evangelho (ICo 3:1, 2). Deus quer que todos cresçam à plena estatura da maturidade em Cristo e que “não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina” (Ef 4:14). CBASD, vol. 7, p. 464.

13 Inexperiente. Do gr. apeiros, “que desconhecem”, “trabalhadores não qualificados”. O apeiros não desconhece por completo a Palavra da justiça, mas seu conhecimento é limitado, e o crescimento espiritual fica retardado. Assim como as pessoas se tornam hábeis em um ofício ou profissão, do mesmo modo, Deus quer que nos tornemos mais hábeis e experientes no uso da Palavra. CBASD, vol. 7, p. 464.

14 Alimento sólido. O autor está preparando seus leitores para instrução avançada acerca da verdadeira posição de Cristo. Deseja estimular os leitores a alcançar um grau de interesse mais elevado no que está prestes a transmitir Ele entende que era chegado o tempo para que eles dessem um passo à frente, abandonassem os hábitos infantis e se tornassem adultos. CBASD, vol. 7, p. 464.

Exercitadas. Do gr. gumnazõ, “treinar”, “exercitar”. CBASD, vol. 7, p. 464.

by tatianawernenburg



HEBREUS 5 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de agosto de 2018, 0:05
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HEBREUS 4 by Jeferson Quimelli
21 de agosto de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-4-2/

Hebreus 4 contém duas exortações para nós: “Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso …” (v. 11 NVI) e “aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança …” (v. 16 NVI).

O verdadeiro descanso é algo difícil para nós alcançarmos. Isso implica pelo menos duas coisas: (1) que o trabalho tenha sido feito e (2) que tenhamos feito provisão perfeita para as necessidades do futuro. Embora seja verdade que podemos tirar alguns dias de folga do trabalho ou umas férias com o propósito de “descansar”, quem de nós pode realmente dizer que terminou completamente seu trabalho e fez provisão perfeita para o futuro? É por isso que Deus não nos convida simplesmente para descansar, mas para entrarmos em Seu descanso (vs. 1-11). É um descanso proporcionado pela graça divida que nos possibilita desfrutar livremente de algo que pertence somente a Deus.

Israel não entrou naquele descanso quando entrou em Canaã, porque somente através da fé se pode desfrutar do verdadeiro descanso. Ele não se refere a uma terra, mas ao descanso no qual Deus entrou ao criar o Sábado, ao terminar Seu trabalho e fazer provisão perfeita para nós de tudo que precisávamos.

Nós não precisamos esperar até o próximo sábado para entrar naquele descanso. O descanso da graça está disponível “hoje”, por meio da fé, para aqueles que acreditam e confiam plenamente em Deus.

Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1383
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados21-08-2018.mp3

Áudio online [voz Valesca Conty]: